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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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				<title>Agroflorestas estimulam a proteção do meio ambiente e a relação saudável entre o homem e a natureza</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/agroflorestas</link>
				<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 14:17:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
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		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

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						<description><![CDATA[ Lugares como o Jardim Botânico e o Residencial Dom Ivo Lorscheiter são exemplos do sistema agroflorestal em Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) são modelos de produção de alimentos que têm origem na tradição dos povos originários. Segundo o instituto de pesquisa World Resources Institute (<a href="https://www.wribrasil.org.br/" style="font-size: 16px">WRI Brasil</a>), as agroflorestas visam à plantação e ao cultivo de árvores e de produtos agrícolas na mesma área. De acordo com o WRI, a implantação deste tipo de sistema tem ganhado força em alguns estados do país, como São Paulo e Paraná, por trazer benefícios tanto para a economia quanto para o meio ambiente.</p>
<p>												<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/04/Capa-materia-site-1-1024x576.jpeg" alt="" loading="lazy"></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Os modelos de agroflorestas permitem a plantação e o cultivo de árvores, como as seringueiras, em conjunto com produtos agrícolas como o café. Essa união dá a possibilidade do que foi plantado trabalhar em conjunto com o que já existia no local, sem a necessidade de retirar árvores. Por isso, o modelo traz benefícios ambientais, pois evita o desmatamento e a retirada de plantas dos espaços.</p>
<h3>Agrofloresta no Jardim Botânico</h3>
<p>Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o professor de Ciências Biológicas e ex-diretor do Jardim Botânico Renato Záchia, juntamente com um grupo de alunos, realizou a inserção da agrofloresta no Jardim. O primeiro contato do professor com os sistemas agroflorestais ocorreu quando ele estudava as culturas dos povos indígenas: “Eu nem sabia que existia a palavra ‘agrofloresta’ na época. Minha relação com a temática começa a partir do contato com a cosmologia indígena, dos povos originários, de perceber a maneira como eles se vinculam com a natureza”, relata Záchia.</p>
<p>A ideia de uma agrofloresta na Universidade surgiu a partir de uma proposta dos estudantes, que queriam começar o cultivo de árvores na instituição. Záchia, então, propôs um novo modelo: “A agrofloresta surge da ideia de plantar árvores, mas trabalha dentro de uma compreensão didático-pedagógica. Ela não trata uma árvore separada. Se plantar uma árvore, eu tenho que trazer a família dela, que é o sistema em que ela vive”.&nbsp;</p>
<p>A agrofloresta do Jardim Botânico valoriza, principalmente, a colaboração entre as pessoas e depende delas para que continue em funcionamento. É cuidada por alunos e, segundo Záchia,&nbsp; é por causa deles que a área pode ser mantida. Alimentos como alface, mostarda e couve podem ser encontrados na agrofloresta e estão disponíveis para consumo tanto para quem cuida do espaço quanto para quem é visitante.&nbsp;</p>
<p>Os SAFs não são apenas um modelo de agricultura, portanto, visar apenas o lucro não faz parte de quem estabelece e segue esse tipo de sistema. A ideia da construção de uma agrofloresta é reunir agricultura,&nbsp; natureza,&nbsp; questões sociais e entender que tudo isso faz parte de um único espaço. A Agrofloresta do Jardim Botânico funciona quando tem a colaboração das pessoas. Záchia comenta que ali também são trabalhadas questões sociais, já que depende das pessoas para existir, e, por isso, esse modelo é o conceito inverso de competição.&nbsp;</p>
<p>Atualmente, poucas pessoas trabalham na Agrofloresta do Jardim Botânico. Como o sistema só funciona com a ajuda da comunidade municipal e acadêmica, as plantas correm o risco de ficar sem os cuidados adequados, caso os responsáveis não possam se dedicar às tarefas. A mandioca é um exemplo disso: como não havia ninguém que pudesse fazer a plantação na época correta ela acabou sendo deixada de lado. Apesar disso, esse sistema tem grande importância para a Universidade. “Ter uma agrofloresta dá a possibilidade de as pessoas enxergarem que, em um mesmo espaço, podem coexistir plantas não convencionais e a fauna, sem precisar matar nenhuma planta”, destaca Záchia.&nbsp;</p>
<h3>Agrofloresta no Residencial Dom Ivo Lorscheiter</h3>
