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				<title>12 modalidades de atletismo da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/13-modalidades-de-atletismo-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 18:21:47 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Confira a lista de categorias deste esporte que exigem agilidade, resistência e força dos atletas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400">A equipe de atletismo da UFSM foi formada em outubro de 2017 e, desde então, disputou competições nas mais diversas modalidades e já subiu ao pódio muitas vezes. Já no primeiro mês de atividades, os atletas conquistaram o primeiro lugar no revezamento 4x100, e o segundo e terceiro lugares na modalidade de 100 metros, na Copa </span><a href="http://site.ufsm.br/noticias/exibir/equipe-de-atletismo-da-ufsm-participa-da-copa-unis" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">Unisinos</span></a><span style="font-weight: 400">, uma das maiores competições universitárias do Mercosul, realizada em São Leopoldo. Outra conquista ocorreu no Campeonato Estadual Sub-20, em abril deste ano, com o título de vice-campeã das provas 1500m feminino e 4x100m masculino, além da medalha de bronze nos 4x100m feminino.</span>

<span style="font-weight: 400">A equipe é coordenada por Luiz Fernando Cuozzo Lemos, do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems) do Centro de Educação Física e Desporto (Cefd) da UFSM. Por alcançar boas colocações, o grupo conseguiu filiar-se à Federação de Atletismo do Rio Grande do Sul (Faergs) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Com isso, os 70 atletas que fazem parte da equipe - universitários, militares e comunidade - poderão representar a Universidade em competições de alto nível do esporte.</span>

[caption id="attachment_3824" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3824 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.263.RA_-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Equipe de atletismo da UFSM[/caption]

No mês de junho, a equipe segue seu calendário de competições no Estadual Adulto Gaúcho, na Sociedade Ginástica Porto Alegre (Sogipa) no dia 16; Campeonato Brasileiro sub-20 nos dias 22 a 24, no Estádio do Centro Nacional de Desenvolvimento do Atletismo (CNDA), na cidade de Bragança Paulista (SP) e os Jogos Universitários Gaúchos (JUGs) na SOGIPA dia 30.

<span style="font-weight: 400">Conheça as modalidades que a equipe de atletismo desenvolve na lista organizada pela Revista Arco:</span>

<b>PROVAS DE VELOCIDADE</b>

<b>1. 100 metros </b>

<span style="font-weight: 400">Os atletas</span><span style="font-weight: 400"> de nível olímpico</span><span style="font-weight: 400"> podem completá-la em menos de 10 segundos. Para isso,</span><span style="font-weight: 400"> na fase de manutenção da velocidade máxima de corrida, muitos atletas nem se preocupam</span> <span style="font-weight: 400">em </span><span style="font-weight: 400">respirar</span><span style="font-weight: 400">, já que isso os torna mais lentos. </span>

[caption id="attachment_3817" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3817 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.022.RA_-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Mauricio da Silva Moreira na corrida de velocidade[/caption]

<b>2. 200 metros e 400 metros</b>

<span style="font-weight: 400">Depois de “explodir” na largada, os atletas devem manter os corpos em perfeito equilíbrio para enfrentar a curva que, muitas vezes, define quem se será o vencedor. Depois devem dar uma arrancada final. Nos 400 metros, os atletas devem dar uma volta na pista de atletismo que tem exatos 400 metros.</span>

<b>3. 100, 110 e 400 metros com barreiras </b>

<span style="font-weight: 400">Na prova de 110 metros com barreiras para os homens e 100 metros com barreiras para as mulheres, os atletas têm de usar a explosão e passar dez barreiras distribuídas pelo caminho. Para as mulheres, os obstáculos têm 84 centímetros de altura, enquanto para os homens,  têm 1,067 metro. </span>

<span style="font-weight: 400">Na modalidade de  400 metros, as barreiras têm 91,4 centímetros de altura para os homens e 76,2 centímetros para as mulheres.</span>

[caption id="attachment_3823" align="aligncenter" width="683"]<img class="wp-image-3823 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.230.RA_-683x1024.jpg" alt="" width="683" height="1024" /> Rodrigo Constantino de Melo na corrida com barreira[/caption]

<b>4. Revezamento 4x100 e 4x400 metros </b>

Equipes de quatro atletas se revezam fazendo, cada um, um quarto do percurso total. Ao concluir sua etapa, o atleta passa o bastão para o companheiro, que já deve estar em alta velocidade, dentro de uma área restrita com cerca de 20 ou 30 metros de comprimento - para as provas de 400 ou de 100 metros, respectivamente.

