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				<title>Viva bem a idade que tem: evento promove espaço de diálogo sobre o envelhecimento ativo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/17/viva-bem-a-idade-que-tem-evento-promove-espaco-de-dialogo-sobre-o-envelhecimento-ativo</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:36:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Programação reuniu participantes de diferentes grupos de convivência de Santa Maria em oficinas de estimulação cognitiva, arte e socialização]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73264" align="alignright" width="634"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6767-1.jpg"><img class="wp-image-73264" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6767-1.jpg" alt="" width="634" height="422" /></a> Promoção foi do Departamento de Terapia Ocupacional da UFSM[/caption]
<p>O auditório térreo do Colégio Politécnico da UFSM recebeu, nesta terça-feira (16), o evento "Viva bem a idade que tem", promovido pelo projeto de ensino do Departamento de Terapia Ocupacional. A iniciativa reuniu idosos de diferentes grupos de convivência de Santa Maria para uma tarde de palestras e oficinas práticas voltadas à promoção do envelhecimento ativo e da saúde cognitiva.</p>
<p>O evento é organizado pela turma de Gerontologia I do curso de Terapia Ocupacional, em parceria com a disciplina de Práticas Extensionistas em Gerontologia. Com mais de uma década de história, ele acontece anualmente em locais diferentes da cidade. A coordenadora do projeto, professora Kayla Palma, do Departamento de Terapia Ocupacional e do Programa de Apoio à Idosos e seus Cuidadores (PACTO), conta que a proposta é que os alunos vivenciem o contato intergeracional antes mesmo de se formarem. "Com esse aumento da população idosa presente em todos os lugares, a gente vê a necessidade de fazer com que o pela animação das participantes esses alunos entendam a dimensão e a complexidade que é o processo de envelhecer”, explicou.</p>
<h3>"45% dos casos de demência estão associados a fatores que podemos modificar"</h3>
<p>A programação começou com palestras de duas terapeutas ocupacionais. A docente do Colégio Politécnico da UFSM e mestre em Gerontologia Biomédica Andreisi Carbone Anversa falou sobre saúde cognitiva e demência. Ela explicou que a cognição envolve habilidades como memória, raciocínio, atenção, planejamento e tomada de decisões, capacidades consideradas fundamentais para resolver desde tarefas simples do cotidiano até situações mais complexas.</p>
<p>Segundo Andreisi, embora o envelhecimento provoque mudanças naturais no funcionamento do cérebro, grande parte dos casos de demência pode ser evitada. Ela apresentou dados de um estudo internacional que aponta que 45% dos casos de demência no mundo estão associados a 14 fatores de risco modificáveis. No Brasil, esse percentual chega a quase 60%. “A genética é um dos fatores que interferem, mas o principal são os nossos hábitos de vida. Isso significa que existe uma parcela importante dos casos que nós podemos prevenir. Quando pensamos em prevenção, estamos falando de escolhas feitas ao longo de toda a vida”, afirmou.</p>
<p>Entre os fatores de risco, segundo a profissional, estão baixa escolaridade, depressão, sedentarismo, hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, consumo excessivo de álcool, isolamento social, colesterol elevado e perdas auditiva e visual não tratadas.</p>
<h3>A aposentadoria como recomeço</h3>
<p>A terapeuta ocupacional e mestre em Gerontologia Priscila de Oliveira Reis abordou os impactos da aposentadoria e a necessidade de planejamento para essa nova etapa da vida. Segundo ela, o trabalho organiza grande parte da vida adulta e, por isso, deixar a rotina profissional exige uma reorganização emocional, social e até familiar. "A aposentadoria envolve três tipos de luto: a perda do status social, a crise de identidade e a transformação dos vínculos construídos no trabalho. A gente passa a maior parte da vida adulta trabalhando. Então, quando chega esse momento, muitas pessoas se perguntam: 'Quem eu sou agora? Quais são os meus valores?'", explicou.</p>