<p>Santa Maria também tem uma Agrofloresta no Residencial Dom Ivo Lorscheiter, localizado no bairro Diácono João Luiz Pozzobon. O presidente do Residencial, Luiz Antônio, também conhecido como Mestre Militar Capoeira, conta que a agrofloresta daquele local surgiu com o intuito de recuperar uma área que era usada como lixão pelos moradores. As pessoas deixavam garrafas, móveis, alimentos e até pneus. “O que antes era um lixão, hoje é um local em que são produzidos alimentos para as famílias da comunidade”, relata Luiz.&nbsp;</p>
<p>Apesar de ter sido um processo lento, a comunidade do Residencial Dom Ivo Lorscheiter tem se envolvido para manter a agrofloresta em boas condições. Mesmo que algumas pessoas não tenham apoiado a criação de um SAF naquela área, hoje os moradores plantam, cuidam e desfrutam dos benefícios do sistema.</p>
<p>Luiz é mestre da associação da capoeira e aproveita sua liderança na comunidade para envolver os moradores e passar o modelo de agrofloresta adiante. Ele relata sua preocupação com o futuro, por isso aproveita de sua presidência na capoeira para influenciar os jovens e seus familiares, deixando novas lideranças para o futuro. “Eu envolvo as crianças, os adolescentes e os pais. Isso vai fazendo com que eles aceitem a ideia, assim, futuramente, novas lideranças vão manter a agrofloresta. Digamos que eu vá embora: quem vai cuidar da agrofloresta? A gente forma novas lideranças para seguir esse mesmo trabalho”, conta Luiz.</p>
<h3>Meio Ambiente&nbsp;</h3>
<p>O professor Renato Záchia comenta que, além de proporcionar alimentos para as pessoas, a agrofloresta tem a possibilidade de cultivar a terra sem causar três grandes prejuízos: “a perda de água potável no planeta, a perda da biodiversidade e a perda do solo. Eles acontecem devido à maneira como as pessoas estão se relacionando com o meio ambiente”.&nbsp;</p>
<p>O efeito do sistema agroflorestal não só auxilia o meio ambiente em grande escala como também nas mudanças dentro de casa. Luiz conta que, desde a implantação do sistema no Residencial Dom Ivo Lorscheiter, os moradores já mudaram alguns hábitos, como a separação do lixo: os resíduos orgânicos são separados e levados para a agrofloresta.&nbsp;<br><br><strong><em>Expediente:</em></strong></p>
<p><em><strong>Reportagem:</strong> Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo;<br></em><em><strong>Design gráfico:</strong> Lucas Zanella, estagiário de Desenho Industrial<br></em><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto;<br></em><em><strong>Edição geral:</strong>&nbsp;Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Telhado verde: 5 vantagens e curiosidades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/telhado-verde-vantagens-curiosidades</link>
				<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 13:11:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[bromélias]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[educação socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[telhado verde]]></category>

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						<description><![CDATA[Quais os benefícios que a estrutura proporciona? Quais espécies de plantas podem ser utilizadas?]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em dezembro de 2020, ocorreu a inauguração do telhado verde do Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O projeto faz parte das ações extensionistas do Programa de Educação Socioambiental, que objetiva promover aspectos da engenharia sustentável - técnicas utilizadas para valorizar o meio ambiente e remediar impactos ambientais - e a divulgação acerca desse tema para a comunidade.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/04/Telhado_Verde_jardim_botanico-1024x668.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um telhado verde. No centro inferior da imagem, canteiro circular de plantas verdes, do tipo bromélia. No centro do canteiro, bromélia grande e verde com as pontas avermelhadas. Um caminho de pedras britas contorna o canteiro, com plantas pequenas, em tons de verde, vermelho e rosa, nas extremidades. Ao fundo, dois canteiros circulares menores, com plantas pequenas e uma maior no centro. No lado direito, ao fundo, há dois bancos de concreto. Uma grade de ferro cinza protege as extremidades. Ao fundo da imagem, árvores altas, do tipo eucaliptos, e o céu azul." loading="lazy" />											<figcaption>Telhado Verde do Jardim Botânico da UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p id="docs-internal-guid-feb71c1d-7fff-4ef5-ab3f-a6a04c4f7ea4" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Telhado verde é uma estrutura ecologicamente viável, já que auxilia na diminuição da temperatura, não só da edificação em que foi construído, como também de centros urbanos. A alternativa tem outras vantagens, como a redução da poluição sonora (por meio das plantas); o auxílio na drenagem da água da chuva (o que evita alagamentos), além de propiciar o uso do espaço, por exemplo, para práticas de lazer e proporcionar uma estética mais agradável ao imóvel.  </p><p>A Revista Arco entrevistou Simone Messina Gomez, coordenadora do Projeto “Telhado verde no Jardim Botânico da UFSM: engenharia sustentável, paisagismo e educação socioambiental”; e Rutineia Tassi,  professora do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. A conversa foi sobre os benefícios do telhado verde e assuntos relacionados à temática. Confira os tópicos conversados a seguir:</p>		
			<h3>1 - Redução da temperatura</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-ef2b8273-7fff-9bcd-22ae-6bb7b3e81a9f" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">A cobertura vegetal ou o ecotelhado, como também é chamado, permite a redução das amplitudes térmicas - diferença entre a temperatura máxima e mínima - no local em que está implantada. A vegetação absorve boa parte da luz solar, o que reduz a quantidade de calor emitida - de volta - para atmosfera.  Ou seja, a edificação com telhado verde demora mais para aquecer e para resfriar, o que permite a conservação de uma temperatura menor no ambiente interno, em comparação com estruturas sem a cobertura vegetal. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">A redução das amplitudes térmicas tem dois benefícios: a diminuição do uso de ar-condicionado e das ilhas de calor nas áreas urbanas. Com a temperatura do ambiente interno reduzida, o consumo energético pode ser menor, já que a utilização de equipamentos condicionadores de ar - como ares-condicionado e ventiladores - será menos necessária.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">As ilhas de calor ocorrem pela elevada capacidade de absorção de áreas como o asfalto e o concreto, além da falta de vegetação nas cidades e o alto índice de poluição. Devido a esses fatores, o ar atmosférico é mais quente e a umidade relativa do ar é mais baixa. A elevação da temperatura afeta a qualidade de vida da população, por isso uma das soluções para evitar ilhas de calor é aumentar as áreas verdes nos centros urbanos.</p><p> </p>		
			<h3>2 - Variedade das espécies de plantas utilizadas</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-bfcf84ac-7fff-837c-f6ea-d113a744e4e8" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Segundo a professora Rutineia, o telhado verde pode ser projetado com o Sistema Intensivo - maior profundidade do solo que permite plantas com raízes mais profundas, como árvores de pequeno porte, pequenos arbustos e até mesmo com a possibilidade de plantar cenoura, tomate e beterraba. Também pode ser feito de acordo com o Sistema Extensivo - mais restrito, acomoda espécies com raízes superficiais, como gramíneas e suculentas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">O Sistema Extensivo é o mais comum no Brasil, visto que requer menor manutenção e a estrutura é mais acessível em relação ao investimento necessário para executar o projeto. O telhado verde do Jardim Botânico da UFSM é baseado no Sistema Extensivo. Simone comenta que as espécies de plantas utilizadas para as coberturas vegetais precisam ser adaptadas para receber intensa luz solar e ter a característica de armazenar uma quantidade grande de água. A técnica em paisagismo pela UFSM, Daiane Oliveira, desenvolveu o projeto paisagístico no telhado verde do Jardim, no qual se destacam as suculentas, bromélias e cactos.</p><p> </p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/04/Telhado_Verde_especies-1024x668.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de suculentas grandes e pontudas. Há uma fileira delas, em tom de verde escuro com listras de verde claro." loading="lazy" />											<figcaption>Espécies de plantas do telhado verde do Jardim: Babosas e Suculentas</figcaption>
										</figure>
			<h3>3 - Biodiversidade em áreas urbanas</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-8e1f5f11-7fff-e74d-6c2e-3559cb80f3fb" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Em espaços urbanos, os locais podem ser designados para atividades de lazer como caminhadas, yoga e leitura. Além disso, é uma maneira de recuperar áreas verdes para ampliar a biodiversidade nessas áreas, já que diversos insetos e aves começam a frequentar a cobertura.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Outros benefícios são em relação à qualidade do ar e à acústica da edificação. Na região do telhado verde ocorre a filtragem do ar, o que possibilita um maior bem-estar para a população. Já as diferentes camadas que formam a infraestrutura diminuem o nível de ruído que passa para o ambiente interno.</p><p> </p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/04/Telhado_Verde_biodiversidade-1024x668.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de espécies de suculentas pequenas; a da frente é um mini arbusto em tom de verde claro. A do fundo tem tom rosa malva." loading="lazy" />											<figcaption>Suculentas no Telhado do Jardim</figcaption>
