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			<description>Laboratório de Sensoriamento Remoto</description>
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	<title>LABSERE</title>
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						<item>
				<title>Em construção!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/inventario-real</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 13:42:15 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Agências</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/agencias</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 13:41:37 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[CAPES &#8211; Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superio CNPq &#8211; Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística INPE &#8211; Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais USGS &#8211; Serviço Geológico dos Estados Unidos (United States Geological Survey) ESA &#8211; Agência Espacial Europeia (Agence spatiale européenne) EMBRAPA monitoramento por [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><strong><a href="http://www.capes.gov.br/">CAPES - </a></strong>Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superio</p>
<p><strong><a href="http://cnpq.br/">CNPq - </a></strong>Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico</p>
<p><strong><a href="http://www.ibge.gov.br/home/">IBGE - </a></strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</p>
<p><strong><a href="http://www.inpe.br/">INPE - </a></strong>Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais</p>
<p><strong><a href="http://earthexplorer.usgs.gov/">USGS - </a></strong>Serviço Geológico dos Estados Unidos (<em>United States Geological </em></p>
<p><em>Survey</em>)</p>
<p><strong><a href="http://www.esa.int/ESA">ESA - </a></strong>Agência Espacial Europeia<em> (Agence spatiale européenne)</em></p>
<p><strong><a href="https://www.embrapa.br/monitoramento-por-satelite">EMBRAPA monitoramento por satélite - </a></strong>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária</p>
<p><strong><a href="http://www.fatecsm.org.br/">FATEC - </a></strong>Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência</p>
<p><strong><a href="http://www.selperbrasil.org.br/">SELPER - </a></strong>Sociedade de Especialistas Latino-americanos em Sensoriamento Remoto</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ensino</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/ensino</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 12:26:02 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[    No ensino, o LABSERE é responsável pelo desenvolvimento de conteúdo científico e técnico nas áreas de Sensoriamento Remoto, Geoprocessamento e Computação Aplicada para o curso de Graduação em Engenharia Florestal e Pós-Graduação em Engenharia Florestal.   Nível Curso/Programa Disciplinas Graduação Engenharia Florestal EGR 1052 Sensoriamento Remoto     EGR 1036 Computação Aplicada à Engenharia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h4> </h4>
<h4> </h4>
<h4><span style="color: #333399">No ensino, o LABSERE é responsável pelo desenvolvimento de conteúdo científico e técnico nas áreas de Sensoriamento Remoto, Geoprocessamento e Computação Aplicada para o curso de Graduação em Engenharia Florestal e Pós-Graduação em Engenharia Florestal. </span><br /><span style="color: #333399"> </span></h4>
<table style="height: 185px;width: 100%;border-collapse: collapse;border-style: hidden">
<tbody>
<tr style="height: 10px">
<td style="width: 12.2212%;height: 10px;border-style: hidden">
<h3><span style="color: #000000;background-color: #ffffff"><strong>Nível</strong></span></h3>
</td>
<td style="width: 24.8189%;height: 10px;border-style: hidden">
<h3><span style="color: #000000;background-color: #ffffff"><strong>Curso/Programa</strong></span></h3>
</td>
<td style="width: 62.9598%;height: 10px;border-style: hidden">
<h3><span style="color: #000000;background-color: #ffffff"><strong>Disciplinas</strong></span></h3>
</td>
</tr>
<tr style="height: 23px">
<td style="width: 12.2212%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><strong>Graduação</strong></h5>
</td>
<td style="width: 24.8189%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><strong>Engenharia Florestal</strong></h5>
</td>
<td style="width: 62.9598%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><a href="https://www.ufsm.br/ementario/disciplinas/egr1052">EGR 1052 Sensoriamento Remoto</a></h5>
</td>
</tr>
<tr style="height: 23px">
<td style="width: 12.2212%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><strong> </strong></h5>
</td>
<td style="width: 24.8189%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><strong> </strong></h5>
</td>
<td style="width: 62.9598%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><a href="https://www.ufsm.br/ementario/disciplinas/egr1036">EGR 1036 Computação Aplicada à Engenharia Florestal</a></h5>
</td>
</tr>
<tr style="height: 23px">
<td style="width: 12.2212%;height: 23px;border-style: hidden"> </td>
<td style="width: 24.8189%;height: 23px;border-style: hidden"> </td>
<td style="width: 62.9598%;height: 23px;border-style: hidden"> </td>
</tr>
<tr style="height: 23px">
<td style="width: 12.2212%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><strong>Pós-Graduação</strong></h5>
</td>
<td style="width: 24.8189%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><strong>Engenharia Florestal</strong></h5>
</td>
<td style="width: 62.9598%;height: 23px;border-style: hidden">
<h5><a href="https://www.ufsm.br/ementario/disciplinas/egr907">EGR 907 Sensoriamento Remoto aplicado à Engenharia Florestal "A"</a></h5>
</td>
</tr>
<tr style="height: 37px">
<td style="width: 12.2212%;height: 37px;border-style: hidden"> </td>
<td style="width: 24.8189%;height: 37px;border-style: hidden"> </td>
<td style="width: 62.9598%;height: 37px;border-style: hidden">
<h5><a href="https://www.ufsm.br/ementario/disciplinas/egr906">EGR 906 Geoprocessamento aplicado à Engenharia Florestal "A"</a></h5>
</td>
</tr>
<tr style="height: 23px">
<td style="width: 12.2212%;height: 23px"> </td>
<td style="width: 24.8189%;height: 23px"> </td>
<td style="width: 62.9598%;height: 23px"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sobre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/informacoes-gerais</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 12:20:27 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[O Laboratório de Sensoriamento Remoto está localizado no prédio 44 J do Campus Sede da UFSM fazendo parte do Núcleo de Geotecnologias que administrativamente, pertence ao Departamento de Engenharia Rural do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria. Sua principal finalidade é apoiar atividades nas áreas de ensino (formação e capacitação de recursos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Laboratório de Sensoriamento Remoto está localizado no prédio 44 J do Campus Sede da UFSM fazendo parte do Núcleo de Geotecnologias que administrativamente, pertence ao Departamento de Engenharia Rural do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria. <br />Sua principal finalidade é apoiar atividades nas áreas de ensino (formação e capacitação de recursos humanos), pesquisa básica e aplicada e o desenvolvimento de atividades de extensão na UFSM. Atende demandas da comunidade externa a UFSM através do estabelecimento de parcerias público-privadas mediante o estabelecimento de protocolos, convênios ou contratos visando atender demandas específicas da área.</p>
<p><strong>Missão</strong><br />    Promover a formação/capacitação integral de acadêmicos oferecendo-lhes condições de conhecimento, desenvolvimento e difusão de tecnologias na área do Sensoriamento Remoto. Apoiar o ensino de graduação e pós-graduação, a pesquisa e a extensão em atividades de Sensoriamento Remoto em âmbito local, regional, nacional e internacional mediante a integração entre recursos humanos e o fomento de disponibilidades de infraestrutura.</p>
<p><strong>Valores:</strong><br />    Desejamos ter êxito em nossas atividades e assim, procuramos compartilhar os valores:<br />    . Ética<br />    . Justiça<br />    . Compromisso<br />    . Competência científica e técnica<br />    . Responsabilidade social e ambiental</p>
<p><strong>Visão de futuro:</strong><br />    Somos inspirados a cumprir com sucesso todas as atividades que representam para a equipe de trabalho propósitos permanentes servindo de base para o reconhecimento como referência na área de Sensoriamento Remoto na pesquisa, no ensino e na extensão.</p>
<p><strong>Método de trabalho:</strong><br />    . Desenvolver integrando pessoas e competências;<br />    . Ensinar praticando e/ou produzindo;<br />    . Produzir ensinando;<br />    . Valorizar a criatividade e a integração.</p>
<p><strong>Fatores Críticos de Sucesso:</strong><br />    . Comprometimento com a qualidade do trabalho;<br />    . Qualificação dos acadêmicos bolsistas;<br />    . Formação continuada;<br />    . Qualidade da informação produzida;<br />    . Gestão dos projetos de pesquisa e extensão;<br />    . Motivação da equipe de trabalho;<br />    . Infraestrutura;<br />    . Relacionamento interpessoal.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Produção Científica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/producao-cientifica</link>
