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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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				<title>Sotaques do campus</title>
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				<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 17:32:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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						<description><![CDATA[Estudantes que vêm de diferentes regiões brasileiras transformam a Universidade em um grande laboratório de fonética
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="810" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/08/arte_capa_sotaquedocampus-1024x810.jpg" alt="Ilustração colorida horizontal em azul claro e laranja de pessoas em frente ao arco de acesso à Universidade" loading="lazy" />														
		<p>[audio mp3="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/08/spot-materia-sotaques-1.mp3"][/audio]</p><p>Se você circula pelos espaços da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) já deve ter ouvido esses diferentes modos de falar que se diferenciam no ritmo, entonação, ênfase e até no uso das palavras. São os sotaques presentes na Universidade, fenômeno fonético em que determinados indivíduos pronunciam palavras de forma particular</p><p>A UFSM é um espaço diverso. A professora do  Departamento de Letras Clássicas e Linguística, Célia Della Méa, destaca que uma das formas de perceber essa multiplicidade geográfica existente nela é por meio dos sotaques dos acadêmicos. “Eu penso que a sala de aula é um laboratório de fonética, porque nunca temos uma turma que seja só daqui [de Santa Maria]”, afirma a docente.</p><p>A variação linguística, área de estudo da sociolinguística, explica como diferentes culturas dão origem a diferentes formas de expressão da língua. A alteração pode ser: </p><ul style="list-style-type: disc"><li><b>Diatópica:</b> quando está associada aos aspectos geográficos;</li><li><b>Diastrática:</b> ligada ao grupo social do indivíduo falante;</li><li><b>Diacrônica:</b> relacionada aos fatores históricos; </li><li><b>Diafásica:</b> associada ao contexto comunicativo, como situações formais e informais. </li></ul><p>Assim, o sotaque é uma das formas de perceber a variação linguística por meio do som, mas ela também pode ser identificada na construção de frases e no significado de palavras e expressões utilizadas na comunicação. </p><p>A UFSM é uma universidade, que, só na graduação, tem cerca de 20.900 estudantes. Destes, 16.870 são de diferentes regiões do Rio Grande do Sul. São, portanto, mais de 4 mil alunos que saem de suas regiões e estados de origem para estudar em Santa Maria. De acordo com o portal ‘<a href="https://portal.ufsm.br/ufsm-em-numeros/publico/index.html">UFSM em Números</a>’, depois do Rio Grande do Sul, São Paulo é o estado que mais tem representação (944 estudantes). Depois, vêm os estados de Santa Catarina (399), Paraná (290), Rio de Janeiro (264), Minas Gerais (217) e Bahia (101). Todos os estados brasileiros estão representados no espaço da UFSM.  Além disso, a nacionalidade dos estudantes estrangeiros da graduação contempla 20 países.</p>		
			<h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Perceber o sotaque</p></h2>		
		<p>Para quem chega a Santa Maria para estudar, o sotaque dos outros é um dos primeiros choques culturais. João Pedro Sousa percebeu essa diferença ao chegar na rodoviária de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Calouro de Jornalismo na UFSM, João Pedro é natural de Marabá, cidade que fica no interior do Pará. Ele estranhou a pronúncia do ‘r’ quando uma vendedora perguntou sobre o troco. “Chegando em Santa Maria, eu não percebi o meu sotaque. Eu percebi o sotaque de vocês, a forma que vocês falam e que é bem diferente da que eu conhecia”, relembra João Pedro. </p><p>Essa percepção foi parecida para Anna Claudya da Silva, estudante de Produção Editorial e natural de Barueri, em São Paulo. “Quando eu vim para cá, percebi a diferença de sotaques, mas não do meu sotaque”, comenta Anna Claudya. A estudante conta que colegas e amigos que atentaram que o sotaque e as expressões linguísticas dela são diferentes. “Só fui perceber essa diferença quando cheguei aqui”.</p><p>A professora Célia aponta que a diversidade de sotaques existente em nosso país também é resultado do contato entre línguas locais e estrangeiras que aconteceram ao longo da história e que impactaram de formas distintas nas cinco regiões do Brasil. “A língua também é um componente de identidade das pessoas. O sotaque é uma forma de identidade e todo esse conjunto de variedades que nós temos se marca na língua. As pessoas manifestam a diversidade através da língua”, ressalta. </p><p>Emily Aguiar, que está no quinto semestre de Engenharia Florestal, veio para Santa Maria em 2020. Mas, por conta da pandemia, voltou para sua cidade natal, em São Luís, no Maranhão. Foi neste ano que, ao retornar à UFSM, percebeu as diferenças na fala. “Falaram que meu sotaque é gostoso de ouvir, e eu acho divertido, porque gosto de conhecer pessoas novas e lugares novos”, afirma Emily. </p><p>João Pedro lembra que percebeu o próprio sotaque só após a entrada na universidade: “As pessoas comentam que eu tenho um sotaque muito forte, muito presente, mas antes eu não percebia isso, acho que pelo fato de estar com as pessoas que eu convivi e que falam da mesma forma. Isso não era uma pauta”, explica.</p>		
			<h2>Estranhamentos da linguagem</h2>		