										</figure>
			<h3>4 - Soluções baseadas na natureza</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-f95d5cfa-7fff-bbdb-8035-0b0b7a9b06e7" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Os telhados verdes fazem parte de um conjunto de técnicas denominadas soluções baseadas na natureza. O ecotelhado é uma alternativa sustentável para reduzir as inundações em espaços urbanos. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">A infraestrutura permite a absorção da água da chuva pela vegetação, além de ter um sistema de drenagem para armazenar a água escoada, que depois pode ser usada para a própria vegetação. Rutineia explica que é “como se fosse um pratinho embaixo do vaso da planta”.</p><p> </p>		
			<h3>5 - História da técnica do telhado verde</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-3f40e5a2-7fff-52fe-cb54-3a57fac27703" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">A técnica do telhado verde teve sua origem na Mesopotâmia, onde as estruturas arquitetônicas eram constituídas por vegetação. Os Jardins Suspensos da Babilônia, uma das sete maravilhas do mundo antigo, é a obra mais famosa da antiguidade com o uso dessa técnica.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt"><a style="text-decoration: none" href="https://revistabrasileirademeioambiente.com/index.php/RVBMA/article/view/64">No Brasil, durante a década de 1930,</a> foi feita a primeira construção, o Ministério da Educação e Saúde, localizado no Rio de Janeiro. Esse prédio fez parte de um projeto paisagístico no qual&nbsp; o arquiteto Oscar Niemeyer participou, junto com o artista plástico Burle Marx que realizou o planejamento vegetal.</p>
<p>Em 2015, o município de Recife, em Pernambuco, <a style="text-decoration: none" href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=280138">sancionou a Lei Nº 18112</a>, que decreta que os projetos de edificações habitacionais multifamiliares com mais de quatro pavimentos e não habitacionais com mais de 400m² de área coberta deverão prever a implantação de telhado verde para sua aprovação.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Expediente:</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Eduarda Paz, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Fotografias: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Tratamento de imagem: Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt">Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário; e Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e voluntária;</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt"><strong>Relações Públicas:</strong> Carla Costa;</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt"><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 10pt;margin-bottom: 0pt"><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>11 opções de lazer na UFSM durante as férias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/11-opcoes-lazer-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 14:33:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Gama D'Eça]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=6150</guid>
						<description><![CDATA[Confira sugestões culturais, esportivas e gastronômicas para passar o tempo na Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nas férias, apesar do movimento de pessoas diminuir na UFSM por conta dos muitos estudantes que voltam para as suas cidades e para suas casas, várias atividades continuam na instituição e são uma opção para quem permanece por aqui. Se você gosta de ler, praticar esportes, se aventurar, conhecer o passado, enfim, adquirir novos conhecimentos, confira a lista que a Arco preparou com opções de lazer na Universidade.  </p>		
										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/CAPA1-1024x668.jpg" alt="" />											
