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						<item>
				<title>Processos Seletivos: confira listas definitivas de pessoas classificadas em quatro editais de ingresso</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/02/11/processos-seletivos-confira-listas-definitivas-de-pessoas-classificadas-em-quatro-editais-de-ingresso</link>
				<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 14:57:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[#quilombolas]]></category>
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						<description><![CDATA[Instituição divulgou resultados para seleção de vagas para Indígenas, Quilombolas, Pessoas Transgêneros e Pessoas com Deficiência
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-11-at-11.40.33-3.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-02-11 at 11.40.33 (3)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-11-at-11.40.33-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-02-11 at 11.40.33 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-11-at-11.40.33-4.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-02-11 at 11.40.33 (4)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-11-at-11.40.34.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-02-11 at 11.40.34" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-11-at-11.50.08.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-02-11 at 11.50.08" /></figure>			
		<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), divulgou nesta terça (11), as listas definitivas das pessoas classificadas nos seguintes Processos Seletivos:</p>
<p> </p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/079-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/079-2024">Processo Seletivo Indígena UFSM 2025</a>, que ofertou 26 vagas em 22 cursos de graduação;</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/084-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/084-2024">Processo Seletivo de Ingresso de Pessoas de Comunidades Quilombolas UFSM 2025</a>, que ofertou 121 vagas em 77 cursos de graduação;</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/081-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/081-2024">Processo Seletivo de Ingresso de Pessoas Transgêneros UFSM 2025</a>, que ofertou 120 vagas em 77 cursos de graduação;</li>
<li><a style="font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)" href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/073-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/073-2024">Processo Seletivo para Pessoas com Deficiência (PcD) UFSM 2025</a>, que ofertou 101 vagas em 66 cursos de graduação.</li>
</ul>
</li>
</ul>
 
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Processos Seletivos: confira listas preliminares de pessoas classificadas em quatro editais de ingresso</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/02/07/ps-listas-preliminares</link>
				<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 14:44:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Ingresso]]></category>
		<category><![CDATA[PCD]]></category>
		<category><![CDATA[PS]]></category>
		<category><![CDATA[transgêneros]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68240</guid>
						<description><![CDATA[Instituição realizou seleções de vagas para Indígenas, Quilombolas, Pessoas Transgêneros e Pessoas com Deficiência ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/elementor/thumbs/WhatsApp-Image-2025-02-07-at-11.57.04-r15thiyd3d2kntqrzpeodlyzy0f0uoysvx0tcizyf0.jpeg" title="PS resultado preliminar" alt="Imagem colorida quadrada com divulgação sobre os quatro processos seletivos, indíngena, quilombola, pessoas com deficiência e pessoas transgênero." loading="lazy" />													</p>
<p>

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), divulgou, na primeira semana de fevereiro, as listas de pessoas classificadas nos seguintes Processos Seletivos:</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
</p>
<ul>
<!-- wp:list-item -->
<p></p>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/079-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/079-2024">Processo Seletivo Indígena UFSM 2025</a>, que ofertou 26 vagas em 22 cursos de graduação;</li>
<p>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
</p>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/084-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/084-2024">Processo Seletivo de Ingresso de Pessoas de Comunidades Quilombolas UFSM 2025</a>, que ofertou 121 vagas em 77 cursos de graduação;</li>
<p>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
</p>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/081-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/081-2024">Processo Seletivo de Ingresso de Pessoas Transgêneros UFSM 2025</a>, que ofertou 120 vagas em 77 cursos de graduação;</li>
<p>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
</p>
<li><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/073-2024" data-type="link" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/073-2024">Processo Seletivo para Pessoas com Deficiência (PcD) UFSM 2025</a>, que ofertou 101 vagas em 66 cursos de graduação.</li>
</ul>
Logo após o período de recursos, o resultado final dos quatro processos seletivos para ingresso em cursos de graduação da UFSM no 1º semestre de 2025 será divulgado.
<ul>
<p>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item /-->
</p>
</ul>
<p>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Janeiro lilás: a presença da comunidade trans no ensino superior brasileiro e na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/01/29/janeiro-lilas-a-presenca-da-comunidade-trans-no-ensino-superior-brasileiro-e-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[transgêneros]]></category>

