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				<title>Nova tecnologia sustentável para produção de carvão vegetal desenvolvida pelo CCR e UFV é destaque em Série Especial da RBS TV</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2024/02/05/nova-tecnologia-sustentavel-para-producao-de-carvao-vegetal-desenvolvida-no-ccr-e-destaque-em-serie-especial-da-rbs-tv</link>
				<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 16:25:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[carvão vegetal]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema silvipastoril]]></category>
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						<description><![CDATA[Na última quinta-feira, uma reportagem da série especial &#8220;24 Ideias para 2024&#8221;, veiculada pela RBS TV, mostrou uma inovação promissora para a produção sustentável de carvão vegetal. A matéria apresenta um projeto liderado pelo professor Jorge Farias, do Departamento de Ciências Florestais da UFSM, que está revolucionando a forma como o carvão é produzido. A [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left"><a href="https://globoplay.globo.com/v/12260018/"><img class="wp-image-9485 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/02/jorge-farias-300x191.jpg" alt="" width="580" height="369" /></a>Na última quinta-feira, uma reportagem da série especial "24 Ideias para 2024", veiculada pela RBS TV, mostrou uma inovação promissora para a produção sustentável de carvão vegetal. A matéria apresenta um projeto liderado pelo professor Jorge Farias, do Departamento de Ciências Florestais da UFSM, que está revolucionando a forma como o carvão é produzido.</p>
<p style="text-align: left">A nova tecnologia desenvolvida pela Universidade Federal de Viçosa, em parceria com a UFSM, busca minimizar os impactos ambientais associados à produção de carvão vegetal, um processo historicamente relacionado à degradação florestal e emissões de gases de efeito estufa. A iniciativa, que segue dentro do modelo silvipastoril, não apenas visa reduzir esses impactos, mas também promover a conservação dos ecossistemas florestais.</p>
<p>O método inovador proposto pela equipe envolve o uso de resíduos agrícolas e florestais como matéria-prima principal para a produção de carvão vegetal. Além disso, o processo adota um sistema que permitem uma queima mais limpa e eficiente, resultando em menores emissões de poluentes atmosféricos.</p>
<p>O professor Jorge Farias, coordenador do projeto, ressalta a importância de investir em alternativas sustentáveis para suprir a demanda por carvão vegetal. "Nosso objetivo é mostrar que é possível conciliar a produção de carvão com a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico", afirma Farias.</p>
<p><a href="https://globoplay.globo.com/v/12260018/"><strong>O conteúdo completo da reportagem pode ser acessado clicando aqui.</strong></a></p>
<p>Com a divulgação dessa inovação, espera-se que iniciativas como essa ganhem destaque e incentivem a adoção de práticas mais sustentáveis na produção de carvão vegetal, contribuindo para a construção de um futuro mais verde e consciente.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Sistema silvipastoril auxilia pastagens e animais neste período de estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgef/2023/02/13/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem</link>
				<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 14:56:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[sistema silvipastoril]]></category>

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						<description><![CDATA[“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto do calor quanto do frio, com faixas de sombreamento.</p>
<p>Já a produtora Sandra Gomes Brum, de Tupanciretã, destaca que nas duas áreas que têm com este sistema, totalizando cinco hectares, buscou a recuperação do solo e sombra para os animais. “Nós presenciamos nestes dias muito quentes os animais na sombra e isto é uma proteção. E no inverno também, as acácias protegem o gado dos ventos frios e da geada”, declara. Além dos animais, o pasto também fica protegido tanto do sol quanto da geada, afirma. Sandra optou pelo plantio da acácia negra, porque auxilia no aumento da matéria orgânica do solo e tem crescimento rápido.</p>
[caption id="attachment_7329" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-7329 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Propriedade em Tupanciretã desenvolve sistema silvipastoril há 23 anos com o uso da acácia negra – Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]
<p>O produtor de Barra do Ribeiro, Pedro Feijó, implantou o sistema silvipastoril há dois anos em uma área de sete hectares. “Esse sistema eu acredito que não tenha mais volta com esta integração, porque o animal fica comendo na sombra, num lugar que traz benefícios pra ele”, afirma. A ideia do produtor é ampliar em mais um hectare com plantio de eucaliptos.</p>
