{"id":2289,"date":"2020-01-31T11:44:49","date_gmt":"2020-01-31T14:44:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/?p=2289"},"modified":"2020-01-31T11:44:51","modified_gmt":"2020-01-31T14:44:51","slug":"propostas-dos-minicursos-vi-simposio-de-literatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/2020\/01\/31\/propostas-dos-minicursos-vi-simposio-de-literatura","title":{"rendered":"Propostas dos Minicursos &#8211; VI Simp\u00f3sio de Literatura"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>PROPOSTAS DOS MINICURSOS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>1)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong><strong>CAROLINA MARIA DE JESUS: O SILENCIAMENTO VELADO DAS OBRAS DA ESCRITORA NO CONTEXTO DITATORIAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Carla Lavorati (Doutoranda \u2013 UFSM)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Val\u00e9ria Castro Fabricius\u00a0(Doutoranda \u2013 UFSM)<\/strong><\/p>\n<p>Carolina de Jesus passou por um per\u00edodo de silenciamento velado durante a ditadura militar no Brasil. Sua obra cai numa esp\u00e9cie de esquecimento, enquanto, em outros pa\u00edses, continua sendo celebrada e publicada, chegando a mais de 14 tradu\u00e7\u00f5es em l\u00ednguas diferentes. Em sua escrita marginal encontramos representa\u00e7\u00f5es da precariedade e da mis\u00e9ria, \u201cretratos\u201d da vida pobre, da crueldade da fome, da luta di\u00e1ria pela sobreviv\u00eancia, das rela\u00e7\u00f5es entre homens e mulheres. No livro\u00a0<i>Quarto de Despejo<\/i>, e mesmo em outras obras publicadas como o\u00a0<i>Di\u00e1rio de Bitita<\/i>\u00a0(1982),\u00a0<i>Peda\u00e7os da Fome<\/i>\u00a0(1963),\u00a0<i>Casa de Alvenaria<\/i>\u00a0(1961) e\u00a0<i>Prov\u00e9rbios\u00a0<\/i>(1963)Desse modo, o objetivo geral do mini-curso \u00e9 observar as rela\u00e7\u00f5es entre o contexto ditatorial e a proje\u00e7\u00e3o das obras de Carolina no pa\u00eds, em contraposi\u00e7\u00e3o ao grande interesse por sua obra no exterior.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>2)\u00a0<\/strong><strong>O PERCURSO DA LITERATURA MO\u00c7AMBICANA: OS AUTORES E AS OBRAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Chimica Franscisco<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>(Doutorando \u2013UFSM\/<\/strong><strong>Bolsista<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>PEC-PG CAPES\/CNPQ<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>O presente minicurso pretende tra\u00e7ar um breve panorama sobre o percurso da Literatura Mo\u00e7ambicana, mostrando as principais fases que contribuiram para sua forma\u00e7\u00e3o, desde os prim\u00f3rdios \u2013 apresentando o presum\u00edvel marco desta literatura com Campos Oliveira &#8211; passando pela literatura de contesta\u00e7\u00e3o (na imprensa, com os irm\u00e3os Albasini), pela pan-africanista e negritudista (com No\u00e9mia de Sousa e Jo\u00e3o Dias), pela nacionalista (com Jos\u00e9 Craveirinha), pela poesia de combate (com Marcelino dos Santos, Jorge Rebelo, entre outros), at\u00e9 \u00e0 literatura do depois da Independ\u00eancia Nacional, em 1975, com um vasto leque de escritores a destacar alguns (Juvenal Bucuane, Ungulani Ba Ka Khosa, Calane da Silva, Mia Couto, Paulina Chiziane,\u00a0<em>Adelino Timoteo<\/em>, entre outros).<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>3) ENTRE FIC\u00c7\u00c3O E HIST\u00d3RIA: MARCAS DO ESTADO DE EXCE\u00c7\u00c3O EM JOS\u00c9 SARAMAGO, VALTER HUGO MAE E GON\u00c7ALO TAVARES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Ronan Simioni<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>(Doutorando- UFSM\/Bolsista Capes)<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Em\u00a0<i>O Ano da Morte de Ricardo Reis,\u00a0<\/i>romance de Jos\u00e9 Saramago que coloca um dos mais conhecidos heter\u00f4nimos pessoanos como testemunha dos eventos antecedentes \u00e0 Segunda Guerra Mundial, uma das ideias mais repetidas pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o aliados ao regime salazarista, e ouvidas com aten\u00e7\u00e3o pelo personagem, mostrava que a inten\u00e7\u00e3o de tal governo era a de exercer o controle da na\u00e7\u00e3o \u201ccom m\u00e3o de ferro e voz de veludo\u201d. Por meio desse e de outros ind\u00edcios, a narrativa do escritor portugu\u00eas consegue tra\u00e7ar um amplo panorama n\u00e3o somente de seu pa\u00eds, mas sim de toda a Europa em um momento hist\u00f3rico que assiste a ascens\u00e3o e fortalecimento dos governos totalit\u00e1rios que protagonizariam a Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, o minicurso prop\u00f5e tra\u00e7ar um painel da forma como o Estado de Exce\u00e7\u00e3o, na dimens\u00e3o dada por Giorgio Agamben (2008), \u00e9 retratada na nov\u00edssima fic\u00e7\u00e3o portuguesa, mais especificamente em obras como\u00a0<i>Objecto Quase<\/i>\u00a0de Saramago,\u00a0<i>A M\u00e1quina de Fazer Espanh\u00f3is<\/i>\u00a0de Hugo Mae e nas quatro narrativas que comp\u00f5em o ciclo\u00a0<i>O Reino<\/i>, de Gon\u00e7alo Tavares. Para tal, partiremos do bem elaborado itiner\u00e1rio cr\u00edtico-liter\u00e1rio constru\u00eddo por Eduardo Louren\u00e7o (1994) o panorama hist\u00f3rico-filos\u00f3fico tra\u00e7ado por autores como Kenneth Maxwell (2004), Hanna Arendt (2012) e Eric Hobsbawm (1998). Assim, buscaremos identificar o latente entrecruzamento entre hist\u00f3ria e fic\u00e7\u00e3o, nos moldes daquilo proposto por Fredric Jameson (2007) no que tange os contornos p\u00f3s-modernos do romance hist\u00f3rico.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>4)<\/strong>\u00a0<strong>CRIA\u00c7\u00c3O E REPRESS\u00c3O: LITERATURA E CENSURA SOB A SEGURAN\u00c7A NACIONAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Deivis Jhones Garlet<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>(Doutorando-UFSM)<\/strong><\/p>\n<p>A partir de pressupostos te\u00f3ricos inerentes \u00e0 cr\u00edtica social, o minicurso prop\u00f5e uma an\u00e1lise de textos liter\u00e1rios censurados durante a Ditadura civil-militar no Brasil. Desse modo, estruturamos o trabalho da seguinte forma: 1) Uma concep\u00e7\u00e3o de an\u00e1lise do liter\u00e1rio por meio dos conceitos do C\u00edrculo de Bakhtin, como meio ideol\u00f3gico, reflexo e refra\u00e7\u00e3o. 2) Uma breve contextualiza\u00e7\u00e3o da Ditadura, de seu meio ideol\u00f3gico e, especialmente, da legisla\u00e7\u00e3o sobre censura. 3) Aprecia\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de textos liter\u00e1rios censurados: Caio Fernando Abreu, Rubem Fonseca e Chico Buarque.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>5) CAIO FERNANDO ABREU: EPISTOLOGRAFIA COMO FATO SOCIAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Mara L\u00facia Barbosa da Silva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>(P\u00f3s-doutoranda UFSM\/<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Bolsista PNPD\/Capes)<\/strong><\/p>\n<p>O minicurso\u00a0<i>Caio Fernando Abreu: epistolografia como fato social\u00a0<\/i>pretende discutir o valor da correspond\u00eancia como fato liter\u00e1rio e\/ou fato social. A oficina se organiza em tr\u00eas momentos. No primeiro, realizaremos um panorama sobre os g\u00eaneros biogr\u00e1ficos e autobiogr\u00e1ficos. No segundo momento, verificaremos como esses documentos deixaram de ser meros registros da intimidade para se tornarem fonte de informa\u00e7\u00e3o sobre a vida social atrav\u00e9s do ponto de vista da vida privada. E no terceiro e \u00faltimo momento realizaremos a leitura de cartas e trechos de cartas de Caio Fernando Abreu que nos possibilitem vislumbrar determinados aspectos da sociedade brasileira.