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				<title>3 modalidades de esportes que a UFSM vai sediar no Festival Paralímpico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/3-modalidades-de-esportes-que-a-ufsm-vai-sediar-no-festival-paralimpico</link>
				<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 18:53:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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						<description><![CDATA[Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada é responsável pelo evento em Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Existem várias modalidades de esportes adaptados para pessoas com deficiência, que vão desde o futebol, o voleibol e basquete, até diversos tipos de atletismo e categorias como bocha, esgrima e hipismo. O <a href="https://www.cpb.org.br/faq" target="_blank" rel="noopener"><u>Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)</u></a> lista 24 modalidades de esportes adaptados. Eles ocupam espaços importantes em competições nacionais e internacionais, a exemplo da <a href="https://www.guiadecaxiasdosul.com/agenda/esportes/2022-05-01%7C2022-05-15/24-surdolimpiadas-de-verao_1-5238" target="_blank" rel="noopener"><u>24ª Surdolimpíadas</u></a>, que aconteceu em maio deste ano em Caxias do Sul, e os Jogos Paralímpicos de Tóquio, que ocorreram em 2020.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em setembro, é a vez da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediar uma competição do tipo. Criado em 2018, o Festival Paralímpico é realizado de modo descentralizado, ocupando estruturas existentes em várias cidades brasileiras. O objetivo é proporcionar a experiência das modalidades paralímpicas para crianças com deficiência e difundir o movimento paralímpico no país. Crianças sem deficiência também podem participar: 20% das vagas são destinadas a esse público. A primeira edição abrangeu 48 cidades e teve participação de mais de 7 mil crianças. Já em 2019, foram 70 cidades e mais de 10 mil crianças. Em 2020, o evento não ocorreu por conta da pandemia. Em 2021, foram 8 mil crianças e 70 cidades de variados locais do Brasil. Já em 2022, são 105 sedes selecionadas. Além de Santa Maria, outras cinco cidades gaúchas recebem o festival: Alvorada, Canoas, Gravataí, Santo Ângelo e Porto Alegre (com dois locais). O Festival acontece em setembro por conta de duas datas comemorativas: o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e o Dia Nacional do Atleta Paralímpico (22).</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/09/Capa-1-1024x668.png" alt="Descrição da Imagem: Fotografia horizontal e colorida de cinco pessoas sentadas em cadeira de rodas em uma quadra de basquete. Elas estão em uma faixa horizontal. Duas pessoas estão com os braços esticados e seguram uma bola de basquete. São cinco homens, sendo um adolescente. O homem da esquerda está de costas e com a mão levantada. Dois vestem coletes verde neon, e os outros, camiseta azul com o texto &quot;segundo tempo&quot;. No canto superior direito, tabela de cesta de basquete em branco com linhas pretas. O fundo é uma parede de tijolos a vista na cor marrom avermelhado," loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O órgão responsável pela realização do Festival na UFSM é o Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (NAEEFA), coordenado pela professora Luciana Palma. Para a docente, o momento é de importância e relevância ímpar. “Sediar este evento de magnitude nacional é receber o reconhecimento de um longo trabalho desenvolvido tanto na extensão - que é o principal objetivo do núcleo, quanto no ensino e na pesquisa”, afirma. O NAEEFA completou 28 anos de atuação em 2022, e promove diversas atividades com esporte adaptado, como o <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/golbol-futebol5/" target="_blank" rel="noopener"><u>goalball</u></a>, o basquete em cadeira de rodas, natação e tênis em cadeira de rodas (os dois últimos com a retomada prevista para o segundo semestre deste ano). Luciana aponta que as modalidades de voleibol e atletismo ainda não são realizadas em projetos do NAEEFA, mas que, junto com a modalidade do parabadminton, estão previstas para serem contempladas em projetos futuros.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A docente salienta que o festival não tem um enfoque competitivo e de disputa de medalhas. “O Festival Paralímpico tem como objetivo principal a vivência em modalidades paralímpicas. Por isso, cada cidade escolheu as modalidades que tem condições de oferecer, e nós escolhemos pelos projetos que temos”, explica. No Festival Paralímpico, a UFSM irá sediar três modalidades de esporte adaptado. O evento ocorre neste sábado, 24 de setembro, no Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Conheça as modalidades:</p>		