				<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:38:58 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/projetos</link>
				<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:38:39 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[Pesquisa  As pesquisas estão agrupadas nas áreas de Espectrorradiometria, Sensores e Plataformas de Coleta de Dados, MensuraçãoFlorestal e Modelagem da Dinâmica de Uso e Cobertura da Terra. Abaixo algumas pesquisas já concluídas e publicadas:     1. AVALIAÇÃO DE CENÁRIOS DAS ILHAS DE CALOR NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA-RS    O objetivo desse trabalho é estimar, avaliar e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Pesquisa</h2>
<hr />
<p> As pesquisas estão agrupadas nas áreas de Espectrorradiometria, Sensores e Plataformas de Coleta de Dados, Mensuração<br />Florestal e Modelagem da Dinâmica de Uso e Cobertura da Terra. Abaixo algumas pesquisas já concluídas e publicadas:</p>
<p>   <strong> 1.</strong> AVALIAÇÃO DE CENÁRIOS DAS ILHAS DE CALOR NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA-RS</p>
<p>   O objetivo desse trabalho é estimar, avaliar e monitorar a temperatura da superfície do município de Santa Maria identificando as ilhas de calor ao longo dos últimos 20 anos utilizando técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento, por meio dos sensores TM e OLI dos satélites Landsat. O processo envolve etapas de calibração radiométrica, elaboração de índices de vegetação, emissividade e por fim o cálculo da temperatura da superfície. Os resultados devem ser correlacionados com o aumento da densidade urbana e diminuição das áreas verdes no município. Esperar-se-á que essas informações obtidas possam auxiliar na identificação das alterações climáticas que ocorrem na cidade de Santa Maria. Com base nesse modelo identificar a intensidade e a localização das ilhas de calor ao longo do tempo de estudo e atrelar os resultados na simulação de cenários futuros.</p>
<p><br />       <strong> 2.</strong> CARACTERIZAÇAO DE DOSSÉIS DE FRAGMENTOS FLORESTAIS USANDO SENSOR REMOTO RapidEye E VEÍCULO AÉREO NAO TRIPULADO (VANT)</p>
<p>   A maioria dos trabalhos que necessitam do levantamento de dados para subsídio ao inventário e ao manejo florestal, bem como levantamentos fitossociológicos são realizados basicamente à campo. Mesmo com a disponibilidade de diversas ferramentas baseadas em sistemas sensores remotos, as tecnologias são limitadas e há dificuldade em caracterizar adequadamente a vegetação e demais recursos naturais. Esse trabalho tem como objetivo identificar e caracterizar fragmentos de espécies nativas em diferentes formações de extratos florestais através de novas ferramentas de sensoriamento remoto. A execução da pesquisa compreendera as seguintes etapas: construção de um banco de dados e processamento das imagens, levantamento fotográfico aéreo com VANT e obtenção de dados a campo. Como resultados pretende demonstrar as potencialidades de imagens de satélites  RapidEye  e VANT Microdrone MD4-1000 para caracterizar dosséis em florestas nativas.</p>
<p><br />    <strong>3.</strong> TECNOLOGIA DE MONITORAMENTO AUTOMATIZADO DA COBERTURA FLORESTAL EM ÁREAS DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL NA REGIÃO CENTRO-SERRA DO RS</p>
<p>   O projeto consiste na realização de monitoramento de cobertura florestal em áreas de floresta ombrófila mista em três áreas (blocos geográficos) no estado do Rio Grande do Sul, compreendendo área aproximada total de 6.000 km2. O período de monitoramento será nos anos de 2011 a 2013, em três casiões temporais anuais, utilizando-se dados multiespectrais do sistema sensor REIS (RapidEye Earth Imaging System). A metodologia adotada compreenderá o processamento digital de imagens de alta resolução espacial e serão, determinadas classes de uso e cobertura da terra, com o nível de  detalhamento, compatível com as características dos dados de imagem e também, as normas técnicas vigentes para este tipo de dado. Como resultados, serão produzidos relatórios técnicos parciais, final e a disponibilização de dados em ambiente desktop com o aplicativos QGIS para gerenciamento de informações e também, a implementação de um sistema de informações geográficas em ambiente web utilizando-se da plataforma I3Geo, desenvolvida pelo Ministério de Meio Ambiente. Todos os dados e informações produzidas serão compatíveis com o aplicativo ArcGIS, formato shapefile.</p>
<p>   </p>
<p><strong>4.</strong>  MONITORAMENTO DO COMPORTAMENTO ESPECTRAL EM FLORESTAS PLANTADAS</p>
<p>   O objetivo deste estudo e desenvolver uma metodologia utilizando imagens do sensor MODIS (satélites TERRA e AQUA) para gerar estimativas de biomassa e carbono  nas florestas plantadas com Eucalyptus sp. em Santa Maria (RS). Os dados serão coletados, armazenados e processados de maneira a serem correlacionados com imagens de sensores orbitais. As coletas serão repetidas a cada mudança de estação climática; em cada parcela as coletas das folhas serão realizadas nas posições leste, oeste, norte, sul e central. As leituras de reflectância serão efetuadas com o aparelho espectrorradiômetro FieldSpec.</p>
<p> </p>
<p>    <strong>5.</strong>  ESTIMATIVA DE ÍNDICE DE ÁREA FOLHAR EM FLORESTAS NATIVAS COM ESPECTRORADIOMETRIA E DADOS DOS SENSORES ETM+ e ASTER</p>
<p>   Este estudo terá por objetivo encontrar uma nova aproximação para melhor estimar Índice de Área Folhar (LAI) em florestas com dossel inteiramente fechado. Embora haja muitos estudos precedentes para estimar LAI usando dados remotos de sensores óticos, não existem muitas evidências se a reflectância no espectro do vermelho e infra-vermelho próximo- NIR, seja  eficaz para estimar a LAI em condições de dossel fechado. Nesse estudo, será conduzido uma análise simples da correlação entre o LAI e a reflectância espectral em dois ajustes diferentes: a) medidas espectrais nas múltiplas camadas de amostras das folhas e b) reflectância de dados ASTER do satélite TERRA e dados ETM+ do satélite LANDSAT com o LAI medido a campo e próximos do dossel. Em ambos os casos, espera-se que os coeficientes de correlação entre o LAI e a reflectância espectral sejam mais elevados nas regiões do espectro infravermelho (SWIR) e espectro visível de comprimento de onda mais curto. Também, que a reflectância SWIR possa melhorar o potencial dos dados óticos dos sensores utilizados para estimar a LAI nas proximidades do dossel.</p>
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Extensão</h2>
<hr />
<p>Dentre as principais atividades de extensão promovidas no âmbito do Laboratório de Sensoriamento Remoto (LABSERE), podemos distinguir a produção de informações georreferenciadas para atendimento de projetos aplicados ao desenvolvimento local, regional e nacional mediante a formalização de Convênios com a <a href="http://www.ufsm.br/">UFSM</a> e a <a href="http://www.fatecsm.org.br/">Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC)</a> da Universidade Federal de Santa Maria. Também, desenvolvemos atividades de treinamentos em ferramentas de geotecnologias com o objetivo de capacitar usuários de informações geográficas à produzirem novas informações e análises a partir de dados espaciais.<br />    A ênfase do LABSERE é apoiar estas atividades utilizando ferramentas e software's livres para o processamento de imagens e análises estatísticas de dados. Alguns projetos de extensão já desenvolvidos e em desenvolvimento pelo LABSERE:</p>
<p><br />    <strong>1.</strong> SOFTWARE LIVRE PARA ANÁLISE ESTATÍSTICA APLICADOS AO GEOPROCESSAMENTO E SENSORIAMENTO REMOTO: TREINAMENTO CONTINUADO COM O APLICATIVO R</p>
<p>   O projeto consiste em difundir através de cursos de treinamento o conhecimento sobre ferramentas de análise estatística aplicadas ao Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, com ênfase em dados de espectroradiometria. Para isso, desenvolver-se-á a estratégia de adesão de acadêmicos de diferentes cursos de graduação e de programas de pós-graduação das ciências agrárias, naturais e exatas e tecnológicas, como também de profissionais dessas áreas. A equipe responsável pela condução do projeto desenvolverá todas as fases relacionadas a produção de material didático-pedagógico e produção de conjunto de dados. Assim, se disporá de ferramental necessário para cumprir o processo de implantar Ferramentas de Análise Estatística com uso do software R direcionado ao Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, abordando-se conhecimentos de novas ferramentas e dados de trabalho provenientes de espectroradiometria. Dessa forma, pretende-se atender demandas por soluções em atividades que utilizam conhecimentos de plataformas de análises estatísticas nestas áreas.</p>
<p>    <strong>2.</strong> FERRAMENTAS DE ANÁLISE ESTATÍSTICA COM O USO DO SOFTWARE R DIRECIONADA AO GEOPROCESSAMENTO E SENSORIAMENTO REMOTO.</p>
