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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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						<item>
				<title>Entrelaços artísticos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/entrelacos-artisticos</link>
				<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 14:26:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[frida kahlo]]></category>

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						<description><![CDATA[O livro "O Movimento Criativo e Pedagógico de Frida Kahlo" evidencia as ações da vida e obra da artista mexicana]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Ouça esta reportagem:

[audio mp3="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Entrelaços-artísticos-Arco.mp3"][/audio]

<span style="color: #ffffff">.</span>
Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón, ou apenas Frida Kahlo, foi artista, professora e tornou-se símbolo de empoderamento feminino. Sua trajetória inspirou filmes biográficos, livros, músicas e outros produtos culturais e políticos no mundo todo. Em 2018, a Editora UFSM lançou a obra <em>O Movimento Criativo e Pedagógico de Frida Kahlo</em>, escrita pelo professor dos cursos de licenciatura e bacharelado em Dança da UFSM Odailso Berté. A partir do processo criativo desenvolvido pela pintora em seus trabalhos, o autor do livro decidiu debruçar-se sobre o trabalho docente de Kahlo e sua lógica combinando corpo, experiências e imagem.

<img class="alignright size-medium wp-image-5564" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/editora-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" />Para Berté, a inspiração para escrever o livro se explica através da “radicalidade de Frida em assumir no corpo a etnia, a identidade afetiva-sexual e a deficiência física de maneira performativa”. Embora não seja seu primeiro trabalho estimulado pela história de Kahlo, o escritor entende que o destaque do livro é explorar diferentes e quase desconhecidos movimentos da pintora. Para ele, é necessário o reconhecimento de aspectos da atividade criadora da artista, enfatizando que “arte é, primeiramente, trabalho, profissão, processo, investigação, e não um mero instrumento de sublimação ou de qualquer outra ação curativa ou salvadora”. Segundo Berté, Frida vivia em constante transformação e movimento.

Um dos períodos destacados pelo autor – e que, não à toa, encontra-se no título do livro – é o que Kahlo dedicou à pedagogia. Foi no período da atuação como professora na <em>Escuela Nacional de Pintura, Escultura y Grabado La Esmeralda</em>, na Cidade do México, que Frida criou obras reconhecidas, como <em>Autorretrato como tehuana</em>, <em>Autorretrato con monos e Raíces</em>, todas de seu primeiro ano na instituição, 1943. Embora tenha permanecido apenas dois anos de maneira oficial, a artista desenvolveu processos artístico-pedagógicos até o final da vida, em 1954, com um pequeno grupo de alunos chamados<em> Los Fridos</em>. Odailso Berté relata que as práticas de ensino da artista eram extremamente ligadas à vida sociocultural e às experiências dos alunos.

De acordo com Berté, que viajou até o México para conhecer sobre o passado da artista, <em>O Movimento Criativo e Pedagógico de Frida Kahlo</em> é “um livro acadêmico-afetivo que pode interessar a artistas, professores, investigadores e admiradores da pintora e professora”. Motivado pela história de Frida, o autor afirma: “Kahlo me move a construir conhecimento e arte com o outro, indo ao encontro da vida e sempre atento ao momento histórico que nos cabe viver”.

<strong> Reportagem:</strong> Paulo Ferraz
<strong>Ilustração e Diagramação:</strong> Noam Wurzel
<strong>Locução</strong>: Marcelo de Franceschi]]></content:encoded>
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						</item>
						<item>
				<title>Movimentos da singularidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/movimentos-da-singularidade</link>
				<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 20:58:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo]]></category>