<p>Priscila destacou que esse processo não precisa ser encarado como um encerramento, mas como uma transição. Hoje, a expectativa de vida após a aposentadoria gira em torno de 30 anos. São muitos anos para viver apenas dentro de casa. Existe um mundo de possibilidades: voltar a estudar, participar de grupos, aprender algo novo, fazer trabalho voluntário ou simplesmente retomar sonhos que ficaram para trás”, afirmou.</p>
[caption id="attachment_73262" align="alignleft" width="513"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6806.jpg"><img class=" wp-image-73262" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6806.jpg" alt="" width="513" height="342" /></a> Professor Juca cantou clássicos da música brasileira (e italiana) em homenagem às mulheres[/caption]
<h3>Música, memórias e um olhar sobre a velhice</h3>
<p>A tarde também teve música. O professor aposentado da UFSM João Francisco Silva Dias, o professor Juca, de 78 anos, foi a atração especial do evento. O convite surgiu depois de uma palestra que ele ministrou para estudantes de Terapia Ocupacional. “Quando contei um pouco da minha história, surgiu o convite para trazer a banda. Aceitei na hora. Tem gente aqui que foi minha aluna quando eu tinha 32 anos. É emocionante reencontrar essas pessoas e perceber o quanto os vínculos permanecem”, contou.</p>
<p>Juca lembrou ainda dos amigos que vivem hoje no Lar das Vovozinhas e falou sobre a importância de manter a autonomia durante o envelhecimento. “O que a terapia ocupacional e a fisioterapia fazem hoje é algo que eu sempre defendi: ajudar as pessoas a preservar a autonomia física e mental pelo maior tempo possível. Porque não adianta lutar apenas por longevidade. É preciso viver mais, mas viver com qualidade”, destacou.</p>
<p>O professor criou a tradicional banda “Old bikers”, da qual ele é vocalista, quatro anos antes de se aposentar, justamente para preparar a nova fase da vida. “Eu já estava me preparando. A aposentadoria não precisava ser um fim. Então comecei outro projeto. E continuo até hoje. Você não pode depender só da medicina. Precisa fazer a sua parte, se ajudar. Não existe uma velhice, existem velhices. Cada pessoa envelhece de uma forma. Mas uma coisa é certa: o ser humano não nasceu para ficar sozinho".</p>
<p>Segundo ele, é preciso criar e manter vínculos, de convivência e de motivos para continuar vivendo com entusiasmo. “Hoje ainda temos muita gente vivendo uma velhice precoce. Pessoas com 50 anos, sem trabalho, mal alimentadas, sem atividade física. Por isso, discutir envelhecimento é falar de saúde, mas também de dignidade e de qualidade de vida para todos”, alertou.</p>
[caption id="attachment_73263" align="alignright" width="515"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6886.jpg"><img class=" wp-image-73263" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6886.jpg" alt="" width="515" height="352" /></a> A oficina de pintura em pano de prato despertou a criatividade das idosas. A maioria desenhou flores, jardins e corações nos seus panos[/caption]
<h3>Oficinas que estimulam a criatividade</h3>
<p>Depois das palestras, as oficinas abordaram a memória com jogos e desafios cognitivos, ritmo e memória afetiva com música, coordenação motora, raciocínio lógico e estratégia, além de conversas e histórias para estimular linguagem e vínculos sociais.</p>
<p>Entre as atividades, a de arte chamou atenção. Com panos de prato em mãos e pincéis coloridos, as idosas pintaram ao som de cantoras clássicas da música popular brasileira, como Rita Lee, Elis Regina, e cantavam enquanto criavam. A atividade integra a oficina "Arte, criatividade e expressão", que explora cognição e emoções por meio da criação artística.</p>
<p>Os participantes vieram de grupos como o SESC Maturidade Ativa, o Eterno Aprendiz (da Uningá), o Mestre Coração, o Cognito e o Corpo Mais, além do Lar das Vovozinhas e do Pianetas – duas instituições de longa permanência que trouxeram dez idosos cada. Para garantir novas conexões nas oficinas, os participantes foram distribuídos em grupos por cores, independentemente de qual grupo de convivência vieram.</p>
<h3>"Sempre quis envelhecer assim"</h3>
