{"id":573,"date":"2004-07-20T16:51:44","date_gmt":"2004-07-20T19:51:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/letras\/?p=573"},"modified":"2019-06-03T16:52:19","modified_gmt":"2019-06-03T19:52:19","slug":"confira-os-resumos-das-conferencias-confirmadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/graduacao\/santa-maria\/letras\/2004\/07\/20\/confira-os-resumos-das-conferencias-confirmadas","title":{"rendered":"confira os resumos das confer\u00eancias confirmadas."},"content":{"rendered":"\n<table class=\"wp-block-table\"><tbody><tr><td><strong>REMUMO DA CONFER\u00caNCIA DE ABERTURA&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><strong>A circula\u00e7\u00e3o do discurso: o problema da efic\u00e1cia discursiva<\/strong>&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<br>Jos\u00e9 Luiz Fiorin (USP)Quando se diz que a enuncia\u00e7\u00e3o \u00e9 uma inst\u00e2ncia pressuposta pelo enunciado, pensa-se em seus actantes, o enunciador e o enunciat\u00e1rio. No entanto, como mostra Greimas, esses actantes s\u00e3o concretizados como atores da enuncia\u00e7\u00e3o, um dado autor e um determinado leitor. Autor e leitor, por\u00e9m, n\u00e3o s\u00e3o pessoas do mundo, mas entidades semi\u00f3ticas, ou seja, imagens constru\u00eddas pelo discurso, simulacros do autor e do leitor criados pelo texto. S\u00e3o esses simulacros que determinam todas as escolhas enunciativas, sejam elas conscientes ou inconscientes, que produzem os discursos. Para entender bem o conjunto de op\u00e7\u00f5es enunciativas produtoras de um discurso e para compreender sua efic\u00e1cia \u00e9 preciso apreender as imagens do enunciador e do enunciat\u00e1rio criadas discursivamente. O enunciador e o enunciat\u00e1rio, entretanto, n\u00e3o se confundem com o narrador e o narrat\u00e1rio. J\u00e1 Arist\u00f3teles, na Ret\u00f3rica, mostrava que o orador persuade pelo seu ethos (car\u00e1ter), quando o discurso \u00e9 de natureza a tornar o orador digno de f\u00e9. O ethos, na concep\u00e7\u00e3o aristot\u00e9lica, n\u00e3o era o car\u00e1ter real do orador, mas um efeito do discurso. Esse car\u00e1ter est\u00e1 ligado a um tom e a um corpo, tamb\u00e9m configurados pelo discurso. Por outro lado, o discurso era eficaz quando o enunciador constru\u00eda um texto de acordo com o pathos do enunciat\u00e1rio. Este trabalho pretende mostrar os processos enunciativos pelos quais se cria a imagem do enunciador (ethos) no discurso, bem como revelar que as modifica\u00e7\u00f5es importantes nos discursos dos diferentes campos discursivos implicam uma mudan\u00e7a no ethos do enunciador. Al\u00e9m disso, visa tamb\u00e9m a mostrar que o pathos do enunciat\u00e1rio funciona como um dos elementos que determina a forma como o discurso \u00e9 constru\u00eddo. Em seguida, objetiva a mostrar que a efic\u00e1cia do discurso ocorre, quando o enunciat\u00e1rio incorpora o ethos do enunciador. Essa incorpora\u00e7\u00e3o pode ser harm\u00f4nica, quando ethos e pathos ajustam-se perfeitamente, ou complementar, quando o ethos responde a uma car\u00eancia do pathos.