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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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				<title>Professores estrangeiros da UFSM compartilham suas experiências no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/professores-estrangeiros-da-ufsm-compartilham-suas-experiencias-no-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 16:00:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Arco afora]]></category>
		<category><![CDATA[experiências]]></category>
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						<description><![CDATA[Malva Mancuso e Gonzalo Prudkin contam sobre suas vivências, projetos, pesquisas e projeções para novos intercambistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-7d930943-7fff-6814-d199-f554c47c19dd" dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Estudar em um país e em uma cultura diferente tende a ser uma experiência enriquecedora para qualquer um. Além de ser uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, o intercâmbio entre faculdades enriquece a ciência por meio da contribuição de pesquisadores internacionais.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No entanto, chegar a um país diferente, com outro idioma, outros hábitos e novas rotinas tende a ser desafiador. Os argentinos Gonzalo Prudkin e Malva Mancuso são docentes na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e, mesmo que tenham vindo de um país com grande proximidade com o Brasil, relatam como foi a experiência de integração com a comunidade acadêmica local.</p>
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/11/Internacional_Capa-1024x667.jpg" alt="Ilustração horizontal e colorida do planeta terra. Ele está representado por um círculo, com os países em verde e o oceano em azul claro. Há pontilhados na cor branca, que saem do Brasil para outros continentes. O fundo é roxo berinjela com efeitos de estrelas na cor branca." loading="lazy">
<h3>Trocas internacionais na área de comunicação</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt">Gonzalo Prudkin é professor do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM campus Frederico Westphalen. No Brasil há 16 anos, hoje casado e com duas filhas brasileiras, ele conta que conversa com suas pequenas nos dois idiomas e se emociona quando as vê praticando as duas línguas maternas. O professor relata, ainda, que já sofreu preconceito por conta do sotaque carregado. Ele carrega na fala suas raízes e veio ao Brasil em uma época em que era necessário saber falar bem o idioma para conseguir oportunidades dentro da academia.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt">Atualmente, Gonzalo estuda a preservação do patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Sul, que são os bens culturais que dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social, que se manifestam nos saberes, ofícios, celebrações e formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas. Estes ocorrem não só em lares ou nas ruas, mas também em lugares como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas. Além disso, o professor usa da aplicação de técnicas jornalísticas digitais para a conservação da memória da arte guasqueria, um ofício artesanal que trabalha com couro cru, técnica passada adiante a partir da transmissão oral do processo de trabalho com o material. É possível ouvir o podcast do projeto, chamado <u><a href="https://memoriaguasqueira.com.br/?page_id=129" target="_blank" rel="noopener">“Memória Guasqueira”</a></u><u>,</u> que entrevista guasqueiros por todo o estado.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt">Suas experiências e vivências também o levaram a fazer parte de um projeto de pesquisa da UFSM que discute Línguas, Políticas e Mídias no Brasil, coordenado pela sua colega de departamento, professora Andréa Weber, que também é sua esposa. O projeto se propõe a estudar a política de línguas inscrita em normativas para a mídia e em narrativas midiáticas que são publicadas pelo Brasil. Essa investigação possibilita que estudantes de comunicação possam potencializar seus conhecimentos acerca da linguística ao envolver os veículos em que possam trabalhar futuramente. A contribuição da iniciativa está no aperfeiçoamento das práticas comunicacionais e no fomento de uma relação linguística adequada de jornalistas e relações públicas com seu público, o que evita a difusão de preconceitos linguísticos na mídia ou nas instituições que venham a ser assessoradas por esses profissionais.</p>