			<h3>1. Basquete em cadeira de rodas</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com o CPB, o início da prática do basquete em cadeira de rodas foi com ex-soldados norte-americanos que foram feridos na 2ª Guerra Mundial. A modalidade foi a primeira do tipo paralímpico a ser praticada no Brasil, em 1958, no Rio de Janeiro. Luciana explica que os atletas são avaliados conforme o comprometimento físico-motor. “Eles passam por uma avaliação funcional antes das competições e todos jogam em uma cadeira de rodas específica da modalidade basquete, porque cada modalidade em cadeira de rodas tem a especificidade [do tipo] de cadeira”, descreve. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As dimensões da quadra e alturas da cesta são as mesmas do padrão do basquete olímpico. Segundo o CPB, as cadeiras de rodas recebem adaptação e padronização de acordo com as regras da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). As regras explicadas no site da CPB descrevem que a bola deve ser quicada, arremessada ou passada a cada dois toques na cadeira. São quatro quartos com duração de dez minutos cada. Podem competir pessoas com alguma deficiência física e/ou motora e os times são formados por até cinco pessoas.</p>		
			<h3>2. Voleibol sentado</h3>		
		<p>No voleibol sentado, a rede é mais baixa e a quadra é menor. Segundo o CPB, na modalidade masculina, a altura da rede é de 1,15 metros, e, na feminina, 1,05 metros. A quadra tem dez metros de comprimento e seis metros de largura. No esporte olímpico, a quadra tem 18 metros de comprimento por nove metros de largura. Pessoas que têm alguma deficiência física e/ou dificuldade de locomoção são divididas em dois times de seis pessoas. A duração das partidas é a mesma do esporte olímpico: 25 pontos corridos para os sets e 15 para os Tie-Break. Uma das diferenças deste tipo de esporte paralímpico para o olímpico é que é possível bloquear o saque. Conforme o CPB, os atletas devem manter sempre o contato com a quadra, a não ser em deslocamentos.</p>		
			<h3>3. Atletismo</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Atletas com deficiência física, visual ou intelectual podem praticar o atletismo paralímpico, de acordo com o CPB. As provas se dividem entre os tipos de pista, campo e rua, nas modalidades de corrida, saltos, lançamentos e arremessos. Entre as provas de corrida estão as de pista - 100m, 200m, 400m, revezamento de quatro por 400m, revezamento de quatro por 100m, 800m, 1500m, 5000m e 10.000m - e as de rua - maratona de 42 quilômetros e meia-maratona de 21 quilômetros. As provas de lançamento contemplam o lançamento de disco e club e o de dardos. Há tanto salto em distância quanto salto em altura e salto triplo. Na modalidade de arremessos, há somente os arremessos de pesos. No Festival Paralímpico sediado na UFSM, serão ofertadas provas de campo, como arremesso, e provas de pista, como a corrida.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Luciana destaca que o atletismo foi uma das primeiras modalidades praticadas por pessoas cegas, e atualmente é uma das mais procuradas por conta da amplitude de provas. “É uma modalidade de destaque no cenário paralímpico brasileiro”, evidencia.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/09/atualizacao__0000_alvo.JPG-1024x668.jpg" alt="Descrição da imagem:" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/09/atualizacao__0006_criancas-correndo.JPG-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />														
			<h3>Esporte adaptado</h3>		
		<p>A diferença entre o esporte olímpico e o paralímpico é a adaptação de regras, espaços e materiais. Luciana ressalta que o objetivo é equiparar a participação de todas as pessoas nas modalidades. Esportes como basquete, voleibol, bocha e natação são esportes olímpicos e foram adaptados para pessoas com deficiência. Já o goalball, esporte adaptado também oferecido pelo NAEEFA na UFSM, é uma modalidade criada para pessoas com deficiência visual - tanto cegas quanto com baixa visão - e não tem equiparação no esporte olímpico. “As adaptações dependem da modalidade e da pessoa com deficiência que irá participar. Cada modalidade de esporte paralímpico tem especificidades conforme a deficiência e as necessidades das pessoas”, complementa Luciana.</p><p dir="ltr"><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p dir="ltr"><em><strong>Reportagem:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p dir="ltr"><em><strong>Fotografias:</strong> Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias;</em></p><p dir="ltr"><em><strong>Design gráfico:</strong> Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em></p><p dir="ltr"><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Camilly Barros, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em></p><p dir="ltr"><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM sediará Festival Paralímpico em setembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/07/28/ufsm-sediara-festival-paralimpico-em-setembro</link>