<p>“É uma grande oportunidade para o produtor minimizar os efeitos da estiagem, porque se cria um microclima na parte do sub-bosque, que reduz em média oito graus a temperatura, trazendo o bem-estar para os animais e alívio para a pastagem. Além disso, é um sistema com enorme potencial de sequestro de carbono devido à presença de árvores”, diz o Engenheiro Florestal Jackson Brilhante, coordenador do Comitê Gestor Estadual do <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/plano-abc" target="_blank" rel="noopener">Plano ABC+ </a>da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O plano tem como objetivo promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos.</p>
<p>A coordenação do Comitê Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC+), juntamente com a Emater e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), esteve visitando, no final de janeiro, produtores de três municípios da região central do estado que utilizam o sistema silvipastoril. O objetivo da visita foi avaliar e discutir com os produtores rurais o desempenho deste sistema neste período de seca.</p>
[caption id="attachment_7330" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-7330 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril2-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Pastagens crescem, mesmo durante a estiagem, em função do sistema silvipastoril desenvolvido em propriedade de Barra do Ribeiro – Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]
<p>O Professor do Curso de Engenharia Florestal da UFSM, Jorge Farias, constata que “o que estamos observando é a perfeita harmonia de crescimento de árvores e de pastos, com ganhos para ambos. Crescimento muito acima da média das árvores, crescimento de qualidade da pastagem e agora neste ano em que estamos passando pelo terceiro ano de estiagem no Rio Grande do Sul, o produtor tem relatado que onde o pasto está menos degradado, menos sofrido, é no sistema silvipastoril”.</p>
<p>Para Farias, vários conceitos estão sendo revistos com a adoção deste sistema. “O que nós estamos vendo, na prática, é que a floresta não prejudica a pastagem, que a floresta maximiza o uso do solo sem prejuízo da pastagem, que o sistema garante um melhor fluxo de renda, que é possível a manutenção da pecuária mesmo durante a estiagem e que as florestas representam carbono”. O trabalho é desenvolvido pela UFSM em parceria com a Embrapa e a Emater.</p>
<p>A regional de Santa Maria da Emater atende hoje 40 propriedades com este sistema silvipastoril. O primeiro município a implantar este sistema foi Nova Esperança, em 2005. “Produtores rurais, técnicos e pesquisadores vêm observando a persistência da pastagem verde e crescendo, mesmo com muitos dias de falta de chuvas, resultando reserva de forragem em pé para os animais se alimentarem satisfatoriamente e persistirem na produção de leite e engorda, mesmo em momentos de crise como a que vivemos desde novembro de 2022”, destaca o engenheiro florestal da Emater, Gilmar Deponti. Além da Emater Santa Maria, outras 12 regionais vêm desenvolvendo trabalhos de incentivo à implantação do sistema silvipastoril.</p>
<p>“Os produtores que visitamos estão muito satisfeitos, pois o sistema além de minimizar os impactos da estiagem na produção de leite e de carne, também contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa no setor agropecuário gaúcho”, destaca Jackson. Segundo ele, o estado deve incentivar a adoção desse sistema de produção como uma estratégia de médio e longo prazo para minimizar o impacto da estiagem na produção pecuária gaúcha.</p>
<p><a href="https://www.agricultura.rs.gov.br/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem"><em>Notícia elaborada pela jornalista MARIA ALICE LUSSANI.</em></a></p>
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													</item>
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				<title>Sistema silvipastoril auxilia pastagens e animais neste período de estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/02/13/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem</link>
				<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 14:53:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[#pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[sistema silvipastoril]]></category>

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						<description><![CDATA[“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>“Estou salvando meu gado nesta seca”, comemora o produtor rural Laurindo Beling, de Agudo, se referindo à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. Na propriedade de 59 hectares onde cria angus e planta soja, ele tem duas áreas de plantio de eucaliptos que totalizam 15 hectares. Segundo ele, as árvores protegem tanto do calor quanto do frio, com faixas de sombreamento.</p>