<h3>Trocas internacionais na área de tecnologia ambiental</h3>
<p id="docs-internal-guid-26fefd0e-7fff-141d-10f6-6052dacff300" dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt">Professora do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental da UFSM no campus de Frederico Westphalen, Malva Mancuso veio da Argentina em busca de novas experiências. A hidrologista conta que o local onde atua hoje é privilegiado por conta das águas amazônicas que descem por canais e deságuam nos arredores de Frederico Westphalen, lugar onde mora e trabalha. Esse aspecto é o que impulsiona suas pesquisas, que têm como foco as águas ao redor do mundo, aquíferos e sustentabilidade.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt">No Brasil, a professora participa de um projeto internacional no âmbito da Ciência e Inovação, vinculado ao Serviço Geológico do Brasil com financiamento da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). A iniciativa tem o objetivo de testar, desenvolver e difundir pesquisas e técnicas para estudo de águas da chuva, superficiais e subterrâneas, como uma ferramenta de apoio à gestão de recursos hídricos no país. Malva também é representante Institucional do Comitê de Águas da UFSM no âmbito da Associação de Universidades do Grupo Montevidéu - AUGM.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt">Segundo a professora, que é naturalizada brasileira, o acolhimento no Brasil é um dos melhores do mundo. Ela conta que é migrante faz tempo e já morou em outros países, como em Portugal, mas não vê a receptividade de outros lugares do mundo como a das terras tupiniquins. Para ela, esse aspecto é um diferencial que pode influenciar a escolha pela permanência de intercambistas: “Quem vem de fora tem muita dificuldade por deixar sua cultura para trás”, desabafa a pesquisadora. Apesar de hoje considerar seu português muito bom, ela acredita que uma das maiores barreiras para a internacionalização seja a língua, principalmente daqueles que têm a língua materna muito diferente do português.</p>

<h3>Para se tornar um intercambista</h3>
Visando ampliar a inserção da UFSM no cenário acadêmico-científico mundial, a <u><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-de-apoio/sai/" target="_blank" rel="noopener">Secretaria de Apoio Internacional (SAI)</a></u> oferece editais e oportunidades de intercâmbios para estudantes, docentes e técnicos-administrativos em educação. Atualmente, a UFSM possui convênios bilaterais com centenas de Instituições ao redor do mundo, <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/5-paises-que-tem-convenios-bilaterais-com-a-ufsm/" target="_blank" rel="noopener"><u>5 delas podem ser conhecidas nesta matéria da Arco</u>.</a>

<strong><em>Expediente:</em></strong>

<em><strong>Reportagem:</strong> Emilly Calderaro, acadêmica de Jornalismo e estagiária; e Gabrielle Pillon, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Design gráfico:</strong> Julia Coutinho, acadêmica de Desenho Industrial e voluntária; e Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em>

<em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em>

<em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A importância do podcast para produzir e divulgar conteúdos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/podcast</link>
