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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>Colaboração internacional entre UFSM e Espanha busca desenvolvimento em telessaúde</title>
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				<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 16:50:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[Inserção de tecnologias na área contribui para a agilidade dos serviços oferecidos e a sustentabilidade dos sistemas de saúde]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Telessaúde é um sistema de prestação de serviços de saúde a distância, realizados com a ajuda das tecnologias da informação e de comunicação (TICs), como ferramentas online e aplicativos móveis. Para Manuel Grandal Martín, especialista na área, a telessaúde faz parte de um processo global de digitalização da vida humana: “Eu tenho aqui no celular meu banco, meus sistemas de informação e atendimentos em saúde. Tudo”. O médico espanhol é professor na Universidade Alfonso X el Sabio, diretor geral dos Hospitais e Infraestruturas do serviço de saúde de Madrid e consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ele esteve na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para compartilhar experiências na área e consolidar uma parceria com a Universidade para o desenvolvimento da telessaúde.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/08/MGM3203_-1024x683.jpg" alt="Descrição da imagem: fotografia horizontal e colorida de um homem de meia idade em primeiro plano. Ele tem pele branca e enrugada, olhos pequenos e esverdeados, boca pequena, cabelos curtos, ralos e brancos. Ele veste jaqueta verde marinho sobre camisa branca com listras azuis e gravata azul. O fundo é uma parede branca." loading="lazy" />											<figcaption>Manuel Grandal. Fotografia: Luis Gustavo Santos.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ivana Beatrice Mânica da Cruz, professora no Centro de Ciências da Saúde e gerente de Ensino e Pesquisa no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), explica que a Universidade está em processo de implementação do Programa Interinstitucional de Ensino, Pesquisa e Assistência em Saúde Digital. A iniciativa prevê a realização de dois projetos integrados: um deles voltado a ações de educação em saúde digital, com a oferta de disciplinas na graduação e na pós-graduação, além de cursos e oficinas para profissionais da área da saúde e gestores. O segundo projeto buscará desenvolvimentos na pesquisa e inovação para a criação de estratégias de telessaúde que podem auxiliar no diagnóstico e no atendimento aos pacientes.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A professora destaca que pesquisadores da Universidade e profissionais de saúde do HUSM trabalham juntos na organização do programa. “A UFSM tem um papel relevante na construção de ações que possibilitem a implantação de modelos de telessaúde. Isso porque é um centro de referência regional para a saúde, principalmente devido à formação de profissionais em nível de graduação e pós-graduação”, afirma. Além disso, eles contam com a colaboração de instituições de países que já têm serviços de saúde digital estruturados, como é o caso da Espanha.</p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/07/HUSM_materia_capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: Ilustração horizontal e colorida de duas pessoas sentadas em frente a um notebook. A imagem está dividida no meio. Na esquerda, homem de pele parda e cabelo escuro, veste jaleco azul claro e calça azul escuro. Está em frente a um notebook preto. Na parede atrás dele, quadro com diploma e ilustração de um coração humano. Na parte direita da imagem, homem de pele clara e cabelos escuros, está curvado e enrolado em uma coberta azul marinho, veste calça branca com círculos vermelhos. Está em frente a uma xícara e um notebook brancos. Na parede atrás dele, quadro branco com o Batman em preto e estante suspensa com cinco livros em tons de azul, branco, rosa queimado e preto." loading="lazy" />														
		<p>A telessaúde se caracteriza como um grande campo que engloba a tecnologia e a saúde a serviço da sociedade. Atividades de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças, gestão e promoção de saúde estão entre as aplicações. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamenta a telemedicina no país por meio da <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-cfm-n-2.314-de-20-de-abril-de-2022-397602852">Resolução nº 2.314/2022</a>. Para o CFM, ao ser exercida com a utilização dos meios tecnológicos e digitais, a medicina deve priorizar o benefício e os melhores resultados ao paciente. Cabe ao médico avaliar se a telemedicina é o método mais adequado de acordo com a situação. A resolução define algumas modalidades em que o atendimento a distância pode ser realizado:</p><table style="border-collapse: collapse;width: 100%">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%"><p><b>Teleconsulta</b>: Consulta médica não presencial com médico e paciente localizados em diferentes espaços.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Teleconsultoria: Consultoria mediada entre médicos, gestores e outros profissionais, com a finalidade de prestar esclarecimentos sobre procedimentos administrativos e ações de saúde.</p>
<p></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Teleinterconsulta: Troca de informações e opiniões entre médicos, com ou sem a presença do paciente, para discussão diagnóstico ou terapêutico, clínico ou cirúrgico. Pode ocorrer, por exemplo, entre um médico de Família e Comunidade e outro especialista sobre determinado problema do paciente.</p>
<p></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Telediagnóstico: Emissão de laudo ou parecer de exames, por meio de gráficos, imagens e dados enviados pela internet.</p>
<p></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Telecirurgia: Quando o procedimento é feito por um robô, manipulado por um médico que está em outro local.&nbsp;</p>
<p></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Televigilância: Também conhecido como telemonitoramento, é o acompanhamento a distância dos sintomas do paciente. Pode ser por meio de imagens, dados de equipamentos e dispositivos próximos ou implantáveis nos pacientes.</p>
<p>Teletriagem: Realizada por um médico para avaliação dos sintomas do paciente, a distância, para regulação ambulatorial ou hospitalar, com definição e direcionamento do mesmo ao tipo adequado de assistência que necessita ou a um especialista.</p></td>
</tr>
</tbody>
</table>		
			<h3>Legado da pandemia</h3>		
		<p>Antes da pandemia, as práticas de telemedicina não eram regulamentadas no país. Mas com a necessidade de distanciamento social, o uso de tecnologias interativas se impôs como um recurso alternativo e seguro para proteger pacientes e profissionais. A estratégia também contribuiu para reduzir a sobrecarga de unidades de saúde. Com a implementação desses recursos em caráter emergencial durante o período pandêmico, abriram-se caminhos para a consolidação das tecnologias como aliadas no atendimento em saúde no Brasil.</p>		
			<h3>Benefícios e desafios</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A ampliação do acesso a serviços de saúde para a população está entre os principais benefícios observados na área.Grandal destaca o potencial da telessaúde para alcançar lugares de difícil acesso, como áreas rurais que não estão cobertas por redes assistenciais. Além disso, a implementação de serviços assim tende a contribuir para a sustentabilidade dos sistemas de saúde. Para o médico espanhol, as técnicas de saúde digital ainda estão em processo de desenvolvimento: “Temos que construir, tijolo por tijolo, com cada uma das especialidades. Com cada paciente.  Ainda temos resistências para mudar”, ressalta. Ele também destaca que a prioridade é que os serviços sejam da mesma qualidade que as consultas presenciais.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A professora Ivana lembra que a falta de capacitação de estudantes e profissionais sobre o tema, e a popularização de ações de saúde digital junto à população, ainda são desafios para o avanço na área. “É difícil que um programa de telessaúde uniforme e sincronizado seja implementado em todo o Brasil, o que abriria a possibilidade de construções de estratégias mais localizadas e adaptadas a realidades específicas”, comenta.</p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p>
<p><em><strong>Reportagem:</strong> Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em></p>
<p><em><strong>Design gráfico:</strong>&nbsp;Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista; e Vinícius Bandeira, acadêmico de Desenho Industrial e volun´tário;</em></p><p><em><b>Fotografia: </b>Luis Gustavo Santos, acadêmico de Jornalismo;</em></p>
<p><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em></p>
<p><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p>
<p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
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