		<p>Expressões linguísticas também são diferenças encontradas nas regiões do país. Lagartear, bergamota, rótula, sinaleira e pão cacetinho são termos característicos usados no Rio Grande do Sul. Emily relata que o conceito de ‘<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/lagartear-o-arco-iris-e-realmente-um-arco-comer-maca-da-mais-fome/">lagartear</a>’ é algo que ela começa a entender agora, e que ainda estranha outras expressões. “Não tem quem faça eu falar cacetinho. Eu vou na padaria e falo ‘quero quatro pães desse aqui’, e aponto para o que eu quero, que no caso é o pão francês”, conta. Outro episódio que marcou a estudante foi a primeira vez que o cardápio do Restaurante Universitário teve ‘tatu ao molho’ como opção proteica. “Eu fiquei: ‘como assim estão servindo tatu?’, porque na minha cabeça era tatu de verdade e não o corte que chamam de tatu”, recorda. </p><p>Para Felipe Borges, estudante de Engenharia Aeroespacial e natural de Caldas Novas, em Goiás, apesar de encontrar expressões diferentes, elas não se tornaram barreiras de comunicação, já que muitas vezes o contexto permitia o entendimento. Uma palavra, em específico, foi mais difícil de compreender: “As pessoas falaram bastante de rótula, e eu pensei que era a papelaria, mas na verdade as pessoas chamam a rotatória de rótula, e eu levei um tempo para descobrir isso”, conta. A referência é a um local que fica no Bairro Camobi, em que fica localizada a UFSM, e que leva a expressão no nome por ficar próxima a uma rótula.</p>		
			<h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Mudanças e adaptações</p><br></h2>		
		<p>Pierre Jácome Nascimento (23) encontrou dificuldades para entender o sotaque e o modo de falar do estado gaúcho. O estudante de Artes Visuais veio de Araçatuba, no interior de São Paulo, em 2019. “Mas depois de um tempo [o sotaque] começou a ficar do meu cotidiano e acabei me acostumando, tive até dificuldades em falar algumas coisas quando voltei para lá [Araçatuba] por causa da pandemia”, comenta.</p>
<p>A professora Célia explica que é comum haver a adaptação ao modo de falar a partir da convivência com sotaques diferentes. “Como nós nascemos e estamos em um determinado meio, a gente acaba adotando aquele meio. Não por imitação e sim por questões culturais, e os sotaques estão ali, essas variações linguísticas estão ali”, destaca. De acordo com ela, a adaptação também pode ocorrer de forma planejada com o treinamento do aparelho fonador por meio de trabalhos com fonoaudiólogo, algo muito utilizado em novelas em que atores precisam representar formas de falar particulares de determinado personagem.</p>
<p>Para quem já está há um tempo em Santa Maria, percebe diferenças no modo de falar, seja na incorporação das expressões comuns do local, seja na incorporação de elementos do sotaque. Régis Diniz é estudante de Direito na UFSM e está em Santa Maria desde 2016, quando decidiu se mudar de São Paulo. Apesar de entender que seu modo de falar ainda carrega características da capital paulista, percebe que seu sotaque já mudou. “Acontece, realmente, essa incorporação da forma de falar, do jeito de se expressar, e também a utilização de algumas frases e termos que são pertencentes a um lugar”, reflete.</p>
<p>Outra pessoa que acredita que perdeu um pouco de seu sotaque e incorporou o da cidade gaúcha é o estudante de Farmácia André Lucas Pacheco, natural de Barra do Corda, no interior do Maranhão, e que já está em Santa Maria há cinco anos. “Eu acho que a experiência de estar em um lugar em que tem pessoas de vários lugares é uma coisa que te enriquece muito, porque tu conhece diversas realidades”, ilustra. Um elemento que percebe em sua fala é que o som do ‘s’, que ele pronunciava com chiado, não é mais tão presente. No entanto, quando fala com a família no telefone, o sotaque maranhense volta.</p>		
			<h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Preconceito linguístico&nbsp;</p></h2>		
		<p>Lívia Maria Fernandes Crescêncio, 18 anos,  cursa Gestão Ambiental e também é de Marabá. Ela está em Santa Maria há cinco meses, mas há seis anos mora no sul do país. Na cidade anterior, Palmeira das Missões, percebeu muita diferença no sotaque e, inclusive, conta que já sofreu preconceito por conta disso. “Eu falava muito rápido e as pessoas não entendiam. Confesso que perdi bastante meu sotaque, tem várias palavras que eu falava e não falo mais”, relata.</p><p> </p><p>A docente do curso de Letras explica que existe a ideia de valor social em relação às variações linguísticas, o que gera preconceitos a determinados modos de falar. Normalmente, as pessoas não querem se adaptar ao “R” marcado, porque é considerado “caipira”, enquanto outros sons são aceitos com mais facilidade e até admirados. “Depende muito do valor linguístico que aquela variedade tem para aquela comunidade”, esclarece Célia.</p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p>
<p><em><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária, e Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p>
<p><em><strong>Design Gráfico:</strong>&nbsp;</em><em style="font-size: 16px;background-color: var(--bs-body-bg);text-align: var(--bs-body-text-align)">Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista, e&nbsp;</em><em style="font-size: 1rem;background-color: var(--bs-body-bg);text-align: var(--bs-body-text-align)">Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em></p>
<p><em><strong>Mídia Social:</strong>&nbsp;Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em></p>
<p><em><strong>Edição de Produção:</strong>&nbsp;Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p>
<p><em><strong>Edição Geral:</strong>&nbsp;Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
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						</item>
						<item>
				<title>Será que estamos no início do fim da pandemia?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/inicio-fim-pandemia</link>
				<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 19:35:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
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						<description><![CDATA[Especialistas avaliam se a variante Ômicron significa o surgimento de uma endemia de Covid-19]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/capa_fim_da_pandemia1-1024x668.jpg" alt="Ilustração horizontal colorida de homem, em vermelho, batendo com uma espada no coronavírus" loading="lazy">