				<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 21:20:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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						<description><![CDATA[Plataformas digitais potencializam formas de pensar e de fazer mídia sonora Com a globalização, o rádio tradicional, escutado apenas pelo dial, perdeu força. Os avanços provenientes das tecnologias digitais proporcionaram às rádios criarem suas versões online. Por meio de sites, aplicativos e formatos de “web rádio”, as quais realizam a transmissão via internet, em tempo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/02/capa_podcast-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<h2><b>Plataformas digitais potencializam formas de pensar e</b> <b>de fazer mídia sonora</b></h2><p>Com a globalização, o rádio tradicional, escutado apenas pelo dial, perdeu força. Os avanços provenientes das tecnologias digitais proporcionaram às rádios criarem suas versões online. Por meio de sites, aplicativos e formatos de “<i>web</i> rádio”, as quais realizam a transmissão via internet, em tempo real, ou ao disponibilizar os programas na nuvem, para serem ouvidos posteriormente. Diante disso, não apenas o formato radiofônico, mas também as demais formas de comunicação, precisaram se adaptar às novas lógicas de produção e de circulação. Entre as mídias que perceberam a importância do podcast está a Revista <em>Arco, </em>que lançará, nesta quinta (18), o <em>Arco No Fone</em>. Porém, antes de mais informações sobre os episódios, você sabe a importância do formato em áudio para produzir e divulgar conteúdos?</p><p>A história do rádio, como veículo de comunicação, no Brasil, é de longa data. Em 1923, ocorreu a inauguração da primeira emissora em solo brasileiro, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, criada por Edgar Roquette-Pinto e Henrique Morize. Ao longo das décadas, as ondas sonoras levaram a casa dos brasileiros conhecimentos sobre os novos avanços na área da ciência e da literatura. Consolidou-se como um meio popular de comunicação com os programas de entretenimento, além disso a linguagem do radiojornalismo influencia ainda no século XXI a maneira de apresentar notícias.    </p><p>Assim, os conteúdos produzidos no formato <i>podcast</i> trazem consigo marcas do gênero radiofônico junto com as adaptações proporcionadas pelos novos aportes tecnológicos. O professor do curso de Jornalismo da UFSM, Maicon Elias Kroth, pós-doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior de Portugal, explica que “as plataformas digitais potencializaram formas de pensar e fazer. É interessante notar que a construção de narrativas, por exemplo, leva em conta a ideia de que os ouvintes/internautas não são meros receptores do conteúdo. Se constituem, a partir de lógicas do ecossistema digital, como coprodutores”.</p><p>No Brasil, um dos primeiros<i> podcasts</i> surgiu em 2006, o <a href="https://jovemnerd.com.br/nerdcast/">NerdCast</a>, apresentado por Alexandre Ottoni e Deive Pazos, focado na cultura nerd do Brasil. Os episódios trazem conhecimentos sobre tecnologia, jogos, empreendimento, ademais possuem programas dedicados à divulgação científica. Em 2020, o NerdCast foi o mais ouvido do  <a href="https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/nerdcast-e-o-podcast-mais-popular-do-google-em-2020/#:~:text=O%20NerdCast%20foi%20o%20podcast,at%C3%A9%20o%20fim%20de%20novembro">Google Podcasts</a> entre 1º de abril e 29 de novembro no país. </p><h3><b>Mas, afinal, o que é o </b><b><i>podcast</i></b><b>?</b></h3><p>O <i>podcast</i> é um arquivo digital de áudio que pode ser inserido em várias plataformas online, como Spotify, Soundcloud, Mixcloud e entre outras. Os conteúdos desse formato são diversos, existem tanto programas que abordam questões políticas nacionais, quanto os que desenvolvem temas voltados para a ciência, como, os processos de produção de uma vacina. Enfim, os <i>podcasts </i>abrangem um leque diversificado de opções para os ouvintes.