<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/midias/arco/busca?q=&#038;sites%5B0%5D=601&#038;tags=horta-comunitaria&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/midias/arco</link>
			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
			<lastBuildDate>Thu, 04 Jun 2026 21:22:38 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>Revista Arco</title>
	<link>https://www.ufsm.br/midias/arco</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Riqueza que vem do chão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/riqueza-que-vem-do-chao</link>
				<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 15:52:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[horta comunitária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5449</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão da UFSM realiza parceria com a comunidade Dom Ivo Lorscheiter e mantém horta comunitária na região]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Ouça esta reportagem:</p><p>[audio mp3="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Riqueza-que-vem-do-chão-Locução-Marcelo.mp3"][/audio]</p><p> </p><p>Você já ouviu falar em <i style="font-size: 1.125rem">agroecologia</i>? Desde o início de 2018, a Organização das Nações Unidas (ONU) aposta nessa palavra para erradicar a fome e proteger os recursos naturais do planeta. Por meio dela, é possível conquistar autonomia na alimentação.</p><p>Para colocar em prática esta atitude sustentável, a UFSM firmou parceria com os 587 moradores do <i>Residencial Dom Ivo Lorscheiter,</i> localizado próximo à faixa nova (BR-287) - que liga o centro de Santa Maria ao bairro Camobi. Em conjunto, idealizaram a primeira Horta Agroecológica Comunitária da cidade de Santa Maria.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/boxplantas1.0.png" alt="" width="3333" height="1550" /></p><p><b>Nasce um terreno fértil</b></p><p>A horta foi planejada ainda em 2016. Começou a ganhar forma em 2017. Mas só se consolidou em 2018. O interesse pela criação partiu dos moradores do residencial após rodas de conversa, sobre economia solidária e agricultura familiar, na Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), que ocorreu entre os dias 12 a 15 de julho de 2018. </p><p>A comunidade firmou parceria com o técnico-administrativo Juarez Felisberto, do Departamento de Zootecnia da UFSM, que também já foi presidente do Conselho Municipal de Segurança Alimentar (Comsea). </p><p>O projeto é baseado nas hortas comunitárias da cidade de Maringá, no Paraná. Lá, a Universidade Estadual de Maringá desenvolve a assistência técnica e a extensão rural em conjunto com a Prefeitura, responsável por auxiliar na logística. Mais de mil famílias participam do programa que produz cerca de 900 toneladas de alimento por ano.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/6.jpg" alt="" width="804" height="552" /></p><p>A horta, em Santa Maria, fica localizada ao lado do Centro Comunitário do residencial - construído com recursos do programa Minha Casa Minha Vida em 2014. Antigamente, esse mesmo terreno, que hoje germina hortaliças, plantas condimentares e fitoterápicas, era usado como local de despejo. “As pessoas jogavam fogão, sofás e outros resíduos”, conta Juarez. Segundo o técnico, a terra era muito maltratada, principalmente pela situação do aterro de lixo. </p><p>Para o voluntário Jonathan Pereira, a horta é importante para os moradores por incentivar o empoderamento e a autonomia, em conjunto com as práticas agroecológicas. “Essa iniciativa ajuda as pessoas a entenderem que sai riqueza de um chão que sempre foi dito que era pobre”, comenta Jonathan. </p><p>Atualmente, onze famílias participam do projeto. Crianças e idosos convivem no mesmo ambiente com um propósito em comum: plantar e cultivar as coisas na terra. As crianças costumam ser um público fiel da horta, admirando e ajudando a cuidar. “Tá ali a esperança de botar aquela sementinha pra chegar em casa e florescer”, comenta Lucas Murari, bolsista do projeto. Na horta são cultivados pés de alface, beterraba, repolho, brócolis, couve flor, cebola, ervilha, abóbora, berinjela, cenouras, salsa, entre outras hortaliças.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/4.jpg" alt="" width="804" height="552" /></p><p>Recentemente, os moradores do Dom Ivo decidiram homenagear Neide Vaz, líder comunitária que faleceu no final de 2018, dando seu nome ao projeto. Para Juarez, essa atitude mostra que a horta tem como prioridade não apenas o cultivo de alimentos, mas a produção de solidariedade.</p><p><b>Os recursos</b></p><p>A horta comunitária, que está registrada como um projeto de extensão da UFSM, busca estimular uma alimentação saudável e sustentável, sem o uso de agrotóxicos ou outros tipos de veneno. </p><p>Os resíduos orgânicos gerados pelos moradores do Residencial possuem uma finalidade útil: eles ajudam a horta a crescer ao servirem como adubo para as plantas, pelo processo de compostagem. </p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/5.jpg" alt="" width="804" height="552" /></p><p>A UFSM auxiliou a estruturar a horta, com adubo, terra, trator e algumas mudas de hortaliças, pelo setor do Colégio Politécnico da parte de fruticultura e também do Jardim Botânico.</p><p>O Departamento de Solos da UFSM doou caixas d’água para que a água da chuva seja coletada pelas calhas, e a horta possa ser irrigada. Outros materiais, como tubo de PVC para a irrigação, foram comprados pelo projeto. Para auxiliar ainda mais nas partes prática e técnica da agricultura, foi firmada uma parceria com o PET de Agronomia da UFSM.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/1.jpg" alt="" width="804" height="443" /></p><p>Para alguns participantes do projeto, como o casal seu Adair e dona Florência da Rosa, a horta surtiu efeito terapêutico e ajudou a melhorar a qualidade de vida. Para a senhora de 71 anos, a horta é um ganho pro residencial “a gente tira muita coisa dali: salada, tempero… a gente nem compra mais fora”. Ela nunca havia cultivado uma horta antes e se sente muito bem com a integração que a plantação proporciona.</p><p><b>Em constante renovação</b></p><p>As plantações em escala industrial consistem em terrenos com milhares de hectares com fauna e flora natural desmatados, para então ser plantado o produto que será cultivado. No Rio Grande do Sul, por exemplo, é muito comum a plantação de soja. A agrofloresta, por outro lado, é a plantação que une várias plantas com diferentes extratos (tamanhos) e ciclos de vida. Elas convivem em harmonia, sintropia, e criam um sistema de constância entre si, imitando um sistema florestal equilibrado.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/boxplanta2.0.png" alt="" width="3333" height="1550" /></p><p>No caso da horta comunitária no Dom Ivo, a agrofloresta que está sendo implementada  contará com pés de bananeiras - já que essas árvores retêm água e, em período de seca, podem liberar esse recurso para as outras plantas. As plantas têm autonomia para fazer o que é necessário para manter o sistema vivo, mesmo que isso signifique sacrificar uma delas. Tudo é feito para o bem maior.</p><p><strong>Reportagem e fotografias:</strong> Mirella Joels, acadêmica de Jornalismo<br /><strong>Edição:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo<br /><strong>Infografia:</strong> Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial<br /><strong>Locução:</strong> Marcelo De Franceschi</p>]]></content:encoded>
							<enclosure url="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Riqueza-que-vem-do-chão-Locução-Marcelo.mp3" length="15544218" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Riqueza-que-vem-do-chão-Locução-Marcelo.mp3" length="15544218" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Riqueza-que-vem-do-chão-Locução-Marcelo.mp3" length="15544218" type="audio/mpeg" />
<enclosure url="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Riqueza-que-vem-do-chão-Locução-Marcelo.mp3" length="15544218" type="audio/mpeg" />
						</item>
					</channel>
        </rss>
        