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7 pesquisas da UFSM que precisam da colaboração de voluntários



A pesquisa é um dos pilares da UFSM. Entre projetos de iniciação científica, trabalhos de conclusão de curso e de pós-graduação, inúmeros estudos são desenvolvidos. Alguns deles, inclusive, dependem de voluntários para dar certo.

 

É muito simples e positivo colaborar. Ao se adequarem ao perfil procurado, os participantes passam por avaliações e testes, de acordo com a metodologia e o objetivo do estudo. Neste processo, ambas as partes são beneficiadas: enquanto os pesquisadores chegam aos resultados, os colaboradores são acompanhados de forma gratuita. Além disso, cria-se uma vínculo entre a Universidade e a comunidade local, expandindo o alcance e divulgando os projetos realizados.

 

Pensando nisso, a Revista Arco organizou uma lista com sete pesquisas desenvolvidas atualmente na UFSM, que precisam da colaboração de diferentes públicos. Confira – e participe!

 

 

1. MENTE ESPERTA, COLUNA ERETA

 

O projeto de pesquisa Efeitos do Método Pilates e do treino aeróbico em sujeitos hipertensos: ensaio clínico randomizado, do mestrado em Reabilitação Funcional, seleciona pessoas com diagnóstico de hipertensão controlada que não realizam exercício físico regular. A elas, será disponibilizado gratuitamente treino com pilates ou em esteira, definido por sorteio. É necessário ter disponibilidade para uma hora de exercício, de duas a três vezes durante a semana, na UFSM, pelo período de dois meses.

 

Não podem participar fumantes, obesos, diabéticos, pessoas com problemas reumatológicos que impossibilitem exercício físico, com outras doenças cardiovasculares, oncológicas ou doença renal decorrente da hipertensão arterial. Os voluntários serão avaliados em força, flexibilidade, massa corporal, capacidade cardiorrespiratória, exame sanguíneo, medida da pressão arterial de 24h, entre outras.

 

Segundo a mestranda Tainara Tolves, que realiza a pesquisa, estudos recentes mostram que o treinamento com pilates também reduz a pressão arterial de pessoas hipertensas, e não apenas o treino aeróbico. Assim, a intenção é identificar se os dois tipos de treinamento têm resultados parecidos ou se o treino aeróbico ainda é mais eficiente para este grupo.

 

As atividades acontecerão no Prédio 26D da UFSM, atrás do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Interessados podem entrar em contato com a Fisioterapeuta Tainara por Facebook, celular e WhatsApp (55) 99176-2702, ou e-mail fisiotainaratolves@gmail.com.


2. Professora’s Anatomy

 

Uma pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Distúrbios da Comunicação Humana da UFSM seleciona professoras em atividade, atuantes em qualquer nível de ensino de Santa Maria, com idade entre 19 e 60 anos, e que sentem dor e/ou desconforto osteomuscular e queixas vocais.

 

Desenvolvida pela doutoranda Débora Andriollo, com orientação da professora Carla Cielo, a investigação vem ao encontro às demandas vocais mais referidas pelos docentes, que são, em geral, falar em pé, falar muito e em ambiente fechado. A proposta é investigar os efeitos da liberação miofascial (um tipo de “massagem” fisioterapêutica com as mãos) sobre a voz, a postura corporal e a respiração das participantes.

 

Segundo Débora, o uso de voluntários é uma forma de investigação inédita para a área. “A literatura pesquisada não apresentou trabalho semelhante ou que tenha analisado todas essas variáveis”, explica.

 

As professoras interessadas devem entrar em contato com a aluna pesquisadora por celular e WhatsApp: (53) 999628146 e (55) 996448146; ou e-mail: pesquisadouto@gmail.com. Para participar, é necessário possuir o Cartão do SUS e se adequar aos critérios da pesquisa.


3. Let’s go!

 

Mulheres com síndrome metabólica, da faixa etária dos 45 aos 65 anos, têm a oportunidade de realizar prevenção e tratamento gratuitamente, através do projeto coordenado pela professora Daniela Lopes dos Santos, do Departamento de Métodos e Técnicas Desportivas, vinculado ao Centro de Educação Física e Desportos (CEFD).

 

Daniela explica que a síndrome metabólica é um conjunto de distúrbios que estão cada dia mais presentes na população mundial – como circunferência da cintura elevada, obesidade, níveis sanguíneos de glicemia (açúcar) e pressão arterial elevados, colesterol HDL e do colesterol LDL desregulados e níveis sanguíneos elevados de triglicerídeos. Para um indivíduo ser diagnosticado com síndrome metabólica, ele deve ter ao menos três destas características.

 

O exercício físico regular e uma alimentação adequada são fatores relevantes na prevenção e no tratamento da síndrome metabólica. Por isso, o projeto oferece a prática de exercícios físicos regulares e a avaliação dos efeitos deles nos exames de sangue, testes de resistência e composição corporal das participantes.

 

Vagas para novas voluntárias serão abertas no segundo semestre de 2018. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail lopesdossantosdaniela@gmail.com ou pelos telefones (55) 99204-3546 e (55) 99188-3346.


