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Nota de Palestra XV CEDN – Dia 4 | 27/04/2017 – Os projetos estratégicos da Marinha, Cel. Alte Petrônio



O Cel. Alte Petrônio iniciou o quarto dia de CEDN com a palestra “Os projetos estratégicos da Marinha”, apresentando dados a respeito da segurança marítima e da Amazônia Azul. O palestrante observou que 2/3 do globo terrestre é formado por águas, e que 95% das trocas comerciais são realizadas pelos mares, o que facilita com que crimes transnacionais como tráfico, pirataria, pirataria e pesca ilegal passem desapercebidos. Segundo o Coronel, os mares são um ambiente favorável à novas ameaças, devido às lacunas existentes na legislação Internacional. A segurança marítima é uma questão especialmente sensível para o Entorno Estratégico do Brasil, já que este envolve o Atlântico Sul e principalmente a área da Amazônia Azul, que constitui 4.5 milhões de quilômetros quadrados de águas jurisdicionados brasileiras.

O palestrante falou a respeito da atuação e projetos da Marinha, sendo um dos programas estratégicos apresentados o Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrica (LABGENE), que pretende a construção de um submarino com propulsão nuclear e envolve a construção de uma planta nuclear, inclusive o reator, como protótipo de planta que efetivamente mobiliará o submarino de propulsão nuclear. Desde 1979 há desenvolvimento de tecnologia própria brasileira com o enriquecimento de urânio, o que poucos países conseguem alcançar, assim como a construção de centrífugas diferenciadas. Há programa de transferência de tecnologia entre Brasil e França (menos das partes nucleares). Por questões técnicas e financeiras, o Coronel observa que há agora um processo de descomissionamento do porta aviões brasileiro “São Paulo”, mas existem projetos de revitalização e modernização de meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais. O sistema de gerenciamento da Amazônia Azul, que inclui radares, satélites, telecomunicações, navios e ajuda de outras partes do exército, foi interrompido em 2015 por questões financeiras e retomado no ano de 2017, e monitora as águas jurisdicionados brasileiras.

Texto: Maria Eduarda Dall’Aqua


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