Ir para o conteúdo Guia Mídias Sociais Ir para o menu Guia Mídias Sociais Ir para a busca no site Guia Mídias Sociais Ir para o rodapé Guia Mídias Sociais
  • Acessibilidade
  • Sítios da UFSM
  • Área restrita

Aviso de Conectividade Saber Mais

Início do conteúdo

YouTube

Atualmente, o YouTube conta com mais de 1 bilhão de usuários, o que representa quase um terço da internet. Além disso, a plataforma está presente em 88 países e disponível em 76 idiomas diferentes. Por dia, são assistidas um bilhão de horas de vídeos no site, número que atrai empresas para a realização de campanhas publicitárias. De acordo com o Canaltech, O YouTube chegou ao Brasil em junho de 2007, com a versão em português da plataforma.

Em função da pandemia de Covid-19 e da suspensão de atividades presenciais ocorrida em 2020, o uso do YouTube se intensificou na Universidade. No mesmo ano, o Centro de Processamento de Dados ampliou o serviço G Suite for Education, possibilitando a criação de canais no YouTube.

Orientações para conteúdo

É importante que o canal no YouTube seja criado ou tenha como um dos e-mails de acesso endereço institucional da UFSM: ufsm.br. Caso seu setor ainda não possua conta institucional, basta solicitar por meio dos Serviços do CPD.

Além disso, para identificar a instituição na rede social e nas buscas por conteúdo do Google, o nome do canal deve conter a sigla UFSM, por exemplo: Campus UFSM Frederico Westphalen, TV Campus UFSM, Centro de Tecnologia UFSM. O perfil no canal também deve conter marca da Unidade, setor ou da própria UFSM, garantindo reconhecimento pelo público.

Da mesma forma, os vídeos devem ser finalizados com os créditos dos profissionais e instituições responsáveis pela produção do conteúdo. O vídeo também deve ser finalizado com a marca do setor e brasão da UFSM, como nos exemplos abaixo.

Ao editar as informações dos vídeos no momento de upload, indica-se que eles tenham descrição e se utilizem tags relacionadas à área do conhecimento e institucionais (UFSM, Universidade Federal de Santa Maria). É possível classificar a categoria do vídeo como “educação” e no campo “visibilidade”, há a opção de deixar o vídeo público na plataforma ou não listado, uma alternativa que o torna acessível apenas para quem possui seu link.

O YouTube é uma das redes mais restritas quanto aos direitos autorais, por isso é importante cuidar trilhas sonoras e imagens utilizadas nos vídeos para não ter o conteúdo excluído ou bloqueado pela plataforma.

Além de conteúdo produzido na instituição, sugere-se a utilização de bancos de livre acesso, como UnsplashFreePikPixabay,  Wikimedia CommonsJamendo MusicBen Sound e a biblioteca de áudio do próprio Youtube.


Dicas para gravação de vídeos pelo celular

  • Configuração aconselhada para gravação: Full HD (1920×1080) a 30 frames por segundo (fps). É importante que a resolução seja a melhor possível, pois esse é hoje o padrão de audiovisual digital;
  • Gravar com o dispositivo na horizontal (orientação paisagem), parado em apoio estável num tripé, numa pilha de livros, numa estante, etc. O importante é permanecer fixo durante a gravação e evitar que outra pessoa fique segurando (pois há grande possibilidade de tremer) e que fique aproximadamente na altura dos olhos, ou seja, sem angulação (virado para cima ou para baixo);
  • Procurar ficar no centro da tela ou distribuir os participantes no quadro de maneira igual. Uma dica é ativar a grelha ou grade do dispositivo para ajudar na composição do enquadramento; 
  • Trabalhar o cenário do local que será enquadrado, com o cuidado de evitar elementos que chamem muita atenção ou se mexam, principalmente no fundo. Na dúvida, usar fundos neutros e sem movimento; 
  • Deixar a luz a favor do rosto, seja de frente ou lateralmente. Nunca iluminar por trás, pois a imagem pode ficar muito contrastada e criar o que se chama de silhueta (pessoa em primeiro plano muito escura, fundo muito claro ou “estourado”, apagando os detalhes do rosto e expressões). Luzes exatamente em cima também podem estourar o topo da cabeça, e ainda formar sombras na região dos olhos, logo, evitar ficar exatamente embaixo das fontes de luzes; 
  • Para a parte de áudio, priorizar ambientes silenciosos e que tenham pouco potencial para eco (evitar locais com muito vidro, mármore, azulejo ou materiais que reverberam – superfícies muito lisas em geral). Dica: cobertores, colchões e objetos semelhantes espalhados ajudam a diminuir a reverberação de um ambiente. Os cobertores também podem ser usados em frestas ou aberturas para abafar sons externos indesejáveis;
  • Conferir em qual lado encontra-se o microfone e gravar de forma que este fique apontado para quem fala/emite som (escolher entre câmera frontal ou traseira baseado nisso ajuda na qualidade do áudio captado no vídeo);
  • Desaconselha-se o envio do material por Whatsapp, Facebook ou plataformas que possam comprimir o tamanho dos arquivos originais, o que gera perda de qualidade. O indicado é o envio por sites de servidor remoto temporários tais como FromSmash ou WeTransfer ou compartilhamento por Google Drive, lembrando que o Drive dos e-mails institucionais da UFSM possuem capacidade de memória ilimitada.

 

Apoio para produção audiovisual

Na UFSM, alguns setores trabalham com produção audiovisual e podem dar suporte às demandas e necessidades das unidades de ensino e demais setores.

Estúdio 21, estúdio de produção audiovisual dos cursos de Comunicação Social da UFSM, além de dar suporte às atividades práticas do curso, produz vídeos institucionais mediante solicitação prévia e repasse de recursos. O Núcleo de Tecnologia Educacional presta suporte na produção de videoaulas e vídeos de cunho didático-pedagógico. O serviço pode ser solicitado no site.

Centro de Processamento de Dados é responsável pela transmissão de lives, como webconferências e palestras online. No site, você encontra a possibilidade de agendar videoconferência ou de transmitir evento online.