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			<description>Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia</description>
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				<title>marca</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2019/07/09/marca</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 21:02:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>

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				<title>Fósseis Estudados</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/fosseis-estudados</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 20:50:25 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[A coleção paleontológica da UFSM é composta por 13 livros tombo, correspondendo a invertebrados (livros 1 a 10), vertebrados (livro 11), plantas (livro 12) e rochas &amp; minerais (livro 13). Dentre os fósseis catalogados na UFSM, ressaltam-se: Unaysaurus tolentinoi – Espécime UFSM 11069, classificado como dinossauro sauropodomorfo, encontrado em 1998 no distrito de Água Negra, município [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px">A coleção paleontológica da UFSM é composta por 13 livros tombo, correspondendo a invertebrados (livros 1 a 10), vertebrados (livro 11), plantas (livro 12) e rochas &amp; minerais (livro 13). Dentre os fósseis catalogados na UFSM, ressaltam-se:</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><em>Unaysaurus tolentinoi</em> – Espécime UFSM 11069, classificado como dinossauro sauropodomorfo, encontrado em 1998 no distrito de Água Negra, município de São Martinho da Serra, pelo Sr. Tolentino Marafiga. Foi estudado por Luciano Artemio Leal (ex-aluno da UFSM, hoje professor da UESB), que fez sua dissertação de mestrado e tese de doutorado no Museu Nacional - UFRJ.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><em>Candelaria barbouri</em> – Espécimes UFSM 11076 e UFSM 11131, considerado como pararéptil procolofonóide, crânio e pós-crânio encontrados em 2002 no sítio Cortado, município de Novo Cabrais.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><em>Aetosauroides scagliai</em> –  Aetossauro (arcossauro encouraçado, <span>UFSM 11070</span>), com primeiro registro de crânio (<span>UFSM 11505)</span>, encontrado em 2009 no sítio Faixa Nova – Cerrito I, município de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Reunião Anual</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/reuniao-anual</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 20:49:55 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[2016 Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Paleontologia &#8211; Seccional RS (PaleoRS 2016: http://sitepaleors2016.wixsite.com/paleors2016 ) X Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados (SBPV): http://www.museunacional.ufrj.br/dgp/xsbpv/ 48º Congresso Brasileiro de Geologia (CBG): http://www.48cbg.com.br/ Congresso APA http://www.apaleontologica.org.ar/ Congresso Latino Americano de Paleontologia Jornadas Argentinas de Paleontologia de Vertebrados (JAPV), http://www.30japv.com.ar/   2017 Congresso Brasileiro de Paleontologia (CBP), Ribeirão Preto &#8211; SP Jornadas Argentinas de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><strong>2016</strong></p>
<p>Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Paleontologia - Seccional RS (PaleoRS 2016: <a href="http://sitepaleors2016.wixsite.com/paleors2016">http://sitepaleors2016.wixsite.com/paleors2016</a> )</p>
<p>X Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados (SBPV): <a href="http://www.museunacional.ufrj.br/dgp/xsbpv/">http://www.museunacional.ufrj.br/dgp/xsbpv/</a></p>
<p>48º Congresso Brasileiro de Geologia (CBG): <a href="http://www.48cbg.com.br/">http://www.48cbg.com.br/</a></p>
<p>Congresso APA <a href="http://www.apaleontologica.org.ar/">http://www.apaleontologica.org.ar/</a></p>
<p>Congresso Latino Americano de Paleontologia</p>
<p>Jornadas Argentinas de Paleontologia de Vertebrados (JAPV), <a href="http://www.30japv.com.ar/">http://www.30japv.com.ar/</a></p>
<p> </p>
<p><strong>2017</strong></p>
<p>Congresso Brasileiro de Paleontologia (CBP), Ribeirão Preto - SP</p>
<p>Jornadas Argentinas de Paleontologia de Vertebrados (JAPV)</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Links</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/links</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 20:49:04 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[Sociedade Brasileira de Paleontologia: http://www.sbpbrasil.org/Society of Vertebrate Paleontology: http://vertpaleo.org/Asociación Paleontológica Argentina: http://www.apaleontologica.org.ar/Revistas de Paleontologia: https://sites.google.com/site/kennethdebaetswebpage/home/journals-in-paleontology-and-evolutionary-biology]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Sociedade Brasileira de Paleontologia: <a href="http://www.sbpbrasil.org/">http://www.sbpbrasil.org/</a><br />Society of Vertebrate Paleontology: <a href="http://vertpaleo.org/">http://vertpaleo.org/</a><br />Asociación Paleontológica Argentina: <a href="http://www.apaleontologica.org.ar/">http://www.apaleontologica.org.ar/</a><br />Revistas de Paleontologia: <a href="https://sites.google.com/site/kennethdebaetswebpage/home/journals-in-paleontology-and-evolutionary-biology">https://sites.google.com/site/kennethdebaetswebpage/home/journals-in-paleontology-and-evolutionary-biology</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viagens de Campo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/viagens-de-campo</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 20:48:30 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[Seguem abaixo algumas informações sobre trabalhos de campo da equipe do LEP/UFSM, no Brasil e exterior (em breve serão adicionadas fotos): BrasilTriássico RS &#8211; prospecção e coleta de vertebrados e lenhos fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região central do RS, pela equipe do LEP/UFSM, e em conjunto com pesquisadores do CAPPA/UFSM, UFRGS e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">Seguem abaixo algumas informações sobre trabalhos de campo da equipe do LEP/UFSM, no Brasil e exterior (em breve serão adicionadas fotos):</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><span style="font-weight: bold;color: #0f7360">Brasil</span><br /><em>Triássico RS</em> - prospecção e coleta de vertebrados e lenhos fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região central do RS, pela equipe do LEP/UFSM, e em conjunto com pesquisadores do CAPPA/UFSM, UFRGS e USP - Ribeirão Preto<br /><em>Pleistoceno RS</em><span> - prospecção e coleta de vertebrados e lenhos fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região oeste do RS, pela equipe do LEP/UFSM, e em conjunto com pesquisadores da FSZBRS</span><br /><em>Permiano RS</em> - <span>prospecção e coleta de lenhos fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região central do RS, pela equipe do LEP/UFSM, e em conjunto com