</p><p>As publicações dos arquivos são feitas através de <i>podcasting,</i> um sistema que segue um padrão de feed RSS - é a abreviatura de <i>Rich Site Summary</i> ou <i>Really Simple Syndication</i>, uma maneira de distribuição de informações em tempo real pela internet, um programa agregador de conteúdo -, o que significa que permite aos internautas acessar as publicações de um blog, de um site ou episódios de um <i>podcast</i>, através de uma única plataforma. A palavra<i> podcast </i>é junção de Pod – “<i>Personal On Demand</i>” (pessoal sob demanda), retirada de iPod, com <i>broadcast</i> (emissão e transmissão de sons ou imagens por meio do rádio ou da televisão).</p><h3><b>Ascensão do <em>podcast</em> durante a pandemia do coronavírus</b></h3><p>A Associação Brasileira de Podcasters (ABPod), fundada em 13 de Maio de 2006, possui o objetivo de coordenar, orientar e representar locutores, produtores, comentaristas e divulgadores do Podcast brasileiro. A <a href="https://abpod.org/wp-content/uploads/2020/12/Podpesquisa-Produtor-2020-2021_Abpod-Resultados.pdf">PodPesquisa</a> de 2020, apontou, “aplicados o número de ouvintes em 2019 de 17,3 milhões, estamos falando de um total de ouvintes entre 20 milhões e 34,6 milhões no Brasil atualmente”, sendo assim percebe-se um crescimento do hábito de ouvir esse formato de conteúdo, devido ao momento de isolamento social, por conta da COVID-19. </p><p>Além do aumento de ouvintes, ocorreu um acréscimo na criação de conteúdos em podcast e a UFSM serve como um exemplo disso. O projeto <a href="https://open.spotify.com/show/1qJrGZz0QwA3q2zAa06VWJ">Fura Bolha</a> , iniciado em julho de 2020, das acadêmicas de Jornalismo, Samara Wobeto e Franciéli Barcellos, possui o intuito de abordar questões relacionadas com a comunicação junto a uma linguagem mais compreensível para o público de fora da área, como a desinformação e os processos de checagem de notícias falsas. Diante disso, o projeto começou com publicações de vídeos pela rede social,<i> Instagram</i>, sobre como identificar notícias fraudulentas. O modo de desenvolvimento do produto audiovisual para a adaptação do podcast surgiu devido a lógica das mídias digitais: a instantaneidade. “O <i>podcast</i> possibilita que as pessoas façam mais coisas ao mesmo tempo quando estão ouvindo”, afirma Wobeto. </p><p>As acadêmicas conversaram com outras pessoas para debaterem sobre o produto em formato de áudio, e a maioria comentou que escutam <i>podcast</i> quando fazem afazeres do dia a dia. “Por isso a escolha desse segundo formato para possibilitar que ele alcance mais pessoas, na medida que ele é um tipo diferente de produto comunicacional que poderia funcionar mais a partir dos assuntos que escolhemos abordar”, ressalta a estudante.</p><p>A Revista Ciência Rural, do Centro de Ciências Rurais, da UFSM, possui um projeto de divulgação científica em vídeos, em parceria com o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) da própria Universidade, com o objetivo de apresentar pesquisas com uma linguagem de fácil entendimento para quem não é da área das ciências agrárias. Com a pandemia, foi preciso procurar novas formas para a continuação da divulgação. Além da utilização das redes sociais, <i>Instagram, Facebook </i>e<i> Twitter</i>, os artigos estão disponíveis na biblioteca digital, <i>Scielo</i>, e possui produções de matérias para o próprio Site da Revista, precisaram começar a buscar por uma outra maneira atrativa de continuar a divulgação científica. Nesse sentido, o <i>podcast</i> <a href="https://open.spotify.com/show/376cYsN6XSBBmc8lDbjmVx?si=9fZntNfuTGWBkG6DMAhtFQ">Ciência Rural</a> começou a ser desenvolvido baseado em projetos de outras Universidades e de outros periódicos. A jornalista que atua no setor de comunicação da Revista, Maria Luiza Carvalho de Grandi, mestranda em Comunicação pela UFSM, aponta sobre as possibilidades do produto sonoro. “O <i>podcast</i> nos abriu um leque com pesquisadores do Brasil inteiro, do mundo inteiro. É uma alternativa que chegou no contexto da pandemia, mas chegou para ficar, por conta dessa possibilidade de abrir para pesquisadores de outros lugares, além de Santa Maria”.