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				<title>Inclusão nas quadras</title>
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				<pubDate>Mon, 24 May 2021 16:40:59 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Futebol 5 e golbol oportunizam que pessoas cegas e com baixa visão sejam mais ativas]]></description>
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		<h2><b><i>Futebol 5 e golbol oportunizam que pessoas cegas e com baixa visão sejam mais ativas</i></b></h2><p>Quem disse que cego não pode jogar futebol? Na UFSM, existem duas modalidades que lembram o esporte mais popular do país: futebol 5 e golbol. Ambas permitem que cegos e pessoas com baixa visão possam bater uma bolinha, deixar de lado o sedentarismo e socializar com outros jogadores. </p><p>As modalidades são praticadas com uso de recursos que estimulam a audição, como bola com guizo, ou o tato, a partir das marcações em relevo na quadra. Enquanto o Futebol 5 é a versão adaptada da convencional, com cinco jogadores de cada lado, o golbol ou goalball é um esporte diferente, com bola semelhante à de basquete e dois times de três jogadores. No golbol, vale se agachar e até deitar para defender as investidas adversárias. </p><p>Em Santa Maria, as duas modalidades são oferecidas, desde 2010, pelo Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada, com apoio da Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDVSM). “O desafio é a individualidade”, explica a professora Luciana Palma, idealizadora e coordenadora do projeto, sobre como atender a singularidade de cada jogador. </p><p>Independentemente dos obstáculos, a proposta possibilita a inclusão a partir da prática desportiva. “Eu conheço muita gente que é deficiente visual e passa muito tempo em casa. Esse tipo de projeto faz com que saiam da zona de conforto”, observa o professor de ensino fundamental Daverlan Dalla Lana, 26 anos, atleta das modalidades. </p><h3><strong>Meio de socialização</strong></h3><p>O futebol 5 e o golbol estimulam a socialização, o desenvolvimento pessoal e a prática desportiva. A professora Luciana salienta que a comunicação clara e objetiva entre os praticantes é fundamental para que se tenha compreensão dos lances e se jogue com segurança. </p><p>Além de acabar com o comodismo, a participação nos projetos ainda é sinônimo de vencer desafios diários. “Nesse momento, e garanto que vai ser para o resto da minha vida enquanto eu puder treinar, é muito importante poder participar de um esporte, estar incluído em uma atividade em que eu possa me sentir bem”, conta Ester Giuliani, 22 anos. </p><h3><strong>Golbol X futebol 5</strong></h3><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">O golbol tem dois times com três jogadores. A quadra tem marcações em alto relevo para auxiliar na localização e a goleira, com 9m X 1,30m, mais larga que a do futebol. Vendados, de joelhos, os participantes devem impedir que a bola chegue até a goleira. O esporte foi criado pelo austríaco Hanz Lorezen e pelo alemão Sepp Reindle, para os veteranos que perderam a visão durante a Segunda Guerra. A modalidade é paraolímpica desde 1984. Nela, a equipe masculina do Brasil conquistou a prata, em 2012, em Londres.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Já o Futebol 5 tem dois times de cinco pessoas, quatro vendadas e o goleiro, com visão total. São colocadas barreiras nas laterais para evitar que a bola saia da quadra. O esporte também conta com um “chamador”, posicionado atrás do gol adversário, para orientar o ataque, as cobranças de falta e de pênalti.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Ambas as modalidades são praticadas em locais sem eco e em total silêncio. A torcida pode se manifestar somente quando a bola está fora do jogo.&nbsp;</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Em função do alto custo dos materiais oficiais, as atividades são realizadas, na UFSM, com equipamentos improvisados, como barbantes sob fita no lugar das faixas de alto relevo do golbol, e goleiras feitas com cones e cordas.&nbsp;</p><p><em><strong>Reportagem</strong>: Érica Baggio de Oliveira </em></p><p><em><strong>Fotografia</strong>: Nathalia Pitol</em></p><p><em>*Matéria publicada na <a href="https://issuu.com/revistaarco/docs/11__edi__o">11ª edição</a> impressa da revista Arco. </em></p>]]></content:encoded>
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