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				<title>Técnico em Fruticultura, novo curso do Colégio Politécnico da UFSM, alia teoria com prática de campo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/08/tecnico-em-fruticultura-novo-curso-do-colegio-politecnico-da-ufsm-alia-teoria-com-pratica-de-campo</link>
				<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 11:43:04 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Curso terá aulas EaD e atividades presenciais; inscrições estão abertas até 20 de março]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/Fruticultura-EAD3.jpeg"><img class="alignright  wp-image-57900" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/Fruticultura-EAD3.jpeg" alt="" width="466" height="466" /></a>O ano de 2022 inicia, no Colégio Politécnico da UFSM, com a abertura de edital para um novo curso técnico subsequente ao Ensino Médio: Técnico em Fruticultura. A área, uma das mais consolidadas do Colégio, contará agora com um curso de educação a distância que forma profissionais aptos a compreender e atuar na cadeia de produção frutícola, desde a propriedade rural até o consumidor, além de poder realizar a organização e promoção da atividade. As oportunidades estão desde a produção para a comercialização na esfera local, os pomares domésticos para as necessidades da família, o processamento de frutas, ou mesmo para as produções empresariais, de larga escala.</p>
<p dir="ltr">Mesmo sendo um curso a distância, tem a peculiaridade e necessidade do contato do estudante com a prática profissional: o currículo prevê encontros presenciais aos sábados, de 21 em 21 dias, no polo de Santa Maria, compondo um quarto (25%) de sua carga horária presencialmente. Essa composição foi pensada também tendo em mente a rotina de pessoas que buscam qualificação e que desenvolvem atividades profissionais simultaneamente.</p>
<p dir="ltr">O currículo proposto para o Curso Técnico em Fruticultura buscou centrar-se em alguns componentes básicos para dar uma visão ampla da atividade, relacionando desde o empreendedorismo, mercados, vivências em propriedades rurais, dentre outros. A organização curricular foi dividida em módulos, com três modalidades de qualificação profissional: assistente em fruticultura, produtor de árvores frutíferas, assistente de negócios em fruticultura e assistente de controle de produção. A duração total do curso é de dois anos (1.200 horas de carga horária total), contando com a possibilidade de certificação profissional técnica intermediária, a qual considera que o estudante pode ser certificado mesmo sem concluir o curso em sua integralidade. Assim, desde que curse um conjunto de disciplinas, já pode ter uma certificação parcial. </p>
<p dir="ltr">São oferecidas 60 vagas, a serem preenchidas por meio de sorteio público eletrônico. O pré-requisito é a conclusão do Ensino Médio ou equivalente. </p>
<p dir="ltr">As inscrições estão abertas até dia 20 de março. Para acessar o edital e a página de inscrições, acesse o seguinte link: <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/008-2022/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/008-2022/&amp;source=gmail&amp;ust=1646822333515000&amp;usg=AOvVaw3g5KIVUozUuct-JX5FrCSn">Processo Seletivo Curso Técnico em Fruticultura EaD.</a></p>
<p dir="ltr">Uma característica distintiva do curso são os métodos e técnicas de ensino-aprendizagem voltados totalmente para a prática de campo. Ao longo do tempo, o Colégio Politécnico da UFSM tornou-se uma referência em fruticultura por atuar em atividades de pesquisa, extensão e qualificação com diferentes públicos e por ter um conjunto de docentes e servidores com atuação vinculada ao tema.</p>
<p dir="ltr">Soma-se a isso uma sólida infraestrutura, com áreas de produção com pomares, viveiros, zonas experimentais, instalações, máquinas e equipamentos. O curso teve uma primeira edição entre os anos de 2014 e 2017, realizada nos polos de Santa Maria, Agudo e São João do Polêsine, quando notou-se a necessidade de um conhecimento especializado e uma demanda reprimida de mão de obra para atuar na fruticultura. Desde então, uma reedição é demandada por diversos setores como prefeituras, cooperativas e associações do ramo. </p>
<p dir="ltr"><strong>Setor em expansão na região</strong></p>
<p dir="ltr">A fruticultura é prioritária no desenvolvimento de diversos municípios do Rio Grande do Sul, com grande potencial em gerar trabalho e renda, principalmente para pequenas propriedades rurais, onde o trabalho é centrado na mão de obra familiar, mas também como forma de assegurar a segurança e a soberania alimentar. </p>
<p dir="ltr">O Rio Grande do Sul, com suas condições de clima particulares - estações bem definidas, períodos de frio e calor intenso - também tem se destacado na fruticultura, colocando-se como o 4º estado brasileiro com maior área plantada, segundo pesquisas. Além de videiras, macieiras e pessegueiros - culturas pelas quais o Estado já é reconhecido -  se expande a produção de frutas vermelhas, frutas nativas, citros e amêndoas, tanto em termos de produção de larga escala, como em produções de base familiar. </p>
