{"id":368,"date":"2017-08-30T13:52:53","date_gmt":"2017-08-30T16:52:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/?p=368"},"modified":"2019-08-02T14:10:48","modified_gmt":"2019-08-02T17:10:48","slug":"factors-4-0","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/2017\/08\/30\/factors-4-0","title":{"rendered":"FACTORS 4.0"},"content":{"rendered":"\n<p>O\u00a0<strong>FACTORS 4.0<\/strong>\u00a0tem como argumento a concep\u00e7\u00e3o de bioarte, que acolhe diferentes pr\u00e1ticas art\u00edsticas produzidas atrav\u00e9s de seres vivos e recursos naturais, em contato com meios e tecnologias artificiais. Essa concep\u00e7\u00e3o, mais recente no campo da arte contempor\u00e2nea, pode ser entendida n\u00e3o apenas como uma pesquisa da \u00e1rea da arte entrela\u00e7ada com a \u00e1rea da biologia, mas tamb\u00e9m, da biotecnologia e da bioengenharia, propiciando rela\u00e7\u00f5es transdisciplinares. Como proposi\u00e7\u00e3o art\u00edstica, a bioarte pode ser considerada como um conceito transversal para pensar a arte, a ci\u00eancia e a tecnologia, suas implica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e \u00e9ticas. Nesse sentido, as obras\/projetos expostos neste festival promovem um di\u00e1logo entre o natural e o artificial, em que os paradigmas da bioarte funcionam como uma plataforma de desdobramento ou, ao contr\u00e1rio, como termo de oposi\u00e7\u00e3o, confronta\u00e7\u00e3o e contraponto cr\u00edtico. Estas obras geram no conjunto do interesse transdisciplinar questionamentos sobre o entorno e os sistemas interativos, aproximando de modo instigante, e nem por isso menos conflitante, a investiga\u00e7\u00e3o art\u00edstica e cient\u00edfica.\u00a0<\/p>\n<div>O festival, ao tratar da bioarte, n\u00e3o s\u00f3 perpassa propostas que abordam rela\u00e7\u00f5es metam\u00f3rficas entre os dispositivos e os ambientes naturais, mas vale-se da tecnologia para criar um v\u00ednculo entre diversos mundos sutis e fr\u00e1geis e as poss\u00edveis ressignifica\u00e7\u00f5es diante da presen\u00e7a de organismos vivos. Diversos problemas relacionados ao meio-ambiente, como a mudan\u00e7a clim\u00e1tica, a extin\u00e7\u00e3o da diversidade da fauna e da flora, a deteriora\u00e7\u00e3o e contamina\u00e7\u00e3o de solos, \u00e1guas e ar, e o esgotamento dos recursos naturais, s\u00e3o evid\u00eancias do grande rastro das atividades, processos e comportamentos humanos, que dia a dia transformam e deterioram nosso ecossistema. As obras revelam que a ressignifica\u00e7\u00e3o dos elementos naturais utilizados se d\u00e1 no momento em que eles s\u00e3o modificados, a partir da interven\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e dos experimentos cient\u00edficos, assim como no confronto com a a\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria natureza. Mas cada obra revela tamb\u00e9m, naquilo que lhe constitui de natural e artificial, seus pr\u00f3prios paradigmas de bioarte. E pode desencadear no p\u00fablico, atrav\u00e9s de uma experi\u00eancia art\u00edstica e sensorial ao mesmo tempo particular e diversificada, uma postura de afastamento ou de aproxima\u00e7\u00e3o, do compromisso coletivo.<\/div>\n<div>Uma sinfonia acoplada de fluxos, que expandem a cena e a contraem ao mesmo tempo, constitui este entorno onde seres naturais e artificiais dialogam em igualdade de condi\u00e7\u00f5es. Se a aventura (p\u00f3s)humana questiona a hegemonia do sujeito, como entidade monop\u00f3lica que garante a din\u00e2mica de domina\u00e7\u00e3o, a presun\u00e7\u00e3o de uma rela\u00e7\u00e3o interesp\u00e9cies cristaliza e expande o pensamento transdisciplinar.