pesquisadores da UNIVATES</span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><span style="font-weight: bold;color: #0f7360">Argentina<br /></span>Triássico Argentina<span> - prospecção e coleta de vertebrados fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos no noroeste da Argentina (Província de La Rioja), em conjunto com pesquisadores do Museu Argentino de Ciencias Naturales Bernardino Rivadavia (MACN)</span><br />Pleistoceno Argentina<span> - prospecção e coleta de vertebrados fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região nordeste da Argentina (Províncias de Misiones e Entre Rios), em conjunto com pesquisadores CONICET de diversas instituições</span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><span style="font-weight: bold;color: #0f7360">Uruguai</span><br />Triássico Uruguai<span> - prospecção e coleta de vertebrados fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região de Melo, em conjunto com a Dra. Graciela Piñeiro (UDELAR)</span><br />Pleistoceno Uruguai - <span> - prospecção e coleta de vertebrados fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região noroeste, em conjunto com pesquisadores da UDELAR</span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><span style="font-weight: bold;color: #0f7360">Namíbia<br /></span>Triássico</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><span style="font-weight: bold;color: #0f7360">Tanzânia<br /></span>Triássico<span> - prospecção e coleta de vertebrados fósseis, prospecção e descrição de novos afloramentos na região de Tunduru (Selous Basin), em conjunto com pesquisadores da USP - Ribeirão Preto</span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><span style="font-weight: bold;color: #0f7360">Índia<br /></span>Permiano e Triássico<span> - prospecção e coleta de carvão vegetal macroscópico (<em>charcoal</em>), e em conjunto com pesquisadores da UNIVATES, UFT, Birbal Sahni Institute of Paleosciences (BSIP) e Senckenberg Forschungsinstitut und Naturmuseum</span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify"><br /><span style="font-weight: bold;color: #0f7360">Alemanha<br /></span>Permiano e Triássico</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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				<title>banner5</title>
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				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 18:10:14 +0000</pubDate>
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				<title>banner4</title>
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				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 18:06:59 +0000</pubDate>
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				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 18:06:28 +0000</pubDate>
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				<title>banner1</title>
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				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 18:04:51 +0000</pubDate>
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				<title>banner</title>
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				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 18:04:09 +0000</pubDate>
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				<title>Produção Científica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/producao-cientifica</link>
				<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:38:58 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[1. VARGAS-PEIXOTO, DILSON, DA-ROSA, ÁTILA AUGUSTO STOCK, FRANÇA, MARCO AURÉLIO G.Functional and biomechanic aspects of the scapular girdle and forelimbs of Unaysaurus tolentinoi Leal et al., 2004 (Saurischia: Sauropodomorpha). Journal of South American Earth Sciences. , v.61, p.129 &#8211; 133, 2015. 2. DA ROSA, A. A. S.Geological context of the dinosauriform-bearing outcrops from the Triassic of southern [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">1. VARGAS-PEIXOTO, DILSON, <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA-ROSA, ÁTILA AUGUSTO STOCK</span>, FRANÇA, MARCO AURÉLIO G.<br />Functional and biomechanic aspects of the scapular girdle and forelimbs of Unaysaurus tolentinoi Leal et al., 2004 (Saurischia: Sauropodomorpha). Journal of South American Earth Sciences. , v.61, p.129 - 133, 2015.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">2. <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA ROSA, A. A. S.</span><br />Geological context of the dinosauriform-bearing outcrops from the Triassic of southern Brazil. Journal of South American Earth Sciences. , v.61, p.108 - 119, 2015.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">3. NOVAIS, T., MARTELLO, A., OLEQUES, L. C., LEAL, LUCIANO ARTEMIO, <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA-ROSA, ATILA A.S.</span><br />Uma experiência de inserção da Paleontologia no ensino fundamental em diferentes regiões do Brasil. Revista Terrae Didatica. , v.11, p.33 - 41, 2015.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">4. TEMP-MULLER, R., <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA ROSA, A. A. S.</span>, ROBERTO-DA-SILVA, L., AIRES, A. S. S., PACHECO, C. P., PAVANATTO, A. E. B., Dias-da-Silva, Sérgio<br />Wachholz, a new exquisite dinosaur-bearing fossiliferous site from the Upper Triassic of southern Brazil. Journal of South American Earth Sciences. , v.61, p.120 - 128, 2015.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">5. SILVA, PRISCILLA A. DA, BORBA, VICTOR H., DUTRA, JULIANA M.F., LELES, DANIELA, <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA-ROSA, ATILA A.S.</span>, FERREIRA, LUIZ F., ARAUJO, ADAUTO<br />A new ascarid species in cynodont coprolite dated of 240 million years. Anais da Academia Brasileira de Ciências (Impresso). , v.86, p.265 - 270, 2014.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">6. HUGOT, J., GARDNER, S. L., BORBA, VICTOR H., ARAUJO, P., LELES, DANIELA, <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA ROSA, Átila A.S.</span>, DUTRA, JULIANA M.F., FERREIRA, LUIZ F., ARAUJO, ADAUTO<br />Discovery of a 240 million year old nematode parasite egg in a cynodont coprolite sheds light on the early origin of pinworms in vertebrates. Parasites &amp; Vectors. , v.7, p.486 - , 2014.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">7. BORGES, M. S., PIRES, E. F., BOELTER, C. R., MENESES, MARIA ECILENE NUNES DA SILVA, <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA ROSA, Átila A.S.</span>, MARTELLO, A., BOELTER, R. A.<br />Impressões foliares pleistocenas de Malvaceae na área de abrangência do Aproveitamento Hidroelétrico Jirau, Rondônia, Brasil. Pesquisas em Geociências (UFRGS. Impresso). , v.41, p.243 - 255, 2014.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">8. BITENCOURT, J., <span style="font-weight: bold;color: #0f7360">DA ROSA, A. A. S.</span>, SCHULTZ, C. L., LANGER, M. C.<br />Dinosaur remains from the `Botucaraí Hill- (Caturrita Formation), Late Triassic of south Brazil, and their stratigraphic context. Historical Biology (Print). , v.25, p.81 - 93, 2013.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">9. PIRES, E. F., MENESES, MARIA ECILENE NUNES DA SILVA, DA ROSA, A. A. S., PIRES, ETIENE FABBRIN, LEAL, LUCIANO ARTEMIO, MENDES, LAÍS AGUIAR DA SILVEIRA, PAULA, MILTON JOSÉ DE, SOUZA, FRANCISCO EDINARDO FERREIRA DE, BENÍCIO, JOSÉ RAFAEL WANDERLEY, CAMPOS, LEOMIR DOS SANTOS<br />Registro palinológico de depósitos sedimentares neopleistocênicos do Rio Madeira, Rondônia, Amazônia Brasileira. Revista do Instituto Geológico. , v.33, p.41 - 48, 2012.</p>