</p><h3><b>As diferenças com as outras mídias, consideradas tradicionais</b></h3><p>O <i>podcast</i> tem marcas do formato radiofônico, como as entrevistas pingue-pongue – perguntas e respostas -, os debates em formato de mesa-redonda, as reportagens, os documentários em áudios e os boletins. Contudo, não possui uma estrutura fixa, como os outros formatos, consideradas tradicionais. Cada episódio pode ser contado de diferentes maneiras. Vale ressaltar que outro benefício de produzir conteúdos em <em>podcast</em> é o aprofundamento da temática, como relata Kroth. “Temos visto iniciativas cada vez mais interessantes em termos de construção de narrativas, como por exemplo o uso da técnica do <i>storytelling</i>, com o objetivo de transportar o ouvinte para dentro das histórias por meio de estratégias discursivas que exploram de maneira cada vez mais imersiva a estética sonora”. Além disso, Kroth considera o <em>podcast</em> um produto híbrido, diferente do rádio e das demais mídias tradicionais e sobretudo, é flexível.</p><p>Nesse viés, Wobeto discorre sobre o aprofundamento de pautas, muitas vezes, diferente da lógica dos veículos comunicacionais de referência, como o rádio, o qual possui características de <em>h</em><em>ard news</em> – notícias diárias sobre, por exemplo, política, economia e segurança pública com linguagem objetiva e inseridas na grade de programas -. Ressalta a importância do formato radiofônico, mas o <em>podcast</em> difere-se nessas questões. “Abre possibilidade de nichos, uma vez que você consegue se aprofundar mais em determinados temas e contar histórias com uma determinada sequência. Discussões sobre gênero, acessibilidade, racismo, enfim discussões ‘nichadas’ muitas vezes, elas não têm espaço nesses veículos mais tradicionais”. Wobeto comenta que o podcast por abarcar um público mais específico abre essa possibilidade de dialogar sobre diversos assuntos.</p><p>Os meios midiáticos tradicionais, como o consórcio Globo e o grupo da Folha de São Paulo, desenvolveram produtos no formato podcast. <a href="https://open.spotify.com/show/5lm4P7moiDE2a85m9ksdfo">Ao Ponto</a>, podcast do jornal O Globo; <a href="https://open.spotify.com/show/4gkKyFdZzkv1eDnlTVrguk">O Assunto</a>, do G1; <a href="https://open.spotify.com/show/6WRTzGhq3uFxMrxHrHh1lo">Café da Manhã</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/45PqwRAJBEOdNc28ijJnIz">Boletim Folha</a>, da Folha de S. Paulo. São apenas alguns exemplos de produtos em áudio e cada vez mais vão surgir novos <i>podcast</i> dos veículos comunicacionais, com narrativas diferentes, mas com a mesma lógica crítica de apuração jornalístico.</p><h3><b>Qual a importância do <i>podcast</i> para a ciência?</b></h3><p>O conhecimento científico precisa ser disseminado para além dos ‘muros’ das Universidades e os meios de comunicação são aliados da divulgação científica. A lógica tanto na distribuição e produção de conteúdos em formato podcast é uma ferramenta que já é e está se tornando cada vez mais importante para a difusão do conhecimento científico.</p><p>De Grandi discorre sobre como a divulgação científica é necessária para a sociedade e com a pandemia do coronavírus, pode-se perceber a urgência do conhecimento científico para a população que não é da área. “No contexto da Covid-19, o quanto você divulgar a ciência, o quanto você divulgar as informações corretas, o que a ciência está produzindo, o que está sendo pesquisado de forma correta é importante para que não haja um caos na população”.</p><p>O podcast <a href="https://open.spotify.com/show/5dvalmeT4P8oIWcPfOm9GT">37 Graus</a>, criado em 2017, pela jornalista Bia Guimarães e pela bióloga Sarah Azoubel, é um bom exemplo de como o jornalismo e a ciência juntos, são válidos para o processo de disseminação do conhecimento científico para a população. Dialogam sobre assuntos curiosos envolvendo a ciência, como descobertas que impactaram a humanidade, epidemias, até assuntos sobre a mente humana, com um tom descontraído para mostrar como o conhecimento científico pode ser e deve ser acessível e compreendido por todas e por todos.