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>Curadoria:<\/strong>\u00a0Nara Cristina Santos (UFSM) e Mariela Yeregui (UNTREF)<\/div>\n<div><strong>Assistente Curadoria:<\/strong>\u00a0Manoela Vares e Andrea Capssa (UFSM) e Ana Laura Cantera (UNTREF)<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><iframe src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/235461593?autoplay=1&amp;loop=1&amp;color=ffffff&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0\" width=\"900\" height=\"506\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe>\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\n<div>Em 2017, o\u00a0<strong>Festival de Arte Ci\u00eancia e Tecnologia do RS<\/strong>\u00a0apresenta propostas transdisciplinares, individuais e coletivas, realizadas por artistas nacionais e internacionais, tanto com trajet\u00f3ria consolidada como jovens artistas. S\u00e3o onze obras\/projetos que tratam de bioarte, incluindo biotecnologia e dialogando com a rob\u00f3tica.<\/div>\n<div>Rob\u00f4s Mistos (2016), um projeto do\u00a0<strong>Grupo de Pesquisa Robots Mestizos<\/strong>\u00a0(UNTREF), prop\u00f5e um espa\u00e7o para reexaminar certos princ\u00edpios subjacentes na cria\u00e7\u00e3o rob\u00f3tica. Os paradigmas rob\u00f3ticos se encontram ancorados no universo da modernidade e, portanto, fortemente vinculados \u00e0 ideia do progresso, funcionalidade tecnol\u00f3gica e modelos tecnocr\u00e1ticos, todos suscet\u00edveis de an\u00e1lise e colocados em crise em um contexto latino-americano onde a modernidade aparece como um conceito ilus\u00f3rio ou, ao menos, problem\u00e1tico. Para o grupo, o conceito central \u00e9 a quest\u00e3o da invas\u00e3o do Outro e, portanto, assume-se a necessidade de criar um Outro (Outro que invade, que manifesta sua alteridade monstruosa), assumindo sua natureza fronteiri\u00e7a: Outro tecnol\u00f3gico\/Outro Tel\u00farico, inspirado nos seres mitol\u00f3gicos do imagin\u00e1rio latino-americano.<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>A ideia de invas\u00e3o do Outro pode ser compreendida na obra de\u00a0<strong>Eduardo Kac<\/strong>, n\u00e3o no que manifesta de alteridade, mas sim naquilo que revela como dualidade, entre dois seres vivos, por\u00e9m, de esp\u00e9cies diferentes: um ser humano e uma flor. \u00c9 o caso de Ed\u00fania (2003-2008), uma pet\u00fania transg\u00eanica criada na parceria entre Kac e cientistas da \u00e1rea da biologia e gen\u00e9tica. Nesta planta, a cria\u00e7\u00e3o parte do DNA do artista misturado ao DNA da flor, cuja prote\u00edna produz uma muta\u00e7\u00e3o na forma de veias vermelhas que est\u00e3o vis\u00edveis em suas p\u00e9talas, originalmente cor-de-rosa. O gene \u00e9 escolhido estrategicamente para ser inserido na flor, uma vez que ele \u00e9 o respons\u00e1vel por rejeitar corpos estranhos do corpo do artista, o que contribui em parte para um questionamento sobre os limites do eu\/Outro, mas, sobretudo para refletir sobre as implica\u00e7\u00f5es \u00e9ticas na manipula\u00e7\u00e3o de plantas.