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						<description><![CDATA[Formandas do curso de Dança Bacharelado repensam o corpo como forma de expressão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">As expressões corporais artísticas são capazes de contar histórias através das lembranças e emoções, tanto dos artistas quanto do público. Na UFSM, essa interação entre artistas e plateia é colocada em prática em cursos como o de Dança-Bacharelado, no qual uma das etapas necessárias para a conclusão é a apresentação de um espetáculo. Nas noites dos dias 9, 10 e 11 de outubro foi levado ao público o resultado do processo de criação chamado </span><i><span style="font-weight: 400;">COISAS VELADAS que abrem BRECHAS para o ENCONTRO dos CAMINHOS QUE HABITO</span></i><span style="font-weight: 400;"> com orientação e direção do professor Flávio Campos e performance pelas bailarinas e formandas Joana Fernandes, Letícia Nascimento Gomes, Mylena Moreira e Sariana Lima.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4787" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/002-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">As palavras em maiúsculo do nome do espetáculo fazem referência ao solo (dança individual) de cada dançarina. As células, como são chamadas a criação dos solos, foram pensadas durante o Trabalho de Conclusão de Curso 1. Entre as provocações que moveram esse projeto estava o questionamento feito pelo professor Flávio:  “</span><i><span style="font-weight: 400;">qual era o corpo que ocupava, ou ainda, que entrava e saia deste antes, durante e depois da graduação em dança?”. </span></i><span style="font-weight: 400;">No meio do ano, o solo culminou em um projeto individual que foi chamado de “pretexto de estudo” e apresentado ao público.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4789" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/005-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Segundo o professor, o objetivo principal do processo é que cada dançarina entre em contato com aquilo que é mais significativo em relação à expressividade e aos sentidos individuais. As bailarinas são incentivadas a pensar sobre aspectos do corpo antes, durante e depois dessa experiência em formação de dança. Esse processo possui uma trajetória muito além da execução, pois possui uma abordagem integrativa que associa conteúdos e aspectos sociais, culturais, emocionais, políticos e históricos, além de vivências fora e dentro da Universidade.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4786" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/001-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Com a afirmação de que “não se faz arte sozinho”, o professor Flávio ressalta a importância e o feitio da integração entre os cursos. Para criar a apresentação, colaboraram acadêmicos de Terapia Ocupacional, Música, Artes Visuais, Licenciatura em Dança, colegas do Laboratório EspaçoCorpo, entre outros acadêmicos de dança. O figurino, o cenário e a música foram pensados no processo de criação e surgiram a partir disso com a colaboração do coletivo, nada foi trazido de fora da instituição.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4785" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/000-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<i><span style="font-weight: 400;">COISAS VELADAS que abrem BRECHAS para o ENCONTRO dos CAMINHOS QUE HABITO</span></i><span style="font-weight: 400;"> fala sobre o universo de quatro mulheres e o momento em que esses universos se cruzam, se afastam e se conectam. A apresentação é organizada por momentos distintos na estrutura cênica e no clima da trilha. Para a dançarina Letícia Nascimento Gomes, a realização do espetáculo e a produção foi muito intensa: “Trabalhamos numa perspectiva de dança que acolhe as singularidades, circunstâncias cotidianas, emocionais, sensoriais e experiências de cada indivíduo, sendo isso tudo material para trabalho”.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4788" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/003-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Para o diretor da apresentação, “A dança pode ser um encontro consigo mesmo, e por isso faz o outro se sentir junto, afetando este outro, seja na empatia ou na rejeição”, o que, segundo ele, enriquece a trajetória das dançarinas e do público. Nesse sentido, Mylena Moreira, uma das formandas, revela que, a partir do espetáculo, teve a certeza de estar no caminho certo: “cada dia de apresentação uma sensação diferente tomava conta de mim. Cada uma na sua particularidade, me contemplava e afirmava dentro de mim o porquê de eu estar aqui, fazendo isso e dançando isso”. </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4790" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/007-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /><b>Reportagem:</b><span style="font-weight: 400;"> Mirella Joels, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Edição: </b><span style="font-weight: 400;">Luciane Treulieb</span>

<b>Fotografia: </b><span style="font-weight: 400;">Rafael Happke</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Homem com H</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/homem-com-h</link>
				<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 14:41:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Artes e Letras]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
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						<description><![CDATA[Exposição realizada no Centro de Artes e Letras provoca reflexão sobre masculinidade, sexualidade e envelhecimento
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">O professor do C</span><span style="font-weight: 400;">entro de Educação Física e Desportos (CEFD) da UFSM Gustavo de Oliveira Duarte pesquisa sobre homens que dançam e a relação deles com a sexualidade e o processo do envelhecimento</span><span style="font-weight: 400;">. Sua tese, defendida em 2013 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tem como título </span><i><span style="font-weight: 400;">O Bloco das Irenes: articulações entre amizade, homossexualidade(s) e o processo de envelhecimento, e </span></i><span style="font-weight: 400;">faz uma paráfrase a Caio Fernando de Abreu, uma vez que “</span><i><span style="font-weight: 400;">Irenes”</span></i><span style="font-weight: 400;"> era o termo que o escritor usava para se referir  à “bicha velha”. </span>

