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Grupos de Pesquisa CNPQ / Research team CNPQ

CARACTERIZAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA – LGSR

COORDENADOR – Fabio Marcelo Breunig

Grupo 1: CONESAT: Monitorando o CONESUL com Sensoriamento Remoto

O grupo de pesquisa foi formado em 2018 a partir de um projeto piloto voltado para aplicações de sensoriamento remoto na região do CONESUL. O objetivo do grupo é promover a pesquisa e desenvolvimento no âmbito do CONESUL a partir de produtos de sensoriamento remoto. Assim, o foco é dado para as esferas de biosfera, antroposfera, litosfera, hidrosfera e atmosfera. O grupo atua na linha do “Sensoriamento remoto do ambiente no CONESUL”.

Ao todo, fazem parte pesquisadores, doutorandos, mestrandos e graduandos de distintas regiões e instituições. Os pesquisadores vinculados são: Fábio Marcelo Breunig  (coordenador); Edner Baumhardt; Flávio Wachholz; Gabriel Pereira; Lenio Soares Galvao; Marciano Friedrich; Rafaelo Balbinot; Renato Beppler Spohr; Romario Trentin; Tatiana Mora Kuplich; Vandoir Bourscheidt; Yhasmin Mendes de Moura. Os estudantes são: William Gaida; Daniel Fernandes Gomes; Renato Souza Santos; Geovane Sestari e; Daniele Arndt Erthal.

O grupo possui sede no campus da UFSM em Frederico Westphalen, RS e conta com a seguinte infraestrutura, vinculada ao Laboratório de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (LGSR, site: https://www.ufsm.br/laboratorios/lgsr/):

Laboratório de Geoprocessamento com 20 computadores conectados à rede de internet. Esse laboratório está instalado em uma sala de aproximadamente 60 m², em ambiente climatizado, com projetor, estereoscópios de mesa (20), lousa e estrutura para cursos, palestras e aulas.

Laboratório de Pesquisa em Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, com 7 computadores, lousa, rede cabeada, instado em uma sala adjacente ao Lab. De Geoprocessamento, com uma área de 45 m².

Laboratório de Pesquisa em Sensoriamento Remoto, vinculado a um projeto FINEP, com 63 m², climatizado, com bancadas, mesas computadores (3 de alta performance). Nesse laboratório estão alocados dois veículos aéreos não tripulados (VANTs ou Drones) multi-rotores, a saber: Phantom 4 (3 baterias) e um Matrice 100 (3 baterias). Ainda, dispõem de uma câmera multiespectral Sequoia Parrot (RGB e red, green, red-edge e NIR). Ainda, dispõem de espaço para reuniões, lousa digital e área de convivência para a integração de pesquisadores e estudantes.

Por fim, o LGSR dispõem de dois gabinetes para pesquisador/professor de 20 m². Cabe destacar ainda, a relação e disponibilidade de equipamentos de topografia e Geodésia como estações totais, RTK, teodolitos, GNSSs, haste telescópicas de 8 m, tripés e acessórios.

Em termos de software, o LGSR possui licenças comerciais do ENVI/IDL, modulo FLAASH-ENVI, IDRISI, ARCGIS, ERDAS, AGISOFT Metashape, ORIGIN PRO, Matlab entre outros. Ainda, incentiva e faz uso de softwares abertos como o QGIS, SPRING, R, Python, AVENZA, pacotes office; Google Earth pro; e muitos outros.

Algumas produções podem ser consultados do ResearchGate: https://www.researchgate.net/project/CONESAT-Monitoring-the-CONESUL-using-remote-sensing-data e no site do LGSR: https://www.ufsm.br/laboratorios/lgsr/).

O espelho do grupo pode ser acessado em: < dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/2553407228860927>.

 

Grupo 2: Sensoriamento Remoto Espectral-Angular

Constituído em 2011, grupo de pesquisa “Sensoriamento Remoto Espectral-Angular”, visa promover a integração dos estudos de sensoriamento remoto espectral e angular com foco em aplicações florestais, agronômicas e ambientais. O comportamento espectral de alvos é fundamental para a correta interpretação, manipulação e extração de informações dos dados de sensoriamento remoto. Contudo, alguns fatores externos podem afetar significativamente a resposta espectral de alvos (geometria e iluminação/aquisição dos dados, efeitos atmosféricos, resolução espectral e espacial do sensor, etc.). Nesse sentido, estudar a relação entre a resposta espectral de alvos, direção de espalhamento (retroespalhamento e espalhamento frontal) e o ângulo de iluminação e aquisição é fundamental. Dessa forma, o grupo de pesquisa “sensoriamento remoto espectral-angular” visa aprofundar os conhecimentos nessa área e agrupar pesquisadores, estudantes e instituições que tem como ponto em comum as relações espectrais e angulares. Em termos de formação acadêmica, procura auxiliar na formação de estudantes.