<p dir="ltr">Além da Serra Gaúcha, dos Campos de Cima da Serra e da Região Sul do Estado, a fruticultura também tem ganhado espaço em regiões que antes não eram vistas com esse fim, como a Campanha, com áreas de produção de uvas viníferas, oliveiras, entre outras. A Região Central do Rio Grande do Sul se caracteriza pela produção de autoabastecimento, diversificação de rendas, e pequenas propriedades com predominância do trabalho familiar e comercialização para mercados de venda direta, como constatou estudo do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas Agroalimentares Georreferenciadas (Gipag/UFSM), quando foram georreferenciados aproximadamente mil estabelecimentos produtores de frutas nos 35 municípios da Região Central do Rio Grande do Sul.</p>
<p dir="ltr">A fruticultura, quando comparada a outras atividades, permite em pequenas áreas um potencial maior de rentabilidade, e tem sido apontada em diversos fóruns como uma das oportunidades para o desenvolvimento territorial. O acréscimo de espaços como feiras livres, vendas de porta em porta e, ultimamente, a participação nos mercados institucionais (merenda escolar, quartéis, restaurantes universitários etc), tem despertado uma potencialidade para garantir que famílias rurais possam continuar a viver no campo com renda adequada. A preocupação crescente da população com a consciência alimentar e a qualidade de vida tem aparecido como uma das oportunidades para esse segmento produtivo, principalmente para um período pós-pandemia</p>
<p dir="ltr"><strong>Um histórico de iniciativas no setor</strong></p>
<p dir="ltr">Além de um setor específico de fruticultura e de um setor de agroindustrialização voltado para pensar e criar condições na agregação de valor às frutas, o Colégio Politécnico conta com diversos laboratórios e iniciativas que contemplam a área. Exemplo disso é o Setor de Espécies Nativas e de Práticas Ambientais (Senpa), com produção de mudas de frutíferas nativas. Do mesmo modo, a cultura da noz-pecã é desenvolvida no grupo Pecan Technology, que atua nas questões inerentes à cultura da noz-pecã, incluindo novas tecnologias, qualidade e redução de custos de produção.</p>
<p dir="ltr">O Grupo Interdisciplinar de Pesquisas Agroalimentares Georreferenciadas (Gipag/UFSM) atua em questões de ensino, de pesquisa e de extensão dentro da temática da alimentação e suas múltiplas relações, com enfoque na fruticultura, envolvendo profissionais da área da extensão rural, administração, informática e geoprocessamento.</p>
<p dir="ltr">Do mesmo modo, a fruticultura está presente no projeto Polifeira do Agricultor, que se tornou referência em assistência técnica e extensão rural, mantendo contato permanente com produtores e consumidores. Além desses grupos e iniciativas, a proposta atual do Técnico em Fruticultura conta com a participação de docente vinculado ao Grupo de Estudo de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos no Solo (Gepaces), do Centro de Ciências Rurais (CCR), com trajetória em estudos relacionados a manejo e nutrição de frutíferas. </p>
<p dir="ltr">Informações adicionais pelo email <a href="mailto:ead.fruticultura@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">ead.fruticultura@gmail.com</a> ou pelo telefone (55) 3220-8273. </p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Colégio Politécnico produz mudas nativas para estudo e reflorestamento de áreas afetadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/06/08/colegio-politecnico-produz-mudas-nativas-para-estudo-e-reflorestamento-de-areas-afetadas</link>
				<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 12:02:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[espécies nativas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[práticas florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[SENPA]]></category>

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						<description><![CDATA[Mudas produzidas pelo Setor de Espécies Nativas e de Práticas Ambientais são doadas para recuperação de florestas nativas, formação de viveiros e compensação ambiental]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><span style="font-size: large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/06/Foto-1.jpeg"><img class="alignright  wp-image-55980" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/06/Foto-1.jpeg" alt="" width="340" height="400" /></a>O Colégio Politécnico da UFSM, por meio do Setor de Espécies Nativas e de Práticas Ambientais (Senpa), desenvolve o projeto de produção de mudas de diversas espécies, com ênfase nas frutíferas nativas, para estudo, avaliação e doação para áreas que precisam de reflorestamento. O projeto, em atividade desde 2018, tem como princípio básico fazer com que o estudante consiga entender todos os passos para a formação e produção de uma muda, conhecendo o período de maturação das espécies, a época maturação dos frutos, bem como os procedimentos na coleta, no beneficiamento, no armazenamento e nos cuidados desde a semeadura até a muda formada. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">No proc<span style="font-family: times new roman, serif">esso, leva-se consideração o tipo de substrato, as embalagens, o manejo e o plantio das mudas no local definitivo, como explica Renato Trevisan, professor <span class="gmail_default">do Colégio</span> e orientador do projeto “Produção de mudas e implantação de espécies florestais de frutíferas nativas”. O professor também é responsável pelo Seto</span>r de Espécies Nativas que foi criado devido à necessidade de auxiliar nas disciplinas para as aulas práticas.  </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Dentre as principais espécies propagadas estão a pitangueira, a jabuticabeira, o araçazeiro, a goiabeira serrana, o ingazeiro, o guabijuzeiro, o sete-capote, a guabirobeira, o pinheiro-brasileiro, a cerejeira-do-rio-grande, o araticum, o butiazeiro, entre diversas outras espécies ligadas aos biomas da Mata Atlântica e do Pampa. O cultivo destas frutíferas nativas está associado à produção diversificada de outros alimentos presentes nas unidades de produção familiar, bem como da recuperação das florestas nativas para promover uma compensação ambiental. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Além disso, existe a possibilidade de serem utilizadas com sucesso como fonte de renda e em parques e jardins como fins paisagísticos e, por fim, recuperar a importância destas frutíferas muitas vezes negligenciadas pela população. Nesse sentido, a qualidade de mudas destas espécies, bem como o desenvolvimento, é determinante para atender a essa demanda e uma produção diversificada. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">O Senpa fica localizado no Colégio Politécnico da UFSM, em uma área que, além de ser destinada ao cuidado de ovelhas, era utilizada como depósito de materiais. Há cerca de três meses, foram doadas aproximadamente duas mil mudas de diferentes espécies de nativas para a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Agudo. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">A doação teve como objetivo auxiliar na reativação do viveiro florestal do município e incentivar os produtores locais para o plantio de mudas na recuperação de áreas degradadas e, no futuro, utilizar os frutos, através do consumo <em>in natura</em> ou processados, como mais uma fonte de renda na propriedade. “Nossa ideia é aumentar a produção, visto que, através da Cooperativa de Estudantes do Colégio Politécnico, foi adquirida uma estufa que nos possibilitará aumentar a produção de mudas e parte delas poderão ser doadas a produtores interessados e futuramente, comercializar”, afirma Renato.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Para o futuro, a expectativa é aumentar o número de mudas produzidas para ofertá-las, incentivando o plantio, e dar continuidade aos trabalhos ligados a técnicas de germinação das sementes das espécies, além de estudar formas de armazenamento de sementes para prolongar a sua viabilidade, disponibilizando-as num maior período do ano, maximizando a produção. Outra linha de estudo que vem se buscando é a propagação assexuada, ou seja, utilizar partes de uma planta mãe como estacas, gemas (enxertia) e alporquia. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Renato ainda destaca que “parte dos alunos, quando vem para o Senpa, se apaixona com o trabalho que vem sendo feito. Nas aulas presenciais, a troca de experiências é muito bonita, tocar na terra e fazer a semente germinar dá um brilho e é muito gratificante". </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-family: georgia, serif"><em><span class="gmail_default">Texto: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</span></em><br /></span></p>
<div> </div>
<div class="yj6qo"> </div>
<div class="adL"> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Colégio Politécnico produz mudas nativas para estudos, reflorestamento e áreas degradadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/politecnico/2021/06/07/colegio-politecnico-produz-mudas-nativas-para-estudo-e-reflorestamento-de-areas-afetadas</link>
				<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 17:27:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[SENPA]]></category>

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						<description><![CDATA[Mudas produzidas são doadas para recuperação das florestas nativas, formação de viveiros e compensação ambiental Colégio Politécnico da UFSM, por meio do Setor de Espécies Nativas e de Práticas Ambientais (SENPA), desenvolve o projeto de produção de mudas de diversas espécies, com ênfase nas frutíferas nativas para estudo, avaliação e doação para áreas que precisam [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr"><em>Mudas produzidas são doadas para recuperação das florestas nativas, formação de viveiros e compensação ambiental</em></p>