<p>Já a produtora Sandra Gomes Brum, de Tupanciretã, destaca que nas duas áreas que têm com este sistema, totalizando cinco hectares, buscou a recuperação do solo e sombra para os animais. “Nós presenciamos nestes dias muito quentes os animais na sombra e isto é uma proteção. E no inverno também, as acácias protegem o gado dos ventos frios e da geada”, declara. Além dos animais, o pasto também fica protegido tanto do sol quanto da geada, afirma. Sandra optou pelo plantio da acácia negra, porque auxilia no aumento da matéria orgânica do solo e tem crescimento rápido.</p>[caption id="attachment_7329" align="alignright" width="300"]<img class="size-medium wp-image-7329" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Propriedade em Tupanciretã desenvolve sistema silvipastoril há 23 anos com o uso da acácia negra - Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]<p>O produtor de Barra do Ribeiro, Pedro Feijó, implantou o sistema silvipastoril há dois anos em uma área de sete hectares. “Esse sistema eu acredito que não tenha mais volta com esta integração, porque o animal fica comendo na sombra, num lugar que traz benefícios pra ele”, afirma. A ideia do produtor é ampliar em mais um hectare com plantio de eucaliptos.</p>
<p>“É uma grande oportunidade para o produtor minimizar os efeitos da estiagem, porque se cria um microclima na parte do sub-bosque, que reduz em média oito graus a temperatura, trazendo o bem-estar para os animais e alívio para a pastagem. Além disso, é um sistema com enorme potencial de sequestro de carbono devido à presença de árvores”, diz o Engenheiro Florestal Jackson Brilhante, coordenador do Comitê Gestor Estadual do <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/plano-abc" target="_blank" rel="noopener">Plano ABC+ </a>da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O plano tem como objetivo promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos.</p>
<p>A coordenação do Comitê Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC+), juntamente com a Emater e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), esteve visitando, no final de janeiro, produtores de três municípios da região central do estado que utilizam o sistema silvipastoril. O objetivo da visita foi avaliar e discutir com os produtores rurais o desempenho deste sistema neste período de seca.</p>[caption id="attachment_7330" align="alignleft" width="300"]<img class="size-medium wp-image-7330" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/pastoril2-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> <span style="color: #808080">Pastagens crescem, mesmo durante a estiagem, em função do sistema silvipastoril desenvolvido em propriedade de Barra do Ribeiro - Foto: Fernando Dias/Seapi</span>[/caption]<p>O Professor do Curso de Engenharia Florestal da UFSM, Jorge Farias, constata que “o que estamos observando é a perfeita harmonia de crescimento de árvores e de pastos, com ganhos para ambos. Crescimento muito acima da média das árvores, crescimento de qualidade da pastagem e agora neste ano em que estamos passando pelo terceiro ano de estiagem no Rio Grande do Sul, o produtor tem relatado que onde o pasto está menos degradado, menos sofrido, é no sistema silvipastoril”.</p>
<p>Para Farias, vários conceitos estão sendo revistos com a adoção deste sistema. “O que nós estamos vendo, na prática, é que a floresta não prejudica a pastagem, que a floresta maximiza o uso do solo sem prejuízo da pastagem, que o sistema garante um melhor fluxo de renda, que é possível a manutenção da pecuária mesmo durante a estiagem e que as florestas representam carbono”. O trabalho é desenvolvido pela UFSM em parceria com a Embrapa e a Emater.</p>
<p>A regional de Santa Maria da Emater atende hoje 40 propriedades com este sistema silvipastoril. O primeiro município a implantar este sistema foi Nova Esperança, em 2005. “Produtores rurais, técnicos e pesquisadores vêm observando a persistência da pastagem verde e crescendo, mesmo com muitos dias de falta de chuvas, resultando reserva de forragem em pé para os animais se alimentarem satisfatoriamente e persistirem na produção de leite e engorda, mesmo em momentos de crise como a que vivemos desde novembro de 2022”, destaca o engenheiro florestal da Emater, Gilmar Deponti. Além da Emater Santa Maria, outras 12 regionais vêm desenvolvendo trabalhos de incentivo à implantação do sistema silvipastoril.</p>
<p>“Os produtores que visitamos estão muito satisfeitos, pois o sistema além de minimizar os impactos da estiagem na produção de leite e de carne, também contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa no setor agropecuário gaúcho”, destaca Jackson. Segundo ele, o estado deve incentivar a adoção desse sistema de produção como uma estratégia de médio e longo prazo para minimizar o impacto da estiagem na produção pecuária gaúcha.</p>