Desde o fim de novembro de 2021, quando a variante Ômicron foi detectada pela primeira vez, uma onda de novos casos surgiu. O aumento mais significativo se deu após as comemorações de final de ano. A <a href="https://news.un.org/pt/story/2022/01/1775662">Organização Mundial da Saúde (OMS) </a>classificou a onda de casos como um 'tsunami'. No dia 27 de dezembro de 2021, o mundo chegou a registrar o pico de 1,4 milhão de casos. Um dos motivos foi o relaxamento das restrições, por conta do avanço da cobertura vacinal: 54% da população mundial recebeu o esquema completo, segundo o <a href="https://ourworldindata.org/covid-vaccinations?country=OWID_WRL">Our World in Data</a>.

Diferentemente das variantes anteriores, como a Delta e a Alfa, a Ômicron causa infecções menos graves, ou seja, provoca menos hospitalizações e óbitos, mas é altamente transmissível. Por apresentar essas especificidades e pelo aumento da vacinação mundial, começou-se um debate na comunidade científica: a variante seria um indício do início do fim da pandemia?&nbsp;
<h3>Novas variantes são um processo natural</h3>
Quando o vírus invade um hospedeiro, ele se replica dentro da célula. <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/vacinas-covid-19-previnem-diferentes-variantes/">Durante esse processo, pode ocorrer uma diversidade de alterações no código genético desses novos vírus, o que representa novas mutações.</a> Em alguns casos, essas modificações apresentam vantagens evolutivas para o vírus. O médico epidemiologista da Vigilância em Saúde de Santa Maria e professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Marcos Antônio de Oliveira Lobato, comenta que as mudanças no padrão da pandemia ocorrem por alguns fatores:&nbsp;
<ul>
 	<li style="font-weight: 400">As características das variantes têm relação com a Teoria da Evolução de Darwin - apenas algumas mutações passam pela barreira ou pelo desafio seletivo. Essa seletividade faz com que o vírus fique com maior ou menor letalidade, que se reproduza mais rapidamente ou que apresente melhor resistência ao sistema imunológico do hospedeiro.</li>
</ul>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400">Precisa-se analisar o contexto biológico e social no qual surgem as variantes. A vacina não impede que o vírus circule,<b> contudo, impede que casos mais graves da doença ocorram.</b></li>
</ul>
De acordo com o <a href="https://butantan.gov.br/noticias/por-que-a-omicron-e-mais-contagiosa-e-pode-reinfectar-ate-seis-vezes-mais-quem-nao-se-vacinou-contra-a-covid">Instituto Butantan</a>, a Ômicron é considerada pela OMS uma variante de preocupação, que carrega mais mutações e, por isso, é mais transmissível. A nova variante tem um poder de transmissão ainda maior do que as demais: Alfa, Beta, Gama e Delta. Ainda segundo o Instituto, estudos mostraram que a variante é capaz de infectar mais rapidamente os tecidos respiratórios superiores - cavidade nasal, garganta e parte superior da traquéia - em vez dos pulmões. Isso indica uma razão pela qual pessoas infectadas desenvolvem uma doença menos grave quando comparadas com a Delta, por exemplo.