\u00a0<\/div>\n<div>Na videoinstala\u00e7\u00e3o Jardim colaborativo de Fritz M\u00fcller em Open Frameworks (2017), a artista\u00a0<strong>Yara Guasque<\/strong>\u00a0(UDESC) e\u00a0<strong>Kau\u00ea Costa<\/strong>\u00a0evidenciam a materialidade da interlocu\u00e7\u00e3o entre o ingl\u00eas Charles Darwin e o alem\u00e3o naturalizado brasileiro Fritz M\u00fcller, que contribuiu com a teoria da evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Os naturalistas do s\u00e9culo XIX trocaram mudas de plantas, as quais constam nos arquivos do herb\u00e1rio Kew Royal Botanic Garden, na Inglaterra. A obra revela o entrecruzamento biol\u00f3gico e social ao ressaltar as taxonomias e termos cient\u00edficos compartilhados atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o e das redes de conhecimento. Tamb\u00e9m gera implica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e \u00e9ticas, n\u00e3o nas parcerias estabelecidas, mas no envio e troca de material vivo para investiga\u00e7\u00f5es cient\u00edficas em outros pa\u00edses.<\/div>\n<div>Parte do processo de desenvolvimento e de vida das plantas pode ser acompanhado na obra de\u00a0<strong>Rebeca Stumm<\/strong>. Trans(forma)a\u00e7\u00e3o assistida (2017) constitui-se em uma instala\u00e7\u00e3o onde plantas s\u00e3o cultivadas em pequenos orif\u00edcios feitos na argila. Nesta obra, a artista tem a inten\u00e7\u00e3o de remeter \u00e0 verticalidade de um jardim urbano ou floresta artificial, cujo crescimento acontece por meio da umidade, luz e compostos org\u00e2nicos. O processo \u00e9 impregnado de visualidades e temporalidades distintas, \u00e0 medida em que as plantas s\u00e3o geradas, crescem e se decomp\u00f5em, mantendo o registro do seu ciclo vital. Organizada pelo acaso, a argila modelada em forma de potes, sustenta a vida das plantas e torna esta estrutura um misto de caos e equil\u00edbrio.<\/div>\n<div>Na rela\u00e7\u00e3o mais direta entre arte, biologia, tecnologia e natureza, o artista\u00a0<strong>Guto N\u00f3brega<\/strong>\u00a0com apoio do\u00a0<strong>Grupo NANO<\/strong>\u00a0apresenta um trabalho que envolve plantas e microambientes, numa concep\u00e7\u00e3o denominada hiperorg\u00e2nica. Em sua obra Bot-anic (2012), ele cria um ser h\u00edbrido entre o org\u00e2nico e o artificial, composto por uma planta e por um sistema rob\u00f3tico. Esse projeto interativo permite ao p\u00fablico presenciar uma planta reagindo ao ambiente em que se encontra, em estado de repouso e de intera\u00e7\u00e3o. Tal como o que acontece com o girassol, o sistema rob\u00f3tico permite que a planta reaja ao ambiente e ao p\u00fablico presente na exposi\u00e7\u00e3o, e se desloque para onde h\u00e1 luz, ingrediente fundamental para sua sobreviv\u00eancia. O trabalho permite refletir sobre uma poss\u00edvel autonomia das plantas e seus comportamentos emergentes, numa experi\u00eancia que pode afetar a consci\u00eancia do interator sobre a rela\u00e7\u00e3o entre plantas e m\u00e1quinas e ampliar a sua compreens\u00e3o do ambiente.<\/div>\n<div>\n<div>A influ\u00eancia da luz nas plantas tamb\u00e9m \u00e9 objeto de pesquisa na instala\u00e7\u00e3o PLNT3 (2017), de\u00a0<strong>Raul Dotto<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Walesca Timmen<\/strong>, composta por uma planta que, sob influ\u00eancia de luz em variados comprimentos de ondas, permite acompanhar o seu processo biol\u00f3gico de gera\u00e7\u00e3o. O crescimento e os est\u00e1gios de desenvolvimento da planta tamb\u00e9m s\u00e3o expostos, a partir de registros fotogr\u00e1ficos, atrav\u00e9s de um monitor. Os artistas optaram pelo uso da luz de LED, por sua efici\u00eancia energ\u00e9tica e redu\u00e7\u00e3o de calor. Esta ilumina\u00e7\u00e3o proporciona um experimento alinhado com as contribui\u00e7\u00f5es que a tecnologia oferece como alternativa para um desenvolvimento sustent\u00e1vel.