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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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						<item>
				<title>Cinco mulheres inspiradoras para a ciência na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/cinco-mulheres-inspiradoras-para-a-ciencia-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 17:50:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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		<category><![CDATA[top 5]]></category>

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						<description><![CDATA[O total de mulheres bolsistas produtividade PQ 1 subiu de 19 para 26]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A UFSM ocupa a décima posição entre as instituições com maior percentual de produção científica feminina, conforme levantamento feito pela <a href="https://www.leidenranking.com/ranking/2019/list">Universidade de Leiden</a>, na Holanda. No total, são 5671 cientistas mulheres, o equivalente a 50,5% do quadro. </p>
<p>Apesar da paridade numérica na ciência em geral, o mesmo não ocorre na categoria Produtividade em Pesquisa (PQ), considerada a elite científica. Definida a partir de critérios do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a produtividade é atribuída com níveis 1 (1A, 1B, 1Ce 1D) e 2. Conforme levantamento feito em janeiro de 2020, o índice de mulheres com grau 1 de PQ chegou a 26,78%. São 26 mulheres contra 97 homens.</p>
<p>Em 2018, a Arco fez o mesmo levantamento e constatou que o percentual era de 28%. Pode-se observar que houve um decréscimo de pouco mais de 1%. Entretanto, ainda conforme os dados de 2018 do <strong><a href="http://cnpq.br/bolsistas-vigentes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sistema de Buscas de Bolsistas do CNPq,</a></strong> a UFSM tem numericamente mais pesquisadoras neste patamar de excelência - o total de bolsistas PQ nível 1 subiu de 19 para 26. Por outro lado, o total de homens pesquisadores com bolsa de produtividade PQ nível 1 também elevou-se: eram 67 e agora são 97. </p>
<p>O principal destaque é a presença de duas mulheres entre as que obtiveram nível 1 A, o mais alto grau na hierarquia do CNPq: as professoras Cristina Wayne Nogueira, das Ciências Biológicas, e Silvia Gonzales Monteiro, da Medicina Veterinária.</p>
<p>Entre os pesquisadores 1B, estão três professoras: Cinthia Melazzo de Andrade, da Medicina Veterinária, Maria Rosa Chitolina e Sonia Zanini Cechin, ambas das Ciências Biológicas. O total de pesquisadoras nível PQ 1 ainda contempla seis professoras padrão 1C e 15 padrão 1D.</p>
<p>A seguir compartilhamos os perfis das cinco pesquisadoras 1A e 1B. Você pode acessar nossa matéria de 2018 com as <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/13-mulheres-da-ufsm-que-nos-inspiram-a-fazer-ciencia/">19 cientistas PQ 1.</a></p>
<p> </p>
<p><img class="wp-image-3090 size-full alignleft" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/1A-2.jpg" alt="" width="680" height="40" /></p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td align="right" valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3058 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/UFSM.2017.048.022.RA-1.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td align="left" valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>CRISTINA WAYNE NOGUEIRA</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Cristina foi a primeira pesquisadora a atingir o nível 1A de excelência de produtividade em pesquisa pela UFSM. Formada em Farmácia pela instituição, possui doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Suas pesquisas perpassam a área da Bioquímica, com ênfase em Bioquímica Toxicológica. Em 2017, recebeu o Prêmio de Pesquisador Destaque UFSM e <a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=2404" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Prêmio Pesquisador Gaúcho Destaque em Ciências Biológicas</a>.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728219Y9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img class="wp-image-3091 size-full alignleft" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/1B-2.jpg" alt="" width="680" height="40" /></p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3059 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/UFSM.2018.007.002.RA-1.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>CINTHIA MELAZZO DE ANDRADE</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisadora</span><span style="font-weight: 400;"> atua no Hospital Veterinário de Santa Maria</span><span style="font-weight: 400;"> e é também coordenadora do Programa de Residência em Medicina Veterinária. Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Uberlândia, mestrado em Medicina Veterinária pela UFSM e doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela UFRGS. Bolsista produtividade 1B.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4776635P4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="alignnone size-full wp-image-6147" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/maria.jpg" alt="" width="280" height="346" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>MARIA ROSA CHITOLINA </b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Formada em Biologia pela UFRGS, onde também realizou seu mestrado, concluiu doutorado pela Universidade Federal do Paraná e pós-doutorado no Albert Einstein College of Medicine, nos Estados Unidos. Atualmente, é professora da UFSM no Centro de Ciências Naturais e Exatas, com ênfase em Enzimologia. Nos últimos anos, realizou visitas de colaboração científica a algumas instituições internacionais, na Europa e na África. Bolsista produtividade 1B.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4784946T3" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3086 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/Sonia.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>SONIA ZANINI CECHIN</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisadora, que atualmente está na direção do Centro </span><span style="font-weight: 400;">de Ciências Naturais e Exatas da UFSM, </span><span style="font-weight: 400;">possui graduação em Ciências Biológicas pela UFSM, </span><span style="font-weight: 400;">mestrado e doutorado em Biociências (Zoologia) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Suas pesquisas têm ênfase em Herpetologia, que é o estudo de répteis e de anfíbios. Recebeu o prêmio Quarta Colônia de Desenvolvimento Regional. Bolsista produtividade 1B.