<span style="font-weight: 400;">Já em 2017, no pós-doutorado que Gustavo realizou na Universidade Federal da Bahia (UFBA), foram realizadas duas exposições fotográficas chamadas <em>Masculinidades dançantes </em>para apresentar os resultados de sua pesquisa.<i> </i>A abertura da mostra ocorreu no ano passado, na Escola de Dança da UFBA, e, no dia 13 de agosto de 2018, a exposição foi exibida no hall do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4487" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.038.024.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">“Às vezes, na nossa sociedade, há um apagamento. Onde estão os homossexuais mais velhos?”, questiona o professor. Gustavo explica que as pessoas tendem a relacionar a velhice com uma fase da vida a partir dos 60 anos, mas o foco da sua pesquisa é o processo do envelhecimento e quais são as transformações que ocorrem com o corpo dos homens ao longo do tempo.  </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4489" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.038.048.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Durante a realização do pós-doutorado, Gustavo esteve em Portugal, na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, onde começou a coleta de dados se baseando em dois grupos: a Companhia Maior de Artes Cênicas e a Companhia Nacional de Bailados de Dança Clássica. O professor acompanhou os bailarinos e deu aulas na graduação e pós-graduação da universidade portuguesa, buscando conhecer a realidade no exterior e apresentar sua pesquisa feita em Salvador.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4491" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.038.062.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Grande parte da coleta de dados para o pós-doutorado, contudo, foi realizada na Escola de Dança da UFBA, que é a primeira graduação de Dança do Brasil. As fotos que foram apresentadas na exposição não são de autoria de Gustavo, mas sim dos bailarinos entrevistados por ele. O artista explica como foi o processo de escolha das imagens: “Pedi que eles [os bailarinos] selecionassem de três a cinco fotos mais significativas da sua trajetória artística, então é um acervo riquíssimo. Dialoga com a história da dança da Bahia e do Brasil”.</span>

<span style="font-weight: 400;">Juntamente com a exposição de fotos, o professor apresentou, no CAL da UFSM, uma coreografia de sua autoria. A dança tem o nome</span><i><span style="font-weight: 400;"> 4222:DziOhno </span></i><span style="font-weight: 400;">e foi inspirada no grupo DziCroquettes e no artista Kazuo Ohno. Em Salvador, Duarte dançou junto com seu aluno Bruno Parisotto. Na sua reprodução realizada na UFSM, o professor dançou sozinho ao som de </span><i><span style="font-weight: 400;">Homem com H, </span></i><span style="font-weight: 400;">música gravada por Ney Matogrosso: “a recepção foi bem afetiva, ainda que com um certo estranhamento pela temática”. Ele afirma que vai fazer a exibição novamente em diferentes centros, como o CEFD e o Centro de Educação, e pretende levar a apresentação para as escolas.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4488" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.038.045.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

A ideia é expandir os conhecimentos também para fora da UFSM, ao oferecer oficinas sobre dança, sexual<span style="font-weight: 400;">idade e gênero em escolas.</span><span style="font-weight: 400;"> O professor</span><span style="font-weight: 400;"> comenta sobre a importância da temática apresentada: “A gente começa a trabalhar essa perspectiva e paradigma da inclusão e diversidade - que é um ganho do gênero, sexualidade, negritude, deficiência - desde a graduação. Se o professor artista não tocar nisso, quem vai tocar? A questão de reflexão crítica sobre corpo, sociedade e mundo, de certa forma, é uma função do artista”.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4490" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.038.056.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<img class="aligncenter size-large wp-image-4492" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.038.073.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Reportagem: </b><span style="font-weight: 400;">Martina Irigoyen. acadêmica de Jornalismo</span><span style="font-weight: 400;">
</span><b>Edição</b><span style="font-weight: 400;">: Tainara Liesenfeld, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Fotografia:</b><span style="font-weight: 400;"> Rafael Happke</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A Broadway na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-broadway-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 21:46:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[broadway]]></category>
		<category><![CDATA[caixa preta]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[musical chicago]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[Alunos apresentam um ensaio aberto do musical Chicago
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Se para um artista já é difícil desenvolver as técnicas de um só segmento, imagine fazer três deles: dançar, atuar e cantar. Os musicais exigem uma performance completa, e há poucos lugares de ensino no Rio Grande do Sul que trabalham para desenvolvê-la. Com o objetivo de </span><span style="font-weight: 400;">instrumentalizar os estudantes de artes a produzir e atuar profissionalmente em musicais populares, ampliando suas áreas de atuação no campo de trabalho, surgiu </span><span style="font-weight: 400;">em abril de 2018 o Projeto de Ensino e Extensão Musical da UFSM. À frente desse projeto está </span><span style="font-weight: 400;">a professora do curso de Dança Carlise Scalamato Duarte, o professor do curso de Música João Batista Sartor e  o professor do curso de Teatro Diego Pereira.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4053" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/IMG_2631-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" />