&nbsp;<br><br><strong>REMUMOS DAS PALESTRAS<\/strong>&nbsp;<br><br><strong>Complexidade e aquisi\u00e7\u00e3o de l\u00edngua estrangeira<\/strong>Vera L\u00facia Menezes de Oliveira e Paiva (UFMG)&nbsp;Ap\u00f3s uma reflex\u00e3o sobre as principais teorias de aquisi\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 apresentada uma proposta de um novo modelo em que a aquisi\u00e7\u00e3o \u00e9 vista como um sistema complexo. O pressuposto \u00e9 que os modelos de aquisi\u00e7\u00e3o s\u00e3o vis\u00f5es fragmentadas de partes de um mesmo sistema e que, embora seja poss\u00edvel teorizar sobre a exist\u00eancia de alguns padr\u00f5es gerais de aquisi\u00e7\u00e3o, cada pessoa tem as suas caracter\u00edsticas individuais, sendo imposs\u00edvel descrever todas as possibilidades desse fen\u00f4meno. H\u00e1 varia\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas, de intelig\u00eancia, aptid\u00e3o, atitude, idade, estilos cognitivos, motiva\u00e7\u00e3o, personalidade e de fatores afetivos, al\u00e9m das varia\u00e7\u00f5es do contexto onde ocorrem os processos de aprendizagem ? quantidade\/qualidade de input dispon\u00edvel, dist\u00e2ncia social, tipo e intensidade de feedback, cultura, estere\u00f3tipos, entre outros. O modelo fractal tenta contemplar todas essas vari\u00e1veis tendo como suporte te\u00f3rico a teoria dos sistemas complexo.&nbsp;&nbsp;<br><br><strong>Revistas alternativas urvnas: esquinas culturais<\/strong>Ivete walty (PUC-MG)Tomando como refer\u00eancia Jes\u00fas Mart\u00edn Barbero quando alerta para o fato de que &#8220;as condi\u00e7\u00f5es de desigualdade entre na\u00e7\u00f5es, regi\u00f5es e estados, continuam e inclusive se agravam, mas n\u00e3o podem mais serem pensadas \u00e0 margem da apari\u00e7\u00e3o de redes e alian\u00e7as que reorganizam e subsumem tanto as estruturas estatais como os regimes pol\u00edticos e os projetos nacionais&#8221; (2001, p.36), investigam-se, neste trabalho, produ\u00e7\u00f5es culturais que t\u00eam seu processo de produ\u00e7\u00e3o e\/ou recep\u00e7\u00e3o ligado a espa\u00e7os urbanos fronteiri\u00e7os, com especial relevo para a rua como interse\u00e7\u00e3o entre o p\u00fablico e o privado, entre os diversos grupos e segmentos sociais, entre diferentes inst\u00e2ncias culturais. \u00c9 analisado um tipo especial de revista vendida pela popula\u00e7\u00e3o de rua em grandes cidades latino-americanas: Ocas, de S\u00e3o Paulo e Hecho em Buenos Aires, da Argentina, com o estudo de seu processo de enuncia\u00e7\u00e3o, envolvendo organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais (ONGs), intelectuais, artistas e habitantes de rua. Nesse sentido, as pr\u00f3prias revistas s\u00e3o tomadas como um espa\u00e7o de cruzamentos culturais, em um jogo meton\u00edmico com a rua e a cidade.Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas&nbsp;<br>Globalizaci\u00f3n e&nbsp; integraci\u00f3n desde la perspectiva cultural. (Tradu\u00e7\u00e3o livre), in: LASARTE, Javier (Coord..). Territorios intelectuales. Caracas: Fondo Editorial La Nava Va, 2001.&nbsp;<br><br><strong>PROPAGANDA Y PUBLICIDAD DE LENGUAS<\/strong>Roberto Bein&nbsp;<br>Universidade de Buenos AiresEn esta conferencia se analizan los discursos que convocan a aprender lenguas, sobre todo aquellos que propagandizan el aprendizaje de lenguas extranjeras. Nos centraremos en los discursos que hablan de las lenguas, no en aquellos que publicitan las instituciones en las cuales estudiarlas o los materiales destinados a aprenderlas y que suelen perseguir un objetivo comercial inmediato. Partiremos de una clasificaci\u00f3n de las propagandas de lenguas seg\u00fan sus finalidades (por ejemplo, promover una lengua o promover el pluriling\u00fcismo o el multiling\u00fcismo), sus enunciadores (las autoridades