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782165H6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3068 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/UFSM.2018.005.021.RA-1.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>SILVIA GONZALEZ MONTEIRO</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Bolsista produtividade 1A, Silvia possui graduação em Medicina Veterinária pela </span><span style="font-weight: 400;">Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, mestrado em Medicina Veterinária e doutorado em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Atualmente, atua nos programas de pós-graduação em Medicina Veterinária Preventiva e Farmacologia da UFSM. Em 2017, Silvia recebeu o Prêmio Pesquisador Gaúcho pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul. Estuda controle biológico, protozoários, ectoparasitos e helmintos. </span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4700451Z9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><strong>Fotografias</strong>: Rafael Happke e arquivo pessoal/redes sociais das pesquisadoras</em></p>
<p><em><strong>Ilustração da capa:</strong> Pollyana Santoro, acadêmica de Desenho Industrial</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ciência na mesa do bar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/ciencia-na-mesa-do-bar</link>
				<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 21:49:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[bar]]></category>
		<category><![CDATA[Buraco Negro]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
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		<category><![CDATA[Pint of Science]]></category>
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						<description><![CDATA[Planetas, estrelas, galáxias e buracos negros serão tema de evento promovido pela UFSM em cervejaria
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Falar de buracos negros, astrofísica, buracos de minhocas e outras coisas relacionadas à ciência e à física dentro de bares, em uma conversa descontraída e divertida, parece ser algo bem distante da realidade. Mas não é. Essa é a ideia principal do </span><i><span style="font-weight: 400;">Pint of Science</span></i><span style="font-weight: 400;">, projeto que começou na Inglaterra e hoje já abrange 21 países, inclusive o Brasil. Em paralelo, aqui em Santa Maria, acontecerá o</span><i><span style="font-weight: 400;"> Dose de Ciência</span></i><span style="font-weight: 400;"> na cervejaria Vaca Profana. O <a href="https://www.facebook.com/events/846239629099988/">evento</a> acontece amanhã, quinta-feira (30), com o tema </span><i><span style="font-weight: 400;">Astrofísica: de planetas a buracos negros</span></i><span style="font-weight: 400;">. A conversa será conduzida pelo professor Rogemar André Riffel, do Departamento de Física, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Segundo informado no </span><a href="https://pintofscience.com.br/"><span style="font-weight: 400;">site oficial</span></a><span style="font-weight: 400;">, o Pint of Science começou após dois pesquisadores ingleses, Michael Motskin e Praveen Paul, organizarem um evento no qual pessoas com Alzheimer, Parkinson, doenças neuromusculares e esclerose múltipla foram conhecer os laboratórios dos cientistas e ver suas pesquisas. Foi uma experiência tão enriquecedora que eles decidiram propor um evento para que pesquisadores saíssem das universidades e institutos, e conversassem diretamente com o público.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Os organizadores do evento em Santa Maria são o CCNE e a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), ambos da Universidade. Para o professor Paulo Piquini, também do Departamento de Física e um dos mentores do projeto, o evento dá visibilidade aos inúmeros professores especialistas da UFSM e aos temas pesquisados por eles. A proposta é que o </span><i><span style="font-weight: 400;">Dose de Ciência </span></i><span style="font-weight: 400;">seja uma oportunidade de divulgar assuntos de interesse geral, que possam atrair a atenção de grande número de pessoas (veja abaixo a programação). “O evento abre um canal informal de divulgação científica entre o mundo acadêmico e o público em geral, sem as formalidades inerentes da academia, direto a temas de pesquisa de interesse científico atual através de pessoas gabaritadas”, pontua o professor Paulo.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Nos próximos quatro meses, acontecerão palestras na última quinta-feira de cada mês. Para começar, o tema de agosto será </span><i><span style="font-weight: 400;">Astrofísica: de planetas a buracos negros,</span></i><span style="font-weight: 400;"> sob comando do professor Rogemar. “Vou começar falando de aplicações tecnológicas que se beneficiaram da astrofísica, desde uma caneta esferográfica até câmera digital, por exemplo. Depois, vou aumentando a distância em relação à Terra”, conta o pesquisador, que ainda abordará sobre planetas, estrelas, galáxias e buracos negros.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Rogemar pontua que a plateia será constantemente motivada a responder perguntas, além de poder interrompê-lo para sanar dúvidas ou fazer comentário. Quanto à linguagem, o responsável pela primeira palestra revela: “A gente tem várias equações envolvidas e eu não vou poder apresentá-las. Eu vou dar uma ênfase bem mais observacional dos buracos negros sem entrar em detalhes matemáticos da física desses objetos”.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Tanto para o professor Rogemar quanto para o professor Paulo Piquini, o evento, além de fazer com que as pessoas se interessem pelo tema, também é uma forma de os pesquisadores prestarem conta do que é feito na Universidade. E a revista Arco apoia essa ideia: estaremos no Vaca Profana distribuindo bloquinhos e exemplares da nossa última edição impressa. E aí, bora?</span>