<p>Na plateia, Aracy Freitas Becker, de 79 anos, veio pelo grupo do SESC e resumiu bem o espírito do evento. Natural de São Borja, mora há oito anos em Santa Maria e frequenta grupos de convivência desde então. Costureira desde os 15 anos, ela ri quando fala das suas habilidades e se orgulha de tudo que construiu, mesmo depois de envelhecer. Avó e bisavó, Aracy cuida da família, faz fisioterapia e não para de aprender coisas novas. "Só não faço chover porque não aprendi a música". "Eu sempre pedi para envelhecer assim. Estou tão bem, me sinto cada vez mais jovem”, finaliza.</p>
<p>O evento "Viva bem a idade que tem" integra o Programa PACTO (Programa de Apoio à Idosos e seus Cuidadores da Terapia Ocupacional) e o projeto Cognito, ambos vinculados ao Departamento de Terapia Ocupacional da UFSM.</p>
<p><em>Texto: Isadora Bortolotto, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Gabriele Mendes, acadêmica de Jornalismo, bolsista</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Corpo + e Dança +: conheça os projetos da UFSM voltados para pessoas acima de 40 anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/02/corpo-e-danca-conheca-os-projetos-da-ufsm-voltados-para-pessoas-acima-de-40-anos</link>
				<pubDate>Tue, 02 May 2023 14:28:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
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		<category><![CDATA[complexo didático e artístico]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira idade]]></category>

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						<description><![CDATA[Ginástica e dança são oferecidas à comunidade pelo CEFD no Campus Sede]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_62033" align="alignright" width="844"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/IMGM6048.jpg"><img class="wp-image-62033" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/IMGM6048.jpg" alt="foto colorida horizontal com um grupo de pessoas, em sua maioria idosos, em uma sala ampla, fazendo movimentos de dança com os braços, e à frente delas, de frente para o grupo, um homem faz os movimentos que o grupo deve repetir" width="844" height="563" /></a> Atividades são coordenadas pelo professor Gustavo Duarte (à esquerda)[/caption]
<p>Conforme dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Características dos Moradores e Domicílios (PNAD Contínua), <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-07/contingente-de-idosos-residentes-no-brasil-aumenta-398-em-9-anos" target="_blank" rel="noopener">divulgados em 2022 pelo </a>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira manteve a tendência de envelhecimento dos últimos nove anos. O estudo aponta que pessoas com 60 anos ou mais representam 14,7% da população residente no Brasil em 2021. Em números absolutos, são 31,23 milhões de pessoas.</p>
<p>O Estatuto da Pessoa Idosa, a partir da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 10.741/2023</a>, deve destinar e regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Ademais, reconhece que é obrigação do Estado e da sociedade assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, seja enquanto pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais. A prática de esportes e de diversão é um desses aspectos de direito à liberdade.</p>
<h3>Entenda o que é atividade física</h3>
<p>O <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atividade_fisica_populacao_brasileira.pdf" target="_blank" rel="noopener">Guia de Atividade Física para a População Brasileira</a> apresenta recomendações e informações do Ministério da Saúde sobre atividade física para que a população tenha uma vida ativa, promovendo a saúde e a melhoria da qualidade de vida. Além disso, o material define a prática de exercícios como importante para o pleno desenvolvimento humano e que deve ser feita em todas as fases da vida. Ou seja, crianças, jovens, adultos e idosos podem praticar algum tipo de atividade física.</p>
<p>Gustavo Duarte, professor do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) da UFSM, que atua nas áreas do Ensino e Didática de Dança, nos estudos de Gênero e Sexualidade, Corpo, Cultura e Envelhecimento, explica que pessoas idosas têm inúmeros benefícios ao fazer algum tipo de atividade física, sejam eles cognitivos, psicológicos ou sociais, pois interferem positivamente na qualidade de vida de maneira geral.</p>