[caption id="attachment_3843" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3843 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.025.463.RA_-1024x670.jpg" alt="" width="1024" height="670" /> Corrida de revezamento[/caption]

<b>5. Provas de meia distância </b>

<span style="font-weight: 400">Os atletas devem conciliar alta velocidade com resistência em um percurso de 800 a 1.500 metros. Chamados</span> <span style="font-weight: 400">meio-fundistas, os atletas que disputam essa modalidade são magros e aliam resistência e velocidade.</span>

[caption id="attachment_3816" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3816 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.006.RA_-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Bruna Alves Teixeira na corrida de meio-fundo[/caption]

<b>6. Provas de longa distância </b>

São as provas mais longas disputadas dentro de estádios dos Jogos Olímpicos, com 5 a 10 mil metros de distância. Os atletas, batizados de fundistas, têm físico mais franzino do que os competidores das provas de velocidade, pois a prioridade deles é pela resistência e não a explosão muscular.

[caption id="attachment_3819" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3819 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.044.RA_-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Jonatas Martins de Moraes e Adriano Gonçalves na corrida[/caption]

<b>PROVAS DE ARREMESSO E LANÇAMENTO</b>

<b>7. Lançamento de dardo</b>

<span style="font-weight: 400">O atleta tem 90 segundos para fazer o lançamento. Após uma corrida de 30 a 36 metros, deve lançar o dardo de antes da linha e só pode ultrapassá-la depois de o dardo cair de ponta no chão</span><i><span style="font-weight: 400">. </span></i><span style="font-weight: 400">Para os competidores da categoria masculina, o dardo mede 2,7 metros e pesa 800 gramas; para a categoria feminina, tem 2,3 metros e peso de 600 gramas.</span>

[caption id="attachment_3820" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3820 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.087.RA_-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Raphael Vasconcellos Mendonça no lançamento de dardo[/caption]

<b>8. Lançamento de disco </b>

<span style="font-weight: 400">O atleta deve segurar um disco plano contra os dedos da mão e lançá-lo de dentro do círculo de lançamento, não podendo mover-se até o objeto cair na área demarcada para isso. O círculo é limitado por uma cerca de proteção para evitar acidentes. O disco é feito de metal, pesa 2 kg e mede entre 219 e 221 milímetros de diâmetro para as provas masculinas; já para as provas femininas, pesa 1 kg e possui diâmetro entre 180 e 182 milímetros.</span>

[caption id="attachment_3839" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3839 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/06/disco-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Ígor Schardong no lançamento de disco[/caption]

<b>9. Arremesso de peso</b>

<span style="font-weight: 400">São seis tentativas para cada um dos oito atletas finalistas arremessarem o mais distante possível, com uma mão, uma bola sólida de metal. O atleta deve se manter dentro do círculo de lançamento e só pode sair quando o peso toca o chão. A bola tem 7,26 kg para os competidores homens e 4 kg para as mulheres.</span>

[caption id="attachment_3821" align="aligncenter" width="683"]<img class="wp-image-3821 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.036.RA_-683x1024.jpg" alt="" width="683" height="1024" /> Falco Luiz de Souza Gonçalves no arremesso de peso[/caption]

<b>PROVAS DE SALTO</b>

<b>10. Salto em altura</b>

<span style="font-weight: 400">Os atletas devem saltar o mais alto possível sobre uma barra horizontal suspensa por dois suportes verticais separados por 4 metros de distância. A queda é feita em uma área acolchoada. A altura aumenta 3 centímetros a cada rodada, e os atletas têm três tentativas para superar cada altura. Três falhas seguidas levam à eliminação.  </span>

[caption id="attachment_3841" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3841 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/06/salto-2-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Rodrigo Constantino de Melo no salto em altura[/caption]

<b>11. Salto em distância</b>

<span style="font-weight: 400">Cada atleta tem três tentativas para correr em linha reta por uma pista com cerca de 40 metros, para então saltar antes da borda frontal da marca de pulo, buscando alcançar a máxima distância possível. O salto é medido, em linha reta, até a marca mais próxima do ponto de partida, feita por qualquer parte do corpo do atleta no espaço de areia.</span>

[caption id="attachment_3825" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-3825 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/06/UFSM.2018.023.190.RA_-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Christopher Rodrigues de Oliveira no salto em distância[/caption]

<b>12. Salto triplo</b>

<span style="font-weight: 400">O salto triplo é uma combinação de três saltos sucessivos que terminam com a queda em uma caixa de areia. </span><span style="font-weight: 400">O atleta pega impulso correndo em uma pista com cerca de 40 metros de comprimento</span><span style="font-weight: 400">. A partir de uma marca na pista, </span><span style="font-weight: 400">saltam duas vezes com um pé só, até se lançarem com os pés em uma caixa de areia. Eles têm três tentativas para alcançar a maior distância no salto. </span><span style="font-weight: 400">Os saltos são invalidados caso o atleta pise na borda ou em algum ponto tábua de impulsão. A marca é medida da ponta da tábua até a primeira marcação do corpo do saltador na caixa de areia. </span>

<span style="font-weight: 400">Reportagem: Bibiana Pinheiro</span>

<span style="font-weight: 400">Fotografia: Rafael Happke</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Autonomia nas pistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/autonomia-nas-pistas</link>
				<pubDate>Sun, 07 Jul 2013 17:18:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Nossas Invenções]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>

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						<description><![CDATA[Tecnologia possibilita que atletas cegos corram em pistas de atletismo sem o auxílio de guias. Invento rende a estudante segunda colocação no Prêmio Jovem Cientista]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <div id="container_dados">
<div class="texto_noticia">

Nas Paraolimpíadas de Londres do ano passado, 18 das 43 medalhas conquistadas pelo Brasil foram nas pistas de atletismo. Dessas, 11 vieram dos pés, da força e da velocidade de atletas deficientes visuais, que são acompanhados por um atleta-guia.

