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Qual a perspectivas dos docentes para os próximos 10 anos do curso de PE?



O curso de Produção Editorial está completando uma década, e para comemorar esse marco perguntamos aos docentes de PE: “Qual sua visão acerca dos próximos dez anos do curso?”. Dentro das respostas recebidas, os profissionais manifestaram visões promissoras para o futuro, apontando diferentes aspectos dentro da graduação e exprimindo suas esperanças. 

A professora Marília de Araujo Barcellos vê um cenário animador, porém realista em relação aos próximos 10 anos de curso. Em sua abordagem, declara: “Olhar para o futuro da Comunicação Social – Produção Editorial, requer ter conhecimento, mínimo, sobre a trajetória do Curso. Nos últimos 10 anos percebe-se que a produção editorial passou de um curso embrionário, para raízes firmes em bases interdisciplinares que congregam múltiplos saberes, convergidos na Comunicação, na UFSM.”

A docente ainda cita como a questão governamental tende ao sucateamento do ensino público, dizendo: “Caso não haja política governamental de investimento em bens laboratórios, maquinários, softwares eles poderão sofrer obsolescência.” Por fim, demonstra uma boa perspectiva para daqui a dez anos: “Em 2031, Produção Editorial – UFSM deve ser referência de curso em nível nacional, fazendo com que os estudantes busquem o curso pelos profissionais formados e que circulam no mercado e também pela experiência do corpo docente e técnico-administrativo sedimentado no percurso trilhado”.

Os docentes Leandro Stevens e Sandra Rúbia falam a respeito da sintonização com as mudanças tecnológicas e o mercado editorial. Eles acreditam que é necessário buscar a inovação em projetos que articulam as especificidades de cada egresso, os qualificando para o mercado de trabalho.  Sandra Rúbia aborda a respeito da tendência multiplataforma, que marca o currículo do curso tornando-o abrangente, proporcionando que os egressos tenham mais possibilidade de inserção no mercado. Inclusive, Stevens ressalta a importância de um profissional que consiga coordenar diferentes campos de atuação: gráfico, audiovisual e digital.

A atual coordenadora do curso, Sandra Depexe, e a docente Cláudia Bomfá trazem uma visão muito conhecida dentro do curso, a adaptabilidade dos profissionais dentro do mercado. Bomfá relembra sobre os projetos e premiações que os discentes já receberam ao longo dos anos, apresentando uma perspectiva de que sempre seguirão firmes em qualquer âmbito ou situação. Já Depexe, espera, além da adaptabilidade dos profissionais, uma formação inclusiva e criativa, acompanhando as inovações do campo editorial. 

Mesmo havendo concepções distintas sobre o futuro da graduação, os educadores se manifestam confiantes, apresentando uma visão otimista e almejando o crescimento do curso. Seja na formação de profissionais capacitados para os campos de atuação, ou no desenvolvimento da qualidade de ensino, o desejo dos profissionais é o progresso da área. 

Como pensa a coordenadora do curso: “Que sejamos ainda mais camaleônicos em habilidades e no enfrentamento das dificuldades que possam surgir no caminho.”  

Texto: Diuly Cardoso, Luan Bento, Nadine Bernardini e Roberta Bordiga

 

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