<p>Atividade física é caracterizada como um comportamento que envolve os movimentos voluntários do corpo, com gasto de energia acima do nível de repouso e que promove interações sociais e com o ambiente. Esse tipo de atividade pode acontecer no seu tempo livre, em seu deslocamento, seja para o trabalho ou estudo e nas tarefas domésticas. São exemplos de atividade física: caminhar, correr, pedalar, brincar, subir escadas, carregar objetos, dançar, limpar a casa, passear com animais de estimação, cultivar a terra, cuidar do quintal, praticar esportes, lutas, ginásticas, yoga, e muito mais.</p>
[caption id="attachment_62035" align="alignleft" width="883"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/IMGM6075.jpg"><img class="wp-image-62035" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/IMGM6075.jpg" alt="foto colorida horizontal com idosos fazendo movimentos com os braços, mantendo os cotovelos unidos à frente e as mãos junto ao rosto" width="883" height="588" /></a> Atividades ocorrem nas quintas-feiras, das 15h30 às 17h30, no Campus Sede[/caption]
<h3>Atividade física para idosos</h3>
<p>Um dos capítulos do Guia de Atividade Física para a População Brasileira traz informações sobre atividade física para idosos e esclarece que a prática de exercícios possibilita mudanças na qualidade de vida. Alguns resultados podem sair mais rápidos do que outros, porém, mesmo aqueles que não são perceptíveis são importantes, sugere o guia.</p>
<p>Confira a seguir algumas dessas mudanças, conforme o Guia:</p>
<ul>
<li>Ajudar na manutenção da memória, atenção, concentração, raciocínio e no foco;</li>
<li>Auxiliar no controle do peso corporal;</li>
<li>Melhorar a capacidade de movimentação, da postura e do equilíbrio;</li>
<li>Melhorar a qualidade do sono, da autoestima e da autoimagem;</li>
<li>Melhorar as habilidades de socialização;</li>
<li>Promover o desenvolvimento humano e bem-estar;</li>
<li>Reduzir o colesterol, o diabetes (alto nível de açúcar no sangue), riscos de desenvolver doenças do coração e alguns tipos de câncer;</li>
<li>Reduzir o risco de quedas, lesões, dores nas articulações e nas costas;</li>
<li>Reduzir os sintomas de ansiedade e de depressão;</li>
<li>Reduzir riscos de demência, como a doença de Alzheimer.</li>
</ul>
<p>O professor Gustavo destaca que a prática de 20 a 40 minutos diários de atividade física já traz benefícios a pessoas idosas. “O ideal é começar aos poucos e ir intensificando as atividades e tempo de duração. Pode-se começar pela atividade preferida, por exemplo, e depois ir agregando nova e variando”, indica o professor.</p>
[caption id="attachment_62034" align="alignright" width="751"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/IMGM6122.jpg"><img class="wp-image-62034" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/IMGM6122.jpg" alt="foto colorida horizontal com pessoas dançando, eles estão com os braços esquerdos estendidos para o lado e mãos direitas na cintura" width="751" height="501" /></a> Atividades são abertas para pessoas acima de 40 anos[/caption]
<h3>Projetos Corpo + e Dança +</h3>
<p>As atividades do Corpo + e Dança + ocorrem todas as quintas-feiras, das 15h30 às 17h30, no Complexo Didático e Artístico (CDA), ao lado do CEFD. Ginástica e dança são atividades desenvolvidas nos projetos. Além do cuidado com a saúde em geral, o foco de trabalho nessas iniciativas está na sociabilidade de idosos e na melhora da qualidade de vida como um todo, explica Gustavo, professor e coordenador do projeto.</p>
<p>Qualquer pessoa com mais de 40 anos pode participar do Corpo +, apenas deve levar atestado médico que a libere a participar. Além da turma de 40+, há outra para pessoas com mais de 60 anos. Por enquanto, as turmas estão misturadas, com o intuito de integrar e fortalecer o grupo. Após essa junção, os grupos serão separados em duas turmas, a primeira de 40 a 60 anos e a segunda para quem tem mais de 60 anos.</p>
<h3>Veja o que diz a comunidade:</h3>
<p>Adriana Santos, 50 anos, diz ter interesse em participar do projeto porque tem dança. "É importante fazer essa movimentação para melhorar a saúde e o condicionamento", completa.</p>
<p>Maria Cristina Godoy, 66 anos, relata que fica muito tempo sentada e que projetos como esses possibilitam a prática de exercícios. Além disso, diz ter as melhores expectativas, principalmente na melhora da saúde.</p>
