{"id":154,"date":"2018-12-03T10:42:14","date_gmt":"2018-12-03T12:42:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/?page_id=154"},"modified":"2018-12-03T11:16:35","modified_gmt":"2018-12-03T13:16:35","slug":"projetos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/projetos","title":{"rendered":"Projetos"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Os projetos abaixo elencados est\u00e3o sendo desenvolvidos na UFSM e possuem estreita rela\u00e7\u00e3o com a Engenharia de Telecomunica\u00e7\u00f5es, seja pela afinidade com a \u00e1rea t\u00e9cnica seja pelo envolvimento de docentes do curso.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-155 alignleft\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-content\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"266\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed.jpg 400w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>NanoSatC-BR1<\/p>\n<p>O INPE atrav\u00e9s do Centro Regional Sul e em parceria com a UFSM, atrav\u00e9s do LACESM (Laborat\u00f3rio de Ci\u00eancias Espaciais de Santa Maria) colocou em \u00f3rbita, no segundo semestre de 2014, o primeiro nanossat\u00e9lite produzido no Rio Grande do Sul, o NanoSatC-BR1. O dispositivo foi lan\u00e7ado da base espacial em Yasny, na R\u00fassia, e est\u00e1 100% operacional. Segundo o estudante de Engenharia El\u00e9trica da UFSM Thales M\u00e2nica, membro da Equipe de Rastreio e Controle de Nanossat\u00e9lites (do programa NanoSatC-BR), todos os procedimentos de opera\u00e7\u00e3o foram conclu\u00eddos com sucesso e est\u00e3o documentados. \u201c\u00c9 o primeiro nanossat\u00e9lite universit\u00e1rio brasileiro da hist\u00f3ria em opera\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o.\u201d\u00a0 O NanosatC-BR1 est\u00e1 em \u00f3rbita e transmitindo beacons em c\u00f3digo Morse.\u00a0 O cubesat tem tr\u00eas cargas \u00fateis: um magnet\u00f4metro para utiliza\u00e7\u00e3o dos seus dados pela comunidade cient\u00edfica; um circuito integrado projetado pela Santa Maria Design House da UFSM; e o hardware FPGA, que deve suportar as radia\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o em fun\u00e7\u00e3o de um software desenvolvido pelo Instituto de Inform\u00e1tica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atrav\u00e9s dos dados obtidos do\u00a0 NanosatC-Br1\u00a0 \u00e9 poss\u00edvel estudar os efeitos da Anomalia Magn\u00e9tica no Atl\u00e2ntico Sul\u00a0 e do setor brasileiro do eletrojato equatorial. A anomalia magn\u00e9tica \u00e9 uma \u201cfalha\u201d do campo magn\u00e9tico terrestre que fica sobre o Brasil\u00a0 e pode afetar as comunica\u00e7\u00f5es, redes de distribui\u00e7\u00e3o de energia, os sinais de sat\u00e9lites de posicionamento global (como o GPS), ou mesmo causar falhas de equipamentos eletr\u00f4nicos, como computadores de bordo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-156 alignleft\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-content\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-1.jpg\" alt=\"\" width=\"617\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-1.jpg 617w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-1-300x202.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-1-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 617px) 100vw, 617px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>NanoSatC-BR2<\/p>\n<p>O NanoSatC-BR2 j\u00e1 constru\u00eddo est\u00e1 em testes nos laborat\u00f3rios do Inpe e dever\u00e1 ser lan\u00e7ado em 2015,\u00a0 produzido em parceria do CRS, do Inpe e da UFSM.\u00a0De acordo com N\u00e9lson Schuch, a uni\u00e3o entre Inpe, UFSM e Scit n\u00e3o p\u00e1ra apenas neste primeiro sat\u00e9lite. \u201cJ\u00e1 estamos com o segundo nanossat\u00e9lite, o Nanosatc-Br2, praticamente pronto. Ele foi desenvolvido na UFSM e j\u00e1 est\u00e1 na sede do Inpe, em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP). Faltam apenas as cargas \u00fateis e o artefato poder\u00e1 ser lan\u00e7ado imediatamente. A previs\u00e3o \u00e9 2015\u201d, garantiu o coordenador.