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			<description>Laboratório de Sensoriamento Remoto</description>
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	<title>LABSERE</title>
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				<title>Banner1</title>
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				<pubDate>Tue, 14 May 2019 19:35:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>

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						<description><![CDATA[]]></description>
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				<title>Projeto de Monitoramento de fragmentos florestais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/06/01/projeto-de-monitoramento-de-fragmentos-florestais</link>
				<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 13:43:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=97</guid>
						<description><![CDATA[O projeto Monitoramento de Fragmentos Florestais em Áreas da Floresta Estacional Semidecidual na Região Centro-Serra do RS, é coordenado pelo professor Dr. Rudiney Soares Pereira, com o intuito de beneficiar o setor produtivo de Tabaco e seus produtores rurais, da região Central e da Serra, tendo como parceiros a Universidade Federal de Santa Maria - UFSM e o SINDITABACO. O projeto teve início em 2015 com previsão de término para 2018, tem o objetivo de realizar o Monitoramento de Fragmentos Florestais em dois blocos geográficos e desenvolver um protótipo em linguagem de programação - Python com a finalidade de automatizar os processos analíticos de processamento de dados e análises estatísticas. Ver notícia completa aqui]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-98 size-medium aligncenter" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2016/06/ufsm-sinditabaco-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>O projeto Monitoramento de Fragmentos Florestais em Áreas da Floresta Estacional Semidecidual na Região Centro-Serra do RS, é coordenado pelo professor Dr. Rudiney Soares Pereira, com o intuito de beneficiar o setor produtivo de Tabaco e seus produtores rurais, da região Central e da Serra, tendo como parceiros a Universidade Federal de Santa Maria - UFSM e o SINDITABACO. O projeto teve início em 2015 com previsão de término para 2018, tem o objetivo de realizar o Monitoramento de Fragmentos Florestais em dois blocos geográficos e desenvolver um protótipo em linguagem de programação - Python com a finalidade de automatizar os processos analíticos de processamento de dados e análises estatísticas. Ver notícia completa <a href="http://www.fatecsm.org.br/page.php?acao=noticia&amp;id=432">aqui</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fatecsm.org.br/page.php?acao=noticia&amp;id=432">FATEC, UFSM em 01/06/2016</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Satélites ENVISAT e GoSAT comprovam aumento de Dióxido de Carbono e Metano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/18/satelites-envisat-e-gosat-comprovam-aumento-de-dioxido-de-carbono-e-metano</link>
				<pubDate>Wed, 18 May 2016 13:48:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=99</guid>
						<description><![CDATA[Dados dos satélites ENVISAT e GoSAT comprovam aumento das concentrações de dióxido de carbono e metano.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dados dos satélites ENVISAT e GoSAT comprovam aumento das concentrações de dióxido de carbono e metano.</p>
<p>Recentemente em Praga (18/05), foram apresentados resultados no ʽ<a href="http://lps16.esa.int/">Living Planet Symposium</a>ʼ (Simpósio do Planeta Vivo) em Praga. Os resultados combinam dados do satélite veterano da ESA ʽEnvisatʼ e da missão Japonesa ʽGoSatʼ. As concentrações de metano mantiveram-se aproximadamente constantes até 2007, mas desde então aumentaram cerca de 0.3% por ano, enquanto os níveis de dióxido de carbono continuam a aumentar cerca de 0.5% por ano. Maiores informações podem ser obtidas no site da <a href="http://www.esa.int/por/ESA_in_your_country/Portugal/Metano_e_dioxido_de_carbono_em_ascensao">European Space Agency</a>.</p>
<p>Fonte: ESA, 18/05/2016</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Norma Técnica para Dados Geoespaciais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/10/norma-tecnica-para-dados-geoespaciais</link>
				<pubDate>Tue, 10 May 2016 14:04:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=100</guid>
						<description><![CDATA[Esta norma apresenta as Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais necessárias às atividades de planejamento e execução de ações de defesa e segurança no Espaço Geográfico Brasileiro (EGB), a serem desenvolvidas pela Força Terrestre (Exército Brasileiro). Esta especificação estabelece o padrão das estruturas de dados geoespaciais vetoriais de defesa e segurança para o Exército Brasileiro.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-102" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Norma_Tecnica_EB_Cartografia_GrandeEscala-1.png" alt="" width="1" height="1" />Norma Técnica para Dados Geoespaciais expedida pelo Exército Brasileiro.</p>