<p>Vitória Mença, 73 anos, quer aproveitar a oportunidade de entrar em um projeto assim. "É muito bom para nós que estamos chegando na melhor idade. Se movimentar faz bem pra vida da gente, pra saúde", explica.</p>
<p><em>Texto: Gustavo Salin Nuh, estudante de Jornalismo e estagiário da Agência de Notícias<br /></em><em>Fotos: Gabriel Escobar, estudante de Jornalismo, bolsista<br />Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Núcleo de Estudos e Apoio à Terceira Idade da UFSM retoma atividades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/03/31/nucleo-de-estudos-e-apoio-a-terceira-idade-da-ufsm-retoma-atividades</link>
				<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 19:42:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[nieati]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira idade]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividades do Corpo + e Dança + recebem inscrições ainda em abril]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_61718" align="alignright" width="541"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.09.14.jpeg"><img class="wp-image-61718" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.09.14.jpeg" alt="" width="541" height="406" /></a> Reabertura simbólica ocorreu na quinta-feira[/caption]
O Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) da UFSM realizou na quinta-feira (30) à tarde uma reabertura simbólica do Núcleo Integrado de Estudos e Apoio à Terceira Idade (NIEATI). A atividade ocorreu no Complexo Didático e Artístico (CDA), ao lado da sede do Centro. </div>
<div> </div>
<div>O núcleo, coordenado pelo professor Marco Aurélio Figueiredo Acosta, é o mais antigo do CEFD, e a atividade que marcou a retomada das ações de extensão, que estavam paralisadas desde a pandemia, foi acompanhada por grupos de idosos, que já começaram a se exercitar.</div>
<div> </div>
<div>Na ocasião também houve homenagem ao fundador do núcleo, o professor aposentado José Francisco Silva Dias, conhecido como Juca. "Foi uma alegria, junto dos idosos, fazer essa reabertura", destaca o professor do CEFD Gustavo Duarte.</div>
<div> </div>
<div>
[caption id="attachment_61719" align="alignleft" width="487"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.09.16.jpeg"><img class="wp-image-61719" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.09.16.jpeg" alt="" width="487" height="365" /></a> Idosos já começaram a participar das atividades[/caption]
O ato marcou a retomada de ações voltadas à comunidade com mais de 40 anos. As atividades do Corpo + e Dança +, coordenados pelo professor Gustavo, ocorrem todas as quintas-feiras, das 15h30 às 17h30, no Complexo Didático e Artístico (CDA), ao lado do CEFD. As inscrições podem ser feitas durante o mês de abril, diretamente com o professor, no horário das aulas.</div>
<div> </div>
<div>Segundo Gustavo, já há um grupo de participantes acima de 60 anos, e está sendo aberta uma nova turma para pessoas entre 40 e 60 anos. A intenção é, futuramente, oferecer outras atividades, como cinema, debates e encontros de idosos para discutir temas relacionados ao envelhecimento, de forma multidisciplinar. Para isso, o projeto está aberto a outros cursos da UFSM que queiram colaborar dentro desta temática.</div>
<div> </div>
<div><em>Fotos: Regina Rocha/Núcleo de Divulgação Institucional do CEFD</em></div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPG em Gerontologia da UFSM coordena criação de portal sobre temas científicos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/01/ppg-em-gerontologia-da-ufsm-coordena-criacao-de-portal-sobre-temas-cientificos</link>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 13:17:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[ciência & consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira idade]]></category>