<span style="font-weight: 400;">O projeto visa produzir e apresentar para a comunidade santa-mariense uma releitura em português d</span><span style="font-weight: 400;">o musical </span><i><span style="font-weight: 400;">Chicago in Concert, </span></i><span style="font-weight: 400;">peça de teatro escrita pela jornalista Maurine Dallas Watkins, sucesso na Broadway desde 1975.</span> <span style="font-weight: 400;">O espetáculo conta a história de duas dançarinas de boates que cometem diferentes assassinatos. Surpreendentemente, os crimes instigam as protagonistas a competirem por atenção, tanto dos jornais quanto do melhor advogado no ramo, Billy Flynn. O enredo faz críticas à imprensa e ao sistema judiciário.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4057" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/MGM7243-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /><b>Ensaio Aberto </b>

<span style="font-weight: 400;">No dia 12 de junho, um ensaio aberto à comunidade revelou o que já foi produzido pelo grupo - que se reúne por oito horas, semanalmente, para ensaiar. Na ocasião, vinte alunos apresentaram no Teatro Caixa Preta, ao som da Banda Sinfônica de Santa Maria, uma prévia do que será a estreia do musical nos dias 11 e 12 de novembro, no Centro de Convenções da UFSM. </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4058" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/MGM7271-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<b>Os artistas</b>

<span style="font-weight: 400;">Foram feitas três audições para selecionar os integrantes do </span><span style="font-weight: 400;">grupo, nas três respectivas áreas. Para a graduanda de Teatro Flavia Grutzmacher,  cantar foi o maior desafio: </span><span style="font-weight: 400;">“Nas audições, o canto me preocupou, pois eu não tinha técnica vocal. Depois de muito treino, consegui me preparar.” Após iniciar no Projeto, a acadêmica percebeu como todas as habilidades deveriam ser trabalhadas em conjunto: “No início, você imagina que cada dia vai treinar uma coisa para depois juntar tudo, mas, na verdade, você estimula a dança, o canto e a atuação, ao mesmo tempo, todos os dias.” A estudante acredita que a experiência vai possibilitar seu aperfeiçoamento como artista e prepará-la para espetáculos futuros.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4056" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/MGM7233-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">O</span><span style="font-weight: 400;"> processo no projeto é ensinar os alunos a atuarem como bailarinos, atores, cantores, figurinistas, cenógrafos e produtores culturais (conforme suas áreas de estudo) em espetáculos musicais. A professora Carlise chama atenção para a especificidade de cada um: “Nem todos são cantores, atores ou dançarinos, o que se torna uma aprendizagem.” A exemplo disso, a estudante do curso de Dança, </span><span style="font-weight: 400;">Flávia Domenech, conta sua experiência: “Nunca tinha feito teatro antes - até por um pouco de vergonha, e com  o canto quase nada de experiência, mas estou executando mesmo assim. É novidade para todo mundo. Eu sempre gostei de assistir a musicais e essa é uma oportunidade para começarmos a ocupar esses espaços e evoluir, interligando as artes.”</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4055" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/MGM7179-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Reportagem: Bibiana Pinheiro</span>

