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Cicília Peruzzo fala de midiativismo e movimentos sociais como modos de resistência cidadã no jornalismo



A pesquisadora Cicília Peruzzo (UAM) trouxe o tema “Movimentos Sociais e Cidadania Comunicacional: da imprensa alternativa dos anos da ditadura militar ao midiativismo da atualidade”  na conferencia de abertura da Alcar Sul 2018, no salão Imembuí da Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) na noite desta quinta-feira, 25/10.

Historicamente, as experiências midiáticas de resistência passaram por vários formatos desde a ditadura militar. Elas conformaram o que se chama de midiativismo, ou seja, o ativismo nos meios de comunicação. Se hoje as mídias sociais são o principal canal de expressão da crítica, os jornais impressos e as rádios piratas foram instrumentos de denúncia durante a ditadura militar brasileira, segundo a a professora da Universidade Anhembi Morumbi. “Se hoje temos o cyberativismo, ontem tínhamos o panfleto”, afirmou. Na oportunidade, destacou ainda que o midiativismo é um fenômeno coletivo, de cunho político, contestador, horizontal e intenso.

Para ela, o jornalismo alternativo não pode ser comparado a qualquer tipo de manifestação que se encontra fora do circuito hegemônico, mas deve ser pensado como uma oportunidade de exercício da cidadania. “Devemos lembrar que a própria internet é muitas vezes palco de debates públicos baseados em notícias falsas e o quanto isso pode ser maléfico à sociedade”. Cicília Peruzzo falou ainda que os movimentos sociais são as forças que ajudam a transformar e a qualificar o papel do cidadão em contextos de luta pela liberdade e igualdade.


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