		<p><b>1 - PLANETÁRIO</b></p><p>Para quem curte astronomia e quer descobrir um pouco mais sobre o universo, o Planetário abre suas portas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, até o dia 27 de janeiro. É possível visitar o hall, que conta com exposição de foguetes, globos interativos e cartazes que explicam um pouquinho sobre a ciência que rege nosso mundo. </p><p>De 28 de janeiro a 27 de fevereiro ocorrem as sessões de férias, com projeções de filmes todas as terças e quintas-feiras, a partir das 10h, com entrada gratuita. </p><p>“Da Terra ao Universo”, do diretor Theofanis Matsopoulos, será o primeiro filme exibido. A sessão tem 30 minutos de duração. A programação completa dos filmes pode ser conferida no <a href="https://www.facebook.com/planetarioufsm1/">site</a> ou na <a href="https://www.facebook.com/planetarioufsm1/">página do Facebook do Planetário.</a></p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/01-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>2 - POLIFEIRA</b></p><p>Bateu aquela sede ou aquela fome? Não se preocupe. A Polifeira do Agricultor continua nas férias. Para matar a sede, você encontra suco de morango e caldo de cana. Para comer, uma boa pedida são os pastéis e os chips de mandioca. Para levar para casa, os pães, os queijos, os embutidos, os bolos, os doces, e é claro, as frutas e hortaliças fresquinhas. </p><p>Mas atenção: neste período, a Polifeira ocorre apenas em frente à Biblioteca Central, nas terças, das 7h às 15h. A feira em frente ao Planetário deve retornar em março. </p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/02-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>3 - FEIRA ANA PRIMAVESI </b></p><p>A Feira Ana Primavesi também continua normalmente. Toda quarta-feira, a partir das 10h, embaixo da Ponte Seca da UFSM, é possível adquirir produtos orgânicos - arroz, canjica de milho, geleias, verduras, sucos, entre outros - e ouvir um pouco sobre a produção desses alimentos. Para saber mais, acesse a página no<a style="font-size: 1rem;background-color: #ffffff" href="https://www.facebook.com/PoliFeiradoagricultor/"> </a><a href="https://www.facebook.com/feiraana.primavesi.3" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>.</p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/03-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>4 - BIBLIOTECA CENTRAL </b></p><p>Sabemos que as aulas acabaram e que muita gente quer relaxar, mas também é bom aproveitar as semanas de descanso para fazer leituras mais leves. A Biblioteca Central mantém o acesso ao seu acervo a partir das 7h30. É possível escolher um livro e ler por lá até as 13h30, no térreo. </p><p>Além do acesso ao térreo, pode-se aproveitar os computadores da área de convivência, no hall, até as 16h30. </p><p>Para quem gosta de artistas locais, no terceiro andar da Biblioteca podem ser observadas algumas exposições, como quadros e pinturas.</p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/04-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>5 - MUSEU GAMA d’EÇA</b></p><p>Quer conhecer um pouco sobre a história de Santa Maria e da região? O <a href="https://www.ufsm.br/museu-gama-deca/">Museu Educativo Gama d’EÇA</a> fica aberto das 7h30 às 13h30, na Rua do Acampamento, 81, no centro de Santa Maria. Ele tem exposições de temas variados, como <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/10-borboletas-comuns-no-rio-grande-do-sul-que-voce-vai-adorar-conhecer/">borboletas</a>, plantas medicinais e fontes alternativas de energia. É uma opção para quem procura se aventurar pelo passado sem sair do lugar. A entrada é gratuita. </p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/05.jpg" alt="" />											
		<p><b>6 - JARDIM BOTÂNICO</b></p>
<p>Prefere um passeio ao ar livre? O <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/">Jardim Botânico da UFSM</a> é uma boa pedida. Com mais de 340 espécies nativas da região, é um local de pesquisa, prática de ensino e lazer. Você pode conhecer plantas carnívoras - sem tocá-las, é claro -, realizar trilhas ou até mesmo fazer um lanche com os amigos embaixo das árvores.</p>
<p>Durante as férias, o Jardim Botânico segue aberto para <a href="https://www.ufsm.br/2020/01/16/jardim-botanico-da-ufsm-promove-passeio-de-ferias-para-criancas-nos-dias-24-e-31-de-janeiro/">passeios</a> de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. O diretor, Fábio Pacheco Menezes, explica que a programação é apenas para as férias e que aos domingos também é possível fazer visitas ao local, das 15h às 19h.&nbsp;</p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/06-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p>Algo relacionado ao esporte? Temos! Confira as próximas dicas.</p><p> </p><p><b>7 - QUADRAS ESPORTIVAS</b></p><p>Basquetebol, vôlei, futebol de campo e tênis de praia são algumas das opções para quem deseja fazer algo relacionado ao esporte. As quadras do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) para essas modalidades podem ser utilizadas livremente, sem agendamento.