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>6)<\/strong><strong>\u00a0A POESIA DE RESIST\u00caNCIA \u00c0 DITADURA MILITAR<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Cristiano Jutgla<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>(P\u00f3s-doutorando UFSM\/<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Bolsista Fapesb-Capes)<\/strong><\/p>\n<p>O minicurso tem por objetivo apresentar a poesia de resist\u00eancia \u00e0 Ditadura Militar em rela\u00e7\u00e3o ao quadro can\u00f4nico j\u00e1 estabelecido sobre a produ\u00e7\u00e3o po\u00e9tica brasileira contempor\u00e2nea. Em um segundo momento, haver\u00e1 leitura e discuss\u00e3o de poemas a fim de se comentar aspectos relativos a tem\u00e1ticas, configura\u00e7\u00f5es, contexto de produ\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o. Ao final, pretende-se refletir sobre a fun\u00e7\u00e3o testemunhal da poesia de resist\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>7) AS MARCAS DA TORTURA EM \u201cPAI CONTRA M\u00c3E\u201d, DE MACHADO DE ASSIS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>Jana\u00edna da Silva S\u00e1<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><strong>(Doutoranda-UFSM\/Profa. IFFarroupilha)<\/strong><\/p>\n<p>O presente trabalho visa dimensionar as marcas de tortura f\u00edsicas e\/ou psicol\u00f3gicas encontradas no conto machadiano\u00a0<i>Pai contra m\u00e3e.<\/i>\u00a0Tendo em vista os enfoques que se voltam para uma ressignifica\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o da etnicidade brasileira, elenca-se o elemento negro como part\u00edcipe e protagonista na forma\u00e7\u00e3o \u00e9tnico-cultural de nosso pa\u00eds. A discuss\u00e3o centra-se na afirma\u00e7\u00e3o de que a democracia racial constru\u00edda a partir dos estudos de\u00a0<i>Casa-grande e senzala<\/i>\u00a0de Gilberto Freyre, bem como de suas fal\u00e1cias, refor\u00e7aram uma identidade perversa e contingente sentida at\u00e9 os nossos dias. Pretende-se, portanto, averiguar os registros de viol\u00eancia para com o elemento africano centrados em um contexto hist\u00f3rico p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o e as repercuss\u00f5es que esses atos fortaleceram, como a restri\u00e7\u00e3o do conceito de identidade para esses indiv\u00edduos. A leitura do conto ser\u00e1 pautada nas rela\u00e7\u00f5es de poder estabelecidas no determinado per\u00edodo e nos problemas de acultura\u00e7\u00e3o do elemento africano. Outro vi\u00e9s de abordagem est\u00e1 pautado nas contribui\u00e7\u00f5es de Franz Fanon na obra\u00a0<i>Pela Branca, m\u00e1scaras negras.<\/i>\u00a0Texto primordial no que se refere ao protagonismo dos povos africanos frente ao grande movimento diasp\u00f3rico.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">8)\u00a0<strong>GUERRA E LITERATURA: O CICLO LITER\u00c1RIO SOBRE A GUERRA DO PARAGUAI<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\">Luciano Melo de Paula (UFSM)<\/p>\n<p style=\"text-align: left\" align=\"right\"><a href=\"mailto:lmdepaula@gmail.com\">\u00a0<\/a>\u00a0<a href=\"mailto:lmdepaula@gmail.com\">lmdepaula@gmail.com<\/a><\/p>\n<p>O minicurso apresentar\u00e1 um panorama da produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria brasileira que tematize ou se relacione com a Guerra do Paraguai. A leitura, o debate e a reflex\u00e3o sobre uma seleta de textos ser\u00e1 a metodologia utilizada para delimitar e caracterizar o conjunto destas produ\u00e7\u00f5es. A Guerra do Paraguai \u2013 ou Guerra do Brasil, ou Guerra Grande, ou Guerra da Tr\u00edplice Alian\u00e7a, dependendo da posi\u00e7\u00e3o adotada nas fronteiras o evento pode mudar de nome \u2013 foi o principal e mais sanguin\u00e1rio conflito envolvendo os pa\u00edses do Cone Sul: Brasil, Uruguai e Argentina, unidos sob a Tr\u00edplice Alian\u00e7a, contra o Paraguai. Estalou em dezembro de 1864 e seguiu at\u00e9 mar\u00e7o de 1870. Este conflito foi tema de produ\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias desde o seu in\u00edcio, hoje, passados 150 anos do primeiro tiro, o volume de publica\u00e7\u00f5es continua com f\u00f4lego alentado. H\u00e1 poesia, drama, narrativa, conto, ensaio, mem\u00f3rias. A lista completa \u00e9 grande, mas como