<h2>Teses, Dissertações e Monografias</h2>
<p>1. <strong>DA-ROSA, ATILA A.S.</strong>, GUERRA-SOMMER, M., CAZZULO-KLEPZIG, M.<br />Passo das Tropas, Santa Maria, RS - Marco bioestratigráfico triássico na evolução paleoflorística do Gondwana na Bacia do Paraná In: Sítios Geológicos e Paleontológicos do Brasil.1a, 2013, v.III, p. 177-190.</p>
<p>2. Carmen Terezinha Barcellos Lorenci. <strong>GEOTURISMO: UMA FERRAMENTA AUXILIAR NA INTERPRETAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO GEOPALEONTOLÓGICO DA REGIÃO CENTRAL DO RIO GRANDE DO SUL. 2013</strong>. Dissertação (Mestrado Profissionalizante em Patrimônio Cultural) - Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<p>3. Ane Elise Branco Pavanatto. <strong>DESCRIÇÃO DE NOVOS MATERIAIS PÓS-CRANIANOS DE Massetognathus ochagaviae BARBERENA, 1981 (CYNODONTIA, TRAVERSODONTIDAE) PARA O TRIÁSSICO DO SUL DO BRASIL</strong>. 2015. Dissertação (Biodiversidade Animal) - Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<h2>Textos de Divulgação Científica</h2>
<p>1. <strong>DA ROSA, Átila A.S.</strong><br />OS FÓSSEIS DE MATA: UM LEGADO DE 200 MILHÕES DE ANOS. Revista da Sociedade de Ornitologia do RS. , 2013.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/projetos</link>
				<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:38:39 +0000</pubDate>
				
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						<description><![CDATA[Ensino O LEP dá apoio às aulas práticas de disciplinas do curso de Biologia (GCC1007 e GCC1008) e Geografia (GCC1018). Além disso, apóia disciplinas de pós-graduação (GCC867). GCC 1007: Geologia Geral GCC 1008: Paleontologia Geral GCC 1018: Paleontologia e Turismo, Ações para o Desenvolvimento Regional GCC 867: Patrimônio Paleontológico Pesquisa As atividades de pesquisa do LEP estão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h4>Ensino</h4>
<p>O LEP dá apoio às aulas práticas de disciplinas do curso de Biologia (<a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=35568" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC1007</a> e <a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=35586" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC1008</a>) e Geografia (<a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=38700" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC1018</a>). Além disso, apóia disciplinas de pós-graduação (<a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=54821" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC867</a>).</p>
<p><a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=35568" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC 1007: Geologia Geral</a></p>
<p><a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=35586" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC 1008: Paleontologia Geral</a></p>
<p><a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=38700" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC 1018: Paleontologia e Turismo, Ações para o Desenvolvimento Regional</a></p>
<p><a href="https://portal.ufsm.br/ementario/disciplina.html?idDisciplina=54821" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GCC 867: Patrimônio Paleontológico</a></p>
<h4>Pesquisa</h4>
<p>As atividades de pesquisa do LEP estão relacionadas a estudos paleontológicos e geológicos do Triássico e Pleistoceno da Região Central do RS, como publicações científicas, orientações de graduação e pós-graduação; e participação em projetos de pesquisa de outras instituições.</p>
<h4>Extensão</h4>
<p>Desde sua criação o LEP prioriza ações de conscientização e valorização do patrimônio paleontológico junto a escolas e a comunidade não acadêmica.</p>
<p>Atividades realizadas durante 2016:</p>
<p>Janela Aberta – Recepção de escolas de Ensino Básico no Núcleo Ciência Viva, Mostra de Paleontologia.</p>
<p>Atividades realizadas durante 2015:</p>
<p>Janela Aberta – Recepção de escolas de Ensino Básico no LEP.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Contato</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/contato</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 20:03:27 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/template-laboratprio/?page_id=26</guid>
						<description><![CDATA[Prédio 17 &#8211; Sala 1019 (subsolo)Av. Roraima nº 1000Cidade UniversitáriaBairro CamobiSanta Maria &#8211; RSCEP 97105-900+55 (55) 3220-9486]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Prédio 17 - Sala 1019 (subsolo)<br />Av. Roraima nº 1000<br />Cidade Universitária<br />Bairro Camobi<br />Santa Maria - RS<br />CEP 97105-900<br />+55 (55) 3220-9486</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Infraestrutura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/infraestrutura</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 20:02:52 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/template-laboratprio/?page_id=24</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/equipe</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 20:02:03 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/template-laboratprio/?page_id=23</guid>
						<description><![CDATA[Alunos de Graduação Alunos de Graduação Nome Lattes Área de Atuação Apresentação Pessoal Paula Copetti Clique aqui Mamíferos da megafauna Atualmente é bolsista do Programa de Educação Tutorialdo curso de Biologia (PET-Biologia) da UniversidadeFederal de Santa Maria. Também atua como IniciaçãoCientífica do Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia(LEP-UFSM). Letícia Rezende de Oliveira Clique aqui Biologia &#8211; Paleontologia Bolsista PET-Biologia e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="color: #000000">Alunos de Graduação</span></p>
<table style="width: 100%" border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 97.931%" colspan="4"><strong>Alunos de Graduação</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 24.1379%"><strong>Nome</strong></td>
<td style="width: 9.31034%"><strong>Lattes</strong></td>
<td style="width: 19.6552%"><strong>Área de Atuação</strong></td>
<td style="width: 44.8276%"><strong>Apresentação Pessoal</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 24.1379%">Paula Copetti</td>
<td style="width: 9.31034%"><a href="http://lattes.cnpq.br/6967486006166014" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a></td>
<td style="width: 19.6552%">Mamíferos da megafauna</td>
<td style="width: 44.8276%">