A partir disso, o médico infectologista Alexandre Vargas Schwarzbold, docente do Departamento de Clínica Médica da UFSM, comenta que não é a vacina que mudou as características do vírus, mas que o vírus se adaptou a uma população imunizada. “Poderia ter demorado mais para se adaptar. A Ômicron ‘engoliu’ a Delta pela capacidade de transmitir”, explica o especialista que participou do <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)32661-1/fulltext">estudo da Universidade de Oxford</a> em parceria com Astrazeneca e Fundação Oswaldo Cruz para verificação da segurança e da eficácia do imunizante.

De acordo com Schwarzbold, todas essas características da nova variante do vírus mostram que “ela veio para ficar”. Para o infectologista, quando o vírus começa a ter muitas mutações, ele começa a perder a capacidade patológica de letalidade. “Essa é a razão pela qual acredito que vírus muito transmissores começam a ficar mais leves”, argumenta.
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">A infecção não significa ineficácia da vacina</p>
</h3>
A nova variante tem uma facilidade maior de infectar pessoas imunizadas, mas isso não significa a ineficácia das vacinas contra a Covid-19. “Nosso foco agora tem que ser se é grave ou não, se hospitaliza ou não, se a pessoa tem tendência a morrer por ser infectada. Os cientistas que desenvolveram a vacina nunca mentiram sobre a função dela. As vacinas servem para as pessoas não morrerem, e elas estão cumprindo muito bem esse papel”, afirma Schwarzbold.&nbsp;

De acordo com um <a href="https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/71/wr/mm7104e3.htm">estudo publicado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças</a> dos Estados Unidos, no dia 21 de janeiro de 2022, a terceira dose ou a dose de reforço obteve 90% de eficácia na prevenção de internações durante o período de dezembro de 2021 a janeiro de 2022. Os resultados também comparam pacientes com as duas doses, após pelo menos seis meses da segunda imunização, e foi apresentado 57% de eficácia no intervalo de tempo analisado. Posto isso, o estudo concluiu que as pessoas com a dose de reforço estão menos propensas a serem infectadas pela Ômicron.&nbsp;

Ademais, quanto maior o número de pessoas no mundo com o esquema vacinal completo, menor é a circulação do vírus. Lobato explica que as pessoas vacinadas transmitem em uma escala menor, e em alguns casos, podem nem transmitir. Por isso, a menor circulação leva a uma menor chance de reprodução do vírus e, por consequência, diminui a possibilidade de novas mutações.&nbsp;
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">É o início do fim da pandemia para o mundo ou só para a Europa?</p>
</h3>
<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/europa-esta-num-cessar-fogo-da-covid-19-que-pode-ser-o-fim-da-pandemia-diz-oms/">Em anúncio à imprensa</a>, no dia 3 de fevereiro, o diretor regional da OMS na Europa, Hans Kluge, afirmou que o momento da pandemia no velho continente “deve ser visto como um ‘cessar-fogo’ que pode trazer uma paz duradoura”. O cenário mais animador na Europa deve-se a três principais fatores: diminuição no número de hospitalizações pela menor gravidade da variante Ômicron; a proteção das vacinas e o final do inverno.&nbsp;

A imunização completa chega a 69,29% na Europa e ocorre o relaxamento de algumas medidas de segurança, como o uso de máscaras. O destaque é Portugal, com 91,42% dos habitantes completamente imunizados. Mas esta não é a realidade de toda a região. Na Bósnia e Herzegovina, por exemplo, a taxa está em 25,93%.