\u00a0<\/div>\n<div>Com Rizosfera FM (2016), o grupo Eletrobiotas composto por\u00a0<strong>Gabriela Mungu\u00eda<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Lupita Ch\u00e1vez<\/strong>, explora a diversidade e a possibilidade de novos di\u00e1logos interesp\u00e9cies atrav\u00e9s da instala\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o sonora, com um conjunto de diferentes plantas presentes no mesmo lugar. Inspiradas nas infinitas formas de vida que habitam a rizosfera, seus processos e rela\u00e7\u00f5es, as artistas constroem um complexo sistema org\u00e2nico-radiof\u00f4nico vivo por meio da apropria\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de r\u00e1dio FM. A integra\u00e7\u00e3o de elementos biol\u00f3gicos, de comunica\u00e7\u00e3o remota, da apropria\u00e7\u00e3o de tecnologias, do som, da luz, das frequ\u00eancias, dos ritmos, das sintonias e das poss\u00edveis linguagens na obra, prop\u00f5em pensar a hibrida\u00e7\u00e3o de sistemas como mecanismo e processo de co-cria\u00e7\u00e3o, sens\u00edvel ao olhar e interpreta\u00e7\u00e3o sobre aqueles micro-habitats onde infinitos seres co-habitam, interagem, constroem e se expressam.\u00a0<\/div>\n<div>J\u00e1 a instala\u00e7\u00e3o Ausculta (2017), de\u00a0<strong>Fernando Codevilla<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Leonardo Arzeno<\/strong>, propicia um percurso ao redor de troncos de \u00e1rvores dispostos no piso, cujos espa\u00e7os de circula\u00e7\u00e3o entre os peda\u00e7os de madeira s\u00e3o preenchidos com sons emitidos por alto-falantes. O \u00e1udio \u00e9 composto pela paisagem sonora de uma \u00e1rea florestal combinada com os sons gerados no processo de sonifica\u00e7\u00e3o, por meio de sensores que captam a vibra\u00e7\u00e3o das plantas. As imagens fazem referencia ao lugar onde ocorreu a capta\u00e7\u00e3o sonora e revelam apenas silhuetas em um jogo de luz e sombra. Ao procurar auscultar as plantas, a obra evidencia os sons que est\u00e3o presentes no nosso cotidiano, para os quais n\u00e3o estamos atentos, assim como pode revelar o nosso sil\u00eancio diante das a\u00e7\u00f5es contra a natureza. \u00a0<\/div>\n<div>Uma poss\u00edvel transforma\u00e7\u00e3o das ondas sonoras que habitam, invis\u00edveis, o som ambiente ou ru\u00eddo de fundo \u00e9 proposta em Rio Callado (2017), instala\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Paula Guerzensvaig<\/strong>\u00a0com apoio do designer de\u00a0<strong>Juan Leon Sarmiento<\/strong>. A obra procura transformar o som e a sua percep\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de um percurso pelo fluxo el\u00e9trico a fim de organizar uma cadeia de transduc\u00e7\u00e3o eletro-ac\u00fastica, composta por microfones subaqu\u00e1ticos (hidrofones), cabos, amplificadores e auto-falantes. Assim como o processo de cristaliza\u00e7\u00e3o de um mineral precioso, o som \u00e9 captado, mediado e filtrado pela \u00e1gua, para logo ser decantado, ponderado e exposto. A \u00e1gua interfere no processo como uma peneira e seletor sonoro, oferecendo sua impress\u00e3o particular.<\/div>\n<div>\n<div><strong>Ana Laura Cantera<\/strong>\u00a0chama aten\u00e7\u00e3o para alguns processos naturais pouco percept\u00edveis, como a lenta decomposi\u00e7\u00e3o de uma fruta em Evolu\u00e7\u00e3o de uma partida (2015-2016). Nesta instala\u00e7\u00e3o a artista dirige seu olhar para aqueles fen\u00f4menos vitais de equil\u00edbrio da biosfera, mas que escapam \u00e0 visibilidade humana: a energia vegetal, o potencial da terra como substrato, o acionar das bact\u00e9rias e a atividade de oxida\u00e7\u00e3o. Todos estes fen\u00f4menos s\u00e3o caracterizados como \u201cminiaturas\u201d e, nestes pequenos mundos, os dispositivos eletr\u00f4nicos da obra possibilitam perceber a sucess\u00e3o de morte, g\u00eanese e recomposi\u00e7\u00e3o no ciclo da mat\u00e9ria atrav\u00e9s de um fruto que se descomp\u00f5e e transmite essas modifica\u00e7\u00f5es a uma matriz org\u00e2nica. Ela recebe a informa\u00e7\u00e3o e altera as condi\u00e7\u00f5es para o crescimento de micromundos e desenhos f\u00fangicos.