<p>Atualmente é bolsista do Programa de Educação Tutorial<br />do curso de Biologia (PET-Biologia) da Universidade<br />Federal de Santa Maria. Também atua como Iniciação<br />Científica do Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia<br />(LEP-UFSM).</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 24.1379%">Letícia Rezende de Oliveira</td>
<td style="width: 9.31034%"><a href="http://lattes.cnpq.br/8079276661598941" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a></td>
<td style="width: 19.6552%">Biologia - Paleontologia</td>
<td style="width: 44.8276%">Bolsista PET-Biologia e atuando no Laboratório de<br />Estratigrafia e Paleobiologia na UFSM</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 24.1379%">Gabrielle dos Santos</td>
<td style="width: 9.31034%"><a href="http://lattes.cnpq.br/2882701826573821" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a></td>
<td style="width: 19.6552%">Assistente de Laboratório</td>
<td style="width: 44.8276%">Gabrielle é nossa membro mais importante!</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 24.1379%">Bruna Cogo Borin</td>
<td style="width: 9.31034%"><a href="http://lattes.cnpq.br/5357185168424537" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a></td>
<td style="width: 19.6552%">Biologia - Paleozoologia</td>
<td style="width: 44.8276%">Bruna entrou na biologia em 2016.1</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 24.1379%">Vinícius Braciak Prestes Esteriz</td>
<td style="width: 9.31034%"><a href="http://lattes.cnpq.br/3578577639899871" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a></td>
<td style="width: 19.6552%">Biologia, Paleozoologia</td>
<td style="width: 44.8276%"> </td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 24.1379%">Henrique Portalet Denardin</td>
<td style="width: 9.31034%">Clique aqui</td>
<td style="width: 19.6552%"> Répteis</td>
<td style="width: 44.8276%">
<p>Graduando em biologia desde 2011, trabalhei previamente<br />com herpetologia interessado em hábitos predatórios,<br />e adaptações fisiológicas para os mesmos. Desenvolvi<br />interesse por paleobiologia devido aos mesmos interesses<br />em herpeto, onde vejo nos espécimes fósseis tais<br />adaptações muito mais atrativas e sofisticadas.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Pesquisadores Associados</p>
<p><strong>André Jasper</strong></p>
<p><em>Curriculum Vitae</em> na Plataforma Lattes: CV: <a href="http://lattes.cnpq.br/6553779481379743">http://lattes.cnpq.br/6553779481379743</a></p>
<p>Graduado em Ciências Biológicas pela UNISINOS, Mestre em Geociências e Doutor em Ciências (Geociências) pela UFRGS. Fez seu Pós-Doutorado na Eberhard Karls Universität Tübingen, Tübingen, Alemanha. É Professor Titular da UNIVATES [Instituição Comunitária de Educação Superior (ICES)], atuando em cursos de graduação e no Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Desenvolvimento (PPGAD) como Docente do Núcleo Permanente. Orienta alunos de Graduação (Iniciação Científica), Mestrado e Doutorado. É Membro Titular do Comitê Assessor de Geociências da FAPERGS (2015-2017) e colabora com o INEP como Avaliador de Cursos de Graduação. Atua como revisor científico de periódicos nacionais e internacionais. Desenvolve pesquisas em cooperação com grupos brasileiros e estrangeiros. Seu principal interesse de pesquisa é a Paleobotânica, abordando os seguintes temas: Paleoincêndios Vegetacionais [análise e estudo de carvão vegetal (charcoal) macroscópico]; Paleofloras Gondwânicas; Gênese e Evolução de Biomas Terrestres (Paleoecologia). É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e Bolsista Pesquisador Experiente da Alexander Von Humboldt Foundation (Alemanha), com estadias periódicas junto ao Senckenberg Forschungsinstitut und Naturmuseum (Frankfurt am Main), Sektion Paläoklima- und Paläoumweltforschung.</p>
<p> </p>
<p><strong>Max Langer</strong></p>
<p><em>Curriculum Vitae</em> na Plataforma Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/8345298181434561">http://lattes.cnpq.br/8345298181434561</a></p>
<p>Possui graduação em Ecologia pela Universidade Estadual Paulista, campus de Rio Claro (1994), mestrado em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996), PhD pela University of Bristol (2001) e Livre-Docência pela Universidade de São Paulo (2011). Atualmente é Professor Associado do Departamento de Biologia, Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto; Presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia; membro afiliado (quinquênio 2014-2018) da Academia Brasileira de Ciências; membro votante da Subcommission on Triassic Stratigraphy; membro do Conselho Editorial da Revista Brasileira de Paleontologia e da Ameghiniana (revista da Asociación Paleontologica Argentina); Associate editor do Journal of Paleontology; membro da Society of Vertebrate Paleontology e da International Society for Phylogenetic Nomenclature. Tem experiência na área de Paleozoologia e Paleontologia Estratigráfica, atuando principalmente nos seguintes temas: Triássico, Dinosauria, Filogenia, Chelonii, Rhynchosauria, Crocodyliformes e Bioestratigrafia.</p>
<p> </p>
<p><strong>Julia Desojo</strong></p>
<p><em>Curriculum Vitae</em> na Plataforma Lattes: <a href="http://archosaurarg.wixsite.com/archosaur/julia-brenda-desojo">http://archosaurarg.wixsite.com/archosaur/julia-brenda-desojo</a></p>
<p>Investigadora Adjunta del CONICET (Consejo Nacional de Investigaciones Cientificas y Tecnicas-Argentina) e coordinadora del Grupo de Investigación de Archosauriformes. Doctorado sobre la anatomía, filogenia y estratigrafía de aetosaurios de Sudamérica en la Universidad de Buenos Aires. Desde 2009, trabaja en la Sección de Paleontología de Vertebrados del Museo Argentino de Ciencias Naturales "Bernardino Rivadavia", principalmente en arcosaurios pseudosuquios Triásicos del mundo, especialmente con la anatomía, filogenia y paleobiología de arcosauriformes del Triásico.</p>
<p> </p>
<p><strong>César Schultz</strong></p>
<p><em>Curriculum Vitae</em> na Plataforma Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/8228812852165567">http://lattes.cnpq.br/8228812852165567</a></p>
<p>Graduado em Geologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1983), com mestrado em Geociências (1986) e doutorado em Ciências, também pela UFRGS (1991). Atualmente, é professor Titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, orientador em nível de Mestrado e Doutorado junto ao Programa de Pós-Graduação em Geociências da UFRGS (PPGGeo/UFRGS) e Bolsista de Produtividade Científica (Categoria 1-C) do CNPq. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Paleontologia, Bioestratigrafia e Tafonomia de Vertebrados, atuando principalmente no intervalo Neopermiano-Triássico. Paralelamente, desenvolve projetos relacionados à divulgação dos vertebrados permo-triásicos do RS, com ênfase nas reconstituições virtuais dos mesmos.</p>
<p> </p>
<p><strong>Marina Bento Soares</strong></p>