A realidade da América Latina e Caribe é mais desigual. De um lado, Cuba, Argentina, Equador, Brasil e Costa Rica com mais de 70% dos habitantes com vacinação completa - sem contar a dose de reforço. De outro, 14 países que não atingiram 40% de imunização, <a href="https://www.paho.org/pt/noticias/2-2-2022-com-14-paises-que-ainda-nao-vacinaram-40-sua-populacao-americas-continuam-sendo">segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde.</a> Um exemplo é o <a href="https://ourworldindata.org/covid-vaccinations">Haiti</a>, o país mais pobre da região, que tem 0,86% população com esquema completo.

A África é o continente que menos vacinou. Conforme dados da OMS, apenas <a href="https://news.un.org/pt/story/2022/02/1779432">11% da população adulta africana </a>está imunizada. Há desertos de imunização. Em Burundi, país que enfrenta crise humanitária, o esquema completo chegou para apenas 0,07% dos 12,5 milhões de habitantes. A situação é semelhante na República Democrática do Congo e no Chade, países com problemas sociais onde a imunização não atingiu 1%, de acordo com dados da Our World in Data.

Dessa forma, enquanto houver desigualdade vacinal em outros territórios, em especial nas populações mais vulneráveis, há chances maiores de surgirem novas mutações, por conta da circulação do vírus.&nbsp;
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:12pt;margin-bottom:0pt">Vamos conviver com a Covid-19?</p>
</h3>
É um consenso entre pesquisadores e a comunidade científica que a humanidade vai precisar conviver com o vírus Sars-Cov-2. Schwarzbold e Lobato comparam este com o vírus <i>Influenza: </i>todos os anos pessoas são infectadas com ele e surgem novas variantes. Um exemplo é a H1N1 que, entretanto, tem número de infecções e hospitalizações estáveis.&nbsp;

É provável que, ao longo do tempo, a Covid-19 se torne uma doença endêmica - limitada a populações de determinadas localidades geográficas. Com isso, sua taxa de incidência e transmissão serão previsíveis. Porém, para que os números de casos se estabilizem e as internações diminuam, esse cenário esperado pela comunidade científica <b>só será possível com o avanço da vacinação mundial.&nbsp;</b>
<h3>Veredito final: É possível</h3>
<img width="658" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/06/e-possivel-658x1024.png" alt="" loading="lazy">

A humanidade vai estar mais perto do início do fim da pandemia quando a cobertura vacinal não for tão desigual em diversos países.&nbsp;

<strong><em>Expediente:</em></strong>
<em><strong>Reportagem:</strong>&nbsp;Eduarda Paz, acadêmica de Jornalismo e bolsista do projeto Divulga Ciência;</em>
<em><strong>Design Gráfico:</strong>&nbsp;Cristiele Luíse, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em>
<em><b>Ilustração mitômetro</b>: Giovana Marion, designer</em>
<em><strong>Mídia Social:</strong>&nbsp;Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em>
<em><strong>Edição de Produção:</strong>&nbsp;Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>
<em><strong>Edição Geral:</strong>&nbsp;Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>12ª Edição</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/12a-edicao</link>
				<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 13:10:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[12ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-arco]]></category>
		<category><![CDATA[impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Arco]]></category>

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						<description><![CDATA[Passado, presente, futuro 60 anos da UFSM: incentivo à pesquisa, desenvolvimento local e sustentabilidade fazem parte da história da instituição EXPEDIENTE CARTA DOS EDITORES LEIA A 12ª EDIÇÃO DA REVISTA ARCO EM PDF]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/04/Capa_fechada-223x300.jpeg" alt="" width="223" height="300">

<b>Passado, presente, futuro</b>

<em>60 anos da UFSM: incentivo à pesquisa, desenvolvimento local e sustentabilidade fazem parte da história da instituição</em>