ilustra\u00e7\u00e3o, come\u00e7amos com os poemas de Castro Alves nos recitativos para angariar fundos para os Volunt\u00e1rios da P\u00e1tria: \u201cPesadelo de Humait\u00e1\u201d e \u201cQuem d\u00e1 aos pobres empresta a Deus\u201d; passamos por\u00a0<i>Iai\u00e1 Garcia<\/i>, de Machado de Assis; por Dyon\u00e9lio Machado e os contos de\u00a0<i>Um pobre homem<\/i>; e, o mais recente\u00a0<i>O rastro do jaguar<\/i>, de Murilo Carvalho. Quase todos os g\u00eaneros, com amplo destaque para o romance, contribuem para a forma\u00e7\u00e3o deste amplo painel sobre o conflito e seu impacto no imagin\u00e1rio coletivo das na\u00e7\u00f5es envolvidas. A produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria \u00e9 t\u00e3o farta e constante que se poderia afirmar que existe um ciclo tem\u00e1tico liter\u00e1rio sobre a Guerra do Paraguai, ciclo este que ocupa os v\u00e1cuos que a historiografia n\u00e3o consegue ou n\u00e3o pode cobrir.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">9)\u00a0<strong>A Narrativa Resistente em Luigi Pirandello: Uma quest\u00e3o de \u00e9tica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Andrea Quilian de Vargas (UFSM &#8211; doutoranda em Estudos Liter\u00e1rios)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Prof. Dra Rosani Ketzer Umbach (UFSM &#8211; orientadora)<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 sabido que, desde a antiguidade grega at\u00e9 nossos dias, as personagens de fic\u00e7\u00e3o v\u00eam perdendo atributos, como a identidade, a minuciosa descri\u00e7\u00e3o de suas vestes, de sua moradia, e at\u00e9 mesmo o nome. Contudo, ao mesmo tempo em que perdeu a totalidade, a personagem ganhou algo importante: a possibilidade de falar sobre si e seus conflitos. Luigi Pirandello, ao passar para os livros as dessincronias entre suas cria\u00e7\u00f5es e o mundo, fez da escrita uma forma de resist\u00eancia. As personagens pessimistas, impotentes e contradit\u00f3rias, acabaram por transformar a cr\u00edtica individual em cr\u00edtica social, na medida em que expuseram a situa\u00e7\u00e3o do sujeito afivelado, invariavelmente, \u00e0s m\u00e1scaras sociais. A &#8220;resist\u00eancia&#8221;, nos termos de Alfredo Bosi, adquire, em Pirandello, outro sentido, al\u00e9m do pol\u00edtico ou social, devendo ser entendida como um movimento de nega\u00e7\u00e3o da trag\u00e9dia da vida, na qual o homem n\u00e3o se limita a reproduzir os esquemas sociais,mas, ao contr\u00e1rio, ele os interroga e luta contra eles.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave<\/strong>: Pirandello. Literatura. Resist\u00eancia. \u00c9tica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PROPOSTAS DOS MINICURSOS \u00a01)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0CAROLINA MARIA DE JESUS: O SILENCIAMENTO VELADO DAS OBRAS DA ESCRITORA NO CONTEXTO DITATORIAL Carla Lavorati (Doutoranda \u2013 UFSM) Val\u00e9ria Castro Fabricius\u00a0(Doutoranda \u2013 UFSM) Carolina de Jesus passou por um per\u00edodo de silenciamento velado durante a ditadura militar no Brasil. Sua obra cai numa esp\u00e9cie de esquecimento, enquanto, em outros pa\u00edses, continua [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":867,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[100,102,98],"class_list":["post-2289","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-grupos","tag-grupos-pesquisa","tag-liteautor"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2289","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/users\/867"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2289"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2289\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2289"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2289"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/cursos\/pos-graduacao\/santa-maria\/ppgletras\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2289"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}