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						<description><![CDATA[Apesar de representar apenas 0,2% das/os estudantes, a comunidade trans vem conquistando espaço e reconhecimento nas universidades brasileiras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/1-1-1.jpg"><img class="alignright  wp-image-65062" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/1-1-1.jpg" alt="" width="431" height="431" /></a>O ensino superior, mesmo com os avanços significativos nas últimas décadas, ainda é um sonho distante para grande parte da população. Dados do Ministério da Educação (MEC) destacam que apenas 23% da população brasileira entre 25 e 34 anos conquistou o diploma universitário. Na pós-graduação, esse número é ainda menor, apenas 0,8% concluíram o mestrado e 0,2% alcançaram o título de doutorado, de acordo com a OCDE.</div>
<div> </div>
<div>Se esses números já preocupam, os dados relacionados ao acesso, a permanência e a carreira acadêmica da comunidade trans, no Brasil, são ainda mais alarmantes. As adversidades têm início ainda na educação básica, de acordo com a Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil. Em 2017, 82% das pessoas trans entre 14 e 18 anos abandonaram o ensino médio.</div>
<div> </div>
<div>As dificuldades encontradas pela comunidade trans em concluir seus estudos e seguir no ambiente universitário se traduzem nos baixos índices de estudantes transsexuais e travestis nas universidades públicas brasileiras. Em 2018, uma pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) apontou que estudantes trans representavam apenas 0,2% das matrículas no ensino superior do Brasil.</div>
<div> </div>
<h3>No contexto da UFSM</h3>
<div> </div>
<div>O cenário dos cursos de graduação e de pós-graduação na UFSM não vai para além da estatística quando olhamos para a presença de estudantes transgêneros e travestis. De acordo com dados disponibilizados pela Coordenadoria de Oferta e Relacionamento (COFRE/UFSM), estima-se que a comunidade trans da UFSM seja de 0,3%. A maior parte desses estudantes estão vinculados aos cursos de graduação na instituição.</div>
<div> </div>
<div>A estudante de licenciatura em Teatro Duane Castro da Rosa conta que escolheu a UFSM por ser a universidade federal mais próxima da sua cidade natal e por oferecer uma grande opções de cursos na área de Artes. A sua trajetória escolar, sendo egressa de um Instituto Federal, também motivou sua vinda à instituição.</div>
<div> </div>
<div>“Escolhi a UFSM pensando que seria um lugar acolhedor. Vinda de outra instituição federal, sabia que ia ser uma universidade mais inclusiva e aberta, e que eu não passaria por um regime rígido de regras e por violências escancaradas. Caso isso acontecesse, seria repudiado pela própria instituição”, relata Duane.</div>
<div> </div>
<div>Apesar de ressaltar que a UFSM tem buscado se tornar uma instituição mais segura e plural, citando a criação da Casa Verônica como referência, Duane destaca alguns pontos que a universidade deve priorizar para tornar o acesso e a permanência de estudantes trans no ensino superior mais inclusiva.</div>
<div> </div>
<div>“Isso é um reflexo da sociedade, também. Os órgãos que combatem as opressões geralmente são mais fracos por não serem vistos como uma prioridade ou algo sério. A UFSM precisa garantir a efetiva utilização do nome social nos documentos institucionais, além de combater a transfobia e os argumentos transfóbicos que se manifestam em algumas práticas acadêmicas”, pontua.</div>
<div> </div>
<h3><b></b>Nome social: a conquista e a luta por reconhecimento</h3>
<div> </div>
<div>“A principal questão que percebo na UFSM, relacionada ao recorte da transgeneridade, é o uso do nome social. Isso gera problemas e revolta nos estudantes trans”, lembra Duane ao ser questionada sobre os pontos que a universidade precisa dedicar mais atenção para a construção de um ambiente acadêmico mais acolhedor.</div>
<div> </div>
<div>“Às vezes, em alguns processos fora de sala de aula, não é possibilitado o uso do nome social. Mas ele precisa ser respeitado. Nos protocolos, é muito ruim ter o nome morto exposto, porque esse é um nome que a pessoa não usa mais”.</div>
<div> </div>
<div>O uso do nome social no Brasil é assegurado desde 2010 em todo o território nacional. Na UFSM, a Resolução N.º 10/2015, que é resultado de uma construção coletiva, garante o uso do nome social para pessoas trans e travestis, abrangendo estudantes, servidoras/es e a comunidade que utiliza os serviços da Universidade.</div>
<div> </div>
<div><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/9.jpg"><img class="wp-image-65063 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/9.jpg" alt="" width="432" height="432" /></a>Buscando tornar o uso do nome social mais reconhecido na UFSM e facilitar o acesso do direito assegurado nacionalmente, desde agosto de 2023, a Casa Verônica, em parceira com outros setores institucionais, desenvolve a campanha “Eu decidi me reconhecer”, produzindo materiais de comunicação focados nos processos necessários para o uso do nome decidido e para a importância do respeito na Universidade.</div>
<div> </div>