</p><h3><b>O conhecimento divulgado em mídia sonora no horário que você quiser</b></h3><p>Qual o seu horário favorito do dia para ouvir podcast? O produto em áudio, possibilita essa flexibilização na rotina, um dos pontos mais levantados sobre seus benefícios de produção e de consumo. Outro ponto interessante são as temáticas diversas, o ouvinte pode escolher qual conteúdo consumir, no horário que preferir. O trajeto para o trabalho, escola, faculdade, também pode ser utilizado. Em grandes centros, com trânsito e percursos maiores, o podcast é uma ‘boa pedida’ para passar o tempo. A COVID-19, colocou muitos brasileiros em home office, contribuindo para a descoberta de novos horários da rotina para consumi-lo.</p><p>Sabe aquelas tarefas corriqueiras que servem como uma desopilação do dia atarefado,  como lavar a louça, cozinhar, tomar café da manhã, ou até mesmo tomar banho? Podem ser os períodos do dia certo para consumir <i>podcast</i>. </p><h3><b>Está preparado para ouvir os episódios do Arco No Fone?</b></h3><p>Após toda essa explicação sobre a importância de produzir e divulgar conteúdos pelo formato<i> podcast</i>, você está preparado para ouvir os episódios do <a href="https://open.spotify.com/show/52aA6CBN7JaTFmR5ecILqU" target="_blank" rel="noopener">Arco No Fone</a>?</p><p>O primeiro episódio do<i> podcast </i>da Revista Arco foi gravado no estilo ‘mesa cast’, ou seja no formato mesa redonda, sobre questões relacionadas a vacinação contra a COVID-19, como os tipos de vacinas, como funciona uma distribuição pública e algumas dúvidas a mais sobre o tema. Os entrevistados são a Professora da UFSM, Liane Righi que possui experiência na área de Saúde Coletiva e o Médico Infectologista, Alexandre Schwarzbold que é Chefe da Unidade de Pesquisa Clínica do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). Além disso, vale ressaltar que a gravação e a produção do podcast foram feitas de casa, em decorrência do isolamento social necessário, devido a pandemia do coronavírus. </p><p>O editor-chefe da Revista Arco, Maurício Dias, comenta que “o <i>podcast</i> pode ampliar o acesso sobre a ciência da UFSM para o país como um todo, já que quebra essa barreira física, a limitação do dial”. Dias ainda ressalta como uma das vantagens do formato em áudio é a praticidade da pessoa escutar em qualquer lugar e em qualquer momento, com uma linguagem mais acessível que o texto escrito. O primeiro episódio vai ser lançado nesta quinta-feira, dia 18 de fevereiro, no <a href="https://open.spotify.com/show/52aA6CBN7JaTFmR5ecILqU" target="_blank" rel="noopener">Spotify</a>, no <a href="https://deezer.page.link/ptGUwcY7Au12Q5KR9" target="_blank" rel="noopener">Deezer</a>, no <a href="https://www.google.com/podcasts?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy80YzgxYzUwOC9wb2RjYXN0L3Jzcw==" target="_blank" rel="noopener">Google Podcast</a>, no <a href="https://anchor.fm/revista-arco">Anchor</a>, no <a href="https://pca.st/xk006aan" target="_blank" rel="noopener">Pocket Podcasts</a>, no <a href="https://www.breaker.audio/arco-no-fone" target="_blank" rel="noopener">Breaker</a><a href="https://www.breaker.audio/arco-no-fone" target="_blank" rel="noopener"> </a>e no <a href="https://radiopublic.com/arco-no-fone-6LBraa" target="_blank" rel="noopener">RadioPublic</a>. Então, já pensou em qual <i>podcast </i>vai ouvir hoje?</p>		
										<img width="1024" height="477" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/02/box_podcast-01-1024x477.png" alt="" loading="lazy" />											