educativas, las instituciones privadas, los gobiernos de terceros pa\u00edses), el tipo de lengua que promueven (extranjera, segunda, cl\u00e1sica), los documentos en que se las pueda leer (anuncios, fundamentaciones de planes de estudio, ensayos, etc.) y las instituciones \u2013p\u00fablicas o privadas\u2013 que crean o difunden esa propaganda. Para el an\u00e1lisis propiamente dicho, nuestras hip\u00f3tesis principales ser\u00e1n las siguientes: 1) estas propagandas reflejan y a la vez promueven representaciones socioling\u00fc\u00edsticas; 2) son m\u00e1s agudas cuando tienen que conquistar el \u201cmercado ling\u00fc\u00edstico\u201d desde una posici\u00f3n de relativa debilidad; 3) si bien hablan de las lenguas reflejan (tambi\u00e9n) estereotipos sociales. A continuaci\u00f3n contrastaremos nuestras hip\u00f3tesis con ejemplos concretos. Por \u00faltimo, analizaremos y sistematizaremos los conceptos te\u00f3ricos empleados; entre ellos, los de representaci\u00f3n socioling\u00fc\u00edstica y fetiche ling\u00fc\u00edstico.&nbsp;<br><br><strong>ESPA\u00c7O DE ENUNCIA\u00c7\u00c3O E A DIVIS\u00c3O DAS L\u00cdNGUAS NO BRASIL<\/strong>Eduardo Guimar\u00e3es&nbsp;<br>DL \u2013 IEL \/ Labeurb \/ UnicampO Brasil apresenta uma dupla divis\u00e3o das l\u00ednguas para seus falantes. De um lado \u00e9 uma pa\u00eds multiling\u00fce, no sentido mais comum desta palavra, de outro \u00e9, como para qualquer l\u00edngua, um pa\u00eds&nbsp; em que a l\u00edngua se divide tanto social quanto espacialmente. Nosso objetivo \u00e9 analisar o modo como a constitui\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de l\u00edngua no Brasil lida com estas divis\u00f5es a partir da observa\u00e7\u00e3o das l\u00ednguas e suas divis\u00f5es no espa\u00e7o de enuncia\u00e7\u00e3o. Interessa particularmente analisar como o conceito de civiliza\u00e7\u00e3o, ao entrar como um conceito regulador das rela\u00e7\u00f5es ling\u00fc\u00edsticas, acaba por produzir efeitos espec\u00edficos que divide o espa\u00e7o das l\u00ednguas e suas diferen\u00e7as internas a partir de um valor de civilidade culta que se apresenta como oposto ao \u201cprimitivo\u201d e \u201cinculto\u201d, e mesmo ao \u201cgrosseiro\u201d e \u201cselvagem\u201d.&nbsp;<br><strong>REMUMOS DAS MESAS-REDONDAS&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><strong>Da anormalidade \u00e0 beleza:&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><strong>leituras sob uma perspectiva n\u00e3o subjetiva da subjetividade<\/strong>Solange Mittmann (FURG)O que op\u00f5e o feio e o belo, o monstro e o normal? Agrado e repulsa emp\u00edricos? Verdades incontest\u00e1veis? Simboliza\u00e7\u00f5es mut\u00e1veis? Inicio este questionamento revisando dois trabalhos: o primeiro \u00e9 o detalhamento realizado por Foucault sobre a monstruosidade (como uma das formas de anormalidade) e suas conseq\u00fc\u00eancias sociais; e o segundo, o estudo de Courtine sobre a constru\u00e7\u00e3o social dos body-building. Para esta reflex\u00e3o, tomo por base a contesta\u00e7\u00e3o de P\u00eacheux ao uso regulado sobre a verdade, o que, segundo o autor, impede a interpreta\u00e7\u00e3o. Sigo, ent\u00e3o, em busca do processo que gera a interpreta\u00e7\u00e3o de discursos sobre essas no\u00e7\u00f5es, a partir de uma perspectiva n\u00e3o subjetiva da subjetividade, como P\u00eacheux define a An\u00e1lise do Discurso.