<p><em>Curriculum Vitae</em> na Plataforma Lattes: CV: <a href="http://lattes.cnpq.br/7334066101340578">http://lattes.cnpq.br/7334066101340578</a></p>
<p><br />Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Possui mestrado (1996) em Geociências e doutorado (2004) em Ciências pelo PPGGeo/UFRGS (Programa de Pós-Graduação em Geociências). É professora Associada do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociências da UFRGS e orientadora do PPGGeo da mesma Universidade. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Paleontologia de Vertebrados, atuando principalmente nos seguintes temas: Tafonomia, Bioestratigrafia, Anatomia e Filogenia dos tetrápodes fósseis do Permo-Triássicos do Rio Grande do Sul. Atualmente dedica-se, principalmente, ao estudo dos cinodontes não-mamaliaformes (Therapsida, Cynodontia). É Chefe Substituta do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia, representante do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia na Comissão de Graduação do Curso de Ciências Biológicas e representante da Área de Paleontologia na Comissão de Pós-Graduação do PPGGEO-UFRGS. Também ocupa o cargo de Diretora do Museu de Paleontologia da UFRGS - Irajá Damiani Pinto. Bolsista de Produtividade CNPq PQ-2.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sérgio Dias da Silva</strong></p>
<p><em>Curriculum Vitae</em> na Plataforma Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/3457632168727854">http://lattes.cnpq.br/3457632168727854</a></p>
<p>Professor Associado II da Universidade Federal de Santa Maria. Orientador de Mestrado e Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da USFM. É Coordenador do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM). Trabalha na área de Geociências, com foco principal de pesquisa em tetrápodes basais permianos e triássicos, bioestratigrafia e sistemática filogenética. Dedica-se à divulgação da paleontologia através de atividades de educação, extensão e popularização da ciência e tecnologia.</p>
<h2>Egressos</h2>
<p><strong>Luciano Artemio Leal</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/5099658070239241">http://lattes.cnpq.br/5099658070239241</a><br />Possui graduação em Ciências Biológicas Licenciatura Plena pela Universidade Federal de Santa Maria (1999), mestrado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001) e doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005). Atualmente é Professor Titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB campus Jequié). Tem experiência na área de Zoologia, com ênfase em Paleozoologia de Vertebrados.</p>
<p><strong>Ruben Alexandre Boelter:</strong> <a href="http://lattes.cnpq.br/5101813239015478">http://lattes.cnpq.br/5101813239015478</a><br />Concluiu a graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Maria em 1997. Mestre em Ciências Biológicas/Biodiversiade Animal pela UFSM (2005). Desenvolve projeto na linha de pesquisa de Zoologia. Tem experiência na área de Paleovertebrados do Triássico. Em seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica são: Bioecologia de Anfíbios, Introdução de Espécies Exóticas, rã-touro (Lithobates catesbeianus), Educação Ambiental, Paleontologia, Triássico. Atualmente é professor assistente da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Realeza, PR. (28/08/2006).</p>
<p><strong>Alcemar Martello</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/7260903720063869">http://lattes.cnpq.br/7260903720063869</a> <br />Professor adjunto na Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Possui doutorado em Biodiversidade Animal pela Universidade Federal do Santa Maria, mestrado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Maria e graduação em Ciências Biológicas (licenciatura plena)/UFSM. Tem experiência na área de Biologia Geral, com ênfase em zoologia, atuando principalmente nos seguintes temas: malacologia, limnologia, educação e saúde ambiental.</p>
<p><strong>Etiene Fabbrin Pires</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/8604440445209457">http://lattes.cnpq.br/8604440445209457</a><br />Bolsista produtividade CNPq. Possui Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Maria (2001), mestrado (2003), doutorado (2008) e pós-doutorado (2009) em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente é Professora Adjunto III da Universidade Federal do Tocantins, atuando na Graduação (modalidades Bacharelado e Licenciatura) e na pós-graduação (Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ecótonos, Mestrado). Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Paleontologia Estratigráfica, atuando principalmente nos seguintes temas: Paleobotânica, Paleoecologia e Paleoclimatologia, Ensino de Paleontologia. Também possui experiência na Formação de Professores, atuando no Programa PARFOR onde ministrou as disciplinas de Estágio na Licenciatura.</p>
<p><strong>Carolina Saldanha Scherer</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/4489430531879867">http://lattes.cnpq.br/4489430531879867</a> <br />Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Maria (2004), mestrado (2005) e doutorado (2009) em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Mamíferos Fósseis, atuando principalmente nos seguintes temas: camelídeos fósseis, ungulados pleistocênicos e mamíferos fósseis. Atualmente trabalha como professora adjunta na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, atuando nas áreas de Paleontologia e Zoologia de Vertebrados.</p>
<p><strong>Ana Carolina Biacchi Brust</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/0782315437428370">http://lattes.cnpq.br/0782315437428370</a><br />Aluna de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Paleontologia) da Universidade Federal do Rio Grade do Sul (UFRGS) desde Março/2015. Formada em Ciências Biológicas (Bacharelado) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), tendo feito o Trabalho de Conclusão de Curso na área de Paleontologia, com enfoque em Paleoherpetologia. Desenvolveu, de Abril/2010 a Dezembro/2014, juntamente ao Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia da UFSM, atividades de ensino, pesquisa e extensão. De Setembro/2013 a Junho/2014 realizou Graduação Sanduíche na Trinity College Dublin, Irlanda, pelo Programa Ciência sem Fronteiras.</p>
<p><strong>Ane Elise Branco Pavanatto</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/6283843336704821">http://lattes.cnpq.br/6283843336704821</a> <br />Possui graduação em Ciências Biológicas - Bacharelado pela Universidade Federal de Santa Maria (2010) e mestrado em Biodiversidade Animal pela Universidade Federal de Santa Maria (2015). Atualmente é estudante de doutorado da Universidade Federal de Santa Maria. Tem experiência na área de Zoologia, com ênfase em Paleozoologia</p>
<p><strong>Eduardo Neves</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/5444144903665227">http://lattes.cnpq.br/5444144903665227</a><br />Graduando em Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Maria. Trabalho com paleovertebrados do Triássico Médio e Superior no Laboratório de Estratigrafia e Paleontologia da Universidade.</p>
