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			<title>Laboratório de Filosofia da Memória - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>Editora NEPFil lança coletânea sobre memória e imaginação</title>
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				<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 02:09:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Silva Fachi]]></category>
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						<description><![CDATA[A editora NEPFil lançou a coletânea Textos selecionados sobre memória e imaginação, editada por Danilo Fraga Dantas. A obra é constituída por traduções de verbetes sobre mnemicidade da Stanford Encyclopedia of Philosophy. Os tradutores fizeram ou fazem parte de alguma das encarnações do MemLab: Fabrício Dutra Susie Kovalczyk dos Santos Arthur Silva Fachi Vitor Rodrigues [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A editora NEPFil lançou a coletânea <em>Textos selecionados sobre memória e imaginação</em>, editada por Danilo Fraga Dantas.</p>
<p>A obra é constituída por traduções de verbetes sobre mnemicidade da <a href="https://plato.stanford.edu/" target="_blank" rel="noopener"><em>Stanford Encyclopedia of Philosophy</em></a>. Os tradutores fizeram ou fazem parte de alguma das encarnações do MemLab:</p>
<div class="page" title="Page 7">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Fabrício Dutra</li>
<li>Susie Kovalczyk dos Santos</li>
<li>Arthur Silva Fachi</li>
<li>Vitor Rodrigues de Almeida</li>
<li>Gabriel Zaccaro</li>
<li>Jonathas Kilque Villanova </li>
<li>Marcos Panciera</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Eis Danilo na Introdução da coletânea:</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<blockquote>
<p>"Ainda durante o mestrado, conheci César Schirmer dos Santos, que, na época, fazia doutorado sobre a metafísica da memória. Ao voltar do doutorado, tive a oportunidade de fazer um estágio pós-doutoral na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde, César chefia o Laboratório de Filosofia da Memória. Os tradutores dos verbetes que compõem este volume são estudantes da UFSM, sendo que alguns deles participam do laboratório de César. Foi na UFSM que eu tive a oportunidade de tomar pé do atual estado de coisas na pesquisa sobre memória. E, como as paixões antigas não nos deixam facilmente, tive um forte impulso de voltar a tratar do assunto. Lá, também tive a oportunidade de participar do Santa Maria-Grenoble Memory Workshop, junto a César e alguns participantes de seu laboratório, onde tive a oportunidade de conhecer Kourken. Neste workshop, tentei aproveitar os ventos que sopravam para meu lado e recauchutar algumas de minhas ideias do mestrado. Desde então, considero-me, novamente, interessado na filosofia da memória e da imaginação. A publicação deste volume é um compromisso escrito de meu interesse reformado na memória."</p>
</blockquote>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>A coletânea pode ser baixada de graça no site do <a href="https://wp.ufpel.edu.br/nepfil/" target="_blank" rel="noopener">NEPFil</a>.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>As imaginações</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/memlab/2024/07/17/as-imaginacoes</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 21:21:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia da imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Vinícius Cavalcante]]></category>
		<category><![CDATA[memlab]]></category>

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						<description><![CDATA[No texto abaixo, o doutorando Matheus Vinícius Cavalcante apresenta sua pesquisa sobre a natureza da imaginação. A imaginação é constante em nossas vidas. Ela nos acompanha ao planejar o dia, criar histórias para crianças, descobrir estratégias para ganhar jogos, se expressar artisticamente e até mesmo formular argumentos filosóficos. Sem dúvida, a imaginação é uma das [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>No texto abaixo, o doutorando Matheus Vinícius Cavalcante apresenta sua pesquisa sobre a natureza da imaginação.</em></p>
<p>A imaginação é constante em nossas vidas. Ela nos acompanha ao planejar o dia, criar histórias para crianças, descobrir estratégias para ganhar jogos, se expressar artisticamente e até mesmo formular argumentos filosóficos. Sem dúvida, a imaginação é uma das atividades mentais mais importantes, talvez até uma das características mais distintivas da nossa humanidade. No entanto, definir o que é a imaginação não é uma tarefa simples. Podemos usar termos como "fantasia", "criatividade" e "invenção", mas nenhum deles captura plenamente a essência da imaginação.</p>
<p>Para responder a essa pergunta intrigante, proponho explorar a literatura filosófica, especialmente aquela que ainda não é tão difundida em português. Essa literatura revela que a palavra "imaginação" possui múltiplos significados, tanto na linguagem comum quanto no uso técnico, permitindo-nos considerar diferentes sentidos filosóficos para o termo.</p>
<p>Primeiramente, analiso as definições de imaginação propostas por filósofos como Aristóteles, David Hume, Immanuel Kant e Jean-Paul Sartre. Tais definições nos mostram como a polissemia da linguagem comum se reflete no debate filosófico e, consequentemente, nos permitem entender como o conceito de imaginação pode ser aplicado a diferentes atividades mentais.</p>
<p>Considero que a Filosofia da Imaginação contemporânea, especialmente na tradição analítica, nos oferece uma definição ternária capaz de capturar a natural polissemia do termo. Ela divide a imaginação em três categorias: <em>imaginação imagética</em> (ocorrência de imagens mentais), <em>imaginação construtiva</em> (capacidade de criar novas representações) e <em>imaginação atitudinal</em> (considerar uma representação como não-real/ficcional). Cada uma dessas categorias deve ser examinada em detalhe, com foco nos desafios filosóficos que envolvem a origem das representações criadas pela imaginação construtiva e a possível relação entre crença e imaginação em seu sentido atitudinal, discussões essas que ainda requerem muita investigação.</p>
<p>Finalmente, abordo a ideia de que as atividades imaginativas são independentes e podem ser usadas de maneiras instrutivas (aprender sobre o mundo real) ou transcendentes (fugir da realidade). Concluo argumentando que o debate filosófico sobre a imaginação é um campo rico e necessário, que merece mais atenção e novas ideias e que, embora não possamos definir a imaginação de maneira unívoca, podemos reconhecer que as diferentes atividades imaginativas juntas formam um poder mental.</p>
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