&nbsp;&nbsp;<br><br><strong>Sobre um regime de circula\u00e7\u00e3o de sentidos<\/strong>Valdir Prigol (UNOCHAPEC\u00d3)Leitura do modo como os dossi\u00eas do Mais!, suplemento cultural da Folha de S. Paulo, colocam sentidos em circula\u00e7\u00e3o. Esses dossi\u00eas s\u00e3o geralmente produzidos a partir de uma comemora\u00e7\u00e3o e atrav\u00e9s do convite a v\u00e1rios intelectuais para que &#8220;colaborem&#8221;. A princ\u00edpio ter\u00edamos, assim, a diferen\u00e7a em cena. Antes dos textos dos colaboradores, uma voz os apresenta. Mas al\u00e9m de apresentar, essa voz d\u00e1 um protocolo de leitura para os textos, tirando-os da ambiguidade. Esta comunica\u00e7\u00e3o analisar\u00e1 tr\u00eas dossi\u00eas, para mostrar o funcionamento e os limites dessa rela\u00e7\u00e3o &#8220;lustral&#8221; entre a voz e os colaboradores.&nbsp;<br><br><strong>Do&nbsp; fio do discurso ao processo discursivo: um estudo sobre a argumenta\u00e7\u00e3o da m\u00eddia no discurso sobre o MST&nbsp;<\/strong>Freda Indursky (UFRGS)&nbsp;<br>E-mail: freda@orion.ufrgs.brNo presente trabalho, inscrito no quadro te\u00f3rico da An\u00e1lise do Discurso, dou seguimento \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o do discurso midi\u00e1tico sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra. Pretendo examinar o modo como o discurso da m\u00eddia brasileira constr\u00f3i sua argumenta\u00e7\u00e3o, como se posiciona e com quem se identifica ao assumir determinadas posi\u00e7\u00f5es relativas \u00e0s quest\u00f5es sociais e, mais especificamente, \u00e0 quest\u00e3o da terra no Brasil. Ou seja, busco verificar se h\u00e1 diferentes forma\u00e7\u00e3o(\u00f5es) discursiva(s) atravessando esse discurso e quais as posi\u00e7\u00f5es-sujeito que a\u00ed se representam. Se tomarmos o discurso da m\u00eddia em sua linearidade, poderemos constatar uma certa&nbsp; diversidade de posi\u00e7\u00f5es-sujeito, que est\u00e1 na origem de uma certa reparti\u00e7\u00e3o de saberes, embora, mais freq\u00fcentemente, esta reparti\u00e7\u00e3o de saberes n\u00e3o comparece e, em seu lugar, registra-se apenas uma fragmenta\u00e7\u00e3o da forma-sujeito (Indursky, 2000) que regula tais saberes no interior da FD. J\u00e1 se tomarmos o discurso da m\u00eddia no processo discursivo, essa reparti\u00e7\u00e3o de saberes cede lugar a uma regularidade que pode ser interpretada como a constru\u00e7\u00e3o de um efeito de monofonia, que busca reduzir a j\u00e1 escassa diversidade a\u00ed existente \u00e0 hegemonia de uma s\u00f3 voz: aquela que defende a propriedade privada, ficando a voz do outro (o Sem Terra) bastante diminu\u00edda. Esse trabalho permitir\u00e1 verificar como se d\u00e1 a circula\u00e7\u00e3o de saberes sobre a quest\u00e3o agr\u00e1ria na m\u00eddia brasileira, ou seja, mostrar\u00e1 como a m\u00eddia constr\u00f3i seu processo de argumenta\u00e7\u00e3o, respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o do efeito de constru\u00e7\u00e3o da opini\u00e3o p\u00fablica sobre a quest\u00e3o da terra no Brasil .&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>REMUMO DA CONFER\u00caNCIA DE ABERTURA&nbsp;&nbsp;A circula\u00e7\u00e3o do discurso: o problema da efic\u00e1cia discursiva&nbsp;&nbsp;&nbsp;Jos\u00e9 Luiz Fiorin (USP)Quando se diz que a enuncia\u00e7\u00e3o \u00e9 uma inst\u00e2ncia pressuposta pelo enunciado, pensa-se em seus actantes, o enunciador e o enunciat\u00e1rio. 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