<p dir="ltr">Colégio Politécnico da UFSM, por meio do Setor de Espécies Nativas e de Práticas Ambientais (SENPA), desenvolve o projeto de produção de mudas de diversas espécies, com ênfase nas frutíferas nativas para estudo, avaliação e doação para áreas que precisam de reflorestamento. O projeto, em atividade desde 2018, tem como princípio básico fazer com que o estudante consiga entender todos os passos para a formação e produção de uma muda, conhecendo o período de maturação das espécies, a época maturação dos frutos, bem como os procedimentos na coleta, no beneficiamento, no armazenamento e nos cuidados desde a semeadura até a muda formada. No processo, leva-se consideração o tipo de substrato, as embalagens, o manejo e o plantio das mudas no local definitivo, como explica Renato Trevisan, professor do Colégio e orientador do projeto “Produção de mudas e implantação de espécies florestais de frutíferas nativas”. O professor também é responsável pelo Setor de Espécies Nativas que foi criado devido à necessidade de auxiliar nas disciplinas para as aulas práticas.&nbsp;&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dentre as principais espécies propagadas estão a pitangueira, a jabuticabeira, o araçazeiro, a goiabeira serrana, o ingazeiro, o guabijuzeiro, o sete-capote, a guabirobeira, o pinheiro-brasileiro, a cerejeira-do-rio-grande, o araticum, o butiazeiro, entre diversas outras espécies ligadas aos biomas da Mata Atlântica e do Pampa. O cultivo destas frutíferas nativas está associado à produção diversificada de outros alimentos presentes nas unidades de produção familiar, bem como da recuperação das florestas nativas para promover uma compensação ambiental. Além disso, existe a possibilidade de serem utilizadas com sucesso como fonte de renda e em parques e jardins como fins paisagísticos e, por fim, recuperar a importância destas frutíferas muitas vezes negligenciadas pela população. Nesse sentido, a qualidade de mudas destas espécies, bem como o desenvolvimento, é determinante para atender a essa demanda e uma produção diversificada.&nbsp;</p>
&nbsp;		
									<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/405/elementor/thumbs/Foto-1-1-p8bqd7dgkacu5123n7s6vs70z2kwkqtiqaabhl389g.jpeg" title="Foto 1 (1)" alt="Sementes de araçá amarelo em fase inicial de germinação expondo as primeiras estruturas" />											<figcaption>Sementes de araçá amarelo em fase inicial de germinação expondo as primeiras estruturas</figcaption>
										</figure>
									<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/405/2021/06/Foto-2-1-768x1024.jpeg" alt="Ipê roxo com as primeiras folhas verdadeiras formadas." loading="lazy" />											<figcaption>Ipê roxo com as primeiras folhas verdadeiras formadas.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr">O SENPA fica localizado no Colégio Politécnico da UFSM em uma área que, além de ser destinada no cuidado de ovelhas, era utilizada como depósito de materiais. Há cerca de três meses, foram doadas aproximadamente 2 mil mudas de diferentes espécies de nativas para a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Agudo, Rio Grande do Sul. “A doação teve como objetivo auxiliar na reativação do viveiro florestal do município e incentivar os produtores locais o plantio de mudas na recuperação de áreas degradadas e no futuro, utilizar os frutos através do consumo in natura ou processados como mais uma fonte de renda na propriedade. Nossa ideia é aumentar a produção, visto que, através da Cooperativa de Estudantes do Colégio Politécnico, foi adquirida uma estufa que nos possibilitará aumentar a produção de mudas e parte delas poderão ser doadas a produtores interessados e futuramente, comercializar”.</p><p dir="ltr">Para o futuro, a expectativa é aumentar o número de mudas produzidas para ofertar e incentivar o plantio e dar continuidade aos trabalhos ligados a técnicas de germinação das sementes das espécies, estudar formas de armazenamento de sementes para prolongar a sua viabilidade para disponibilizar sementes num maior período do ano e maximizar a produção. Outra linha de estudo que vem se buscando é a propagação assexuada, ou seja, utilizar partes de uma planta mãe como estacas, gemas (enxertia) e alporquia. Renato ainda destaca que “Parte dos alunos quando vem para o SENPA se apaixonam com o trabalho que vem sendo feito. Nas aulas presenciais, a troca de experiências é muito bonita, tocar na terra e fazer a semente germinar dá um brilho e é muito gratificante”.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="text-align: right">Texto elaborado por Gabriel de David.</p>]]></content:encoded>
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