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Simpósio N.º 22 – Ecologia Política y Derechos Humanos em América Latina – Chile 10 à 13 de Janeiro



III CONGRESO INTERNACIONAL

CIENCIAS, TECNOLOGÍAS Y CULTURAS. DIÁLOGO ENTRE LAS DISCIPLINAS DEL CONOCIMIENTO. MIRANDO AL FUTURO DE AMÉRICA LATINA Y EL CARIBE. HACIA UNA INTERNACIONAL DEL CONOCIMIENTO

Santiago –USACH

10 a 13 de enero de 2012

 

SE CONVOCA A LOS ACADÉMICOS A PRESENTAR PONENCIAS AL SIMPOSIO Nº 22: ECOLOGÍA POLÍTICA Y DERECHOS HUMANOS EN AMÉRICA LATINA

COORDINADORES

  1. Dra. Mirka Seitz, CONACET-Argentina,  mirkaseitz@fibertel.com.ar
  2. Dr.  Luis Ernani Bonesso de Araujo, UFSM-Brasil,  luiz.bonesso@gmail.com
  3. Dr.  Jerônimo Siqueira Tybusch, UFSM-Brasil,  jeronimotybusch@yahoo.com.br
  4. Dr.  Fernando Estenssoro,USACH-Chile,  fernando.estenssoro@usach.cl

Participantes Comprometidos

1.Dr. Gilmar Antonio Bedin. UNIJUI, Brasil.

2.Dr. Cristian Lorenzo. USAL, Argentina

3.Mgter. Vinícius Garcia Vieria. UFSM, Brasil,

 

  1. 4.Mgter. Juliette Palmade. USACH-Francia
  2. 5.Dr. (c) José Orellana. USACH, Chile
  3. 6.Mgter. (c) Juan Pablo Vásquez. USACH, Chile.
  4. 7.Periodista Daniel Ignacio Múrua Avilés. UACh, Chile.
  5. 8.Mgter. Nastassja Nicole Mancilla Ivaca. UACh, Chile.
  6. 9.Profesor, Alfonso Avellaneda Cusaría. U. El Bosque, Colombia.
  7. 10.Dr. Fernando José Pereira da Costa. U. Santiago de Compostela, Espanha.
  8. 11.Dr. Manoel Gonçalves Rodrigues. U. da Califórnia em Davis, EE.UU.
  9. 12.Dr. Jaime Mejia Gutiérrez. ESAP, Colombia.
  10. 13.Licenciado, Roberto Andrés Gallardo Sepúlveda. UAch, Chile.
  11. 14.Mgter. Felipe Rivera Urbina. U. de Concepción, Chile.
  12. 15.Mgter. Marcelo Araya Mardones. U. de Concepción, Chile.
  13. 16. Dr. ©, Víctor Hugo Valenzuela Sepúlveda. UACh, Chile.

 

CONVOCATORIA:

 

  • A proteção do meio ambiente e dos direitos humanos ganhou uma grande importância nos últimos anos na América Latina. Este processo foi impulsionado pelas transformações democráticas dos diversos países da região e também pelo processo de crescente integração do mundo. No que se refere aos direitos humanos, é importante lembrar que sua emergência na sociedade internacional ocorreu de uma forma mais intensa a partir do final da segundo grande conflito mundial e tem como referência principal a Declaração Universal dos Direitos do Homem, publicada pela Organização das Nações Unidas em 1948. Na América Latina, o principal documento sobre o tema é a Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de San José da Costa Rica), de 1969. Nos últimos anos, foram acrescentados a estes dois grandes documentos legais internacionais um conjunto de disposições constitucionais nos países da região que fortaleceram, de forma consistente, a proteção dos direitos humanos como um dos pressupostos fundamentais dos Estados de Direito existentes na região. Assim, os direitos humanos se consolidaram como o horizonte de sentido para os Estados em sua relação com os seus cidadãos e com os demais Estados. Desta forma, a presença dos direitos humanos não parou de ganhar relevância e colocou na ordem do dia a necessidade de sua efetivação como um objetivo prioritário e como um tarefa histórica a ser realizada por todos. Na verdade, a proteção dos direitos humanos passou, juntamente com a consolidação da democracia e a solução pacífica dos conflitos, a ser padrão elevado de civilização e uma marca fundamental do estágio de desenvolvimento de uma sociedade.