<p><strong>Guilherme Pereira Chiarello</strong>: <a href="http://lattes.cnpq.br/9517968025126533">http://lattes.cnpq.br/9517968025126533</a><br />Graduando do curso de Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Tem experiência na área de Morfologia, com ênfase em Anatomia Animal. Atua desde 2011 como Monitor de Anatomia Animal, tendo preparado diversas peças anatômicas para o acervo do Setor de Anatomia Animal da UFSM, e realizando monitorias para revisão dos conteúdos com os alunos dos cursos de Med. Veterinária e Zootecnia da UFSM. Possui conhecimentos sobre Anatomia Comparada dos Animais Domésticos e Técnicas Anatômicas, utilizando estes conhecimentos na elaboração de material didático para as aulas de Anatomia Animal, possuindo especial domínio sobre osteologia animal comparada, montagem de esqueletos e osteotécnicas.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sobre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/sobre</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 20:01:42 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/template-laboratprio/?page_id=22</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banner1</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2019/05/14/banner1</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 19:35:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/template-laboratprio/?p=6</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Página inicial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 18:59:30 +0000</pubDate>
				
				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios-larp/?page_id=2</guid>
						<description><![CDATA[Apresentação O Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia (LEP) foi revitalizado em 1998, contendo a coleção paleontológica da UFSM, baseada principalmente em vertebrados e plantas do Triássico da região central do Rio Grande do Sul. A coleção apresenta cerca de 1500 fósseis descritos, entre vertebrados, invertebrados, plantas e icnofósseis. O LEP está localizado na sala 1019, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h5>Apresentação</h5>		
		<p>O Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia (LEP) foi revitalizado em 1998, contendo a coleção paleontológica da UFSM, baseada principalmente em vertebrados e plantas do Triássico da região central do Rio Grande do Sul. A coleção apresenta cerca de 1500 fósseis descritos, entre vertebrados, invertebrados, plantas e icnofósseis. O LEP está localizado na sala 1019, subsolo do prédio 17, Departamento de Geociências.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Olá, mundo!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2019/05/14/ola-mundo</link>
				<pubDate>Tue, 14 May 2019 18:59:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios-larp/?p=1</guid>
						<description><![CDATA[Bem-vindo ao UFSM. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Bem-vindo ao <a href="http://www.ufsm.br/">UFSM</a>. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Um pouco sobre o Triássico da Tanzânia.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2017/11/17/um-pouco-sobre-o-triassico-da-tanzania</link>
				<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 19:57:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/?p=66</guid>
						<description><![CDATA[Fruto de parceria com o Prof. Max Langer (USP - Ribeirão Preto) e Prof. Felipe Montefeltro (UNESP - Campus Ilha Solteira), segue abaixo o link do arquivo:]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px"><span style="color: #1d2129;font-size: 14px">Fruto de parceria com o Prof. Max Langer (USP - Ribeirão Preto) e Prof. Felipe Montefeltro (UNESP - Campus Ilha Solteira), segue abaixo o link do arquivo:</span></p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px"><a style="background: 0px 0px;color: #0f7360" href="https://peerj.com/articles/4038/">Supradapedon revisited: geological explorations in the Triassic of southern Tanzania</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nova publicação da importância bioestratigráfica da Supersequência Sanga do Cabral.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2017/11/17/nova-publicacao-da-importancia-bioestratigrafica-da-supersequencia-sanga-do-cabral</link>
				<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 19:56:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/?p=65</guid>
						<description><![CDATA[Saindo do forno a publicação conjunta com queridos colegas de diversas instituições, sobre a importância bioestratigráfica da Supersequência Sanga do Cabral, do Triássico Inferior do Brasil e Uruguai]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Saindo do forno a publicação conjunta com queridos colegas de diversas instituições, sobre a importância bioestratigráfica da Supersequência Sanga do Cabral, do Triássico Inferior do Brasil e Uruguai</p>
<p>Just out of the box, this interinstitutional joint collaboration with our dear fellows, about the biostratigraphic importance of the Sanga do Cabral Supersequence, Early Triassic of Brazil and Uruguay. </p>
<p><a href="http://coral.ufsm.br/lep/images/artigo_pdf/Biostratigraphic-reappraisal-of-the-Lower-Triassic-Sanga-do-Cabral-Supersequence-from-South-America-with-a-description-of-new-material-attributable-to-the-parareptile-genus-Procolophon.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Biostratigraphic-reappraisal-of-the-Lower-Triassic-Sanga-do-Cabral-Supersequence-from-South-America-with-a-description-of-new-material-attributable-to-the-parareptile-genus-Procolophon.pdf</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PaleoRS 2016</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2016/10/10/paleors-2016</link>
				<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 20:55:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/?p=64</guid>
						<description><![CDATA[Este ano, a Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Paleontologia, núcleo RS, acontecerá em Santa Maria no Campus da UFSM, nos dias 02, 03 e 04 de Dezembro.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="font_2"><span class="color_15">Este ano, a Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Paleontologia, núcleo RS, acontecerá em Santa Maria no Campus da UFSM, nos dias 02, 03 e 04 de Dezembro.</span></p>
<p class="font_2"><span class="color_15">Maiores informações: <a href="http://sitepaleors2016.wixsite.com/paleors2016" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PaleoRS 2016</a> </span></p>
<p class="font_2"><span class="color_15">Informamos que o prazo para inscrição de resumos já está aberto!!!</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Descobertos os mais antigos fósseis de seres multicelulares da América do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2016/09/05/descobertos-os-mais-antigos-fosseis-de-seres-multicelulares-da-america-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 20:55:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/?p=63</guid>