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						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM, em parceria com a Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (Funati-UEA), coordenou a criação do portal Ciência &amp; Consciência, uma plataforma virtual organizada por pesquisadores e profissionais oriundos de diversas áreas do conhecimento e produzida de modo cooperativo, solidário e sem fins lucrativos.  O principal objetivo do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM, em parceria com a Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (Funati-UEA), coordenou a criação do <a href="https://portalcienciaeconsciencia.com.br/portal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">portal Ciência &amp; Consciência</a>, uma plataforma virtual organizada por pesquisadores e profissionais oriundos de diversas áreas do conhecimento e produzida de modo cooperativo, solidário e sem fins lucrativos. </p>
<p>O principal objetivo do portal, lançado nesta terça-feira (31), é divulgar, compartilhar e discutir informações qualificadas baseadas em evidências científicas, que muitas vezes ficam diluídas dentro da grande quantidade de material disponível na internet sobre um determinado tema, principalmente envolvendo aspectos gerontológicos e de atenção à pessoa idosa. A ideia surgiu a partir da pandemia do coronavírus, mas a intenção é que outros temas também sejam contemplados.</p>
<p>O Ciência &amp; Consciência visa contribuir com profissionais da área da saúde e da população em geral, concentrando uma ampla gama de informações de fontes confiáveis e verificáveis sobre temáticas que afetam a população brasileira e mundial, como a pandemia do coronavírus.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em sua 19ª edição, Acampavida vai reunir idosos para diversas atividades neste fim de semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/14/em-sua-19a-edicao-acampavida-vai-reunir-idosos-para-diversas-atividades-neste-fim-de-semana</link>
				<pubDate>Wed, 14 Nov 2018 22:37:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira idade]]></category>

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						<description><![CDATA[Cerca de mil participantes, de Santa Maria e outros municípios gaúchos, são esperados para o 19º Acampavida, evento que o Núcleo Integrado de Estudos e Apoio à Terceira Idade (Nieati) promove neste sábado (17) e domingo (18). O objetivo do evento é propiciar aos idosos a convivência dentro da universidade, onde podem experimentar várias manifestações [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Cerca de mil participantes, de Santa Maria e outros municípios gaúchos, são esperados para o 19º Acampavida, evento que o Núcleo Integrado de Estudos e Apoio à Terceira Idade (Nieati) promove neste sábado (17) e domingo (18). O objetivo do evento é propiciar aos idosos a convivência dentro da universidade, onde podem experimentar várias manifestações do movimento humano, do lúdico, da cultura e, principalmente, do relacionamento com os demais. Para participar, é preciso ter mais de 55 anos de idade.

Estão programadas diversas oficinas, como dança, nutrição, cuidados com a saúde, voz e memória, verificação de sinais, entre outras. Para colocar tudo isso em prática, uma parceria entre UFSM, Universidade Franciscana (UFN) e Faculdade Integrada de Santa Maria (Fisma) integra aproximadamente 200 monitores, que são estudantes dos cursos de Odontologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Enfermagem, Nutrição, Psicologia, Matemática e Educação Física.

Segundo o coordenador do evento, professor Marco Aurélio Acosta, “o Acampavida vem se constituindo, nesse quase 20 anos, em um espaço de aprendizagem permanente no trabalho com idosos, ampliando gradativamente o número de instituições de ensino superior envolvidas, bem como os cursos que se propõem a trabalhar e aprender em um trabalho multi e interdisciplinar teórico-prático. Ressaltamos o caráter coletivo da construção do evento, onde os idosos, organizados em sua representação (grupos de terceira idade) opinam sobre a estrutura do evento, detalhes e preferências, agindo como atores sociais”.

A abertura do 19º Acampavida será no sábado, às 8h30min., no Centro de Convenções da UFSM, seguida por uma mostra artística. A partir das 11h, haverá as rodadas de oficinas. No domingo, às 16h, um baile no Clube Comercial encerrará o evento.

<i>Com informações do Núcleo de Divulgação Institucional do Centro de Educação Física e Desportos</i>]]></content:encoded>
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