<p>Esta norma apresenta as <a href="http://www.geoportal.eb.mil.br/index.php/inde2?id=139">Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais</a> necessárias às atividades de planejamento e execução de ações de defesa e segurança no Espaço Geográfico Brasileiro (EGB), a serem desenvolvidas pela Força Terrestre (Exército Brasileiro). Esta especificação estabelece o padrão das estruturas de dados geoespaciais vetoriais de defesa e segurança para o Exército Brasileiro.</p>
<p>Esta norma viabiliza o compartilhamento de dados, a interoperabilidade e a racionalização de recursos entre os produtores e usuários de dados e informação cartográfica para as atividades de planejamento, execução de operações e inteligência.</p>
<p>A Norma homologada pela CONCAR é a ET-EDGV 2.1.3.</p>
<p>A ET-EDGV Defesa F Ter apresenta propostas para serem incorporadas à ET-EDGV 3.0 a ser homologada pela CONCAR.</p>
<p>Para realizar o download dessa <a href="http://www.geoportal.eb.mil.br/images/PDF/EDGV_DEFESA_F_Ter_2a_Edicao_2016_Aprovada_Publicada_BE_7_16.pdf">Norma Técnica</a> acesse o link.</p>
<p>Fonte: Geoportal do Exército Brasileiro, 10/05/2016.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lançamento da versão 3.3.0 da Linguagem R</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/06/lancamento-da-versao-3-3-0-da-linguagem-r</link>
				<pubDate>Fri, 06 May 2016 14:07:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=103</guid>
						<description><![CDATA[Lançada a versão 3.3.0 da Linguagem R em 3 de maio de 2016. Nesta versão, a maior atualização do ano até o momento, está disponível para os sistemas operacionais Windows, Mac (OSX 10.6 ou superior e Linux. Esta versão traz inúmeras melhorias incluindo: suporte a todas as plataformas para a realização de download de dados de sites habilitados com segurança HTTPS; uma nova função sigma para calcular desvio padrão residual para uma variedade de modelos estatísticos; um novo algoritmo radix de ordenamento de alto desempenho; pacotes desenvolvidos em C++11 são agora suportados pelo sistema operacional Windows; a logo da linguagem R agora está na forma achatada com visual moderno no formato SVG; fixação de bug's entre outras melhorias.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignnone wp-image-56" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/wp-content/uploads/sites/684/2019/07/Rlogo-150x150.png" alt="" width="190" height="147" /></p>
<p>Lançada a versão 3.3.0 da Linguagem R em 3 de maio de 2016. Nesta versão, a maior atualização do ano até o momento, está disponível para os sistemas operacionais Windows, Mac (OSX 10.6 ou superior e Linux. Esta versão traz inúmeras melhorias incluindo: suporte a todas as plataformas para a realização de download de dados de sites habilitados com segurança HTTPS; uma nova função sigma para calcular desvio padrão residual para uma variedade de modelos estatísticos; um novo algoritmo radix de ordenamento de alto desempenho; pacotes desenvolvidos em C++11 são agora suportados pelo sistema operacional Windows; a logo da linguagem R agora está na forma achatada com visual moderno no formato SVG; fixação de bug's entre outras melhorias.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>FOSS4G Evento anual da OSGEO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/05/05/foss4g-evento-anual-da-osgeo</link>
				<pubDate>Thu, 05 May 2016 14:13:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=104</guid>
						<description><![CDATA[ O evento denominado FOSS4G (Free and Open Source Software for Geospatial) é anual e tem caráter global. Sob a organização da OSGEO (Open Source Geospatial Foundation) desenvolve na forma de Conferências com apresentações e palestras altamente técnicas temas relacionados a quatro tópicos principais: Dados abertos; Sensoriamento Remoto para Observação da Terra; Uso da Terra e Gerenciamento de Desastres Naturais. Nesse ano de 2016, o evento ocorrerá na cidade de Bonn, Alemanha entre os dias 24 e 26 de agosto. Maiores informações acesse o link acima da FOSS4G.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="color: #333399;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 18.6667px">Evento Anual Global da OSGEO em Bonn, Alemanha</span></p>
<p> O evento denominado <a href="http://2016.foss4g.org/home.html">FOSS4G (Free and Open Source Software for Geospatial)</a> é anual e tem caráter global. Sob a organização da OSGEO (Open Source Geospatial Foundation) desenvolve na forma de Conferências com apresentações e palestras altamente técnicas temas relacionados a quatro tópicos principais: Dados abertos; Sensoriamento Remoto para Observação da Terra; Uso da Terra e Gerenciamento de Desastres Naturais. Nesse ano de 2016, o evento ocorrerá na cidade de Bonn, Alemanha entre os dias 24 e 26 de agosto. Maiores informações acesse o link acima da FOSS4G.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura estação de sistema Glonass</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/26/ufsm-inaugura-estacao-de-sistema-glonass</link>
				<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 14:20:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=105</guid>