<p>   O projeto tem por objetivo proporcionar o conhecimento e treinamento de ferramentas de análise estatística aplicadas ao Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, com ênfase em dados de espectroradiometria. Para isso, desenvolver-se-á a estratégia de adesão de acadêmicos de diferentes cursos de graduação e de programas de pós-graduação das ciências agrárias, naturais e exatas e tecnológicas ficando, a equipe, responsável pela condução do projeto, com o objetivo de desenvolver todas as fases relacionadas a produção de material didático-pedagógico e produção de conjunto de dados. A elaboração dos materiais necessários à transferência e difusão de conhecimentos está baseada principalmente em ações relacionadas à cursos de treinamento e material impresso e em mídia ótica (CD-ROM) adequados. Assim, se disporá de ferramental necessário para cumprir o processo de implantar Ferramentas de Análise Estatística com uso do software R direcionado ao Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, abordando-se conhecimentos de novas ferramentas e dados de trabalho provenientes de espectroradiometria. Dessa forma, pretende-se atender demandas por soluções em atividades que utilizam conhecimentos de plataformas de análises estatísticas nestas áreas.</p>
<p>    <strong>3.</strong> ADEQUAÇÃO DO USO DE FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO EM SOFTWARE LIVRE</p>
<p>   O uso do software livre vem crescendo cada vez mais, pelo mesmo, basear seus princípios na livre utilização de qualquer aplicativo de computador, ou na sua alteração e/ou reprodução indiscriminada. Por sua vez, isso também se aplica a programas de geoprocessamento e de sistemas de informações geográficas. Sendo assim, este projeto tem como o objetivo à propagação de conhecimento referente a software livre, através do uso e adequação de ferramentas operacionais encontradas em diversos aplicativos de distribuição gratuitas disponíveis na internet. Na área de inovação tecnológica, mesmo munido de uma grande idéia, sem um capital de investimento, fica praticamente impossível a manutenção ou o desenvolvimento de serviço ou trabalho. Contrapondo este conceito, com o uso do software livre o profissional possui maior autonomia de trabalho deixando assim de depender diretamente do pagamento de licenças de uso programas patenteados. Assim o desenvolvimento de tecnologias em aplicativos livres e de domínio público tente a minimizar a captura de idéias e conhecimento, uma vez que os softwares livres respeitam a liberdade de transição das idéias e a disponibilização das mesmas para a comunidade.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Contato</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/contato</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 20:03:27 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/template-laboratprio/?page_id=26</guid>
						<description><![CDATA[Coordenador do Laboratório de Sensoriamento Remoto Prof. Rudiney Soares Pereira, Dr. Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Engenharia Rural Núcleo de Geotecnologias, Prédio 44 J, Sala 214 CEP: 97.105-900 Santa Maria RS Brasil e-mail:   rudiney.s.pereira@ufsm.br Fone/Phone: +55 55 3220-9468]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><strong>Coordenador do Laboratório de Sensoriamento Remoto</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/9479801378014588"><strong>Prof. Rudiney Soares Pereira, Dr.</strong></a></p>
<address>Universidade Federal de Santa Maria</address><address>Centro de Ciências Rurais</address><address>Departamento de Engenharia Rural</address><address>Núcleo de Geotecnologias, Prédio 44 J, Sala 214</address><address>CEP: 97.105-900 Santa Maria RS</address><address>Brasil</address><address>e-mail: <span id="cloak9c3dcc9908040549a4b55e8d3e72a367"><a href="mailto:rudiney.s.pereira@ufsm.br"> </a></span><span id="cloakd998069110b3abc4b17065f80c04c7dd"><a href="mailto:rudiney.s.pereira@ufsm.br"> </a></span><span id="cloak20fd762f3e11c63b0554dd72d4b92f66"><a href="mailto:rudiney.s.pereira@ufsm.br">rudiney.s.pereira@ufsm.br</a></span></address><address>Fone/Phone: +55 55 3220-9468</address>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Infraestrutura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/infraestrutura</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 20:02:52 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/template-laboratprio/?page_id=24</guid>
						<description><![CDATA[Equipamentos do LabSERE EQUIPAMENTOS DE COLETA E PROCESSAMENTO DE DADOS         . Espectrorradiometro FieldSpec R3 com resolução radiométrica de 16 bits e amplitude de espectro entre 350 nm à 2500 nm.          . Workstations HP (2)         . Um VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado, Marca Microdrones modelo md 4-1000 com capacidade [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h5><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></h5>
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Equipamentos do LabSERE</h2>
<hr />
<p>EQUIPAMENTOS DE COLETA E PROCESSAMENTO DE DADOS</p>
<p>        . Espectrorradiometro FieldSpec R3 com resolução radiométrica de 16 bits e amplitude de espectro entre 350 nm à 2500 nm.</p>
<p>         . Workstations HP (2)</p>
<p>        . Um VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado, Marca Microdrones modelo md 4-1000 com capacidade vôo autônomo a distâncias de até 40 km e altitudes de até 4.000 metros. Carga (payload) uma câmera Olimpus de 10 Mpix.<br />        . Computadores Desktop</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Labsere.jpg" alt="" width="782" height="587" /></p>
<h6><br /><br /></h6>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
			<h5>Ferramentas utilizadas</h5>		
		<p><a href="http://csr.ufmg.br/dinamica/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Dinamica_Ego-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Dinamica EGO consiste de uma sofisticada plataforma para modelagem ambiental com possibilidades de usar modelos estáticos simples até modelos dinâmicos muito complexos.</p>
<p> </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Geoserver_logo-150x120.png" alt="" width="150" height="120" />O <i><strong>GeoServer</strong></i> é um <a title="Software livre" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre">Software livre</a>, mantido pelo <i>Open Planning Project</i>(mantenedor principal), que permite o desenvolvimento de soluções de <i><a title="Webmapping (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Webmapping&amp;action=edit&amp;redlink=1">Webmapping</a></i>, integrando diversos repositórios de dados geográficos com simplicidade e alta performance. O <i>GeoServer</i> é um servidor de <i><a title="Web Map Service" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Web_Map_Service">Web Map Service</a></i>(WMS), '<a title="Web Coverage Service" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Web_Coverage_Service">Web Coverage Service</a><i>(WCS) e de</i> <a title="Web Feature Service" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Web_Feature_Service">Web Feature Service-Transaction</a> <i>(WFS-T) completamente funcional que segue as especificações da</i> <a title="Open Geospatial Consortium" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Geospatial_Consortium">Open Geospatial Consortium</a> <i>(OGC).</i></p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/logo-Geopublisher6.png" alt="" width="150" height="90" /></p>
<p>Geopublisher é um aplicativo para usuário final que permite você compilar e padronizar estilos de geodados publicando-os rapidamente na internet.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/i3Geo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p><a href="http://svn.softwarepublico.gov.br/trac/i3geo">i3Geo</a> Interface Integrada de Ferramentas de Geoprocessamento para Internet. Desenvolvido por Ministério do Meio Ambiente Brasil. Desenvolvedor: Edmar Moretti</p>
<p> </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Logo_Matplotlib.svg_-150x46.png" alt="" width="150" height="46" /></p>
<p><strong>matplotlib</strong> é uma <a title="Plotter" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Plotter">biblioteca de desenho</a><a title="Library (computer science)" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Library_%28computer_science%29"> </a> para a linguagem de programação <a title="Python (programming language)" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Python_%28programming_language%29">Python</a> e possui uma extensão numérica denominada <a title="NumPy" href="https://en.wikipedia.org/wiki/NumPy">NumPy</a>. Ela é provida de uma <a title="Object-oriented programming" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Object-oriented_programming">API orientada a objeto</a><a title="API" href="https://en.wikipedia.org/wiki/API"> </a> para encapsular desenhos em aplicações científicas usando a feramentas <a title="GUI toolkit" href="https://en.wikipedia.org/wiki/GUI_toolkit">GUI toolkits</a>como <a title="WxPython" href="https://en.wikipedia.org/wiki/WxPython">wxPython</a>, <a title="Qt (software)" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Qt_%28software%29">Qt</a>, ou <a title="GTK+" href="https://en.wikipedia.org/wiki/GTK%2B">GTK+</a>. <a title="SciPy" href="https://en.wikipedia.org/wiki/SciPy">SciPy</a>faz uso da matplotlib.</p>
