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Projeto do PPG em Engenharia Mecânica da UFSM é aprovado no Programa Rota 2030



 A pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologia nacional para a fabricação de moldes em areia.

O Grupo de Pesquisa de Tecnologia e Mecânica dos Materiais (GMat), com a colaboração do Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMot) vinculado ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Mecânica (PGMec) e ao Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM, aprovou um projeto de pesquisa na chamada pública do Programa Rota 2030 – linha de pesquisa: “Ferramentarias Brasileiras mais Competitivas”.
O Programa é uma iniciativa do Governo Federal para promover o desenvolvimento da inovação, da segurança, da proteção ao meio ambiente e da eficiência energética do setor automotivo no país, por meio de pesquisas conjuntas entre universidades e empresas. Este constitui o sexto projeto aprovado nos editais do Programa Rota 2030 que conta com o protagonismo ou colaboração de professores do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM.
O projeto aprovado é intitulado “Demonstrador do processo de manufatura aditiva em areia de fundição para geometrias complexas”. A pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologia nacional para a fabricação de moldes em areia por manufatura aditiva, ou seja, pela impressão 3D de objetos. Assim, é possível criar materiais com base em modelos digitais e, entre os resultados, espera-se promover a nacionalização dos produtos utilizados na fabricação de moldes de areia, a agilidade de produção, protótipos detalhados que permitem testes mais realistas e a redução de custos. Além disso, a manufatura aditiva é um dos pilares da quarta revolução industrial – marcada pelo desenvolvimento tecnológico. 
A proposta tem um aporte financeiro total de R$ 12 milhões. Na UFSM, a pesquisa conta com a coordenação da professora do Departamento de Engenharia Mecânica Natália de Freitas Daudt e com a participação dos professores do mesmo Departamento Cristiano José Scheuer, Mário Eduardo Santos Martins, Rene Quispe Rodríguez, Tiago dos Santos e Thompson Lanzanova. Além do envolvimento dos professores do Departamento de Estruturas e Construção Civil, Erich David Rodriguez Martinez e do Departamento de Física, Lúcio Strazzabosco Dorneles.
Também participa do projeto a coordenação geral do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura de Joinville, Santa Catarina, Institutos Senai de Inovação em Engenharia de Polímeros (ISI-EP), de Soluções Integradas em Manufatura (ISI-SIM), de Metalurgia e Ligas Especiais (ISI-MLE), de Processamento Mineral (ISI-PM) e  a Associação Brasileira da Indústria de Fundição (ABIFA). Conta ainda com o suporte das Universidades Federais do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Santa Catarina (UFSC) e do Rio Grande do Norte (UFRN). Algumas empresas do segmento industrial brasileiro fazem parte da proposta, como: HYUNDAI, Volkswagen, TUPY, SCHULZ, NIDEC, WEG, GRANAÇO, STARA, AGRALE, General Motors, SCANIA, NOVA ERA, JUNDÚ, GASPEC, FARCCO e ELDORADO. 

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