<span style="font-weight: 400;">Fotografia: Tainara Liesenfeld</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O encontro entre o clássico e o erudito</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/o-encontro-entre-o-classico-e-o-erudito</link>
				<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 19:48:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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						<description><![CDATA[“Alma Única” é um projeto que une o canto erudito, a flauta, a harpa, o violão e o ballet em um só espetáculo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Há três anos, o professor de flauta João Batista Sartor  iniciou um projeto chamado <em>Alma Única</em>. Aos poucos, o grupo de intérpretes foi se organizando a partir de formações anteriores e afinidades artística e pessoal e, atualmente, o grupo faz turnês pelo Rio Grande do Sul entrelaçando o ballet clássico com a música erudita, da harpa, violão e flauta. Trata-se de um recital de ballet e música de câmara, que nada mais é do que </span><span style="font-weight: 400;">a música erudita executada por um número pequeno de músicos-</span><span style="font-weight: 400;"> uma versão ‘pocket’, que simula um grande espetáculo.</span>

<span style="font-weight: 400;">Desde o erudito europeu, passando pelo tango de Astor Piazzola até Pixinguinha e Villa Lobos. Montar o repertório de um espetáculo como esse não é uma tarefa fácil. “O canto lírico com dança, harpa e violão, além da flauta, é uma formação rara de ser encontrada. Adaptamos e rearranjamos o repertório, pois as obras não foram originalmente compostas para essa formação”, explica Marcos Corrêa, professor de violão da UFSM. Ele acrescenta que, por mais que esse seja o maior desafio, o aprendizado é constante e é gratificante poder tocar em grupo. “Para mim é importante por me permitir dialogar musicalmente com outros músicos não violonistas”, complementa.</span>

<span style="font-weight: 400;">Segundo o violonista, apresentar para um público variado e amplo este espetáculo composto por repertórios diversificados - com música espanhola, ópera e música brasileira, por exemplo - é a parte mais importante do projeto. “As músicas são bonitas, inspiradoras e ‘tocam’ as pessoas. Após os concertos, muitas pessoas aparecem para conversar conosco, relatando e descrevendo o que perceberam e sentiram. Opiniões muito interessantes”. Já foram feitos concertos em abril deste ano em Canoas, Novo Hamburgo e Porto Alegre, e agora o espetáculo chega a Santa Maria.</span>

<span style="font-weight: 400;">Tanto Sartor quanto Corrêa são professores do curso de Música da UFSM e agora vão ter o desafio de tocar no palco do Centro de Convenções. “Poder tocar em Santa Maria, onde trabalhamos, e fazer a apresentação no Centro de Convenções, aliado à formação camerística, repertório, músicos e teatro, é um desafio”.</span>

<span style="font-weight: 400;">Com duração de 1 hora e 15 minutos, o <em>Alma Única </em>acontece nesta quarta-feira (11 de outubro) e tem entrada gratuita. O evento vai iniciar com uma espécie de aquecimento, com dança e violão (com música composta pelo professor Corrêa), e segue com inserções de flauta, harpa e canto, às vezes com dança, intercalando até o final do espetáculo em que todos os integrantes apresentam-se juntos.</span>

<img class="wp-image-2444 size-full alignnone" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/10/alma.jpg" alt="" width="853" height="633" />

<b>Quem são os artistas? </b><span style="font-weight: 400;"> </span>

<b>A BAILARINA</b>

<b>Débbora Brandt Alencastro</b><span style="font-weight: 400;"> - formada pelo Curso Superior de Tecnologia em Dança na Universidade Luterana do Brasil, e especialista pela Pontifícia Universidade Católica do Estado do Rio Grande do Sul. Foi aluna do Curso Básico de Dança da FUNDARTE de Montenegro. Recebeu o Prêmio Açorianos de melhor Espetáculo de Dança/Ballet clássico em 2000. Conquistou em 2002 a pontuação máxima em Pas de Deux Clássico no Festival Internacional de Danças da Amazônia. Participou de vários espetáculos como <em>Ruas &amp; Passarelas</em>, <em>Construção</em>, <em>Meu Pequeno grande Mundo</em>, <em>Desencanto</em>, entre outros. Atualmente atua na FUNDARTE, coordena o Grupo de Danças da Instituição e é professora de ballet clássico.</span>

<b>A CANTORA</b>

<b>Rosimari Oliveira</b><span style="font-weight: 400;"> - formada pelo Bacharelado em Canto da UFSM e pós-graduada em Canto Lírico pelo Conservatório Liceu de Barcelona. Participa constantemente como solista convidada de orquestras como SESI/FUNDARTE, Unisinos, OSPA, Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Theatro São Pedro e Sinfônica do Paraná, entre outras. Desde 2003 interpreta importantes papéis de óperas, como: Agathe, em Der Freischütz de Weber, realizada em Valladolid, Espanha; na Itália, Don Giovanni de Mozart, como Donna Anna, pelo Conservatório Antonio Buzzolla, entre outros. Atua no Brasil como professora de canto na Faculdades Est em São Leopoldo nos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Música, Musicoterapia e Técnico; e técnica vocal na FUNDARTE de Montenegro. Desde 2012 é preparadora vocal do coro da ADUFRGS, POA.</span>