<p><a href="https://numpy.org/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/numpy.jpeg" alt="" width="150" height="51" /></a></p>
<p><a href="http://www.numpy.org/">NumPy</a> é um pacote de Python que suporta operações com vetores e matrizes e é essencial para a computação científica com Python. O NumPy é baseado em C, portanto tem um desempenho superior se comparado às operações com vetores originais do Python.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/ossim-150x88.jpg" alt="" width="150" height="29" /></p>
<p><a href="http://www.osgeo.org/ossim">OSSIM</a> é uma suíte completa de bibliotecas geoespaciais e aplicações utilizadas para processar imagens, mapas terrestres e dados vetoriais.O software está em ativo desenvolvimento e é empregado em instituições privadas, agências civis e governamentais.</p>
<p><a href="https://www.postgresql.org/about/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/postgresql_logo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.postgresql.org/about/">PostgreSQL</a> é um poderoso sistema gerenciador de banco de dados objeto-relacional de código aberto.  Tem mais de 15 anos de desenvolvimento ativo e uma arquitetura que comprovadamente ganhou forte reputação de confiabilidade, integridade de dados e conformidade a padrões.</p>
<p><a href="https://www.python.org/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/python-150x61.jpeg" alt="" width="180" height="53" /></a></p>
<p><a href="https://www.python.org/">Python</a> é uma linguagem de programação de alto nível <a title="Linguagem interpretada" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_interpretada">interpretada</a>, de <a title="Linguagem de script" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_script">script</a>, <a title="Programação imperativa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_imperativa">imperativa</a>, <a title="Orientação a objetos" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o_a_objetos">orientada a objetos</a>, <a title="Programação funcional" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_funcional">funcional</a>, de <a title="Tipo de dado" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tipo_de_dado">tipagem</a> dinâmica e forte. Foi lançada por <a title="Guido van Rossum" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guido_van_Rossum">Guido van Rossum</a> em <a title="1991" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1991">1991</a>.<sup id="cite_ref-svn-hist.C3.B3ria_1-2"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Python#cite_note-svn-hist.C3.B3ria-1"> </a></sup> Atualmente possui um modelo de desenvolvimento comunitário, aberto e gerenciado pela <a title="Organização sem fins lucrativos" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_sem_fins_lucrativos">organização sem fins lucrativos</a><a title="Python Software Foundation" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Python_Software_Foundation">Python Software Foundation</a>. Prioriza a legibilidade do código sobre a velocidade ou expressividade. Combina uma <a title="Sintaxe" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sintaxe">sintaxe</a> concisa e clara com os recursos poderosos de sua <a title="Biblioteca de rotinas" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_rotinas">biblioteca</a> padrão e por <a title="Módulo de um programa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%B3dulo_de_um_programa">módulos</a> e <i><a title="Framework" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Framework">frameworks</a></i> desenvolvidos por terceiros.</p>
<p><a href="https://cran.r-project.org/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Rlogo-150x150.png" alt="" width="150" height="116" /></a></p>
<p><a href="https://cran.r-project.org/"><strong>R</strong></a> é uma <a title="Linguagem de programação" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_programa%C3%A7%C3%A3o">linguagem</a> e também um <a title="Ambiente de desenvolvimento integrado" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ambiente_de_desenvolvimento_integrado">ambiente de desenvolvimento integrado</a> para cálculos <a title="Estatística" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estat%C3%ADstica">estatísticos</a>e <a title="Gráfico" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A1fico">gráficos</a>. Foi criada originalmente por <a title="Ross Ihaka (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ross_Ihaka&amp;action=edit&amp;redlink=1">Ross Ihaka</a> e por <a title="Robert Gentleman (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Robert_Gentleman&amp;action=edit&amp;redlink=1">Robert Gentleman</a> no departamento de Estatística da universidade de <a title="Auckland" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Auckland">Auckland</a>, <a title="Nova Zelândia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Zel%C3%A2ndia">Nova Zelândia</a>, e foi desenvolvido em um esforço colaborativo de pessoas em vários locais do mundo. O nome R provêm em parte das iniciais dos criadores<sup id="cite_ref-4"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/R_%28linguagem_de_programa%C3%A7%C3%A3o%29#cite_note-4"> </a></sup>e também de um jogo figurado com a linguagem S (da Bell Laboratories, antiga AT&amp;T).</p>
<p><a href="https://www.scipy.org/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/scipy_logo-150x61.png" alt="" width="150" height="52" /></a></p>
<p><a href="http://www.scipy.org/">SciPy</a> é uma biblioteca Open Source em linguagem Python que foi feita para matemáticos, cientistas e engenheiros. Também tem o nome de uma popular conferência de programação científica com Python.</p>
<p><a href="http://www.dpi.inpe.br/spring/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/SPRING-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.dpi.inpe.br/spring/">SPRING</a> é um SIG (Sistema de Informações Geográficas) com funções de processamento de imagens, análise espacial, modelagem numérica de terreno, modelagem de redes e consulta a bancos de dados espaciais.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/django-logo.png" alt="" width="200" height="90" /></p>
<p>Django é um framewoirk web escrito em Python e foi projetado para lidar com dois desafios: os prazos apertados de uma redação e os requisitos rígidos dos <a href="http://www.djangoproject.com/documentation/faq/#who-s-behind-this" rel="external">experientes desenvolvedores web que o criaram</a>. Ele permite que você construa rapidamente aplicações web de alto desempenho e elegância.<br /><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/grassgis_logo_colorlogo-233x300.png" alt="" width="233" height="300" /></p>
<p>GRASS GIS é um Sistema de Informação Geográfica utilizado para gerenciamento e análise de dados geoespaciais, processamento de imagens, produção de mapas e gráficos, modelagem espacial e visualização.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Logo-gvSIG-945-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p><strong>gvSIG</strong> é um <a title="Software livre" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre">software livre</a> de SIG (<a title="Sistema de Informação Geográfica" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_Informa%C3%A7%C3%A3o_Geogr%C3%A1fica">Sistema de Informação Geográfica</a>), de código fonte aberto desenvolvido pelo <i>Conselleria d'Infraestructures i Transports (CIT)</i> da Comunidade de <a title="Valência (Espanha)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Val%C3%AAncia_%28Espanha%29">Valência</a>, com o apoio da <a title="União Europeia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Europeia">União Europeia</a>.</p>
<p>O gvSIG é distribuído sob a licença <a title="GNU GPL" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_GPL">GNU GPL</a>. Permite acessar informação vetorial e matricial bem como, servidores de mapas que cumpram especificações do <a title="Open GIS Consortium (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Open_GIS_Consortium&amp;action=edit&amp;redlink=1">Open GIS Consortium</a>.</p>
<p><a href="https://rapidlasso.com/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/rapidlasso_square_256x2561-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A suite do aplicativo <a href="http://lastools.org/">LAStools</a> processa dados LIDAR e muito utilizada pelos setores comerciais, agências governamentais, laboratórios de pesquisa e instituições de ensino.. Permite a filtragem de dados, rasterização, tirangulação, conversão, corte entre outras funcionalidades.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/mapserver-300x80.png" alt="" width="300" height="80" /></p>