		<h3><b>E seguem mais algumas dicas para você</b></h3><p><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/al%C3%B4-ci%C3%AAncia/id1145124565">Alô, Ciência</a> - É um projeto voltado para a divulgação científica sobre temas pertinentes para a sociedade, com diálogos em uma linguagem informal para o fácil entendimento do ouvinte que não é da área científica.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/4THKpW9TIBdxRWe7amFSd5">Cirandeiras</a> - Produzido pelas jornalistas Joana Suarez e Raquel Baster, possui o intuito de escutar mulheres e suas lutas que modificam vidas, padrões e territórios. A primeira série de episódios lançados foi sobre mulheres de diferentes locais do Brasil durante a pandemia da COVID-19.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/4VwLyvNMHnlYrEbXcJxdXi">Gritos no Cast</a> - Produzido pela equipe do projeto de extensão vinculado ao curso de Jornalismo da UFSM, Gritos do Silêncio. Buscam dar visibilidade a pautas e fontes que não possuem tanto foco nas mídias de referência.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/0PBU0fTUTgwNI6zJYpNMrw">Pandemia na Boca do Monte</a> - Relata a passagem do vírus pela cidade de Santa Maria, como as mudanças nas rotinas dos cidadãos, além de bastidores do trabalho jornalístico nesse período. É um projeto experimental, realizado para o trabalho de conclusão de curso pelo acadêmico em jornalismo da UFSM, Felipe Backes e orientado pela professora Viviane Borelli.</p><p><a href="https://open.spotify.com/episode/294FOH601LM1ffroQRU3Oc">Podcast Todavia</a> - É um projeto de extensão do  Departamento de Filosofia da UFSM que tem como objetivo principal divulgar a produção científica de docentes e discentes da área da filosofia e humanidades.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/4xEMuACNkVrZuWm8CQGHP7">Põe na Estante</a> - Produzida pela B9 Company e pela Rádio Guarda-Chuva, é um espaço de debates sobre literatura brasileira e estrangeira de autoria da jornalista Gabriela Mayer.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/3ImOWdGnN8mHFNaKwMSFJx">Projeto Humanos</a> - Dedicado ao registro e resgate de narrativas individuais, buscam por meio do <i>storytelling </i>contar histórias de pessoas reais. Apresentado por Ivan Mizanzuk, o Projeto Humanos já possui quatro temporadas e a sua última foi dedicada a desenvolver “O Caso Evandro”.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/2Jonxe5ibaFY0iw7Czyioj">Rádio Escafandro</a> - Produção da Rádio Guarda-Chuva e da B9 Company, cada episódio uma ‘investigação jornalística’ sobre os mais diferentes temas, como política, meio ambiente, evolução humana, censura e entre muitos outros. Feito por meio de entrevistas, gravações em campo e áudios de arquivos, conectados pela narração do jornalista Tomás Chiaverini.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/3JE7a07dPkDsQX5u40OQOb">Rumos do Jornalismo</a> - Os episódios possuem a proposta de discutir mudanças no contexto do profissional a partir de entrevistas exclusivas com jornalistas, pesquisadores, programadores e outros profissionais envolvidos nos estudos e nas práticas jornalísticas contemporâneas. Produzido pelo Laboratório de Experimentação em Jornalismo (LEx) da UFSM.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/1ulw1pjLHdQJyfJP3osq4G">Toco e Tackle</a> - Dedicado às principais notícias semanais sobre o basquete (NBA) e o futebol americano (NFL). Produzido por Jonas Faria, Jonatan Mombach e Juan Grings.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/4Tb9n5bhirFRUtPjDEI0Vk">Vida de Jornalista</a> - Com o selo da Rádio Guarda-Chuva, é um podcast para conversar sobre jornalismo com quem faz jornalismo. Episódios narrativos com bastidores em reportagens e coberturas, além de reflexões sobre a profissão, produzido pelo jornalista Rodrigo Alves.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/0qycUnfp92MidYXzMC8t0W">Vidas Negras</a> - Original do <em>Spotify</em>, episódios novos toda quarta-feira. O jornalista Tiago Rogero entrelaça e analisa a obra e a trajetória de personalidades da história e da atualidade.</p><p><a href="https://open.spotify.com/show/57K7uCdQcIiznW3JeYBGOd">Vozes: Histórias e Reflexões</a> -<i> Podcast </i>da Rádio CBN, já está na terceira temporada e possui o intuito de promover a reflexão e conectar as pessoas às experiências umas das outras. Diferentes pontos de vistas sobre assuntos polêmicos em discussão na sociedade.</p><p><strong><i>Expediente</i></strong></p>