						<description><![CDATA[Após longo período de negociações, foi inaugurada, na manhã desta quarta-feira (20), a Estação de Medição Glonass na Universidade Federal de Santa Maria. Trata-se da firmação de convênio entre a UFSM e a Companhia Russa de Pesquisa e Produção “Precision Systems and Instruments”. A instalação desta estação é útil para ambos os lados, pois melhorará a precisão do sinal de geolocalização Glonass no sul do país, e possibilitará à Instituição utilizar dados para pesquisas acerca do tema.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Após longo período de negociações, foi inaugurada, na manhã desta quarta-feira (20), a Estação de Medição Glonass na Universidade Federal de Santa Maria. Trata-se da firmação de convênio entre a UFSM e a Companhia Russa de Pesquisa e Produção “Precision Systems and Instruments”. A instalação desta estação é útil para ambos os lados, pois melhorará a precisão do sinal de geolocalização Glonass no sul do país, e possibilitará à Instituição utilizar dados para pesquisas acerca do tema.</p>
<p>O projeto envolve duas áreas da Universidade: o Centro de Ciências Rurais (CCR), do qual participam dois professores doutores em Geodésia, e o de Tecnologia (CT), com dois professores doutores em Telecomunicações e Processamento de Sinais. Além deles, fazem parte dois graduandos em Engenharia de Telecomunicações, e um mestrando em Informática. Para os envolvidos estão previstas bolsas.</p>
<p>O coordenador do projeto, professor Eno Darci Saatkamp, destacou que este é um projeto multidisciplinar e, portanto, a equipe passa por fase de nivelamento de conhecimentos. A intenção, neste período, é instruir os membros sobre aspectos de todas as áreas envolvidas. </p>
<p>Os equipamentos que serão utilizados para as pesquisas vieram da Rússia, e foram desenvolvidos pela Companhia Russa de Pesquisa e Produção.</p>
<p>Na solenidade, o representante da Agência Espacial Russa no Brasil, Gennady Saenko, explicou que o motivo da escolha da UFSM como sede de uma estação da Glonass é a estrutura existente. Saenko destacou a presença do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e as pesquisas feitas na área aeroespacial. “A instalação dessa pequena estação pode abrir caminhos para grandes projetos”, afirmou.</p>
<p>O reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, comentou que a parceria é uma maneira de investir em educação, ciência e tecnologia, e que ela será muito útil a todos os envolvidos. Disse, ainda, que o convênio possibilitará à UFSM a criação de outros cursos nas áreas de Engenharia de Telecomunicações e Aeroespacial, e os estudos desenvolvidos pelos profissionais da instituição ajudarão no incremento tecnológico do Sul do Brasil.</p>
<p>Em setembro de 2015, o diretor da Corporação de Equipamentos de Precisão (NPK-SPP), Yuri Roy, também presente nesta cerimônia, e o reitor da UFSM, assinaram em Moscou, Rússia, acordo para implantar a estação. Por meio desta parceria, a UFSM se tornou o segundo ponto de base terrena do sistema Glonass da América Latina. O primeiro foi instalado no campus da Universidade de Brasília (UnB). Também está prevista uma terceira estação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p><strong>Sistema Glonass</strong></p>
<p>O sistema de navegação por satélite russo Glonass foi projetado, em 1976, para fornecer à Rússia os seus próprios dados de navegação para uso militar e civil, bem como para competir com o Sistema de Posicionamento Global (GPS) americano no mercado comercial para dados de navegação.</p>
<p>Em entrevista concedida à <a href="http://gazetarussa.com.br/ciencia/2014/01/15/mitos_e_verdades_glonass_x_gps_23615">Gazeta Russa</a>, o presidente da Glonass, Aleksandr Gurko, explicou que “os sinais tanto do Glonass como do GPS são igualmente capazes de definir a localização exata de algum ponto no mapa. Mas a situação muda ao usar o equipamento que recebe e processa sinais de ambos os sistemas. Nesse caso, o usuário obtém um ganho significativo em velocidade de definição das coordenadas e confiabilidade”.</p>
<p><em>Texto e fotos: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência Notícias da UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inventário Real: O futuro do inventário florestal.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/10/inventario-real-o-futuro-do-inventario-florestal</link>
				<pubDate>Sun, 10 Apr 2016 14:21:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=106</guid>
						<description><![CDATA[Inventário Real: O futuro do inventário florestal. Serviço inovador permite gerar um modelo em três dimensões, passear virtualmente pela floresta e realizar o inventário florestal georreferenciado com erros menores que 1% (páginas 36 a 47).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://issuu.com/grupojota/docs/florestal_172web_visitantes?e=14138465/34246023">Inventário Real: O futuro do inventário florestal.</a> Serviço inovador permite gerar um modelo em três dimensões, passear virtualmente pela floresta e realizar o inventário florestal georreferenciado com erros menores que 1% (páginas 36 a 47).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Imagens Sentinel-2A estão disponíveis para download</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/05/imagens-sentinel-2a-estao-disponiveis-para-download</link>