<p><strong>MapServer</strong> é um <a title="Software livre" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre">software livre</a> que serve como ambiente de desenvolvimento para a construção de aplicativos espaciais na internet. MapServer não é um <a title="Sistema de informação geográfica" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o_geogr%C3%A1fica">SIG</a> completo, e não deseja ser.</p>
<p><a href="http://www.openjump.org/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Openjump_logo200-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.openjump.org/">OpenJUMP</a> é um Sistema de Informação Geográfica (GIS), Open Source escrito em linguagem de programação Java. É desenvolvido e mantido por um grupo de voluntários de diferentes regiões do mundo.</p>
<p> </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Pandas-Logo-300x60.png" alt="" width="300" height="60" /></p>
<p>Pandas é uma biblioteca escrita para a linguagem de programação <a title="Python (programming language)" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Python_%28programming_language%29">Python</a> para manipulação e análise de dados. Essa biblioteca oferece estrutura de dados e operações para manipulação numérica em tabelas e <a title="Time series" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Time_series">séries temporais</a>. Pandas is <a title="Free software" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Free_software">free software.</a></p>
<p><a href="http://postgis.net/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/PostGIS_logo-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://postgis.net/">PostGIS</a> é uma extensão espacial para o Banco de Dados Obejto Relacional <a href="http://postgresql.org/">PostgreSQL</a>. Essa extensão adiciona suporte geográfico aos objetos permitindo a consulta utilizando-se SQL.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a href="https://qgis.org/en/site/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/QGis_Logo-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O <a href="http://qgis.org/en/site/">QGIS</a> é um Sistema de Informação Geográfica (SIG), Software Livre licenciado sob a “GNU General Public License”. O QGIS é um projeto oficial da Open Source Geospatial Foundation (OSGeo). Ele é multiplataforma e roda em Linux, Unix, Mac OSX ,Windows e Android e suporta vários formatos vetoriais, raster, de banco de dados e outras funcionalidades</p>
<p><a href="http://www.saga-gis.org/en/index.html"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/saga-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.saga-gis.org/en/index.html">SAGA</a> ( System for Automated Geoscientific Information Analysis) é um sistema de informação geográfica que permite operar e implementar algoritmos espaciais e métodos geocientíficos, com uma interface gráfica amigável e que pode ser processado nos sistemas operacionais Windows e Linux. SAGA é Free Open Source Software.</p>
<p><a href="https://www.rstudio.com/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/RStudio.png" alt="" width="200" height="70" /></a></p>
<p><a href="https://www.rstudio.com/">RStudio</a> é uma interface IDE para o aplicativo R completa e de alta produtividade. Seu código fonte é aberto e pode ser executada nos principais sistemas operacionais tais como: Windows, Mac IOs, e Linux</p>
<p><a href="http://udig.refractions.net/"><img src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/uDIG.jpeg" alt="" width="100" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://udig.refractions.net/">uDig</a> é um software framework desktop <a href="http://www.opensource.org/docs/definition.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">open source</a> (<a href="http://opensource.org/licenses/epl-1.0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">EPL</a> e <a href="http://opensource.org/licenses/BSD-3-Clause">BSD</a>) construído com a tecnologia Eclipse Rich Client (<a href="http://wiki.eclipse.org/index.php/Rich_Client_Platform" target="_blank" rel="noopener noreferrer">RCP</a>).Orientado a internet, trabalha com os padrões WMS, WFS, WPS, GeoRSS e KML.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/equipe</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 20:02:03 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[LABSERE &#8211; Laboratório de Sensoriamento Remoto da UFSM (Campus SEDE Santa Maria) DOUTORES COLABORADORES Ana Caroline P. Benedetti, Dra.   anacaroline@politecnico.ufsm.br    UFSM Catize Brandelero, Dra.   catizebrandelero@gmail.com   UFSM Diogo B. Lippert, Dr.     diogolippert@gmail.com        UFSM  Emanuel Araújo Silva, Dr.    emanuelmadster@gmail.com   UFRPE Rudiney Soares Pereira rudiney.s.pereira@ufsm.br UFSM DOUTORANDOS  Elias Fernando Berra, MSc. eliasberra@yahoo.com.br  Newcastle, UK Elisiane [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>LABSERE - Laboratório de Sensoriamento Remoto da UFSM (Campus SEDE Santa Maria)</p>
<h6>DOUTORES COLABORADORES</h6>
<p><img class="alignleft wp-image-72" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Ana.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4133492Z9">Ana Caroline P. Benedetti, Dra.</a></p>
<p> <span id="cloak829c4c1e37d29418163124845bb582d6"><a href="mailto:anacaroline@politecnico.ufsm.br"> </a></span><span id="cloak038e0dbf22b746099ce2288e0852cde0"><a href="mailto:anacaroline@politecnico.ufsm.br">anacaroline@politecnico.ufsm.br</a></span> <span id="cloak1ead1052d44a1eadba4187af190074a0"><a href="mailto:anacaroline@politecnico.ufsm.br"> </a></span> </p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="alignleft wp-image-73" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Catize.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4732195Y0">Catize Brandelero, Dra.</a></p>
<p>  <span id="cloak5954ddb61f76515423c78a8eeb9421e8"><a href="mailto:catizebrandelero@gmail.com">catizebrandelero@gmail.com</a></span> </p>
<p><span id="cloakac756fca39a1a5ba80e189af9e555e57"><a href="mailto:catizebrandelero@gmail.com"> </a></span>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-75 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Diogo.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/3766376123033776">Diogo B. Lippert, Dr.</a></p>
<p>    <span id="cloak69f5fdf2bdaeba25564bf2a840364c33"><a href="mailto:diogolippert@gmail.com">diogolippert@gmail.com</a></span>      </p>
<p><span id="cloakddb0d8942b20f49018e4ca471005456f"><a href="mailto:diogolippert@gmail.com"> </a></span>UFSM<a href="http://lattes.cnpq.br/4097216516218295"> </a></p>
<p><img class="wp-image-76 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Emanuel.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/2765651276275384">Emanuel Araújo Silva, Dr.</a></p>
<p><span id="cloak294e2498c5b872185769f7a3e58e331f"><a href="mailto:emanuelmadster@gmail.com"> </a></span>  <span id="cloakfc866ab26446e59f9b992c319a67d669"><a href="mailto:emanuelmadster@gmail.com">emanuelmadster@gmail.com</a></span>  </p>
<p>UFRPE</p>
<p><img class="wp-image-77 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/RudineySPereira-150x150.jpg" alt="" width="90" height="90" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/9479801378014588">Rudiney Soares Pereira</a></p>
<p><span id="cloak47424f74c8ee8431b852f49d06e8de4e"></span><a href="mailto:rudiney.s.pereira@ufsm.br">rudiney.s.pereira@ufsm.br</a></p>
<p>UFSM</p>
<h6>DOUTORANDOS </h6>
<p><img class="wp-image-78 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Elias.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/5392383672857589">Elias Fernando Berra, MSc.</a></p>
<p><span id="cloak440c3c59364e7816f8adeafa7718860a"><a href="mailto:eliasberra@yahoo.com.br">eliasberra@yahoo.com.br</a></span></p>
<p><span id="cloakca5c144c66730a77b8ae2e9eaa0f9b67"><a href="mailto:eliasberra@yahoo.com.br"> </a></span>Newcastle, UK</p>
<p><img class="wp-image-79 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Elisiane2.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/1465154212352591">Elisiane Alba, MSc.</a></p>
<p><span id="cloakf5a400c5e17fcee123c1c41f48bca47c"><a href="mailto:elisianealba@gmail.com"> </a></span><span id="cloakd4515960c8e12c123e1b2d84d9fac876"><a href="mailto:elisianealba@gmail.com">elisianealba@gmail.com</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-80 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Eliziane-1.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/5675134295357433">Eliziane Pivoto Mello, MSc.</a></p>
<p>   <span id="cloakf4a5e747acbc72f01d8625d49f4c8e4e"><a href="mailto:elizianemello@yahoo.com.br">elizianemello@yahoo.com.br</a></span> </p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-81 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Laura-1.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/5491235512138665">Laura C. de G. Goergen, MSc.</a></p>
<p><span id="cloakd22ec09eea5ddd4ea3e2d78c14744dd2"><a href="mailto:lauragoergen@yahoo.com.br"> </a></span><span id="cloakdf4f9235e95cd54507d93942bb75e258"><a href="mailto:lauragoergen@yahoo.com.br">lauragoergen@yahoo.com.br</a></span></p>
<p>UDESC</p>
<p><img class="wp-image-82 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/JulianaT-1.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/8786408724922551">Juliana Tramontina,MSc.</a></p>