<div>Além das peças de comunicação, outras conquistas também foram registradas nesse período. A partir de uma articulação com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), a UFSM passou a adotar um protocolo único para servidoras(es) que queiram requerir o nome social em seus documentos.</div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Juntamente com a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e com o Observatório de Direitos Humanos (ODH), a Casa busca modificar a </span><a style="font-size: revert" href="https://portal.ufsm.br/documentos/publico/documento.html?id=7012567" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://portal.ufsm.br/documentos/publico/documento.html?id%3D7012567&amp;source=gmail&amp;ust=1706185431435000&amp;usg=AOvVaw3u2H0xr5qf4g0VXKXTlvv2">Resolução N. 010/2015</a><span style="font-size: revert;color: initial"> da UFSM, que estabelece os procedimentos para o uso do nome social, para que  a atualização dos documentos estudantis após a abertura do processo seja imediata.</span></div>
<div> </div>
<h3><span style="color: revert;font-size: revert;font-weight: revert">Construindo alternativas para ampliar a presença de estudantes trans na UFSM</span></h3>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Buscando corrigir os baixos índices de estudantes trans e travestis no ensino superior, oferecendo suporte na superação das dificuldades para o ingresso e para a conclusão dos cursos de graduação e de pós-graduação, algumas universidades brasileiras vêm implementando políticas afirmativas em seus processos seletivos.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Neste ano, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passou a oferecer vagas suplementares em seus cursos de graduação destinadas exclusivamente às pessoas transgêneras e travestis. No primeiro processo seletivo desta natureza na instituição, a UFSM oferta 71 vagas em 55 cursos de graduação, em todos os campi da UFSM.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Na pós-graduação, a UFSM também incentiva os programas de especialização, mestrado e doutorado para que adotem políticas afirmativas em seus editais. Embora ainda não seja obrigatório aos programas a adesão de vagas afirmativas, pelo menos cinco cursos de mestrado e/ou doutorado já oferecem vagas específicas para a comunidade trans em seus processos seletivos.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Além disso, setores da UFSM, como a Casa Verônica, também contam com bolsas estudantis exclusivas para pessoas trans e travestis. A medida adotada busca ampliar a presença da comunidade nos setores institucionais e assegurar o acesso às políticas estudantis da universidade. A Casa ainda oferece um grupo terapêutico para pessoas trans na UFSM, com objetivo de fortalecer os laços de pertencimento à comunidade acadêmica. A ação faz parte dos serviços do espaço e é conduzida pela psicóloga Gabriela Quartiero.</span></div>
<div> </div>
<div><em style="font-size: revert;color: initial">Texto: <span style="color: initial">Wellington Hack, jornalista da Casa Verônica da UFSM</span></em></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Com participação da UFSM, campanha Outubro+ inclui homens trans</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/10/com-participacao-da-ufsm-campanha-outubro-inclui-homens-trans</link>
				<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 12:37:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
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						<description><![CDATA[Liga Acadêmica de Saúde da Mulher  promove a inclusão de trans em ação de prevenção contra o câncer de mama]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Outubro Rosa é conhecido pelas atividades de conscientização sobre a importância da prevenção do câncer de mama. Apesar de existirem diferentes tipos de corpos que sofrem ou podem sofrer com a doença, essas atividades têm como seu público-alvo apenas mulheres cisgênero. Por isso, a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher da UFSM (LiASM) planejou uma campanha, chamada "Outubro+", com o foco em conscientizar mais pessoas, além de mulheres cis, e dar mais visibilidade para a saúde de pessoas trans.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-64079  alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/card-scaled.jpg" alt="" width="512" height="1685" />Inspirado em um ação promovida pelo médico estadunidense Ben Haseen, que se identifica como um homem trans, com o mesmo intuito de conscientizar a população trans de como realizar o autoteste, o projeto elaborou um card, ao lado, em que explica, passo a passo, como fazer o procedimento, através de texto e fotos. Além disso, há um </span><a href="https://youtu.be/OEwx1X1WxNI" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">vídeo</span></a><span style="font-weight: 400"> disponível que demonstra o autoteste em modelos trans. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A campanha contou com quatro homens trans como modelos. Assim, foi possível ter uma diversidade maior de corpos para representar como deve ser feito o autoexame. Para um dos modelos, Caio Machado Friedhein, participar do projeto foi algo gratificante. “Fazer parte de algo único e tão primordial para nossa saúde é no mínimo prazeroso, um gostinho de evolução”, relata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ivana Camargo Braga, integrante do LiASM e idealizadora do projeto, conta que a ideia surgiu quando se percebeu a falta de campanhas voltadas para esse público. “Tive um momento de clareza quando participei de palestras sobre câncer de mama em pessoas trans e percebi que não havia material gráfico ou científico disponível em português. Isso revelou uma necessidade urgente de abordar as questões de saúde que afetam a população trans de forma mais abrangente”, comenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudante de Engenharia Química e também modelo do projeto Tomas Kurkowski comenta sobre a importância do projeto: “Vai mostrar a realidade pra muitas pessoas, de que pessoas trans existem e de que somos iguais. Para mim, a coisa mais importante é que mais pessoas conheçam a minha comunidade, saibam que a gente existe e que passa pelas mesmas coisas que qualquer outra pessoa”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Arthur Reis de Oliveira Tavares compartilha do mesmo sentimento. “Só de saber que tem gente que se importa com essa parte do Outubro Rosa, eu me sinto abraçado”, relata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A campanha, além de ser organizada pelo LiASM e com a presença dos modelos, também teve a contribuição de três alunos dos cursos de Comunicação Social. Além disso, contou com o apoio da Casa Verônica, do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Prefeitura e do Ambulatório Transcender.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O lançamento da campanha ocorrerá dia 16 de outubro, às 16 horas, no Ambulatório </span><a href="https://www.instagram.com/ambulatoriotranscender/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Transcender</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h3>Falta de acolhimento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A discussão em torno da saúde de pessoas trans tem evoluído e ganhado mais espaços, como alguns laboratórios pensados para atender pessoas trans. Para Caio, apesar dos avanços, ainda faltam questões para serem resolvidas.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A maioria dos postos de saúde (UBS) não são capacitados para lidar com pessoas trans, e acabam mais ofendendo do que ajudando, e com isso, muitas pessoas vão desistindo de ir nas UBS. São poucas as que sabem nos tratar com respeito e compaixão, e essas poucas em grande parte são em ambulatórios trans”, comenta Tomas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A falta de campanhas, falta de especialistas e a falta de acesso à saúde para pessoa trans é só mais uma forma de perpetuar a transfobia e continuar invisibilizando esses corpos. “Como profissional da saúde, vejo muito colegas e estudantes da saúde se negarem a realizar atendimentos e também aprofundar seus estudos na saúde de pessoas trans, e isso gera bastante preocupação, pois como defensora do SUS, percebo que a principal porta de entrada das pessoas nos serviços de saúde não está preparada suficiente para acolher todas as demandas específicas. Ou, por exemplo, sobre qual a necessidade de espaços qualificados para acompanhamento das demandas de pessoas trans. Em suma, vejo a saúde de pessoas trans invalidada e ignorada na maioria dos espaços”, relata Ivana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por isso, a importância de espaços como o Ambulatório Transcender de Santa Maria. Para que, dessa forma, essas pessoas possam se sentir acolhidas e possam ter seu acesso à saúde garantido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, campanhas como a que foi organizada pelo LiASM se tornam importantes para dar visibilidade para essas pessoas. “Se fizermos parte do contexto sempre, se formos vistos como parte de cada campanha, por exemplo, deixamos de ser conhecidos como estatísticas e mais ainda, nos sentiremos acolhidos de verdade, assim como fomos no projeto”, exemplifica Caio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“À medida que trabalhamos para tornar a saúde mais afirmativa para todas as identidades de gênero, estamos construindo um ambiente mais inclusivo e sensível. Além disso, espero que nossa iniciativa inspire outras áreas a fazerem mais para garantir que ninguém seja excluído das conversas sobre saúde. A cada passo que damos, estamos contribuindo para um futuro mais inclusivo e igualitário no campo da saúde”, conta Ivana. </span></p>
<p><em>Texto: Gabriel Escobar da Silva, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Corpos livres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/corpos-livres</link>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 19:58:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQI+]]></category>
		<category><![CDATA[transgêneros]]></category>
		<category><![CDATA[visibilidade trans]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=6253</guid>
						<description><![CDATA[Registros de Kenior Rocha Dias dão visibilidade e poder a transgêneros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h3><em>Registros de Kenior Rocha Dias dão visibilidade e poder a transgêneros.</em>&nbsp;</h3>
<img width="600" height="400" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/08/4f003368201971.5b55056791089.jpg" alt="">