				<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 14:26:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=108</guid>
						<description><![CDATA[Dados do Sentinel-2A, lançado em junho de 2015, já estão disponíveis para busca e download. Os dados são adquiridos pelo instrumento multiespectral (MSI). O sensor MSI adquire 13 bandas espectrais que são altamente complementares aos dados adquiridos pelos satélites Landsat 8 (OLI) e Landsat 7 (ETM +).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dados do Sentinel-2A, lançado em junho de 2015, já estão disponíveis para busca e download. Os dados são adquiridos pelo instrumento multiespectral (MSI). O sensor MSI adquire 13 bandas espectrais que são altamente complementares aos dados adquiridos pelos satélites Landsat 8 (OLI) e Landsat 7 (ETM +).</p>
<p>Esse novo satélite de observação da terra, pertencente a União Européia, entrou em operação após um período de teste (desde seu lançamento em junho de 2015). Os produdos Sentinel-2A são gratuitos, permitindo acesso de qualquer pessoa à esses dados. Essas imagens vêm a complementar o programa americano Landsat, apresentando ainda, algumas vantagens como maior largura de faixa (290 km) e maior resolução espacial (10 metros). Porém, o sentinel-2A até o momento não opera com toda sua capacidade, sendo que ajuste na qualidade estão em curso. A Agência Espacial Européia pretende dar seguência no programa com o lançamento do Sentinel-3A nos próximos meses com foco no estudo dos oceanos. Maiores informações no endereço eletrônico <a href="http://eros.usgs.gov/sentinel-2">Sentinel-2A</a></p>
<p>As imagens Sentinel-2A são disponibilizadas pela instituição científica USGS podendo ser adquiridas por meio do site <a href="http://earthexplorer.usgs.gov/">Earth Explore</a></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inpe disponibiliza imagens da câmara WFI do satélite CBERS-4</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/2016/04/05/inpe-disponibiliza-imagens-da-camara-wfi-do-satelite-cbers-4</link>
				<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 14:22:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labsere/?p=107</guid>
						<description><![CDATA[O catálago online do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) disponibiliza as imagens obtidas pela câmera WFI do satélite sino-brasileiro CBERS-4. O satélite CBERS-4 apresenta duas câmeras brasileiras (MUX e WFI) e duas chinesas(PAN e IRS). A câmera WFI a bordo do satélite CBERS-4 apresenta quatro bandas espectrais com resolução espacial de 64 metros e resolução temporal de  5 dias. A camêra MUX dipõem de imagens multiespectrais com resolução espacial de 20 metros, estando disponíveis desde de dezembro de 2015. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"><span style="font-size: 12.16px;line-height: 1.3em">O catálago online do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) disponibiliza as imagens obtidas pela câmera WFI do satélite sino-brasileiro CBERS-4. O satélite CBERS-4 apresenta duas câmeras brasileiras (MUX e WFI) e duas chinesas(PAN e </span><span style="font-size: 12.16px;line-height: 1.3em">IRS). A câmera WFI a bordo do satélite CBERS-4 apresenta quatro bandas espectrais com resolução espacial de 64 metros e resolução temporal de  5 dias. A camêra MUX dipõem de imagens multiespectrais com resolução espacial de 20 metros, estando disponíveis desde de dezembro de 2015. </span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"><span style="font-size: 12.16px;line-height: 1.3em">As imagens podem ser adquiridas no</span><span style="font-size: 12pt;color: black;background-image: initial;background-position: initial"> </span><a style="background-color: transparent;color: #337ab7;font-size: 12.16px;line-height: 1.3em" href="http://www2.dgi.inpe.br/CDSR/#zoom=3&amp;center_lat=-23.194936&amp;center_lng=-45.89170009999998">catálogo de imagens do INPE</a><a style="background-color: transparent;color: #337ab7;font-size: 12.16px;line-height: 1.3em" href="http://www2.dgi.inpe.br/CDSR/#zoom=3&amp;center_lat=-23.194936&amp;center_lng=-45.89170009999998"><br /><br /></a></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"> O Programa CBERS, desenvolvido no Brasil pelo INPE, é fruto do esforço pela capacitação e crescimento do mercado de alta tecnologia no País. A MUX e a WFI são as primeiras câmeras para satélites projetadas e fabricadas no Brasil e suas imagens permitem uma vasta gama de aplicações – desde mapas de queimadas ao monitoramento de desastres naturais, do desflorestamento da Amazônia, da expansão agrícola, até estudos na área de desenvolvimento urbano.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px"> </p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #333333;font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 14px">Fonte: INPE</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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