<p> <span id="cloak448ae551051ef9e6d4c0b968462a4456"><a href="mailto:ju_tramontina@hotmail.com"> </a></span><span id="cloakea99b8e8871bfc27f27fdec1e6ecb769"><a href="mailto:ju_tramontina@hotmail.com">ju_tramontina@hotmail.com</a></span> </p>
<p>UFRGS</p>
<p> </p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/9934744665863266">Fábio de Jesus Batista, MSc.</a></p>
<p><span id="cloak489cc255ad0648c2b998a7e343dad65d"><a href="mailto:fabiodejesusbatista@gmail.com">fabiodejesusbatista@gmail.com</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p> </p>
<h6> MESTRANDOS</h6>
<p><img class="wp-image-83 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Cristina.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/2001422455348064">Cristina Tabarelli, Eng. Florestal</a></p>
<p><span id="cloakd8a2f5ad67045b0de1d6e56ba3de8ad8"><a href="mailto:cristinatabarelli@gmail.com">cristinatabarelli@gmail.com</a></span></p>
<p><span id="cloakc542f23013ee2a50c3e6e4c593234603"><a href="mailto:cristinatabarelli@gmail.com"> </a></span>UFSC</p>
<p><img class="wp-image-84 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Juliana2.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/6356645488648269">Juliana Marchesan, Eng. Florestal</a>  </p>
<p><span id="cloaka719242e8275438b96cc5d64bd337bd6"><a href="mailto:juliana_marchesan@hotmail.com"> </a></span> <span id="cloakb14f44a2b9acb7af53d3f19bea50bd76"><a href="mailto:juliana_marchesan@hotmail.com"> </a></span><span id="cloakf1937babea71f01b9d9d3dabc6200aa4"><a href="mailto:juliana_marchesan@hotmail.com">juliana_marchesan@hotmail.com</a></span><span id="cloak4bad9731640b517e0c5252d9530eeea9"><a href="mailto:juliana_marchesan@hotmail.com"> </a></span>  </p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-85 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Leticia.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/9586849621675970">Leticia D. Pedrali, Eng.Florestal</a></p>
<p><span id="cloak6135395d989bc06fc0913847ee5f5066"><a href="mailto:lepedrali@yahoo.com.br"> </a></span><span id="cloak097f0e0a4b7fd92c70f4691a33f0a358"><a href="mailto:lepedrali@yahoo.com.br">lepedrali@yahoo.com.br</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-86 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Tiago.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/1698124445731124">Tiago L. Badin, Eng. Florestal</a></p>
<p><span id="cloak836c153932ab289388f28d1e0ecd65e8"><a href="mailto:eng.tiagobadin@gmail.com"> </a></span><span id="cloak0ea1f137ed364ec438b244706ef1c0b4"><a href="mailto:eng.tiagobadin@gmail.com">eng.tiagobadin@gmail.com</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p> </p>
<h6>GRADUANDOS</h6>
<p><img class="wp-image-87 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Adriane.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/5770515119566004">Adriane A. Mallmann</a></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/5770515119566004"> </a><span id="cloakabb7c7c7df19462ed34f4896ec78af88"><a href="mailto:mallmann.adriane@gmail.com"> </a></span><span id="cloakbf29f4788ff21c639dddba18e02e6e8f"><a href="mailto:mallmann.adriane@gmail.com">mallmann.adriane@gmail.com</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-88 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Alana.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/6486234615582011">Alana Taís Facco</a></p>
<p><span id="cloakcb3ac05b1179bf61b1b9ad9e6cc28454"><a href="mailto:alanatfacco@gmail.com"> </a></span><span id="cloak411a10a18478ab627559ad8bf297a81a"><a href="mailto:alanatfacco@gmail.com">alanatfacco@gmail.com</a></span><span id="cloaka54c1725500a5bab78e57cafd0d65797"><a href="mailto:alanatfacco@gmail.com"> </a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-89 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/bRUNA2.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/4737002366422187">Bruna Andrieli S. de Oliveira</a></p>
<p><span id="cloak8c7ce05742e14dd53639ec133475d7c7"><a href="mailto:brunasimoess@hotmail.com"> </a></span><span id="cloakae56797e1ed4eb5091340dcfcebbdf64"><a href="mailto:brunasimoess@hotmail.com">brunasimoess@hotmail.com</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-90 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Helena.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p> <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8152180A7">Helena Silva Oliveira</a></p>
<p><span id="cloakf4b53e0643c862acfcbafc4db98fdb39"><a href="mailto:oliveira.h23@gmail.com"> </a></span><span id="cloaka20b60dedc956ba05bc17f1057fbbab5"><a href="mailto:oliveira.h23@gmail.com">oliveira.h23@gmail.com</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-91 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Robson.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/5837353949199122">Robson Righi da Silva</a></p>
<p><span id="cloak8ea45eb63ca9113c9839f7e84b135863"><a href="mailto:robson.righi@yahoo.com.br"> </a></span><span id="cloak2f2f0bc7f0493ad1c6b14ec20e3ebfe9"><a href="mailto:robson.righi@yahoo.com.br"> </a></span><span id="cloak2a912ad6fa8afe31ced4d9ac17508ce1"><a href="mailto:robson.righi@yahoo.com.br">robson.righi@yahoo.com.br</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<p><img class="wp-image-92 alignleft" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Suzenay.jpg" alt="" width="90" height="103" /></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8030284A0">Suzeany da Rosa dos Reis</a></p>
<p><span id="cloakd687ee06f52290a076ac72e3b629b40a"><a href="mailto:suzeany@hotmail.com"> </a></span><span id="cloak3816c597fda737247dd1d68c0a5166fe"><a href="mailto:suzeany@hotmail.com"> </a></span><span id="cloak558152919f29a76f85ba6b37d9324ac0"><a href="mailto:suzeany@hotmail.com">suzeany@hotmail.com</a></span></p>
<p>UFSM</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banner1</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2019/05/14/banner1</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 19:35:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>

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						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Página inicial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 18:59:30 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[Apresentação O Laboratório de Sensoriamento Remoto está localizado no prédio 44 J do Campus Sede da UFSM fazendo parte do Núcleo de Geotecnologias que administrativamente, pertence ao Departamento de Engenharia Rural do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria. Sua principal finalidade é apoiar atividades nas áreas de ensino (formação e capacitação de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h5>Apresentação</h5>		
		<p>O Laboratório de Sensoriamento Remoto está localizado no prédio 44 J do Campus Sede da UFSM fazendo parte do Núcleo de Geotecnologias que administrativamente, pertence ao Departamento de Engenharia Rural do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria. <br />Sua principal finalidade é apoiar atividades nas áreas de ensino (formação e capacitação de recursos humanos), pesquisa básica e aplicada e o desenvolvimento de atividades de extensão na UFSM. Atende demandas da comunidade externa a UFSM através do estabelecimento de parcerias público-privadas mediante o estabelecimento de protocolos, convênios ou contratos visando atender demandas específicas da área.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de Monitoramento de fragmentos florestais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/06/01/projeto-de-monitoramento-de-fragmentos-florestais</link>
				<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 13:43:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=97</guid>
						<description><![CDATA[O projeto Monitoramento de Fragmentos Florestais em Áreas da Floresta Estacional Semidecidual na Região Centro-Serra do RS, é coordenado pelo professor Dr. Rudiney Soares Pereira, com o intuito de beneficiar o setor produtivo de Tabaco e seus produtores rurais, da região Central e da Serra, tendo como parceiros a Universidade Federal de Santa Maria - UFSM e o SINDITABACO. O projeto teve início em 2015 com previsão de término para 2018, tem o objetivo de realizar o Monitoramento de Fragmentos Florestais em dois blocos geográficos e desenvolver um protótipo em linguagem de programação - Python com a finalidade de automatizar os processos analíticos de processamento de dados e análises estatísticas. Ver notícia completa aqui]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-98 size-medium aligncenter" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2016/06/ufsm-sinditabaco-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>O projeto Monitoramento de Fragmentos Florestais em Áreas da Floresta Estacional Semidecidual na Região Centro-Serra do RS, é coordenado pelo professor Dr. Rudiney Soares Pereira, com o intuito de beneficiar o setor produtivo de Tabaco e seus produtores rurais, da região Central e da Serra, tendo como parceiros a Universidade Federal de Santa Maria - UFSM e o SINDITABACO. O projeto teve início em 2015 com previsão de término para 2018, tem o objetivo de realizar o Monitoramento de Fragmentos Florestais em dois blocos geográficos e desenvolver um protótipo em linguagem de programação - Python com a finalidade de automatizar os processos analíticos de processamento de dados e análises estatísticas. Ver notícia completa <a href="http://www.fatecsm.org.br/page.php?acao=noticia&amp;id=432">aqui</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fatecsm.org.br/page.php?acao=noticia&amp;id=432">FATEC, UFSM em 01/06/2016</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Satélites ENVISAT e GoSAT comprovam aumento de Dióxido de Carbono e Metano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/18/satelites-envisat-e-gosat-comprovam-aumento-de-dioxido-de-carbono-e-metano</link>