4. Cidadania constrói cidadania

 

O programa de extensão Reabilitação Baseada na Comunidade (ProRBC) convida profissionais ou acadêmicos dos cursos de Educação Física, Dança, Psicologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e outros que tenham interesse em trabalhar com a temática da deficiência e do desenvolvimento comunitário inclusivo.

 

Vinculado ao Departamento de Terapia Ocupacional da UFSM, o ProRBC iniciou suas ações em 2016, nos bairros Camobi e Passo D’Areia, com base na metodologia utilizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

As coordenadoras do projeto na UFSM- a professora Taísa Gomes Ferreira e a Técnica Administrativa em Educação Pricila Arrojo da Silva- explicam que a reabilitação baseada na comunidade é uma estratégia de desenvolvimento comunitário que visa a reabilitação, a igualdade de oportunidades e a inclusão social de pessoas com deficiência. Entre os objetivos do programa estão concretizar os direitos das pessoas com deficiência na comunidade e ampliar o acesso delas a serviços de saúde, educação e ambientes sociais.

 

Os interessados podem responder ao formulário (https://goo.gl/forms/Hb5TUF9foHVbspqF3) ou escrever para o e-mail: rbcemsm@gmail.com.



5. AI, MEU JOELHO!

 

Com a finalidade de avaliar a funcionalidade e o controle postural dinâmico, o Laboratório de Biomecânica da UFSM busca voluntários. Podem participar pessoas entre 18 e 45 anos de idade que tenham rompido o ligamento cruzado anterior (LCA) há mais de seis meses e não tenham realizado cirurgia de reconstrução, nem outra cirurgia nos membros inferiores. É necessário que o voluntário tenha uma ressonância magnética para comprovar a ruptura.

 

As avaliações, que iniciaram em dezembro de 2017, são realizadas através de análise 3D do movimento em diferentes tarefas, como caminhada, saltos unipodais, aterrissagem e equilíbrio dinâmico.

 

Laura Rossetto Foschera, acadêmica de Fisioterapia e responsável pela pesquisa, explica que a participação de voluntários é fundamental para que se consiga formular com precisão o melhor tratamento fisioterapêutico a ser utilizado em cada caso. “A experiência de trabalhar com voluntários demonstra a importância do interesse das pessoas em contribuir com a ciência”, pontua a pesquisadora.

 

Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail fisiolca@gmail.com ou pelo telefone/WhatsApp (55) 99726-4311.


6. Yes, we can!

 

Vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Reabilitação Funcional, do curso de Fisioterapia, a pesquisa de mestrado da aluna Joana Stallbaum precisa de voluntárias. Busca-se mulheres entre 30 e 70 anos, que realizaram cirurgia de mastectomia há pelo menos três meses e no máximo cinco anos, finalizaram a quimio e a radioterapia há pelo menos três meses, e não apresentam linfedema.

 

Segundo a mestranda, o objetivo da pesquisa é agregar informações para um tratamento de reabilitação mais efetivo no pós-operatório das mulheres participantes, pensando em torná-las funcionais e aptas a realizarem suas atividades diárias sem comprometimentos.

 

“A experiência de trabalhar com voluntários tem sido desafiadora, pois cada pessoa tem suas particularidades e características que, ao mesmo tempo que contribuem para o estudo, por vezes dificultam análises bem quantitativas na pesquisa”, relata Joana. Ela explica que, por outro lado, as diferenças individuais são importantes, porque esta é a realidade encontrada na clínica. “O encontro da pesquisa com a clínica é o que se espera no desenvolvimento de um estudo, para que a pesquisa venha a contribuir no tratamento desta população”, ressalta.

 

O contato pode ser feito através de e-mail jo.hs@hotmail.com ou telefone (55) 98125-7222.


7. Efeito adrenalina

 

Esta última pesquisa da lista procura quem anda de bicicleta.

 

Desenvolvido no Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) da UFSM, o estudo busca avaliar o efeito da ingestão prévia da bebida isotônica em ciclistas recreativos pedalando até a exaustão. Para isso, são procurados voluntários que pratiquem  o ciclismo como meio de transporte ou recreação; não possuam lesão ou cirurgia nos membros inferiores nos últimos seis meses; não sintam dor ao fazer exercício físico; sejam do sexo masculino; e tenham idade entre 20 e 50 anos.

 

Quem está à frente da pesquisa é Franciele Marques Pivetta, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação Física e integrante do grupo de pesquisa em Biomecânica, coordenado pelo professor Dr. Carlos Bolli Mota. Ela explica que a participação dos voluntários é fundamental para entender se a bebida isotônica retarda a fadiga muscular, prolongando a duração de uma melhor prática no ciclismo e prevenindo os efeitos perigosos de movimentos incorretos decorrentes do cansaço, ou não.

 

O projeto, que iniciou no segundo semestre de 2017, abrange duas avaliações: a biomecânica do padrão de movimento da pedalada, e a fisiológica, como a percepção de esforço e a frequência cardíaca.

 

Os interessados podem contatar a pesquisadora por e-mail fran87.mp@gmail.com ou por celular/Whatsapp: (55) 996634428.

 

 

Repórter: Andressa Motter

Ilustrações: Pollyana Santoro


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