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Equipe FieldCrops da UFSM em parceria com instituições internacionais lança livros sobre Ecofisiologia do Arroz Visando Altas Produtividades em três diferentes idiomas



Em um esforço de colaboração multiinstitucional e multinacional, capitaneado pela equipe FieldCrops da UFSM e reunindo uma dezena de universidades e institutos de pesquisas públicos de renome internacional, o livro de Ecofisiologia do Arroz Visando Altas Produtividades está disponível em português, espanhol e inglês. O livro traz em 312 páginas divididos em 11 capítulos informações de mais de 20 anos de pesquisa aplicada e prática em uma linguagem fácil, simples, prática e sem sobra de dúvida útil pra os todos os produtores de arroz e técnicos do Rio Grande do Sul, Brasil, América Latina e Mundo.

Pesquisadores e extensionistas de quatro países uniram esforços e resumiram conceitos clássicos de fisiologia e ecofisiologia associados a práticas de manejos para se obter a melhor eficiência no uso de recursos. Também se buscou aliar a agricultura digital 4.0 de uma forma prática e aplicada de maneira que o produtor possa acessar e tomar decisões.

Segundo o docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola/UFSM, Alencar Junior Zanon, o livro “é a reunião do estado da arte do conhecimento quando pensamos em ecofisiologia visando altas produtividades, entender os sistemas de produção e delinear os passos para se ter uma lavoura de sucesso”.

Os dados que validam as informações são oriundos de experimentos on farm (na fazenda) que permitem a Equipe FieldCrops, em parceria com as demais instituições que contribuiram na construção do livro como o Instituto Rio Grandense do Arroz – Irga; Universidade Federal de Pelotas – UFPel; Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA; EMBRAPA – Clima Temperado e Arroz e Feijão; Universidade Nacional de Entre Ríos – UNER, da Argentina; o Instituto Nacional de Investigação Agropecuária – INIA, do Uruguai; e o Fondo Latinoamericano para Arroz de Riego – FLAR, da Colômbia ter um grande banco de informações (big data) e de forma moderna fazer as análises. Garantindo elementos muito precisos e aplicáveis, pois foram gerados na fábrica dos produtores e que irão auxiliá-los, além dos técnicos e extensionistas, no dia a dia.

Segundo o docente permanente do PPGEA Nereu Streck, “para alcançar altas produtividades e rentabilidade na cultura do arroz, conhecer a ecofisiologia das cultivares atualmente semeadas, o sistema de produção e as particularidades de cada área de produção, será o divisor de águas entre uma lavoura de sucesso e uma colheita insatisfatória. Nesse sentido, buscou-se através da cooperação e união de universidades e instituições públicas de pesquisa e extensão rural do Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e Estados Unidos resumir de forma clara os conceitos e práticas da ecofisiologia e manejo do arroz, aliadas a agricultura digital (4.0) e a infinidade de possibilidades abertas por elas”.

O livro que foi totalmente custeado por parceiros e pela iniciativa privada já está sendo distribuído gratuitamente para universidades, institutos parceiros e produtores de arroz de toda América Latina. A versão do livro em português está disponível para compra na livraria da UFSM no seguinte endereço: https://livrariaufsm.com.br/ciencias-agrarias/ecofisiologia-do-arroz-visando-altas-produtividades.htm?fbclid=IwAR1a3FC8jDLZz5ajlN34yvDvVsgoEyF0mLso5nUN789WzqDPKhuw_JiOlr4


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