<strong><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/expediente-12/">EXPEDIENTE</a></strong>
<p style="width: 915px"><strong><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/carta-dos-editores-2/">CARTA DOS EDITORES</a></strong></p>
<p style="width: 915px"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/10/Arquivo_12_Digital.pdf" target="_blank" rel="noopener"><b>LEIA A 12ª EDIÇÃO DA REVISTA ARCO EM PDF</b></a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dez apresentações e concertos da Orquestra Sinfônica da UFSM em 2021</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/10-concertos-orquestra-sinfonica-ufsm-2021</link>
				<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 15:27:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[concerto]]></category>
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						<description><![CDATA[Grupo usou das mídias sociais digitais para manter a produção artística durante a pandemia e alcançar maior público]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Orquestra Sinfônica de Santa Maria é, ao mesmo tempo, uma orquestra acadêmica, vinculada aos cursos de Música da UFSM e integrada por seus professores, alunos e ex-alunos; e comunitária, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e voltada às atividades extensionistas.  Nos anos de 2020 e 2021, o grupo buscou conciliar produção em vídeos e em redes sociais. Com isso, alcançou maior público e aumentou a audiência no  <a style="text-decoration: none" href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria">Facebook</a>, no <a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/orquestrasm/?hl=pt-br">Instagram</a> e no <a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/c/OrquestraSinf%C3%B4nicadeSantaMariaUFSM">canal do Youtube</a>. </p><p>Só no ano passado, quase 200 vídeos foram produzidos. Dois deles tiveram alcance de mais de 400 mil internautas. Neste ano, por meio do canal do YouTube, a Orquestra realiza estreias todos os domingos, às 11h, de vídeos com concertos inéditos, pré-gravados diretamente no Centro de Convenções da UFSM. Tal ação constitui a Temporada Oficial e Especial 2021, que conta com mais de 90 vídeos.  Os audiovisuais são, em sua maioria, inéditos, e estão inseridos em uma programação eclética que conta com repertório do século 18 ao 21, músicas erudita brasileira, latino-americana, popular e regional, além de destacar músicos, artistas e entidades culturais da região.</p>		
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										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Foto-orquestra-tratada-1-Site-Rafael-Beltrame-1-1024x668.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida em tons de verde e marrom. Sobre um palco de madeira clara, vários instrumentos deitados sobre o palco. Ao fundo, cortina verde iluminada." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Beltrame</figcaption>
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		<p>A pedido da Revista Arco, a Orquestra Sinfônica de Santa Maria listou dez produções artísticas realizadas durante o ano de 2021. Confira: </p>		
			<h3>1 - “Concerto para uma só voz”</h3>		
		<p>O 1º Concerto da Temporada Oficial 2021 apresentou, na voz da soprano Ediana Larruscain (UFSM), um repertório voltado para a introspecção, emoção e superação de tempos difíceis. Mais conhecida como Dida, a soprano da Orquestra Sinfônica de Santa Maria teve reconhecimento nacional a partir do <a style="text-decoration: none" href="https://globoplay.globo.com/v/9992302/">The Voice Brasil</a>.  Com a música de concerto a partir do século 17, a produção teve  obras de Giovanni Gabrieli, J. S. Bach, G. F. Handel,  W. A. Mozart, José Maurício Nunes Garcia, Charles Gounod, Edvard Grieg,  Gustav Mahler, e as obras para grupos de percussão dos contemporâneos R. J. Washburn e Douglas Gutjahr. Para manter as medidas de controle sanitário, <a style="text-decoration: none" href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuWkB--rpIHwLTP23K355LlH">a Orquestra foi dividida em pequenas formações de cordas, madeiras, metais e percussão</a>.  </p>		
			<h3>2 - <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuVOh85UOR-CZgkCHWxQzID1" style="text-decoration:none">“Concerto Brasil Sinfônico"</a></h3>		
		<p>A segunda apresentação da Temporada Oficial 2021 foi integrada por obras brasileiras. Exibiu um repertório que abrange cem anos de criação musical de Alberto Nepomuceno, Heitor Villa-Lobos, Murillo Santos, Osvaldo Lacerda,  Cesar Traldi e a estreia mundial do “Concertino para Flugelhorn” do gaúcho Edgar Sleifer. A regência ficou por conta do convidado especial, o maestro Cláudio Ribeiro,  ex-integrante da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA).</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/foto-1-Concerto-brasil-sinfonico-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida, em tons escuros, com homens e mulheres que seguram instrumentos. Em primeiro plano, quatro pessoas: três homens e uma mulher; todos usam máscara pff2 branca e seguram, nas mãos, instrumentos de corda. Ao fundo, em desfoque, onze pessoas, com instrumentos de sopro. O fundo é escuro." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Happke</figcaption>