<p><a href="https://www.agricultura.rs.gov.br/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-neste-periodo-de-estiagem"><span style="color: #808080"><em>Notícia elaborada pela jornalista MARIA ALICE LUSSANI.</em></span></a></p>
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				<title>Sistema silvipastoril auxilia pastagens e animais no período de estiagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/13/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-no-periodo-de-estiagem</link>
				<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 12:28:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Curso de Engenharia Florestal da UFSM realiza trabalho em parceria com Emater e Embrapa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_61204" align="alignright" width="800"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/08084910_147930_GDO.jpeg"><img class="wp-image-61204 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/08084910_147930_GDO.jpeg" alt="foto colorida horizontal mostra um gramado com animais pastando e ao fundo árvores altas em um terreno levemente ondulado" width="800" height="450" /></a> Sistema de integração lavoura-pecuária-floresta desenvolvido em Agudo reduz as áreas de calor[/caption]
<p>A UFSM, por meio do curso de Engenharia Florestal, em parceria com a Embrapa e a Emater, vem desenvolvendo um trabalho voltado à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. O sistema vem dando ótimos resultados, especialmente em um período de estiagem, porque permite a criação de um microclima na parte do sub-bosque que reduz em média oito graus a temperatura, trazendo bem-estar para os animais e alívio para a pastagem. Além disso, é um sistema com enorme potencial de sequestro de carbono devido à presença de árvores. </p>
<p>O professor do curso de Engenharia Florestal da UFSM, Jorge Farias, constata que “o que estamos observando é a perfeita harmonia de crescimento de árvores e de pastos, com ganhos para ambos. Crescimento muito acima da média das árvores, crescimento de qualidade da pastagem e agora, neste ano em que estamos passando pelo terceiro ano de estiagem no Rio Grande do Sul, o produtor tem relatado que onde o pasto está menos degradado, menos sofrido, é no sistema silvipastoril”.</p>
<p>Para Farias, vários conceitos estão sendo revistos com a adoção deste sistema. O que se está vendo, na prática, é que a floresta maximiza o uso do solo sem prejuízo da pastagem, que o sistema garante um melhor fluxo de renda, que é possível a manutenção da pecuária mesmo durante a estiagem e que as florestas representam carbono. </p>
<div class="gmail_default">"O trabalho tem tido um resultado fantástico, especialmente em relação ao pasto, isto é, o consórcio proposto entre floresta e pastagem não prejudica em nada a produção de pasto, ou seja, a floresta passa a ser um plus no fluxo de caixa da propriedade. Além disso, nesse período de estiagem, se confirmou que o consórcio traz benefícios à pastagem e aos animais. Seguimos analisando os aspectos financeiros do sistema, as formas de maximizar esse consórcio e, especialmente, como o sistema silvipastoril pode contribuir para mitigar as mudanças climáticas e até criar uma nova fonte de renda para esses proprietários, via pagamento por serviços ambientais", destaca o professor, para quem, com este trabalho, a UFSM assume um importante protagonismo nessa área e se destaca em nível nacional.</div>
<div> </div>
<div>Farias, que integra o Comitê Gestor do Plano ABC+ no estado desde maio de 2022, relata que o <span style="color: initial">projeto mescla a extensão e a pesquisa, com áreas de observação em Cacequi, São Francisco de Assis, São Pedro do Sul, Dilermando de Aguiar, Santa Maria e em Agudo. Alunos de graduação e de pós-graduação da Engenharia Florestal realizam pesquisas sobre o tema.</span></div>
<div> </div>
<div>Recentemente, a coordenação do Comitê Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (<a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/plano-abc" target="_blank" rel="noopener">Plano ABC+</a>), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), que tem como objetivo promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos, visitou produtores de municípios da região central do estado que utilizam o sistema silvipastoril. O objetivo da visita, que também contou com representantes da UFSM e da Emater, foi avaliar e discutir com os produtores rurais o desempenho deste sistema neste período de seca. A regional de Santa Maria da Emater atende hoje 40 propriedades com o sistema silvipastoril.</div>
<div> </div>
<div><em>Com informações da Assessoria de Comunicação da Seapi</em><br /><em>Fotos: Fernando Dias/Seapi</em></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
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