&nbsp;

<strong>Programação:</strong>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;"><strong>30 de agosto </strong>- Astrofísica: de planetas a buracos negros - Prof. Dr. Rogemar André Riffel - Departamento de Física</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;"><strong>27 de setembro</strong> - Em busca das origens: o Rio Grande do Sul e a aurora dos dinossauros - Dr Flávio Pretto - Cappa UFSM</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;"><strong>25 de outubro</strong> - A ciência da argumentação e a argumentação na ciência - Prof. Dr. Frank Thomaz Sautter - Departamento de Filosofia  </span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;"><strong>29 de novembro</strong> - Emoção e Cognição em peixes: verdades, mitos e implicações científicas - Prof. Dr. Denis Brook Rosemberg - Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular</span>

&nbsp;

&nbsp;

<strong>Reportagem: </strong>Gabriel de David e Paulo Ferraz

<strong>Edição:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo

<strong>Imagem de capa:</strong> divulgação]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prêmio & Selênio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/premio-selenio</link>
				<pubDate>Thu, 05 Oct 2017 17:28:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[FAPERGS]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Professora do Departamento de Bioquímica da UFSM teve carreira premiada]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Tubos de ensaio. Líquidos borbulhantes. Barulhos de máquinas funcionando. Um rapaz tira a umidade do experimento com uma pistola de ar quente. Pessoas de branco manuseando frascos. Esse é o ambiente cotidiano dos laboratórios do prédio 18 da Universidade Federal de Santa Maria. A sala 2424, com apenas 25 metros quadrados e três vidraças, é um dos lugares da Universidade onde a bioquímica acontece.</span>

<span style="font-weight: 400;"><img class=" wp-image-2406 alignleft" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/10/01-300x200.jpg" alt="" width="365" height="243" /> </span><span style="font-weight: 400;">Também é nessa sala que se revela o Prêmio Pesquisador Gaúcho 2017. Uma honraria feita pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS) para o trabalho de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento. Não se trata da premiação de um trabalho específico, mas de todo percurso do pesquisador. E é por sua história como cientista que a professora doutora em Ciências Biológicas do departamento de Bioquímica, Cristina Wayne Nogueira, é uma das premiadas deste ano. </span>

