{"id":1835,"date":"2026-05-05T14:15:58","date_gmt":"2026-05-05T17:15:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labinter\/?page_id=1835"},"modified":"2026-05-05T14:42:02","modified_gmt":"2026-05-05T17:42:02","slug":"teses","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/laboratorios\/labinter\/teses","title":{"rendered":"Teses"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"1835\" class=\"elementor elementor-1835\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-e98c7b4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"e98c7b4\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-a2a5194\" data-id=\"a2a5194\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a9c07c1 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a9c07c1\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<h5><em><a href=\"https:\/\/repositorio.ufsm.br\/handle\/1\/34565\">Arte colaborativa como terreno de tecnodiversidade: DNA Afetivo Kam\u00ea e Kanhru e coletivo Jeap\u00f3<\/a>.<\/em><\/h5><h6><strong><span style=\"color: black;font-size: 1rem\">Autora: Kalinka Mallmann\u00a0<\/span><\/strong><\/h6><p style=\"color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px;text-align: justify\">As pr\u00e1ticas art\u00edsticas colaborativas desenvolvidas com comunidades ind\u00edgenas do Sul do Brasil, desde 2016, s\u00e3o investigadas, nesse trabalho, a partir de uma pesquisa em po\u00e9ticas visuais. Entre fazeres art\u00edsticos e reflex\u00f5es te\u00f3ricas \u00e9 elaborado um discurso que proporciona pensarmos no conceito de cosmot\u00e9cnica e de tecnodiversidade, ambos sugeridos pelo fil\u00f3sofo chin\u00eas Yuk Hui. Essas produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas coletivas, realizadas com essas comunidades, dialogam com suas demandas e especificidades locais, refor\u00e7ando as diretrizes dos te\u00f3ricos da arte colaborativa na contemporaneidade, como Grant\u2019 H Kester e Pablo Helguera. Tanto o projeto DNA Afetivo Kam\u00ea e Kanhru, em\/com comunidade Kaing\u00e1ng, quanto as pr\u00e1ticas do coletivo Jeap\u00f3, em\/com comunidade Guarani Mbya, permitiram insigths cosmot\u00e9cnicos, os quais v\u00e3o sendo revelados por meio de uma abordagem interpretativa pessoal. Esse estudo problematiza como o \u00e2mbito da arte colaborativa poder\u00e1 contribuir com a efetiva\u00e7\u00e3o da tecnodiversidade na nossa sociedade contempor\u00e2nea. Uma vez que a tecnodiversidade, em suas m\u00faltiplas cosmot\u00e9cnicas, se constitui como um dos caminhos poss\u00edveis para subverter a crise que nos encontramos, fundamentada numa vis\u00e3o euroc\u00eantrica e hegem\u00f4nica sobre o mundo e sobre as coisas do mundo. Portanto, que possamos produzir outras tecnologias e n\u00e3o apenas novas tecnologias, diversificando a experi\u00eancia art\u00edstica e tecnol\u00f3gica como caminhos alternativos.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ee4ecff elementor-widget elementor-widget-spacer\" data-id=\"ee4ecff\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4524ae7 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4524ae7\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<h5 class=\"page-header first-page-header\"><em><a href=\"https:\/\/repositorio.ufsm.br\/handle\/1\/35883\">Metaecossistema arte-ci\u00eancia-tecnologia em redes simpoi\u00e9ticas.<\/a><\/em><\/h5><h6 class=\"page-header first-page-header\"><strong>Autor: Matheus Moreno dos Santos Camargo<\/strong><\/h6><p><span style=\"font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px;text-align: justify\">As pr\u00e1ticas art\u00edsticas colaborativas desenvolvidas com comunidades ind\u00edgenas do Sul do Brasil, desde 2016, s\u00e3o investigadas, nesse trabalho, a partir de uma pesquisa em po\u00e9ticas visuais. Entre fazeres art\u00edsticos e reflex\u00f5es te\u00f3ricas \u00e9 elaborado um discurso que proporciona pensarmos no conceito de cosmot\u00e9cnica e de tecnodiversidade, ambos sugeridos pelo fil\u00f3sofo chin\u00eas Yuk Hui. Essas produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas coletivas, realizadas com essas comunidades, dialogam com suas demandas e especificidades locais, refor\u00e7ando as diretrizes dos te\u00f3ricos da arte colaborativa na contemporaneidade, como Grant\u2019 H Kester e Pablo Helguera. Tanto o projeto DNA Afetivo Kam\u00ea e Kanhru, em\/com comunidade Kaing\u00e1ng, quanto as pr\u00e1ticas do coletivo Jeap\u00f3, em\/com comunidade Guarani Mbya, permitiram insigths cosmot\u00e9cnicos, os quais v\u00e3o sendo revelados por meio de uma abordagem interpretativa pessoal. Esse estudo problematiza como o \u00e2mbito da arte colaborativa poder\u00e1 contribuir com a efetiva\u00e7\u00e3o da tecnodiversidade na nossa sociedade contempor\u00e2nea. Uma vez que a tecnodiversidade, em suas m\u00faltiplas cosmot\u00e9cnicas, se constitui como um dos caminhos poss\u00edveis para subverter a crise que nos encontramos, fundamentada numa vis\u00e3o euroc\u00eantrica e hegem\u00f4nica sobre o mundo e sobre as coisas do mundo. Portanto, que possamos produzir outras tecnologias e n\u00e3o apenas novas tecnologias, diversificando a experi\u00eancia art\u00edstica e tecnol\u00f3gica como caminhos alternativos.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ccc40bb elementor-widget elementor-widget-spacer\" data-id=\"ccc40bb\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-171972e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"171972e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<h5 class=\"page-header first-page-header\"><em><a href=\"https:\/\/repositorio.ufsm.br\/handle\/1\/34945\">Sinestesia, bricolagem, montagem: entre o visual e o aud\u00edvel<\/a><\/em><\/h5><h6 class=\"page-header first-page-header\"><strong>Autor: Marcelo de Campos Velho Birck<\/strong><\/h6><p><span style=\"font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px;text-align: justify\">As pr\u00e1ticas art\u00edsticas colaborativas desenvolvidas com comunidades ind\u00edgenas do Sul do Brasil, desde 2016, s\u00e3o investigadas, nesse trabalho, a partir de uma pesquisa em po\u00e9ticas visuais. Entre fazeres art\u00edsticos e reflex\u00f5es te\u00f3ricas \u00e9 elaborado um discurso que proporciona pensarmos no conceito de cosmot\u00e9cnica e de tecnodiversidade, ambos sugeridos pelo fil\u00f3sofo chin\u00eas Yuk Hui. Essas produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas coletivas, realizadas com essas comunidades, dialogam com suas demandas e especificidades locais, refor\u00e7ando as diretrizes dos te\u00f3ricos da arte colaborativa na contemporaneidade, como Grant\u2019 H Kester e Pablo Helguera. Tanto o projeto DNA Afetivo Kam\u00ea e Kanhru, em\/com comunidade Kaing\u00e1ng, quanto as pr\u00e1ticas do coletivo Jeap\u00f3, em\/com comunidade Guarani Mbya, permitiram insigths cosmot\u00e9cnicos, os quais v\u00e3o sendo revelados por meio de uma abordagem interpretativa pessoal. Esse estudo problematiza como o \u00e2mbito da arte colaborativa poder\u00e1 contribuir com a efetiva\u00e7\u00e3o da tecnodiversidade na nossa sociedade contempor\u00e2nea. Uma vez que a tecnodiversidade, em suas m\u00faltiplas cosmot\u00e9cnicas, se constitui como um dos caminhos poss\u00edveis para subverter a crise que nos encontramos, fundamentada numa vis\u00e3o euroc\u00eantrica e hegem\u00f4nica sobre o mundo e sobre as coisas do mundo. Portanto, que possamos produzir outras tecnologias e n\u00e3o apenas novas tecnologias, diversificando a experi\u00eancia art\u00edstica e tecnol\u00f3gica como caminhos alternativos.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arte colaborativa como terreno de tecnodiversidade: DNA Afetivo Kam\u00ea e Kanhru e coletivo Jeap\u00f3. Autora: Kalinka Mallmann\u00a0 As pr\u00e1ticas art\u00edsticas colaborativas desenvolvidas com comunidades ind\u00edgenas do Sul do Brasil, desde 2016, s\u00e3o investigadas, nesse trabalho, a partir de uma pesquisa em po\u00e9ticas visuais. 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