				<pubDate>Wed, 18 May 2016 13:48:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=99</guid>
						<description><![CDATA[Dados dos satélites ENVISAT e GoSAT comprovam aumento das concentrações de dióxido de carbono e metano.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dados dos satélites ENVISAT e GoSAT comprovam aumento das concentrações de dióxido de carbono e metano.</p>
<p>Recentemente em Praga (18/05), foram apresentados resultados no ʽ<a href="http://lps16.esa.int/">Living Planet Symposium</a>ʼ (Simpósio do Planeta Vivo) em Praga. Os resultados combinam dados do satélite veterano da ESA ʽEnvisatʼ e da missão Japonesa ʽGoSatʼ. As concentrações de metano mantiveram-se aproximadamente constantes até 2007, mas desde então aumentaram cerca de 0.3% por ano, enquanto os níveis de dióxido de carbono continuam a aumentar cerca de 0.5% por ano. Maiores informações podem ser obtidas no site da <a href="http://www.esa.int/por/ESA_in_your_country/Portugal/Metano_e_dioxido_de_carbono_em_ascensao">European Space Agency</a>.</p>
<p>Fonte: ESA, 18/05/2016</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Norma Técnica para Dados Geoespaciais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/10/norma-tecnica-para-dados-geoespaciais</link>
				<pubDate>Tue, 10 May 2016 14:04:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=100</guid>
						<description><![CDATA[Esta norma apresenta as Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais necessárias às atividades de planejamento e execução de ações de defesa e segurança no Espaço Geográfico Brasileiro (EGB), a serem desenvolvidas pela Força Terrestre (Exército Brasileiro). Esta especificação estabelece o padrão das estruturas de dados geoespaciais vetoriais de defesa e segurança para o Exército Brasileiro.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-102" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Norma_Tecnica_EB_Cartografia_GrandeEscala-1.png" alt="" width="1" height="1" />Norma Técnica para Dados Geoespaciais expedida pelo Exército Brasileiro.</p>
<p>Esta norma apresenta as <a href="http://www.geoportal.eb.mil.br/index.php/inde2?id=139">Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais</a> necessárias às atividades de planejamento e execução de ações de defesa e segurança no Espaço Geográfico Brasileiro (EGB), a serem desenvolvidas pela Força Terrestre (Exército Brasileiro). Esta especificação estabelece o padrão das estruturas de dados geoespaciais vetoriais de defesa e segurança para o Exército Brasileiro.</p>
<p>Esta norma viabiliza o compartilhamento de dados, a interoperabilidade e a racionalização de recursos entre os produtores e usuários de dados e informação cartográfica para as atividades de planejamento, execução de operações e inteligência.</p>
<p>A Norma homologada pela CONCAR é a ET-EDGV 2.1.3.</p>
<p>A ET-EDGV Defesa F Ter apresenta propostas para serem incorporadas à ET-EDGV 3.0 a ser homologada pela CONCAR.</p>
<p>Para realizar o download dessa <a href="http://www.geoportal.eb.mil.br/images/PDF/EDGV_DEFESA_F_Ter_2a_Edicao_2016_Aprovada_Publicada_BE_7_16.pdf">Norma Técnica</a> acesse o link.</p>
<p>Fonte: Geoportal do Exército Brasileiro, 10/05/2016.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lançamento da versão 3.3.0 da Linguagem R</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/06/lancamento-da-versao-3-3-0-da-linguagem-r</link>
				<pubDate>Fri, 06 May 2016 14:07:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=103</guid>
						<description><![CDATA[Lançada a versão 3.3.0 da Linguagem R em 3 de maio de 2016. Nesta versão, a maior atualização do ano até o momento, está disponível para os sistemas operacionais Windows, Mac (OSX 10.6 ou superior e Linux. Esta versão traz inúmeras melhorias incluindo: suporte a todas as plataformas para a realização de download de dados de sites habilitados com segurança HTTPS; uma nova função sigma para calcular desvio padrão residual para uma variedade de modelos estatísticos; um novo algoritmo radix de ordenamento de alto desempenho; pacotes desenvolvidos em C++11 são agora suportados pelo sistema operacional Windows; a logo da linguagem R agora está na forma achatada com visual moderno no formato SVG; fixação de bug's entre outras melhorias.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignnone wp-image-56" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Rlogo-150x150.png" alt="" width="190" height="147" /></p>
<p>Lançada a versão 3.3.0 da Linguagem R em 3 de maio de 2016. Nesta versão, a maior atualização do ano até o momento, está disponível para os sistemas operacionais Windows, Mac (OSX 10.6 ou superior e Linux. Esta versão traz inúmeras melhorias incluindo: suporte a todas as plataformas para a realização de download de dados de sites habilitados com segurança HTTPS; uma nova função sigma para calcular desvio padrão residual para uma variedade de modelos estatísticos; um novo algoritmo radix de ordenamento de alto desempenho; pacotes desenvolvidos em C++11 são agora suportados pelo sistema operacional Windows; a logo da linguagem R agora está na forma achatada com visual moderno no formato SVG; fixação de bug's entre outras melhorias.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>FOSS4G Evento anual da OSGEO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/05/foss4g-evento-anual-da-osgeo</link>
				<pubDate>Thu, 05 May 2016 14:13:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=104</guid>
						<description><![CDATA[ O evento denominado FOSS4G (Free and Open Source Software for Geospatial) é anual e tem caráter global. Sob a organização da OSGEO (Open Source Geospatial Foundation) desenvolve na forma de Conferências com apresentações e palestras altamente técnicas temas relacionados a quatro tópicos principais: Dados abertos; Sensoriamento Remoto para Observação da Terra; Uso da Terra e Gerenciamento de Desastres Naturais. Nesse ano de 2016, o evento ocorrerá na cidade de Bonn, Alemanha entre os dias 24 e 26 de agosto. Maiores informações acesse o link acima da FOSS4G.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="color: #333399;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 18.6667px">Evento Anual Global da OSGEO em Bonn, Alemanha</span></p>
<p> O evento denominado <a href="http://2016.foss4g.org/home.html">FOSS4G (Free and Open Source Software for Geospatial)</a> é anual e tem caráter global. Sob a organização da OSGEO (Open Source Geospatial Foundation) desenvolve na forma de Conferências com apresentações e palestras altamente técnicas temas relacionados a quatro tópicos principais: Dados abertos; Sensoriamento Remoto para Observação da Terra; Uso da Terra e Gerenciamento de Desastres Naturais. Nesse ano de 2016, o evento ocorrerá na cidade de Bonn, Alemanha entre os dias 24 e 26 de agosto. Maiores informações acesse o link acima da FOSS4G.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura estação de sistema Glonass</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/26/ufsm-inaugura-estacao-de-sistema-glonass</link>
				<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 14:20:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=105</guid>
						<description><![CDATA[Após longo período de negociações, foi inaugurada, na manhã desta quarta-feira (20), a Estação de Medição Glonass na Universidade Federal de Santa Maria. Trata-se da firmação de convênio entre a UFSM e a Companhia Russa de Pesquisa e Produção “Precision Systems and Instruments”. A instalação desta estação é útil para ambos os lados, pois melhorará a precisão do sinal de geolocalização Glonass no sul do país, e possibilitará à Instituição utilizar dados para pesquisas acerca do tema.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Após longo período de negociações, foi inaugurada, na manhã desta quarta-feira (20), a Estação de Medição Glonass na Universidade Federal de Santa Maria. Trata-se da firmação de convênio entre a UFSM e a Companhia Russa de Pesquisa e Produção “Precision Systems and Instruments”. A instalação desta estação é útil para ambos os lados, pois melhorará a precisão do sinal de geolocalização Glonass no sul do país, e possibilitará à Instituição utilizar dados para pesquisas acerca do tema.</p>