<span style="font-weight: 400;">“Esse prêmio reconhece o meu trabalho ao longo desses vinte e dois anos. Eu oriento mestrandos, doutorandos e alunos da iniciação científica. É isso que está sendo premiado: a minha trajetória, a minha capacidade de formação de recursos humanos, a minha capacidade de produzir dados que são utilizados em outros grupos de pesquisa”, afirma ela. </span>

<span style="font-weight: 400;">Professora da UFSM desde 1995, Cristina faz parte do grupo de pesquisa “Síntese, reatividade, avaliação toxicológica e farmacológica de organocalcogênios” desde 2000, juntamente com os professores</span> <span style="font-weight: 400;">João Batista Teixeira da Rocha, também da área de bioquímica, e Gilson Zeni, da química. Neste grupo, obesidade, memória, velhice e depressão têm algo em comum: o </span><span style="font-weight: 400;">selênio</span><span style="font-weight: 400;">. É que nas salas dos laboratórios são feitos experimentos com esse elemento. Os alunos do laboratório de química inserem o elemento em moléculas orgânicas, ou seja, eles conferem a essas moléculas propriedades farmacológicas. Já do outro lado do corredor, no laboratório de bioquímica, os estudantes da Profª Cristina testam essas moléculas em modelos animais de doenças citadas acima. <img class=" wp-image-2418 alignright" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/10/Box-de-texto-selênio-231x300.png" alt="" width="249" height="323" /> </span><span style="font-weight: 400;">O grupo de pesquisa de bioquímica é composto por 19 alunos que trabalham com algumas linhas de estudo. Uma dessas linhas é a obesidade e o </span><span style="font-weight: 400;">glutamato monossódico</span><span style="font-weight: 400;"> é o modelo animal de teste. Com isso, os pesquisadores utilizam o modelo para estudar as alterações metabólicas nas cobaias  e as moléculas de selênio são usadas na tentativa de reverter essas alterações. “O elemento selênio está muito relacionado ao processo de regulação metabólica”, explica Cristina. </span>

<span style="font-weight: 400;"><img class=" wp-image-2419 alignleft" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/10/Box-de-texto-glutamato-monossódico-300x233.jpg" alt="" width="339" height="263" /></span>

<span style="font-weight: 400;">Quando é questionada sobre a possibilidade de esses estudos resultarem em um medicamento, a  Profª Cristina é precisa e reveladora. Ela diz que, apesar de ter a intenção de um dia poder desenvolver algum fármaco com esses estudos, a</span><span style="font-weight: 400;"> bioquímica é sobretudo uma ciência básica, isto é, está na base da formação de cursos como medicina, farmácia, enfermagem, odontologia, veterinária. Quer dizer, o objetivo é a educação: “A gente não trabalha com foco no produto. A minha preocupação é com a formação dos alunos. Além disso, testamos uma molécula sob o ponto de vista farmacológico, mas sem esquecer que tudo que tem efeito farmacológico, também tem efeito toxicológico. As moléculas de selênio são bastante promissoras, mas ainda não podemos dizer que podem ser usadas para humanos” diz ela, convicta.</span>

<img class="wp-image-2410 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/10/001.jpg" alt="" width="689" height="459" />

<span style="font-weight: 400;">Ao fim da entrevista, a cientista premiada se mostra uma professora apaixonada por ensinar ciência. Com 21 doutores formados sob sua orientação, Cristina fala sobre seu fascínio por fazer e espalhar ciência: “Nós somos docentes, além de pesquisadores. Então, tem toda a questão de formar mestres, doutores… Esse é um retorno que a gente dá para a sociedade. A disseminação do conhecimento”.</span>

Repórter: Vitor Rodrigues
Fotografia: Rafael Happke
Arte: Giana Bonilla]]></content:encoded>
													</item>
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