A fotografia tem o poder de isolar um momento e, por meio dele, carregar discursos, criar sentidos e contar histórias. Com esse propósito, o designer e fotógrafo Kennior Rocha Dias produziu, em 2018, <i>Fotografia como agente de empoderamento: emancipação social e expressão de pessoas transgêneros e travestis. </i>O ensaio foi o Trabalho de Conclusão de Curso em Desenho Industrial pela UFSM.

O objetivo do autor, com a fotografia, foi aproximar trans dos meios em que não estão presentes. “Eu quis dar visibilidade e empoderar, como forma de diminuir a intolerância e o preconceito transfóbico destinado a essas pessoas pela sociedade”, explica.

Para o autor, o termo emancipação social se trata de “cada um, conhecer as próprias potencialidades e utilizá-las como ascendente individual e político, no pensamento de liberdade, de expressão de gênero, de poder sobre o próprio corpo e imagem”.

Bernardo Beltrame, Yasmin Fentiny, Rafael Feltrin Berleze e Íris Beatriz foram os convidados do ensaio de Kennior. Moradores de Santa Maria, os quatro são identificados com seus nomes sociais, e foram fotografados em lugares associados com suas histórias.&nbsp;

O contato do fotógrafo com os&nbsp; participantes foi importante para que se sentissem confortáveis na hora do ensaio. Kennior pesquisou gostos, interesses, posicionamento político e formas de entender o mundo de cada convidado, para explorar a maior quantidade de sentimentos e discursos. O resultado está em um fotolivro com 20 fotografias. &nbsp;

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<strong><em>Expediente</em></strong>

<em><strong>Repórter: </strong>Bibiana Pinheiro</em>

<em><strong>Revisor:&nbsp;</strong>Alcione Bidinoto</em>

<em><strong>Mídias Sociais:&nbsp;</strong>Nathalia Pitol</em>

<em><strong>Diagramadora: </strong>Yasmin Faccin</em>

<em><strong>Editora de Arte da edição impressa:&nbsp;</strong>Lidiane Castagna</em>

<em><strong>Editora de Arte</strong>: Marcele Reis</em>&nbsp;

<em><strong>Editora de Produção:&nbsp;</strong>Melissa Konzen</em>

<em><strong>Editor Chefe:&nbsp;</strong>Maurício Dias</em>

<i>*Matéria publicada na&nbsp;<a href="https://issuu.com/revistaarco/docs/11__edi__o" target="_blank" rel="noopener noreferrer">11ª edição</a>&nbsp;impressa da revista Arco.&nbsp;</i><em>*</em>]]></content:encoded>
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