						<description><![CDATA[De longe, parecem bolhas achatadas brotando da rocha. Vistas de perto, as centenas de discos de tamanhos variados que estampam as placas de arenito encontradas na Formação Cerro Negro, no interior da Argentina, apresentam detalhes que só os corpos de seres vivos possuem: curvas suaves e bordas frondosas, que lembram as de águas-vivas. Descobertas no ano passado por pesquisadores brasileiros e argentinos, rochas de 560 milhões de anos guardam o registro mais antigo da existência de seres multicelulares na América do Sul. Os pequenos discos, com diâmetro variando de 6 centímetros (cm) a 16 cm, correspondem, no entanto, a fósseis de organismos do gênero Aspidella. Essa é a primeira vez que fósseis desse tipo são encontrados nessa região do planeta, relatam os pesquisadores em artigo publicado em 27 de julho na revista Scientific Reports.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">De longe, parecem bolhas achatadas brotando da rocha. Vistas de perto, as centenas de discos de tamanhos variados que estampam as placas de arenito encontradas na Formação Cerro Negro, no interior da Argentina, apresentam detalhes que só os corpos de seres vivos possuem: curvas suaves e bordas frondosas, que lembram as de águas-vivas. Descobertas no ano passado por pesquisadores brasileiros e argentinos, rochas de 560 milhões de anos guardam o registro mais antigo da existência de seres multicelulares na América do Sul. Os pequenos discos, com diâmetro variando de 6 centímetros (cm) a 16 cm, correspondem, no entanto, a fósseis de organismos do gênero Aspidella. Essa é a primeira vez que fósseis desse tipo são encontrados nessa região do planeta, relatam os pesquisadores em artigo publicado em 27 de julho na revista Scientific Reports.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">As Aspidella foram um dos primeiros organismos multicelulares marinhos a surgir na Terra. Seus fósseis já haviam sido encontrados em quase todos os continentes, exceto na Antártida. O fato de agora terem sido achados também na América do Sul indica que essa região do continente teria sido banhada no passado por um mar raso, que cobriu vastas extensões do que hoje é o Brasil, a Argentina e a África.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">“Fósseis desses organismos de corpo mole ocorrem em rochas da mesma idade no Canadá, na Grã-Bretanha, na Rússia, na Namíbia e na Austrália”, explica o geólogo Lucas Warren, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro. Ele coordenou a pesquisa em parceria com a sedimentóloga Júlia Arrouy e o paleontólogo Daniel Poiré, ambos do Centro de Investigações Geológicas de La Plata, Argentina.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">Conhecidos desde o século XIX, os fósseis de Aspidella estão entre os mais antigos e abundantes da chamada biota de Ediacara, formada por organismos marinhos cujos corpos, embora relativamente simples, representaram a primeira grande diversidade de formas macroscópicas de vida na Terra. Antes de esses organismos surgirem, os mares do planeta eram habitados apenas por seres unicelulares, como as bactérias, ou colônias formadas por células de funções variadas.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">“A biota de Ediacara marca a primeira grande expansão da diversidade dos organismos multicelulares”, esclarece Marcello Simões, paleontólogo da Unesp, campus de Botucatu, que colaborou no estudo. “Ainda não sabemos por que essa biota se extinguiu nem qual é exatamente a sua relação com os filos de animais modernos.”</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">Ao certo, sabe-se apenas que a biota de Ediacara prevaleceu nos oceanos do planeta de 580 milhões a 542 milhões de anos atrás, entre o final do período geológico Ediacarano e o início do Cambriano. A maioria dessa biota, entretanto, aparentemente foi extinta no começo do Cambriano, quando uma diversidade de espécies ainda maior surgiu e originou animais anatomicamente mais complexos, entre eles os ancestrais dos atuais insetos e vertebrados.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">“Há certa polêmica na literatura científica sobre a natureza das Aspidella”, conta a paleontóloga Fernanda Quaglio, da Universidade Federal de Uberlândia, Minas Gerais, colaboradora de Warren no estudo. Alguns pesquisadores defendem que a forma de disco desses organismos não representa o fóssil de um animal completo, mas de apenas uma parte dele. O disco seria a base de sustentação para uma estrutura filtradora de água do mar em forma de pena, como a de organismos relacionados ao gênero Charniodiscus, já encontrados em outros sítios paleontológicos, mas ainda não em Cerro Negro. Para outros pesquisadores, as Aspidella nada teriam a ver com os Charniodiscus. Em vez disso, teriam sido colônias de fungos ou representariam ainda evidência de formas de vida muito mais simples.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">Independentemente da verdadeira natureza dos seres encontrados em Cerro Negro, Warren vê essa descoberta como mais uma evidência de como eram os continentes há cerca de 550 milhões de anos. No cenário apresentado em 2014 por Warren e outros geólogos, uma grande porção das massas continentais que originariam o supercontinente Gondwana, do qual surgiram os blocos rochosos mais antigos que formam a América do Sul, a África, a Antártida e a Austrália, eram cobertas por um mar raso, com poucas dezenas de metros de profundidade, parte de um oceano batizado de Clymene. “Não existe nenhum mar parecido hoje”, afirma Warren. “Possivelmente o Clymene cobriria com água salgada uma área continental tão extensa quanto a Antártida.”</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px"><span style="font-family: Georgia;font-size: 15px;line-height: 22px">“Fósseis desses organismos de corpo mole ocorrem em rochas da mesma idade no Canadá, na Grã-Bretanha, na Rússia, na Namíbia e na Austrália”, explica o geólogo Lucas Warren, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro. Ele coordenou a pesquisa em parceria com a sedimentóloga Júlia Arrouy e o paleontólogo Daniel Poiré, ambos do Centro de Investigações Geológicas de La Plata, Argentina.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo dinossauro da Argentina tem braços curtos como o T. rex</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2016/09/05/novo-dinossauro-da-argentina-tem-bracos-curtos-como-o-t-rex</link>
				<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 20:54:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/?p=61</guid>