<\/div>\n<div>As frutas, assim como outros vegetais, s\u00e3o tamb\u00e9m a quest\u00e3o central da obra do artista\u00a0<strong>Gilbertto Prado<\/strong>\u00a0e o\u00a0<strong>Grupo Po\u00e9ticas Digitais<\/strong>, que apresentam M\u00e1quinas de Choque 1 (2016), uma instala\u00e7\u00e3o composta de elementos org\u00e2nicos, como milho, pimentas e laranjas, al\u00e9m de dispositivos tecnol\u00f3gicos. Os elementos naturais, nessaobra, s\u00e3o utilizados como d\u00ednamos para gera\u00e7\u00e3o de energia e possibilitar choques el\u00e9tricos, em alus\u00e3o aos processos de coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa e hisp\u00e2nica. O t\u00edtulo da obra faz refer\u00eancia aos Toqueros e suas caixas tradicionalmente usadas na Cidade do M\u00e9xico para al\u00edvio do estresse, da embriaguez, ou apenas para provar a valentia daqueles que se autoinfligem os choques el\u00e9tricos.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>Expografia:<\/strong>\u00a0Nara Cristina Santos, Cristina Landerdahl e Rittieli Quaiatto (PPGART\/UFSM)<\/div>\n<div><strong>Media\u00e7\u00e3o FACTORS 4.0:<\/strong>\u00a0Rittieli Quaiatto (Coord.)<\/div>\n<div><strong>Mediadores:<\/strong>\u00a0Amabile Menezes Tolio, Daniel Jaenisch Lopes, Dieina Marin, Emanuelle Rizzi Cecchin, Henrique Walter Ribeiro, Laryssa Machado da Silva, Pablo Rodrigues Pinheiro CAV\/UFSM<\/div>\n<div><strong>Equipe Apoio T\u00e9cnico\/Tecnol\u00f3gico:<\/strong>\u00a0S\u00e9rgio Luis May, Laurence Moraes CAL\/UFSM e Evaristo Jos\u00e9 do Nascimento LABINTER<\/div>\n<div><strong>Marca:<\/strong>\u00a0Carlos Donaduzzi<\/div>\n<div><strong>Design gr\u00e1fico:<\/strong>\u00a0Cristina Landerdahl<\/div>\n<div><strong>Organiza\u00e7\u00e3o\/Divulga\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Jornalista Natascha Carvalho LABART\/UFSM<\/div>\n<div><strong>Coordena\u00e7\u00e3o FACTORS:<\/strong>\u00a0Nara Cristina Santos, Andrea Capssa, Carlos Donaduzzi e Fernando Codevilla<\/div>\n<\/div>\n<\/div><p><br data-mce-bogus=\"1\"><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-gallery columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/Cartaz_FACTORS4-01okok-727x1024.png\" alt=\"\" data-id=\"369\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/cartaz_factors4-01okok\/\" class=\"wp-image-369\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/Folheto-digital_Factors-BienalSur-1024x768.jpg\" alt=\"\" data-id=\"370\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/folheto-digital_factors-bienalsur\/\" class=\"wp-image-370\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/Convite-Digital_Factors-BienalSur-1024x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"371\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/convite-digital_factors-bienalsur\/\" class=\"wp-image-371\" \/><\/figure><\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/IMG_9287_FER.jpg\" alt=\"\" data-id=\"372\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/img_9287_fer\/\" class=\"wp-image-372\" \/><figcaption>Guto N\u00f3brega e Grupo Nano &#8211; Bot_anic, 2012<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/MG_5864_WAL-683x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"373\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/_mg_5864_wal\/\" class=\"wp-image-373\" \/><figcaption>Walesca