<p><i><b>Reportagem:</b> Eduarda Paz, acadêmica de Jornalismo e voluntária da revista Arco</i></p>
<p><i style="color: #000000;font-size: 16px">Ilustração: Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista</i><i><br></i></p>
<p><i><b>Peça de divulgação do Arco no Fone:</b>&nbsp;<b>design</b>: Amanda Pinho, acadêmica de Produção Editorial e bolsista, e <b>identidade visual</b>: Marcele Reis, acadêmica de Publicidade e Propaganda</i></p>
<p><i><b>Mídia Social</b>: Nathália Pitol, acadêmica de Relações Públicas e bolsista</i></p>
<p><i><b>Edição</b>: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>		
										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/02/revista_arco_podcast_arco_no_fone_site-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Carta do Leitor</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/carta-do-leitor-3</link>
				<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 13:50:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Carta do Leitor]]></category>
		<category><![CDATA[Arco afora]]></category>
		<category><![CDATA[carta do leitor]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento da revista]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=1680</guid>
						<description><![CDATA[Este é o espaço reservado para os nossos leitores. Ficou com alguma dúvida? Percebeu algum erro? Quer fazer um comentário ou um elogio? Escreva para a gente e colabore para que a Arco fique cada vez mais interessante e útil!]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h4><strong>MORADIAS</strong></h4>
A Revista Arco tem realizado um trabalho de excelente qualidade, não só pela diagramação da revista, mas, sobretudo, pelos conteúdos abordados, de fácil leitura pelo público interno da UFSM e especialmente pelo público externo, que é a comunidade de Santa Maria. As reportagens na sua maioria têm cunho científico, mas são relatadas de maneira simples e com uma linguagem de fácil entendimento. Gostaria também de parabenizar os editores da revista pelas ótimas matérias apresentadas na última edição (Jan/Mar 2014), que tratavam sobre as “Moradias Ecologicamente Corretas”, inclusive abordando a pesquisa da ‘Casa Popular Eficiente’, que desenvolvo no Centro de Tecnologia, em um importante laboratório de estudo que certamente trará contribuições significativas para a comunidade de Santa Maria e região.

<em><strong>Marcos Vaghetti</strong>, professor do Departamento de Estruturas da Construção Civil</em>
<h4><strong>AR FRESCO</strong></h4>
Gostei muito da revista. O layout é ótimo, a comunicação é bem clara e "didática" e a escolha dos temas é excelente. Conheci um aspecto da UFSM que não conhecia, através dessa 3ª edição. Projetos de sustentabilidade, pesquisa de compostos naturais... Tudo isso é muito importante que a comunidade saiba. É um conhecimento que realmente é útil a todos. Vocês conseguiram tocar em pontos mais "universais" e que vão na contramão de diretrizes puramente econômicas que muitas vezes estão por trás do que é fomentado na universidade em termos de pesquisa.Agradeço pelo "ar fresco" que a revista produz, abrindo a mente e trazendo uma nova sensibilidade na escolha dos conteúdos divulgados.

<em><a href="https://www.facebook.com/marimf">Mariana Freitas</a><strong>, </strong>aluna do curso Tecnólogo em Agricultura Familiar e Sustentabilidade da UFSM</em>

<img class="wp-image-1542 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2017/08/4ª-edição-2-carta-do-leitor-300x196.jpg" alt="" width="379" height="248" />
<div id="parent">A 3ª edição da Arco foi lançada no início de janeiro no Café da Cesma, no centro de Santa Maria. Foram distribuídos bloquinhos e exemplares da edição aos presentes
<div class="img-caption"></div>
</div>]]></content:encoded>
													</item>
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