Unido ao atleta por uma pequena corda, o guia tem a função de direcioná-lo, sem o puxar, dentro da pista, rumo à linha de chegada. Mas e se esses atletas deficientes visuais pudessem participar sozinhos de competições como as Paralimpíadas?

Foi pensando nessa questão que Henrique dos Santos Felipetto, aluno do curso de Tecnologia em Geoprocessamento do Colégio Politécnico, desenvolveu um projeto que consiste em mapear uma pista e, através de um sistema de GPS, orientar o atleta deficiente visual via rádio, dispensando assim a companhia do atleta-guia na pista.

Segundo Henrique, muitas vezes o atleta e o guia se conhecem apenas na hora da competição, o que pode
comprometer o desempenho do atleta. A inspiração do invento surgiu do projeto de pós-doutorado do professor do curso de Tecnologia em Geoprocessamento da UFSM Adão Robson Elias, que orientou Henrique no desenvolvimento do sistema.
<div id="parent">

[caption id="" align="alignleft" width="500"]<a class="bigger_image" title="O atleta Tiago Lima de Souza em preparação para o teste do sistema de orientação " href="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/08/1-Edicao_NInvencoes_Autonomia-nas-Pistas.jpg"><img title="Acessibilidade no atletismo" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/08/1-Edicao_NInvencoes_Autonomia-nas-Pistas.jpg" alt="Fotografia horizontal colorida com dois homens. O primeiro é um corredor e aguarda o sinal do sinal, que está com um radiotransmissor." width="500" height="327" /></a> O atleta Tiago Lima de Souza em preparação para o teste do sistema de orientação[/caption]

<div class="img-caption"></div>
</div>
O projeto foi desenvolvido no ano passado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com a participação voluntária do atleta velocista Tiago Lima de Souza. Após fazer um levantamento das tecnologias compatíveis com o projeto, adaptou-se o sistema AVL, utilizado para o rastreio de veículos via GPS, para o monitoramento do atleta. Depois disso, Henrique elaborou dois mapas.

O primeiro trazia todos os detalhes da pista digitalizados e foi salvo junto a um servidor, o que possibilitou seu acesso via internet em qualquer lugar do mundo. Já o segundo, chamado mapa de risco, apresentava os limites internos e externos da pista. Através do mapa de risco, o monitor-orientador pode saber se o atleta está saindo da pista ou invadindo a raia ao lado, e orientá-lo a retornar na direção correta.

Assim, o atleta percorre o trajeto portando uma estação móvel ? um colete com um rádio VHF, fones de ouvido, e os componentes do sistema AVL ? que recebe os dados de posicionamento na pista através dos satélites GPS.

Em seguida, a estação móvel repassa ps dadps ára uma antena GSM, de onde são transmitidos ao servidor via internet. O monitor-orientador, responsável pela estação base, acessa esses dados, visualiza as informações em tempo real e orienta o atleta na pista via rádio.

<a class="bigger_image" title="" href="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/05/info.jpg"><img class="aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/05/info.jpg" alt="" width="719" height="567" /></a>

Com o projeto denominado Sistema de Auxílio à Navegação com Monitoramento e Orientação Remota Adaptado para o Treinamento de Atletas Cegos em Pista de Atletismo, Henrique conquistou o segundo lugar no 26º Prêmio Jovem Cientista na categoria Estudante do Ensino Superior. A premiação ocorreu em dezembro de 2012, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Sobre a importância da premiação, Henrique diz ser uma experiência única. “Jamais imaginei um reconhecimento nacional para as nossas pesquisas”, conta o estudante. Além do mestrado, que pretende começar assim que terminar o curso, em agosto deste ano, Henrique pretende patentear o projeto. “Estamos trabalhando com a ideia de patentear o invento e ‘provocar’ a indústria e o Comitê Olímpico para sua fabricação e aperfeiçoamento em série”, planeja Henrique.

</div>
</div>
<div class="texto_rodape">
<div class="arco_creditos"></div>
<em><strong>Repórter</strong>: Natascha Carvalho</em>

<em><strong>Fotografia</strong>: Arquivo Pessoal/Henrique Felipetto</em>

<em><strong>Ilustração</strong>: Projetar</em>

</div>]]></content:encoded>
													</item>
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