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			<h3>3- <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuX9pG9Tnln0HLfBNMejaA7Z" style="text-decoration:none">“ABBA Sinfônico”</a></h3>		
		<p>A apresentação Especial da Temporada 2021 realizou um tributo à banda sueca ABBA, e trouxe a participação das vencedoras do festival “Vem cantar com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria”, realizado com grande alcance de público em 2020. As cantoras santa-marienses Tiane Tambara e Daiane Diniz, juntamente à banda Tributo ao ABBA, interpretaram hits da banda com arranjos de Dilber Alonso.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/foto-2-Concerto-abba-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida, em um teatro iluminado. A fotográfia está em contraploungée. Em destaque, em primeiro plano, um homem de costas e em pé; veste terno preto, tem cabelos grisalhos e os braços estão para cima. Em segundo plano, nas laterais do homem, duas mulheres, em pé, olham uma para a outra e seguram microfones nas mãos. Uma veste vestido preto e a outra, vestido rosa claro. Nas laterais e ao funso do palco, pessoas sentadas com instrumentos de sopro e cordas nas mãos. Ao fundo, cortinas escuras e luzes." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Happke</figcaption>
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			<h3>4- <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuVy0_OMHrh-8Ln5zDMlegUU" style="text-decoration:none">“Concerto Farroupilha” </a></h3>		
		<p>Como forma de homenagear a cultura gaúcha, o “Concerto Farroupilha” trouxe a participação de músicos locais, como Beto Pires, Juliana Pires, Matheus Lopes, Fernando Ávila e Tuny Brum. O repertório foi composto por obras autorais desses artistas e arranjos de Dilber Alonso. Além disso, houve a apresentação da obra “Danças Gaúchas'', de Alfred Hulsberg, para cordas e percussão e compilação de arranjos de músicas folclóricas gaúchas. </p>		
			<h3>5- <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL31sJwWa-CuVYGC-GJI-JC95mRfwEtHlK" style="text-decoration:none">“Série Solistas da UFSM”</a></h3>		
		<p>Com o objetivo de  valorizar os músicos da UFSM, o terceiro concerto da Temporada Oficial 2021 contou com a participação de quatro solistas de concertos tradicionais do repertório, todos vencedores do “Concurso Músicos da UFSM”, realizado em 2019.  Marina Montero (flauta), apresentou o “Concertino, Op. 107”, de Cécile Chaminade; Hélio Valentim (clarineta), o “Concerto nº 1, em Fá Menor, Op. 73”, de K. M. von Weber; Miguel  Ângelo Zanotelli (piano), “Concerto nº 8, em Dó Maior, K 246”, de W. A. Mozart; e Wueliton Dal Pont (contrabaixo), “Concerto nº 2, em Si Menor”, de  G. Bottesini.</p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/foto-3-Series-Solistas-1024x768.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma mulher de pele branca que toca uma flauta.Ela tem cabelos loiros e ondulados, pele branca, olhos escuros; veste vestido escuro com flores na cor rosa; segura, nas mãos, uma flauta. Ao fundo, cinco pessoas com instrumentos de corda. Ao fundo, cortinas escuras." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Marcos Klein</figcaption>
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			<h3>6- <a href="https://www.youtube.com/watch?v=48bKLXUpexI" style="text-decoration:none">“Festival Sopros e Percussão"</a></h3>		
		<p>Em outubro, iniciou o quarto “Festival Sopros e Percussão” da temporada. Teve repertório variado.  “Divertimento 77, Op. 39A” (1992), para sopros, de Mário Tavares, obra com balanço bem brasileiro em três movimentos: Allegro moderato, Velho Canto - Praieira e Toccata. Com o grupo de metais “A Western Fanfare” (2002), do compositor e trombonista  americano Eric Ewazen; “A Song for Japan” (2011), de Steven Verhelst, em homenagem às vítimas do tsunami; e a “Sinfonia para Metais” (1979) de Jan Koetsier, esses dois últimos, compositores holandeses. Para o naipe de percussão, duas peças contemporâneas e inovadoras dos anos 1970: “Scherzo sem Instrumentos'' (1978), com percussão corporal, de William J. Schinstine, e “Quarteto para Sacos de Papel'' (1975), de Larry Spivack. </p>		
			<h3>7- “Piazzolla - 100 anos”</h3>		