						<description><![CDATA[Uma nova espécie de dinossauro descoberta por um grupo internacional de cientistas mostra que o T. rex (Tyrannosaurus rex) não era o único réptil carnívoro com braços desproporcionalmente curtos. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">Uma nova espécie de dinossauro descoberta por um grupo internacional de cientistas mostra que o T. rex (Tyrannosaurus rex) não era o único réptil carnívoro com braços desproporcionalmente curtos. <br />Assim como o T. Rex, o Gualicho shinyae, encontrado na Patagônia, sul da Argentina, é um terápode - grupo de dinossauros carnívoros bípedes que deram origem às aves - que também possui braços muito curtos com dois dedos e garras longas. Estima-se que o animal viveu há 90 milhões de anos.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">Mas o Gualicho pertence a um ramo diferente da família e, segundo os cientistas, isso significa que seus estranhos membros evoluíram de forma independente, em vez de terem surgido a partir de um ancestral de braços curtos comum às duas espécies.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">O estudo que descreve o novo dinossauro, liderado por  Peter Makovicky, do Field Museum, em Chicago (Estados Unidos) foi publicado nesta quarta-feira, 13, na revista científica PLOS One. Também participaram da pesquisa cientistas da Universidade Maimónides (Argentina), do Instituto de Dinossauros do Museu de História Natural de Los Angeles (Estados Unidos) e do Governo da Província de Río Negro, na Argentina.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">"O Gualicho é uma espécie de mosaico de dinossauros. Ele tem características que normalmente vemos em diferentes tipos de terópodes. É realmente incomum - ele é diferente de todos os outros dinossauros carnívoros encontrados na mesma formação rochosa, mas não se encaixa totalmente em nenhuma categoria", disse Makovicky.<br />Segundo os autores do estudo, o Gualicho é um alossaurídeo - um ramo de dinossauros terópodes médios e grandes. O esqueleto descoberto pelos cientistas está incompleto, mas, segundo eles, é possível determinar que se trata de um predador de tamanho médio, de cerca de 450 quilos, comparável a um urso polar.</p>
<p style="margin-top: 0px;margin-bottom: 10px;color: #666666;font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;font-size: 13px;text-align: justify">Bastante diferente dos dinossauros que viviam ao seu redor, o Gualicho se parece mais com o Deltadromeus, um dinossauro carnívoro de pernas longas e braços delgados, encontrado na África. <br />Apesar do tamanho imponente do Gualicho, seus membros anteriores eram do tamanho dos braços de uma criança humana. Assim como o T. Rex, ele tinha dois dedos - o polegar e o indicador. "Estudando mais sobre como esses braços reduzidos evoluíram, talvez consigamos descobrir por que eles evoluíram", disse Makovicky.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fóssil de réptil anterior aos dinossauros é descoberto no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/2016/09/05/fossil-de-reptil-anterior-aos-dinossauros-e-descoberto-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 20:52:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/?p=59</guid>
						<description><![CDATA[É do Rio Grande do Sul uma festejada descoberta paleontológica divulgada na edição desta sexta-feira da revista Scientific Reports, do grupo Nature. O artigo descreve pela primeira vez na ciência o crânio de um Teyujagua paradoxa, nome indígena que significa réptil ou lagarto feroz, encontrado nos arredores da cidade de São Francisco de Assis durante [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>É do Rio Grande do Sul uma festejada descoberta paleontológica divulgada na edição desta sexta-feira da revista Scientific Reports, do grupo Nature. O artigo descreve pela primeira vez na ciência o crânio de um Teyujagua paradoxa, nome indígena que significa réptil ou lagarto feroz, encontrado nos arredores da cidade de São Francisco de Assis durante uma saída de campo do professor Felipe Pinheiro com alunos do campus de São Gabriel da Universidade Federal do Pampa (Unipampa).</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-60" src="https://www.ufsm.br/laboratorios/lep/wp-content/uploads/sites/659/2019/07/noticia3-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>Estima-se que o animal tenha vivido há 250 milhões de anos, período anterior ao do surgimento dos dinossauros. O trabalho, que permite o avanço dos estudos em uma área ainda desconhecida do desenvolvimento das espécies, também é assinado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina (PE), e da Universidade de Birmingham, na Inglaterra.</p>
<p>– É uma descoberta que se faz uma vez na vida  – vibra Pinheiro, 28 anos, paleontólogo cearense radicado no Estado há seis anos.</p>
<p>Ao avistar o crânio parcialmente encoberto no solo, no ano passado, o professor se deu conta, de imediato, de que se tratava de um achado importante. Encontram-se fósseis com frequência na área, mas em geral estão quebrados e fragmentados. Com 11 centímetros da ponta do focinho até a parte de trás do crânio, a peça estava inteira, em ótimo estado de conservação – uma raridade.</p>
<p>Segundo Pinheiro, o Teyujagua foi um réptil pequeno, de comprimento entre um metro e um metro e meio, quadrúpede, com narinas posicionadas no topo do focinho, típico de animais aquáticos ou semiaquáticos. Pode ter vivido nas margens de rios ou lagos, talvez comendo anfíbios. Nos dias de hoje, seria semelhante a um lagarto ou a um jacaré. Animais parecidos, aparentados com o Teyujagua, já foram localizados em outros países, o que possibilitou que os pesquisadores deduzissem características sobre a aparência e o comportamento do fóssil do pampa gaúcho.</p>
<p>O réptil habitou a Terra no período Triássico, "pouco" depois  – 2 milhões de anos, intervalo considerado irrelevante em paleontologia  – de uma extinção em massa que dizimou cerca de 90% de todos os seres vivos do período Permiano. No planeta quase despovoado, o Teyujagua surgiu de alguma forma de vida que sobreviveu à catástrofe e testemunhou a recuperação da fauna. É justamente nesta fase pouco conhecida que o conhecimento científico precisa avançar: o fóssil de São Francisco de Assis é um ser intermediário entre os répteis primitivos e os arcossauriformes, grupo que compreende dinossauros (que surgiriam 20 milhões de anos após o Teyujagua), pterossauros, jacarés e aves.</p>
<p>– A origem dos arcossauriformes ainda era muito obscura. Agora o Teyujagua nos ajuda a entendê-la – explica Pinheiro.</p>
<p>Marco Brandalise de Andrade, professor da Faculdade de Biociências e curador da coleção de fósseis do Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), saúda o feito dos pesquisadores e a atenção da comunidade internacional despertada para o Estado, já reconhecido pela riqueza de seu passado paleontológico.</p>
<p>– Esse material é fabuloso em termos de história evolutiva e demonstra a riqueza que existe na nossa diversidade de espécies fósseis  –  avalia Andrade.  –Sem mesmo um esforço enorme, encontramos coisas. Imagina se pudéssemos focar com mais dinheiro, mais profissionais, mais estudantes, maior frequência de coleta? Quantas coisas a gente não descobriria nessa diversidade toda?  – completa.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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