				<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:25:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
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		<category><![CDATA[voleibol sentado]]></category>

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						<description><![CDATA[A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 150 pessoas no evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-59235  alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/SITE_CPB_festival_2022.jpg" alt="" width="517" height="279" />A cidade de Santa Maria, através da UFSM, será uma das 96 cidades de todo o Brasil que irá receber o Festival Paralímpico, em setembro deste ano. O evento é promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e a organização local está a cargo do NAEEFA (Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada) e do Centro de Educação Física e Desportos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta é que cada cidade sede disponibilize a prática de três modalidades esportivas. Na UFSM será oferecido basquete em cadeira de rodas, voleibol sentado e atletismo. Os esportes escolhidos são baseados na estrutura que a universidade possui e nos projetos que já vinham sendo desenvolvidos pelo NAEFA. As modalidades serão oferecidas para todos os participantes do Festival Paralímpico, para que possam ter a experiência de jogar basquete em uma cadeira de rodas, e vôlei sentado, por exemplo. As atividades de atletismo serão realizadas na nova pista da Instituição.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O festival será gratuito e além da prática das atividades esportivas prevê momentos de integração entre os participantes. Para a professora e coordenadora do NAEFA, Luciana Palma, "o mais importante é a vivência prática nas modalidades que são desenvolvidas na UFSM”. Todas as pessoas presentes no festival poderão transitar entre as modalidades durante toda a manhã. </span></p>
<p><b>Festival Paralímpico é espaço de experimentação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Festival Paralímpico está marcado para o dia 24 de setembro, das 8h às 12h. A data escolhida para o evento é alusiva ao </span><span style="font-weight: 400">Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e ao Dia Nacional do Atleta Paralímpico (22). A iniciativa tem a finalidade de proporcionar a crianças e adolescentes com e sem deficiência (até 20% das vagas) a experiência de vivenciar as modalidades paralímpicas e difundir o Movimento Paralímpico em todo o território nacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Podem se inscrever para participar pessoas com deficiência intelectual, física, sensorial, auditiva. Além disso, a organização local do evento destaca que toda a comunidade pode participar, pois o objetivo maior é promover a experimentação esportiva para pessoas com e sem deficiência, para que possam conhecer os esportes paralímpicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Aqueles que desejarem participar devem solicitar um cadastro/inscrição através do e-mail </span><a href="mailto:naeefacefd@gmail.com"><span style="font-weight: 400">naeefacefd@gmail.com</span></a><span style="font-weight: 400">, até o dia 05 de agosto (05/08). Os dados solicitados serão enviados para o Comitê Paralímpico Brasileiro. Inscrições também poderão ser realizadas no dia do evento, presencialmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa é que cerca de 150 pessoas, entre participantes das modalidades, familiares e demais inscritos, participem do Festival. Luciana Palma afirma ainda que "a motivação do grupo de professores e dos monitores é muito grande e estamos pensando em oferecer o melhor possível, a melhor experiência em cada uma das modalidades. Queremos motivar o pessoal para todos estarem aqui!’’.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto e foto de capa: Mariane Machado da Silva, estudante de jornalismo e voluntária na Agência de Notícias<br /></em><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
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													</item>
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