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Atlas Climático da Estação Ecológica do Taim

Contribuição ao estudo do clima em unidades de conservação no Rio Grande do Sul

taim

 

O Atlas Climático da Estação Ecológica do Taim (ESEC Taim) é um produto científico de natureza geográfica, compreendendo principalmente as áreas da climatologia e cartografia, com emprego de técnicas de geoprocessamento. Foi concebido através de projetos de pesquisa e parcerias entre o Curso de Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que iniciaram em 2012, e chegam nesta etapa em 2015 com a publicação deste material.

O Atlas da ESEC Taim teve por objetivo principal suprir humildemente uma lacuna nos estudos de climatologia aplicado às Unidades de Conservação, utilizando como espaço de análise uma área protegida do Estado do Rio Grande do Sul, sob condições climáticas subtropicais, com informações climáticas detalhadas orientadas principalmente à formulação de políticas de gestão das unidades protegidas, bem como servir de subsídio aos estudos realizados pelas mais diversas áreas da ciência, como Geografia, Biologia, Meteorologia, Hidrologia, Ecologia, Oceanografia e demais ciências da Terra.

Os mapas, organizados em capítulos, foram montados a partir de dados meteorológicos coletados em pontos estratégicos da Estação Ecológica do Taim do período de março de 2013 a março de 2014, que inclui análise espacial de dados mensais, sazonais e anuais de precipitação, temperatura média, máxima e mínima média e máxima e mínima absoluta, umidade relativa do ar média, máxima e mínima média e máxima e mínima absoluta, evapotranspiração e, o número de horas de frio do período de abril-outubro, maio-agosto e maio-setembro abaixo de 10°C e 7°C.

Não se trata de um trabalho climático e cartográfico utilizando-se a normal climatológica padrão, ou de registros climáticos de longo prazo, mas de um experimento de 12 meses que obviamente esteve sob influência de desvios meteorológicos e/ou eventos climáticos inerentes às hierarquias superiores da atmosfera, que influenciaram a variabilidade nas escalas inferiores tratadas aqui. Dessa forma, esta pesquisa pode não representar a realidade de clima de acordo com a análise de, pelo menos, 30 anos, conforme orienta a Organização Mundial Meteorológica.

Ainda, justamente por se tratar de uma medição em um ambiente pouco ou nada alterado, é que pode servir de parâmetro para o que realmente vem a ser a variabilidade climática em ambientes naturais e o que ocorre em ambientes já alterados pela atividade humana, desde que comparados com os mesmos fatores geográficos, paisagens e escala climática de análise.

Desejamos uma boa leitura e uma viagem através das fotografias desse paraíso quase intocado!

Cássio Arthur Wollmann

João Paulo Delapasse Simioni

Amanda Comassetto Iensse

Anexos