		<p>Para homenagear o centenário de nascimento de Astor Piazzolla, no mês de novembro a Orquestra lançou o terceiro Concerto Especial. O<a style="text-decoration: none" href="https://youtu.be/gbswejnGOEo"> “Piazzolla- 100 anos”</a> foi feito em parceria com o 6º Encontro Internacional sobre Pedagogia do Piano, no dia 14 de novembro. O repertório foi composto pelas obras “Las Cuatro Estaciones Porteñas”, acompanhada pelos pianistas Bernardete Póvoas, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Carina Joly, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Claudia Deltregia, da UFSM, e Luis Claudio Barros, da Udesc. Para finalizar a homenagem, a Orquestra interpretou “Libertango”, com o e arranjos de Dilber Alonso, com o acordeon solista de Fernando Ávila.  Ainda em parceria com o 6º Encontro Internacional sobre Pedagogia do Piano,  a Orquestra apresentou o<a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/watch?v=bTUAj-6RXTQ"> “Concerto para Quatro Pianos''</a>, em Lá Menor, BWV 1065 (c. 1730), de J. S. Bach, no dia 21 de novembro, gravado em forma de mosaico, com a participação de pianistas de diferentes lugares no Brasil e EUA. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Foto-4-Piazzolla-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida e em tons escuros de um homem que toca um violino. Ele tem pele escura, cabelos pretos e curtos; está com os olhos fechados e usa óculos; usa máscara pff2 branca; e veste camisa preta; nas mãos, um violino marrom; está sentado atrás de um pedestal para folhas. O fundo é escuro." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Arieli Ziegler
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			<h3>8 - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pZuiFSMqITs" style="text-decoration:none">Abertura Brasil 2014</a></h3>		
		<p>O quinto concerto da Temporada Oficial foi lançado nos dias 28 de novembro e 5 de dezembro pelo YouTube da Orquestra Sinfônica Santa Maria. Uma das obras apresentadas foi do compositor brasileiro Dimitri Cervo. A Abertura Brasil 2014 (antiga Abertura Rio 2014) foi uma obra encomendada e estreada pela Orquestra Petrobras Sinfônica no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Após as apresentações, o compositor realizou revisões na obra e tocou essa nova versão neste evento.</p>		
			<h3>9 - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=sD6qnZhJIY0" style="text-decoration:none">As Quatro Estações Brasileira</a>s</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-666d0d0f-7fff-574e-87e6-ab89bfc85167" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A segunda obra do quinto concerto foi a estreia mundial de “As Quatro Estações Brasileiras'', com a regência do próprio compositor Dimitri Cervo, e solo de Francisco Coser, mestre em violino pela Royal School of Music de Londres. Nessa peça para violino e orquestra, o compositor realiza um passeio sonoro pelas quatro estações brasileiras, associando-as a quatro regiões geográficas do Brasil. Nos movimentos Primavera Amazônica (Alvorecer), Inverno Pampeano (Pôr do Sol), Outono Pantaneiro (Águas) e Verão Nordestino (Danças), são retratadas musicalmente as estações e fenômenos naturais e humanos associados a elas. Por meio da obra, o compositor realiza um contraponto à “As Quatro Estações” de Vivaldi (1723) e a “Las Cuatro Estaciones Portenhas” de Piazzola (1969-1972), de forma a enriquecer a poética da literatura musical brasileira para violino solo. </p>		
			<h3>10- “O Lago dos Cisnes”</h3>		
		<p>O sexto concerto da temporada finaliza o ano de 2021 na Orquestra Sinfônica de Santa Maria. Em parceria com o Ballet Ivone Freire, de Santa Maria, será apresentado “O Lago dos Cisnes'', de Tchaikovsky, no dia 19 de dezembro, em uma versão abreviada e encantadora. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/Foto-5-O-lago-dos-cisnes-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um concerto. A fotografia é tirada do fundo de um palco. Sobre o palco de madeira clara, cerca de 25 pessoas estão sentadas com seus instrumentos, distribuídas em cinco fileiras em formato de concha. Na frente e ao centro, o maestro, em pé, de terno preto e com os braços esticados. O fundo é escuro." loading="lazy" />											<figcaption>Créditos: Rafael Beltrame</figcaption>
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		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Expediente</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Texto: Roberta Hoffmann e Fernanda Halberstadt, Assessoria de Imprensa da Orquestra Sinfônica de Santa Maria</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Créditos das imagens: Rafael Happke, Marcos Klein, Arieli Ziegler e Rafael Beltrame</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Tratamento de imagem: Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p>
<p>Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</p>]]></content:encoded>
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