As linhas de pesquisa relacionadas ao grupo envolvem: Comportamento espectral-angular da água; Comportamento espectral-angular de alvos agrícolas; Comportamento espectral-angular de florestas; Modelos de transferência radiativa em dosséis; Monitoramento de ecossistemas florestais; e Satélites de amplo campo de visada.

O pesquisadores vinculados ao grupo são: Fábio Marcelo Breunig (Coordenador); Antonio Roberto Formaggio; Gabriel Pereira; Jose Carlos Neves Epiphanio; Lenio Soares Galvao; Veraldo Liesenberg; Waterloo Pereira Filho; Yhasmin Mendes de Moura. Os estudantes são: Eduardo Rieder; Daniele Arndt Erthal; Geovane Sestari; Renato Souza Santos; William Gaida.

O grupo possui sede no campus da UFSM em Frederico Westphalen, RS e conta com a seguinte infraestrutura, vinculada ao Laboratório de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (LGSR, site: https://www.ufsm.br/laboratorios/lgsr/):

Laboratório de Geoprocessamento com 20 computadores conectados à rede de internet. Esse laboratório está instalado em uma sala de aproximadamente 60 m², em ambiente climatizado, com projetor, estereoscópios de mesa (20), lousa e estrutura para cursos, palestras e aulas.

Laboratório de Pesquisa em Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, com 7 computadores, lousa, rede cabeada, instado em uma sala adjacente ao Lab. De Geoprocessamento, com uma área de 45 m².

Laboratório de Pesquisa em Sensoriamento Remoto, vinculado a um projeto FINEP, com 63 m², climatizado, com bancadas, mesas computadores (3 de alta performance). Nesse laboratório estão alocados dois veículos aéreos não tripulados (VANTs ou Drones) multi-rotores, a saber: Phantom 4 (3 baterias) e um Matrice 100 (3 baterias). Ainda, dispõem de uma câmera multiespectral Sequoia Parrot (RGB e red, green, red-edge e NIR). Ainda, dispõem de espaço para reuniões, lousa digital e área de convivência para a integração de pesquisadores e estudantes.

Por fim, o LGSR dispõem de dois gabinetes para pesquisador/professor de 20 m². Cabe destacar ainda, a relação e disponibilidade de equipamentos de topografia e Geodésia como estações totais, RTK, teodolitos, GNSSs, haste telescópicas de 8 m, tripés e acessórios.

Em termos de software, o LGSR possui licenças comerciais do ENVI/IDL, modulo FLAASH-ENVI, IDRISI, ARCGIS, ERDAS, AGISOFT Metashape, ORIGIN PRO, Matlab entre outros. Ainda, incentiva e faz uso de softwares abertos como o QGIS, SPRING, R, Python, AVENZA, pacotes office; Google Earth pro; e muitos outros.

Algumas produções podem ser consultados no site do LGSR: https://www.ufsm.br/laboratorios/lgsr/).

O espelho do grupo pode ser acessado em: <dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/2241033294791230>.

 

COLABORADOR Fábio Marcelo Breunig

Grupo 3: Rede Temática de Bio-óptica Aquática

Esse Grupo de Pesquisa é integrado por pesquisadores, bem como, seus laboratórios e equipes, para trocar informações, técnicas de medição e processamento de dados (espectrais, imagens de satélites e dados bio-ópticos), e elaborar projetos de pesquisa, ensino e extensão, visando o fortalecimento dessa área do conhecimento tão importante para a gestão dos recursos hídricos em território nacional. Pretende-se criar ferramentas e metodologias para a elaboração de mapas sobre a qualidade da água em rios, lagoas e reservatórios, bem como, a elaboração de séries históricas sobre os principais constituintes de modo a fomentar a gestão sustentável dos recursos hídricos. Espera-se estabelecer parcerias e colaborações entre Agências de Saneamento e outros usuários interessados em informações de qualidade da água utilizando técnicas de sensoriamento remoto e computação em nuvem.

Pesquisadores: Cláudio Clemente Faria Barbosa; Daniel Schaffer Ferreira Jorge; Enner Herenio de Alcântara; Evlyn Márcia Leão de Moraes Novo; Fábio Marcelo Breunig (colaborador); Felipe de Lucia Lobo; Fernanda Sayuri Yoshino Watanabe; Henrique Llacer Roig; Hugo Alexandre Soares Guedes; Lino Augusto Sander De Carvalho; Luiz Henrique da Silva Rotta; Maria Fernanda Coló Giannini; Milton Kampel; Rejane Ennes Cicerelli; Rodrigo Cauduro Dias de Paiva; Rogerio Ribeiro Marinho; Talita Fernanda das Graças Silva; Waterloo Pereira Filho.