<b>O HARPISTA</b>

<b>Leandro Petry Cardona</b><span style="font-weight: 400;"> - iniciou seus estudos de harpa na Fundação Municipal de Artes de Montenegro e, posteriormente, na Escola de Música da OSPA. Atualmente estuda harpa na Escola Superior de Música de Lisboa e faz música de câmara (harpa e flauta) com Mariane Fornelos em Portugal e, no Rio Grande do Sul, com a cantora Ângela Diel e o flautista João Batista Sartor. Realizou concertos pela Embaixada do Brasil em Portugal, em várias cidades do Rio Grande do Sul e no Uruguai. Pertence ao seleto grupo de harpistas, raros no Brasil.</span>

<b>O FLAUTISTA</b>

<b>João Batista Sartor</b><span style="font-weight: 400;"> - professor concursado de flauta da UFSM desde 2005, é coordenador e regente da Banda Sinfônica da Universidade. Doutor em Performance em Música pela UNIRIO. Realizou estágio doutoral na Universidade de Aveiro, Portugal. Realizou o Mestrado em Artes (Música-Flauta) pela The University of Iowa, EUA. Cursou flauta e música de câmara na École Normale de Musique Alfred Cortot de Paris. Foi flautista da OSPA de 1990 à 2005 e da Orquestra Unisinos-RS. Ele começou seus estudos musicais na Fundarte de Montenegro, e em 1990 concluiu o Bacharelado em Flauta pela UFRGS. Tem intensa atuação na vida musical gaúcha através de participações e participações em inúmeros recitais de música de câmara no RS, outros estados, e Argentina, Uruguai, EUA, França, Portugal e Itália.</span>

<b>O VIOLONISTA</b>

<b>Marcos Kröning Corrêa -</b><span style="font-weight: 400;"> é professor na UFSM, nos Cursos de Bacharelado (violão) e Licenciatura em Música, é violonista-compositor. Doutor em Música, Estudos em Performance, pela Universidade de Aveiro, Portugal, 2016. Mestre em Educação Musical, em 2000, e Bacharel em Música, em 1998, ambos pela UFRGS. Professor e concertista, foi convidado, entre outros, para o 26ª Festival de Música de Londrina (2006), a II Mostra Violonística de Votorantim (São Paulo, 2008), os Festivais de Outono da Universidade de Aveiro (Portugal, 2009); o 7º Festival de Violão da UFRGS (2015); ministrou Cursos nos Conservatórios de Ourém, Fátima e Cantanhede (Portugal, 2012-13); coordenou a série de recitais Irmão Violão da Universidade de Aveiro (2015). Apresentou recitais no Brasil, Estados Unidos, Portugal e França.</span>

<b>A ILUMINADORA</b>

<b>Carol Zimmer</b><span style="font-weight: 400;"> -  iluminadora e produtora cultural, assina também a ambientação cênica de shows e direção técnica de espetáculos. Licenciada em Artes Cênicas (UFRGS), Especialista em Cinema (UNISINOS), Pós-graduanda em Iluminação e design de interiores (IPOG). Em iluminação, destaca-se alguns trabalhos, como as peças: GPS Gaza; As Aventuras do Pequeno Príncipe; O Linguiceiro da Rua do Arvoredo; Breves Entrevistas com Homens Hediondos; Wonderland e o que M. Jacksom encontrou por lá. Trabalha também com os musicistas e bandas: Nei Lisboa; Simone Rasslan; Marcelo Delacroix; Gisele de Santi; Apanhador Só; Dingo Bells. Apresenta também projetos audiovisuais, na parte de produção e direção de fotografia.</span>

<img class="alignnone wp-image-2448" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/10/Alma-Única-box_150dpi.png" alt="" width="690" height="1003" />

Reportagem: Júlia Goulart

Fotos: Divulgação
Arte: Giana Bonilla]]></content:encoded>
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