<p>O projeto envolve duas áreas da Universidade: o Centro de Ciências Rurais (CCR), do qual participam dois professores doutores em Geodésia, e o de Tecnologia (CT), com dois professores doutores em Telecomunicações e Processamento de Sinais. Além deles, fazem parte dois graduandos em Engenharia de Telecomunicações, e um mestrando em Informática. Para os envolvidos estão previstas bolsas.</p>
<p>O coordenador do projeto, professor Eno Darci Saatkamp, destacou que este é um projeto multidisciplinar e, portanto, a equipe passa por fase de nivelamento de conhecimentos. A intenção, neste período, é instruir os membros sobre aspectos de todas as áreas envolvidas. </p>
<p>Os equipamentos que serão utilizados para as pesquisas vieram da Rússia, e foram desenvolvidos pela Companhia Russa de Pesquisa e Produção.</p>
<p>Na solenidade, o representante da Agência Espacial Russa no Brasil, Gennady Saenko, explicou que o motivo da escolha da UFSM como sede de uma estação da Glonass é a estrutura existente. Saenko destacou a presença do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e as pesquisas feitas na área aeroespacial. “A instalação dessa pequena estação pode abrir caminhos para grandes projetos”, afirmou.</p>
<p>O reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, comentou que a parceria é uma maneira de investir em educação, ciência e tecnologia, e que ela será muito útil a todos os envolvidos. Disse, ainda, que o convênio possibilitará à UFSM a criação de outros cursos nas áreas de Engenharia de Telecomunicações e Aeroespacial, e os estudos desenvolvidos pelos profissionais da instituição ajudarão no incremento tecnológico do Sul do Brasil.</p>
<p>Em setembro de 2015, o diretor da Corporação de Equipamentos de Precisão (NPK-SPP), Yuri Roy, também presente nesta cerimônia, e o reitor da UFSM, assinaram em Moscou, Rússia, acordo para implantar a estação. Por meio desta parceria, a UFSM se tornou o segundo ponto de base terrena do sistema Glonass da América Latina. O primeiro foi instalado no campus da Universidade de Brasília (UnB). Também está prevista uma terceira estação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p><strong>Sistema Glonass</strong></p>
<p>O sistema de navegação por satélite russo Glonass foi projetado, em 1976, para fornecer à Rússia os seus próprios dados de navegação para uso militar e civil, bem como para competir com o Sistema de Posicionamento Global (GPS) americano no mercado comercial para dados de navegação.</p>
<p>Em entrevista concedida à <a href="http://gazetarussa.com.br/ciencia/2014/01/15/mitos_e_verdades_glonass_x_gps_23615">Gazeta Russa</a>, o presidente da Glonass, Aleksandr Gurko, explicou que “os sinais tanto do Glonass como do GPS são igualmente capazes de definir a localização exata de algum ponto no mapa. Mas a situação muda ao usar o equipamento que recebe e processa sinais de ambos os sistemas. Nesse caso, o usuário obtém um ganho significativo em velocidade de definição das coordenadas e confiabilidade”.</p>
<p><em>Texto e fotos: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência Notícias da UFSM</em></p>
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													</item>
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				<title>Inventário Real: O futuro do inventário florestal.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/10/inventario-real-o-futuro-do-inventario-florestal</link>
				<pubDate>Sun, 10 Apr 2016 14:21:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=106</guid>
						<description><![CDATA[Inventário Real: O futuro do inventário florestal. Serviço inovador permite gerar um modelo em três dimensões, passear virtualmente pela floresta e realizar o inventário florestal georreferenciado com erros menores que 1% (páginas 36 a 47).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://issuu.com/grupojota/docs/florestal_172web_visitantes?e=14138465/34246023">Inventário Real: O futuro do inventário florestal.</a> Serviço inovador permite gerar um modelo em três dimensões, passear virtualmente pela floresta e realizar o inventário florestal georreferenciado com erros menores que 1% (páginas 36 a 47).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Imagens Sentinel-2A estão disponíveis para download</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/05/imagens-sentinel-2a-estao-disponiveis-para-download</link>
				<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 14:26:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Dados do Sentinel-2A, lançado em junho de 2015, já estão disponíveis para busca e download. Os dados são adquiridos pelo instrumento multiespectral (MSI). O sensor MSI adquire 13 bandas espectrais que são altamente complementares aos dados adquiridos pelos satélites Landsat 8 (OLI) e Landsat 7 (ETM +).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dados do Sentinel-2A, lançado em junho de 2015, já estão disponíveis para busca e download. Os dados são adquiridos pelo instrumento multiespectral (MSI). O sensor MSI adquire 13 bandas espectrais que são altamente complementares aos dados adquiridos pelos satélites Landsat 8 (OLI) e Landsat 7 (ETM +).</p>
<p>Esse novo satélite de observação da terra, pertencente a União Européia, entrou em operação após um período de teste (desde seu lançamento em junho de 2015). Os produdos Sentinel-2A são gratuitos, permitindo acesso de qualquer pessoa à esses dados. Essas imagens vêm a complementar o programa americano Landsat, apresentando ainda, algumas vantagens como maior largura de faixa (290 km) e maior resolução espacial (10 metros). Porém, o sentinel-2A até o momento não opera com toda sua capacidade, sendo que ajuste na qualidade estão em curso. A Agência Espacial Européia pretende dar seguência no programa com o lançamento do Sentinel-3A nos próximos meses com foco no estudo dos oceanos. Maiores informações no endereço eletrônico <a href="http://eros.usgs.gov/sentinel-2">Sentinel-2A</a></p>
<p>As imagens Sentinel-2A são disponibilizadas pela instituição científica USGS podendo ser adquiridas por meio do site <a href="http://earthexplorer.usgs.gov/">Earth Explore</a></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inpe disponibiliza imagens da câmara WFI do satélite CBERS-4</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/05/inpe-disponibiliza-imagens-da-camara-wfi-do-satelite-cbers-4</link>
				<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 14:22:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=107</guid>
						<description><![CDATA[O catálago online do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) disponibiliza as imagens obtidas pela câmera WFI do satélite sino-brasileiro CBERS-4. O satélite CBERS-4 apresenta duas câmeras brasileiras (MUX e WFI) e duas chinesas(PAN e IRS). A câmera WFI a bordo do satélite CBERS-4 apresenta quatro bandas espectrais com resolução espacial de 64 metros e resolução temporal de  5 dias. A camêra MUX dipõem de imagens multiespectrais com resolução espacial de 20 metros, estando disponíveis desde de dezembro de 2015. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"><span style="font-size: 12.16px;line-height: 1.3em">O catálago online do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) disponibiliza as imagens obtidas pela câmera WFI do satélite sino-brasileiro CBERS-4. O satélite CBERS-4 apresenta duas câmeras brasileiras (MUX e WFI) e duas chinesas(PAN e </span><span style="font-size: 12.16px;line-height: 1.3em">IRS). A câmera WFI a bordo do satélite CBERS-4 apresenta quatro bandas espectrais com resolução espacial de 64 metros e resolução temporal de  5 dias. A camêra MUX dipõem de imagens multiespectrais com resolução espacial de 20 metros, estando disponíveis desde de dezembro de 2015. </span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"><span style="font-size: 12.16px;line-height: 1.3em">As imagens podem ser adquiridas no</span><span style="font-size: 12pt;color: black;background-image: initial;background-position: initial"> </span><a style="background-color: transparent;color: #337ab7;font-size: 12.16px;line-height: 1.3em" href="http://www2.dgi.inpe.br/CDSR/#zoom=3&amp;center_lat=-23.194936&amp;center_lng=-45.89170009999998">catálogo de imagens do INPE</a><a style="background-color: transparent;color: #337ab7;font-size: 12.16px;line-height: 1.3em" href="http://www2.dgi.inpe.br/CDSR/#zoom=3&amp;center_lat=-23.194936&amp;center_lng=-45.89170009999998"><br /><br /></a></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"> O Programa CBERS, desenvolvido no Brasil pelo INPE, é fruto do esforço pela capacitação e crescimento do mercado de alta tecnologia no País. A MUX e a WFI são as primeiras câmeras para satélites projetadas e fabricadas no Brasil e suas imagens permitem uma vasta gama de aplicações – desde mapas de queimadas ao monitoramento de desastres naturais, do desflorestamento da Amazônia, da expansão agrícola, até estudos na área de desenvolvimento urbano.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"> </p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px">Fonte: INPE</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        