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Laboratório Corpus promove mais uma “Conversa com pesquisador”



O Corpus, Laboratório de Fontes de Estudo da Linguagem, promoveu mais uma edição do projeto Conversas com o Pesquisador, espaço de interlocução entre pesquisadores, professores e acadêmicos, com convidados especiais, ainda como programação do XIX Seminário Corpus. Na última segunda-feira (10/12), a mesa coordenada pela diretora do Corpus, Amanda E. Scherer, contou com os professores Luis Francisco Dias da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e GesualdaRasia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).   Atualmente, além de professor adjunto, Dias ocupa o cargo de diretor da Faculdade de Letras da UFMG, tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Semântica. Por sua vez, a Profª. Gesualda Rasia desenvolve projeto de estudo de discursividades presentes na mídia contemporânea e é membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Análise do Discurso (GEPAD-RS).  Ambos fizeram referências elogiosas às atividades do Corpus, destacando que elas têm intensificado sobremaneira a ênfase na pesquisa de estudos linguísticos e têm contribuído sensivelmente para o desenvolvimento e aprimoramento do espírito científico, o que acontece desde o estágio de iniciação até o pós-doutoramento.   Para Dias, seu trabalho pode ser compreendido sob olhares que parecem diferentes no movimento das articulações sintáticas:em Paul Henry, a questão das relativas e do pré-construído;em O. Ducrot, a questão adversativa – mas -, que liga a discursividade a um exterior; E. Guimarães, o pensar sobre a significação pela contiguidade; e, a relação entre memória e atualidade. Além disso, provocativamente, o referido professor entende que, se considerarmos a prática dos alunos, as gramáticas tradicionais não foram feitas para o ensino. Ele propõe uma abordagem diferenciada da língua no ensino, o que deve despertar o interesse dos alunos.   Para Rasia, o funcionamento discursivo pela leitura do texto bíblico e os discursos que circulam sobre a língua na mídia impressa (jornalística) têm referenciado seus estudos e orientações acadêmicas. Para ela, a mídia é o lugar por excelência onde circula, hoje, a gama de informações acerca dos fatos. A possibilidade de tudo saber e de tudo ver gera um efeito de saturação, é como se não conseguíssemos dar conta da infinidade de questões que se colocam ao nosso dispor. E como não se consegue mesmo, a mídia detém o poder de “recortar”, “filtrar” o que é considerado relevante, produzindo um efeito de homogeneidade – como se todos falassem/interpretassem de uma mesma maneira.   A interlocução com pesquisadores que detêm percursos reconhecidos pela larga produção teórica permite aos acadêmicos do Corpus avançarem em suas incursões metodológicas e em suas análises. O processo do conhecimento é dinâmico, não há estabilidade, está em constante ebulição e é essa efervescência que leva ao amadurecimento da reflexão teórica. O Corpus, Laboratório de Fontes de Estudo da Linguagem, promoveu mais uma edição do projeto Conversas com o Pesquisador, espaço de interlocução entre pesquisadores, professores e acadêmicos, com convidados especiais, ainda como programação do XIX Seminário Corpus. Na última segunda-feira (10/12), a mesa coordenada pela diretora do Corpus, Amanda E. Scherer, contou com os professores Luis Francisco Dias da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e GesualdaRasia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).   Atualmente, além de professor adjunto, Dias ocupa o cargo de diretor da Faculdade de Letras da UFMG, tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Semântica. Por sua vez, a Profª. Gesualda Rasia desenvolve projeto de estudo de discursividades presentes na mídia contemporânea e é membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Análise do Discurso (GEPAD-RS).  Ambos fizeram referências elogiosas às atividades do Corpus, destacando que elas têm intensificado sobremaneira a ênfase na pesquisa de estudos linguísticos e têm contribuído sensivelmente para o desenvolvimento e aprimoramento do espírito científico, o que acontece desde o estágio de iniciação até o pós-doutoramento.   Para Dias, seu trabalho pode ser compreendido sob olhares que parecem diferentes no movimento das articulações sintáticas:em Paul Henry, a questão das relativas e do pré-construído;em O. Ducrot, a questão adversativa – mas -, que liga a discursividade a um exterior; E. Guimarães, o pensar sobre a significação pela contiguidade; e, a relação entre memória e atualidade. Além disso, provocativamente, o referido professor entende que, se considerarmos a prática dos alunos, as gramáticas tradicionais não foram feitas para o ensino. Ele propõe uma abordagem diferenciada da língua no ensino, o que deve despertar o interesse dos alunos.   Para Rasia, o funcionamento discursivo pela leitura do texto bíblico e os discursos que circulam sobre a língua na mídia impressa (jornalística) têm referenciado seus estudos e orientações acadêmicas. Para ela, a mídia é o lugar por excelência onde circula, hoje, a gama de informações acerca dos fatos. A possibilidade de tudo saber e de tudo ver gera um efeito de saturação, é como se não conseguíssemos dar conta da infinidade de questões que se colocam ao nosso dispor. E como não se consegue mesmo, a mídia detém o poder de “recortar”, “filtrar” o que é considerado relevante, produzindo um efeito de homogeneidade – como se todos falassem/interpretassem de uma mesma maneira.   A interlocução com pesquisadores que detêm percursos reconhecidos pela larga produção teórica permite aos acadêmicos do Corpus avançarem em suas incursões metodológicas e em suas análises. O processo do conhecimento é dinâmico, não há estabilidade, está em constante ebulição e é essa efervescência que leva ao amadurecimento da reflexão teórica.

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