 

  • Da mesma forma, nas duas últimas décadas, o debate ambiental passou a se projetar como um tema indissociável do desenvolvimento dos povos e se vinculou, em conseqüência, com a política estratégica e  a segurança global. A agenda transnacional da atualidade incita a governabilidade para um comportamento orientado para produção e consumo racionais no intuito de dirimir impactos negativos aos recursos naturais. Todavia, diversos países da América Latina enfrentam a problemática do convívio, em suas políticas de governo, com a destacada perspectiva da aceleração do crescimento simultaneamente com a necessidade global da sustentabilidade ecológica orientar esses processos. Temáticas como Biotecnologias aplicadas à Agricultura, Biodiversidade e seus valores econômicos e culturais, Política Estratégica Global para uma Matriz Energética Sustentável e Mudanças Climáticas são debates que transcendem a exclusiva agenda dos Estados Nacionais. O planeta passou a ser visto como um grande ecossistema e foi confrontado com o dilema da gestão ambiental multilateral e democrática. Isto significou o afastamento de uma perspectiva unilateral e imperialista. Para a América Latina, a afirmação da gestão multilateral e democrática do meio ambiente é um desafio ainda maior. É que nesta parte do mundo o desenvolvimento depende em grande medida da exploração de seus recursos naturais. Esta exploração pode colocar em risco os grandes ecossistemas-chaves da região e do qual depende a sustentabilidade ecológica do planeta (como a Amazônia, Patagônia, ecossistemas de montanha, grandes concentrações de água doce congelada, e muitos outros, sem esquecer da riqueza da biodiversidade). Este risco tem colocado na ordem do dia a possibilidade de virem a ser adotadas políticas agressivas no âmbito internacional, tanto por parte dos chamados Estados desenvolvidos como por parte de Organizações Internacionais, que, em nome da defesa do meio ambiente, ignoram a soberania dos Estados-Nação na América Latina. Este quadro deve se tornar mais intenso adverso na medida em que avançamos para o Século XXI.

 

  • Assim, a defesa dos direitos humanos e a proteção do meio ambiente na América Latina podem levar os países da região a perderem sua soberania sobre parte de seus territórios. Sobre este tema será estruturada a política desta parte do mundo nos próximos anos. A discussão deste quadro é fundamental, em especial quando se verifica na região a existência de representações de mundo firmadas pelos grupos dominantes, alheia aos destinos concretos de milhões de seres humanos, e um conjunto de déficits democráticos e republicanos de enorme significado. Discutir este e outros problemas, de forma multidisciplinar, é a proposta deste simpósio. Assim, esta convocatória objetiva possibilitar debates reflexivos acerca das seguintes observações na América Latina da Atualidade:
  • 1.Ecologia Política, Geopolítica e Segurança Estratégica;
  • 2.Direitos Humanos e Meio Ambiente;
  • 3.Estado de Direito, Valores Republicanos e Meio Ambiente;
  • 4.Geopolítica e Ecologia na América Latina;
  • 5.Sustentabilidade, Desenvolvimento e/o Aceleração do Crescimento;
  • 6.Pós-Colonialidade e Sociobiodiversidade;
  • 7.Governança Global e Biodiversidade;
  • 8.Dilemas entre Medio Ambiente y necesidades energéticas;
  • 9.Mudanças Climáticas e Aquecimento Global.
  • 10.Cuencas hídricas y agias subterráneas

Todos os acadêmicos (professores, pesquisadores estudantes de graduação e pós-graduação) interessados na análise das temáticas envolvidas estão convidados a apresentarem seus trabalhos e participem dos debates.

 

Resúmenes: Envíar los  resúmenes a los e-mail de los coordinadores, bajo las siguientes características:

 

    • Fecha: hasta el 31 de agosto de 2012.
    • Extensión: 200 palabras.
    • Datos: Nombre Completo. Grado académico(Doctor, magíster, académico, profesional, otro). Indicar  adscripción institucional, indicando e-mail, grado del ponencista 

Ponencias

  • Extensión: 15 hojas máx. Letra Times New Roman 12m espacio y medio).
  • Fecha: hasta el 30 de septiembre de 2012.

Costos de participación:

 

  • Ponencistas, profesor@s universitari@s y profesionales de instituciones de investigación 95 US;
  • Ponencistas, estudiantes de postgrado 70 US;
  • Estudiantes de Pre-Grado  30 US
  • Participantes sin ponencia 30 US.
  • Se podrá pagar en pesos chilenos, dólares US, o tarjeta de crédito.

 

VER : http://internacionaldelconocimiento.org/


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