Timmen e Raul Dotto Rosa &#8211; PLNT3, 2017<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/IMG_9244_FER-1024x683.jpg\" alt=\"\" data-id=\"374\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/img_9244_fer\/\" class=\"wp-image-374\" \/><figcaption>Eduardo Kac &#8211; Ed\u00fania, 2003-08<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/IMG_9258_FER-1024x683.jpg\" alt=\"\" data-id=\"375\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/img_9258_fer\/\" class=\"wp-image-375\" \/><figcaption>Gilberto Prado e Grupo Po\u00e9ticas Digitais &#8211; M\u00e1quina de Choque 1, 2016<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/IMG_9226_FER-1024x683.jpg\" alt=\"\" data-id=\"376\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/img_9226_fer\/\" class=\"wp-image-376\" \/><figcaption>Gabriela L\u00edlian Mungu\u00eda Ort\u00edz e Guadalupe Ch\u00e1vez Prado &#8211; Rizosfera FM, 2016<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/MG_5892_WAL-1024x683.jpg\" alt=\"\" data-id=\"377\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/_mg_5892_wal\/\" class=\"wp-image-377\" \/><figcaption>Rebeca Stumm &#8211; Trans(forma)a\u00e7\u00e3o Assistida, 2017<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/IMG_9246_FER-1024x683.jpg\" alt=\"\" data-id=\"379\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/img_9246_fer\/\" class=\"wp-image-379\" \/><figcaption>Yara Guasque e Kaue Costa &#8211; Jardim Colaborativo de Fritz M\u00fcller em Open Frameworks, 2017<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/IMG_9343_FER-1024x683.jpg\" alt=\"\" data-id=\"378\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/img_9343_fer\/\" class=\"wp-image-378\" \/><figcaption>Ana Laura Cantera &#8211; Evolu\u00e7\u00e3o de uma partida, 2015 &#8211; 16<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/IMG_9193_FER.jpg\" alt=\"\" data-id=\"381\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/img_9193_fer\/\" class=\"wp-image-381\" \/><figcaption>Paula Guersenzvaig &#8211; Rio Callado, 2017<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/MG_6331_WAL-1024x683.jpg\" alt=\"\" data-id=\"380\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/_mg_6331_wal\/\" class=\"wp-image-380\" \/><figcaption>Mariela Yeregui, Miguel Grassi, Laura Nieves e Leandro Nu\u00f1es &#8211; Robots Mestizos, 2016<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/wp-content\/uploads\/sites\/642\/2019\/08\/FACTORS-4-CASSIO-iloveimg-converted-683x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"382\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/factors-4-cassio-iloveimg-converted\/\" class=\"wp-image-382\" \/><figcaption>Fernando Codevilla e Leonardo Arzeno &#8211; Ausculta, 2017<\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Imagens | Walesca Timmen, Fernanda Codinotti, Cassio Lemos<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><iframe title=\"Aplauso - Factors 4.0\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Hpp7olqPvQY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Acesse +Mostra 4.0 \u27a5 \u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labart\/mostra-4-0\/\">Link<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O\u00a0FACTORS 4.0\u00a0tem como argumento a concep\u00e7\u00e3o de bioarte, que acolhe diferentes pr\u00e1ticas art\u00edsticas produzidas atrav\u00e9s de seres vivos e recursos naturais, em contato com meios e tecnologias artificiais. 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