Ir para o conteúdo LabInter Ir para o menu LabInter Ir para a busca no site LabInter Ir para o rodapé LabInter
  • Acessibilidade
  • Sítios da UFSM
  • Área restrita

Aviso de Conectividade Saber Mais

Início do conteúdo

Same Same But Different

Andreia Oliveira, Ashleigh Ruiters, Cassio Lemos, Dikeledi Maponya, Eduardo Custodio, Evaristo Nascimento, Fabio Almeida, Fanie Ndlovu, Indira Richeter, Luyanda Zindela, Reddy Bambi, Sarah Kieswestter, Tasneem Seedat, Timothy Adeliyi

Same Same, but Different is a transdisciplinary collaboration project between the Durban University of Technology (South Africa) and the Interdisciplinary Interactive Laboratory (LabInter) of the University of Santa Maria (Brazil). This project involved the collaborative effort of staff and students from Visual Arts, Engineering, Computer Science, and Video to create an interactive electronic art installation. It was facilitated by academic staff members Prof. Andréia Oliveria (LabInter) and Tasneem Seedat (DUT). The project aimed at developing transdisciplinary practice and international collaboration among post-graduate students at DUT. Same Same, but Different explored the ISEA 2018 theme Tensions between Hybridisation and Purity. The theme is explored through the production of a participatory electronic art device that uses water as a metaphor for access to Internet bandwidth and information through visible representation of primary and secondary data.


Same, Same, but Different é um projeto de colaboração transdisciplinar entre o Laboratório de Arte e Ciência da Universidade de Tecnologia de Durban (África do Sul) e o Laboratório Interativo Interdisciplinar (LabInter) da Universidade de Santa Maria (Brasil). Este projeto reúne pessoas de Artes Visuais, Engenharia, Ciência da Computação e Vídeo para criar uma arte eletrônica interativa. Nosso primeiro momento de trabalho foi em novembro de 2017 no evento Digifest 2017.

Posteriormente, continuamos a desenvolver nosso projeto por meio de encontros a distância. O tema é explorado através da produção colaborativa de uma instalação de arte eletrônica participativa que usa a água como uma metáfora para o acesso à largura de banda da Internet e a informação como uma representação visível dos dados primários e secundários. 

Nosso projeto de instalação de arte eletrônica interativa busca ativar o espaço do porão recém-renovado da Biblioteca do Campus da Cidade da Universidade de Tecnologia de Durban. Este espaço escolhido simbolicamente se liga ao nosso projeto porque as bibliotecas são tradicionalmente vistas como uma fonte de informação livre e aberta que todos podem acessar. A ativação do espaço de subsolo da biblioteca é significativa porque aponta para a noção de biblioteca como um poço do qual todos podem extrair a água do conhecimento e da informação para se tornar um participante informado na democracia. 

O projeto também procura comentar sobre a disponibilidade de largura de banda e acesso à informação por parte dos estudantes e como as circunstâncias  socioeconômicas podem afetar esse acesso. Instalamos o trabalho em duas salas, a primeira sala contem uma instalação interativa onde os efeitos de água LED são projetados nas paredes. 

Na segunda sala há uma instalação de vídeo apresentando depoimentos e exibições de dados de Moçambique, Brasil e RSA. Além disso, temos códigos QR para que os participantes possam se conectar ao site do nosso projeto  

Este projeto visa reforçar uma iniciativa de colaboração interdisciplinar ao longo de um eixo Sul-Sul entre a RSA e o Brasil, à luz dos dois países enfrentando desafios artísticos, culturais e socioeconômicos semelhantes.