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-157\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-content\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-2.jpg\" alt=\"\" width=\"949\" height=\"645\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-2.jpg 949w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-2-300x204.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/431\/2018\/12\/unnamed-2-768x522.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 949px) 100vw, 949px\" \/><\/p>\n<p>Coopera\u00e7\u00e3o com a R\u00fassia<\/p>\n<p>O reitor da UFSM, Paulo Burmann, e o diretor-geral da empresa russa OJC, Yury Roy, representante a Ag\u00eancia Espacial Russa, assinaram neste ano de 2015 um conv\u00eanio que prev\u00ea a instala\u00e7\u00e3o na universidade de uma antena que vai captar o sinal de sat\u00e9lites da constela\u00e7\u00e3o Glonass. A cerim\u00f4mina foi concorrida nos corredores da Feira Internacional de Defesa e Seguran\u00e7a (LAAD), no Rio de Janeiro. O Glonass \u00e9 o sistema de navega\u00e7\u00e3o por sat\u00e9lite que vem sendo desenvolvido pela R\u00fassia desde 1976 e hoje j\u00e1 conta com 24 sat\u00e9lites em \u00f3rbita, respons\u00e1veis pelo fornecimento de dados de posicionamento. O Glonass hoje \u00e9 o programa mais caro financiado pela Ag\u00eancia Espacial Federal Russa, chegando a custar cerca de um ter\u00e7o de seu or\u00e7amento em 2010.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 uma grande conquista para a UFSM. A coopera\u00e7\u00e3o com a R\u00fassia fortalece nossos cursos de Engenharia Aeroespacial e de Engenharia de Telecomunica\u00e7\u00f5es. &#8212; N\u00f3s j\u00e1 estamos em tratativas para fazer outros conv\u00eanios com universidades russas, e este, em espec\u00edfico, beneficiar\u00e1 e muito os cursos criados recentemente na UFSM: Engenharia de Telecomunica\u00e7\u00f5es e Engenharia Aeroespacial. &#8211; comentou Burmann.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 disso que os russos precisam para incluir a Am\u00e9rica do Sul no mapa do Glonass. &#8212; Podemos criar sistemas, principalmente na \u00e1rea de software, para captar e interpretar os sinais de georreferenciamento, inclusive combinando o Glonass com o GPS. O russo \u00e9, inclusive, mais preciso do que o norte-americano \u2013 explica o professor do curso de Engenharia de Telecomunica\u00e7\u00f5es e diretor do LACESM Renato Machado, que acompanhou a solenidade.<\/p>\n<p>A antena a ser instalada na UFSM vai receber sinais de georreferenciamento dos sat\u00e9lites russos semelhante ao sistema de GPS. Pelo conv\u00eanio, uma \u00e1rea rural do campus receber\u00e1 uma antena que captar\u00e1 sinais de uma constela\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites russos chamada Glonass. Esses sinais comunicar\u00e3o a posi\u00e7\u00e3o exata do sat\u00e9lite, o que \u00e9 semelhante ao que ocorre no sistema norte-americano GPS. Projetado pelo antigo regime sovi\u00e9tico, inicialmente, para uso militar, a tecnologia ainda precisa ser amplamente testada e melhorada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os projetos abaixo elencados est\u00e3o sendo desenvolvidos na UFSM e possuem estreita rela\u00e7\u00e3o com a Engenharia de Telecomunica\u00e7\u00f5es, seja pela afinidade com a \u00e1rea t\u00e9cnica seja pelo envolvimento de docentes do curso. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; NanoSatC-BR1 O INPE atrav\u00e9s do Centro Regional Sul e em parceria com a UFSM, atrav\u00e9s do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":115,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-154","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/154","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/users\/115"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=154"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/154\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=154"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/engenharia-de-telecomunicacoes\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}