{"id":1142,"date":"2018-02-22T01:57:35","date_gmt":"2018-02-22T04:57:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/corpus\/2018\/02\/22\/defesas-de-dissertacao-no-laboratorio-corpus-no-proximo-dia-26-02\/"},"modified":"2018-02-22T01:57:35","modified_gmt":"2018-02-22T04:57:35","slug":"defesas-de-dissertacao-no-laboratorio-corpus-no-proximo-dia-26-02","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/corpus\/2018\/02\/22\/defesas-de-dissertacao-no-laboratorio-corpus-no-proximo-dia-26-02","title":{"rendered":"Defesas de disserta\u00e7\u00e3o no Laborat\u00f3rio Corpus no pr\u00f3ximo dia 26\/02"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">No pr\u00f3ximo dia 26 de fevereiro o Laborat\u00f3rio Corpus receber\u00e1 duas importantes defesas de disserta\u00e7\u00e3o. Confira:<br data-mce-bogus=\"1\" \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O dia 26 de fevereiro inicia, \u00e0s 8h, no Laborat\u00f3rio Corpus (Sala 3302, Pr\u00e9dio 16, UFSM) com a defesa da disserta\u00e7\u00e3o \u201cELES TORTURAVAM AS CRIAN\u00c7AS NA FRENTE DAS MULHERES\u201d: MULHERES, TRAUMA E MATERNIDADE NA RESIST\u00caNCIA \u00c0 DITADURA MILITAR BRASILEIRA\u201d, da acad\u00eamica Ana Paula Alves Correa, sob orienta\u00e7\u00e3o da Prof\u00aa. Dr\u00aa Amanda Eloina Scherer e com argui\u00e7\u00e3o das professoras Dr.\u00aa Susel Oliveira da Rosa (UEPB) e Dr.\u00aa Caroline Mallmann Schneiders (UFFS). <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Tomando como <i>corpus<\/i> de estudo e an\u00e1lise a obra<i> \u201cLuta, Substantivo Feminino: mulheres torturadas, desaparecidas e mortas na resist\u00eancia \u00e0 ditadura, organizada por Tatiana Merlino e Igor Ojeda\u201d (2010)<\/i>, a autora prop\u00f5e, tendo como ancoragem a teoria materialista da An\u00e1lise do Discurso, uma reflex\u00e3o sobre a problem\u00e1tica da maternidade das condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o constitu\u00eddas pelo aprisionamento de mulheres durante a ditadura militar enfrentada no Brasil. A maternidade \u00e9 tomada, em sua leitura, como um lugar poss\u00edvel de visibilidade do confronto entre tomadas de posi\u00e7\u00e3o diversas e concomitantes: mulher, militante, m\u00e3e. Partindo de recortes do texto, o estudo buscou compreender como se produz a desestabiliza\u00e7\u00e3o dos sentidos acerca da maternidade, tomando como central a no\u00e7\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o proposta por P\u00eacheux, bem como a no\u00e7\u00e3o de tomada de posi\u00e7\u00e3o-sujeito.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #980000;\"><span style=\"color: #000000;\">Mais tarde, \u00e0s 14 horas, a acad\u00eamica Bruna Cielo Cabrera defender\u00e1, no mesmo local, a disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada UMA HERAN\u00c7A DE DIREITOS ABSTRATOS: O DISCURSO INTEGRACIONISTA NO ESTATUTO DO \u00cdNDIO (1973) orientada pela Prof. Dra. Amanda Eloina Scherer. Norteando-se pelo aparato te\u00f3rico-metodol\u00f3gico da An\u00e1lise de Discurso, Cielo articula no\u00e7\u00f5es como discurso, ideologia e mem\u00f3ria para compreender o processo de produ\u00e7\u00e3o de sentidos da <i><span style=\"background: white none repeat scroll 0% 0%;\">Lei 6.001, de 19 de dezembro de 1973<\/span><\/i><\/span><span style=\"background: white none repeat scroll 0% 0%;\"><span style=\"color: #000000;\">, popularmente conhecida como Estatuto do \u00cdndio. Tomando como <i>corpus<\/i> o texto da lei e outros documentos que vieram a somar-se no processo de constitui\u00e7\u00e3o do estudo, a autora busca compreender \u201cquais os efeitos de sentido que derivam de integra\u00e7\u00e3o no discurso que se constitui no\/pelo <i>Estatuto do \u00cdndio<\/i> atrav\u00e9s da tutela estabelecida nesta legisla\u00e7\u00e3o, que vem a determinar ind\u00edgenas cerceados de direitos civis ou plenos de sua capacidade civil ao serem considerados integrados ou isolados \u00e0 dita comunh\u00e3o nacional.\u201d (CABRERA, 2018). A autora aproxima, ent\u00e3o, textos de leis outras (como o C\u00f3digo Civil de 1916 e a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1934, por exemplo) para compreender os ecos do que a autora designa como <i>discurso integracionista<\/i> na legisla\u00e7\u00e3o sobre os ind\u00edgenas brasileiros. A fim de construir a an\u00e1lise, a autora busca articular, ainda, as no\u00e7\u00f5es de sujeito, pol\u00edtico e pol\u00edtica, domina\u00e7\u00e3o e subordina\u00e7\u00e3o. Na banca est\u00e3o as professoras Amanda Scherer (orientadora), Prof\u00aa. Dr\u00aa \u00c1gueda Aparecida da Cruz Borges, da Universidade Federal do Mato Grosso, (Primeira arguidora), a Prof.\u00aa Dr.\u00aa Verli F\u00e1tima Petri da Silveira, da Universidade Federal de Santa Maria (Segunda arguidora).<\/span> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No pr\u00f3ximo dia 26 de fevereiro o Laborat\u00f3rio Corpus receber\u00e1 duas importantes defesas de disserta\u00e7\u00e3o. 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