Em relação a infraestrutura, o grupo usufrui das estruturas de cada instituição colaboradora.

O espelho do grupo pode ser acessado em: < dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1923979227863561>.

 

Grupo 4: Geotecnologias aplicadas à análise ambiental – UFSM

O grupo é coordenado pelo Laboratório de Geotecnologias da UFSM, coordenado pelo Prof. Dr. Waterloo Pereira Filho. Atua nas linhas de pesquisa de: Hidrogeografia e manejo de bacias hidrográficas e; Sensoriamento Remoto.  O laboratório de geotecnologias é utilizado para o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão, principalmente na área de hidrogeografia, utilizando recursos de Sensoriamento Remoto, Sistema de informações Geográficas e Geoprocessamento. Os projetos de ensino estão relacionados com a utilização do Sensoriamento Remoto como recurso didático nos níveis básico e superior. Os projetos de pesquisa abordam questões ambientais principalmente associadas à caracterização da Geografia Física em bacias hidrográficas e sua relação com o sistema aquático, com abordagem espaço-temporal. Projetos de Sensoriamento Remoto em reservatórios e rios têm sido desenvolvidos com objetivos de identificar a capacidade dos diferentes sensores, no que diz respeito às pesquisas relacionadas à refletância da água e a relação com seus constituintes opticamente ativos. Neste sentido, o laboratório é equipado com computadores e programas computacionais capazes de gerar dados relacionados ao geoprocessamento, atividades de campo do ambiente terrestre e de coleta de variáveis limnológicas e espectrais. Conta com projetos financiados por órgãos de fomento a pesquisa, extensão e ensino de origem Municipal, Estadual e Federal, integrando alunos e professores/pesquisadores dos Programas de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Maria e possui colaboradores dos Programas de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas da Universidade Estadual Paulista – Campus Presidente Prudente, de Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e Geografia da Universidade Estadual Paulista – Campus Rio Claro.

Os pesquisadores participantes são: Fábio Marcelo Breunig (colaborador); Felipe Correa dos Santos; Flávio Wachholz; Joselisa Maria Chaves; Roberto Cassol; Rosana Corazza; Taíse Bomfim de Jesus; e Waterloo Pereira Filho. Participam do grupo vários estudantes de todos os níveis.

O Grupo dispõem em Santa Maria dos seguintes equipamentos relacionados ao LABGEOTEC: Computadores: utilizado principalmente para realização de trabalhos de pesquisa, mapeamentos temáticos, processamento de imagens de satélite e construção de banco de dados geográficos; Viatura, Barco, Motor e Reboque: suporta a coleta de dados de campo em reservatórios; GPS: utilizado para georreferenciamento dos pontos de coleta e sua localização, contudo para a reambulação terrestre; Sonar: possibilita a identificação da profundidade total dos reservatórios; Condutivímetro Orion: Mede a condutividade elétrica, temperatura, sais e totais de sólidos dissolvidos da água; Phmetro: mede pH da água; Garrafa de Van Dorn: coleta agua na profundidade desejada; Conjunto para filtração: a partir do uso de membranas, é possível a realização de filtragem de amostras de água para a realização do total de sólidos em suspensão; Espectroradiômetro de campo: aquisição de dados espectrais a nível terrestre e a possibilidade da realização de experimentos em laboratório; Espectrofotometro: permite a leitura de absorbância, transmitância e concentração, para fins da identificação de nutrientes e sua concentração; Estufa: utilizada na esterilização e secagem de amostras; Balança analítica: utilizada, principalmente para a pesagem de filtros durante a medida do totais de sólidos em suspensão.; Sonda Multiparâmetro Horiba U-53; Sonda Trilux;

O espelho do grupo pode ser acessado em: <dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0132961551997516>.

Grupo 5: Image Processing & Analysis for Earth Observation – INPE

Repercussões dos trabalhos do grupo: O grupo de pesquisa em processamento digital de imagens tem atuado no INPE, desde 1983, no desenvolvimento de pesquisas, novas metodologias e tecnologias de processamento de imagens baseadas em dados de observação da terra para solucionar questões relacionadas com as diversas aplicações em sensoriamento remoto, tais como monitoramento dos biomas brasileiros, preservação do meio ambiente, exploração sustentável de recursos naturais, mudanças climáticas e planejamento territorial. No âmbito destas aplicações, o grupo de pesquisadores do INPE atua em projetos institucionais financiados por recursos orçamentários do INPE, FAPESP, FINEP, CNPq, Banco Mundial, BNDES e outros, produzindo publicações técnico-científicas em revistas científicas reconhecidas internacionalmente e produtos tecnológicos que têm contribuído para o desenvolvimento sustentável brasileiro e na formulação e implementação de políticas publicas para preservação ambiental.

Endereço para acessar este espelho: < dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7638115022181289 >