</p><p>Já quem deseja utilizar as quadras de tênis e padel, precisa agendar no Núcleo de Infraestrutura do CEFD, que, durante as férias, atende das 8h às 13h, na sala 1046 do prédio 51. </p><p>Mais informações pelo e-mail ninfracefd@gmail.com ou pelo telefone (55) 3220-8420.</p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/07-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>8 - PISTA DE CAMINHADA </b></p><p>Com uma extensão total de um quilômetro, a pista de caminhada da UFSM fica localizada no bosque próximo ao prédio da Reitoria. É um dos principais espaços de lazer e esporte do campus e um dos mais utilizados pela comunidade desde sua construção, em 1996. Você pode aproveitar os dias de verão para passear entre as árvores da pista.</p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/08-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>9 - PISTA MULTIUSO</b></p><p>A pista multiuso possui em torno de 3,5 quilômetros de extensão e três metros de largura. Ela se estende desde o início da Avenida Roraima até a Reitoria da UFSM, passando pelas unidades de ensino da universidade. Você pode caminhar, correr e andar de bicicleta nela. A estrutura foi planejada a fim de promover a mobilidade alternativa, além da prática de atividades de lazer no campus. </p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/09-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>10 - ESPORTE UNIVERSITÁRIO</b></p><p>As modalidades disponíveis no Esporte Universitário, neste período, são futsal misto, treinamentos funcionais e yoga. Os dois primeiros ocorrem ambos terça e quinta-feira. O futsal, das 18h às 19h, e o treinamento, das 19h30 às 20h30. Não é necessário fazer inscrição. Basta chegar e participar. Mais informações pelo (55) 9921-5900.</p><p>Já o yoga possui turmas na terça, quarta e sexta-feira. Na terça, das 17h30 às 18h30, e no restante dos dias, das 7h30 às 8h30. Os interessados nas aulas devem entrar em contato com (55) 9991-4440.</p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/10-1024x683.jpg" alt="" />											
		<p><b>11 - OFICINAS DO SATIE</b></p><p>Quer dar aquela corridinha matinal? O Setor de Atendimento Integral ao Estudante (Satie) organizou grupo de corrida toda terça e quinta, a partir das 7h30, no bosque da UFSM. Para participar, basta entrar em contato pelo telefone (55) 3220 9535. Outras oficinas serão divulgadas na <a href="https://www.facebook.com/oficinassatieprae/">página do Facebook do SATIE</a>. </p><p><em><b>Repórter</b>: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo</em></p>
<p><em><b>Fotos</b>: Eloíze Moraes e Agência de Notícias</em></p>
<p><em><b>Ilustração:</b>&nbsp;Marcele Reis, acadêmica de Publicidade e Propaganda</em></p>
<p><em><b>Editora de Produção e Mídia Social:</b> Melissa Konzen, acadêmica de Jornalismo</em></p>
<p><em><b>Editor Chefe:</b> Maurício Dias, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>5 plantas curiosas que você encontra no Jardim Botânico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/5-plantas-curiosas-que-voce-encontra-no-jardim-botanico</link>
				<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 18:05:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas curiosas]]></category>

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						<description><![CDATA[Conheça as peculiaridades de espécies cultivadas no Jardim da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">O Jardim Botânico da UFSM compreende uma área territorial de treze hectares e conta com uma coleção de cerca de 400 espécies de plantas. </span>Além de servir como espaço de ensino e pesquisa para a comunidade acadêmica, o Jardim serve como espaço de lazer e aprendizado para a comunidade em geral, que pode visitá-lo gratuitamente e se deparar com curiosas espécies. Na galeria do lugar, são encontradas plantas medicinais, carnívoras, exóticas e nativas, entre outras.

<a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3933" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>+ Confira os mitos que envolvem a criação de plantas carnívoras.</strong></a>

<span style="font-weight: 400;">A revista Arco separou 5 espécies existentes no Jardim Botânico da UFSM e apresenta as peculiaridades de cada uma delas. Confira a seguir:</span>

<b>Árvore do viajante</b>

É originária de Madagascar. Por possuir um tronco alto e folhas enormes, histórias populares aparecem interligadas à forma de suas folhas, que armazenam água e matam a sede de viajantes que passam pelo seu caminho.

<img class="aligncenter size-large wp-image-3950" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.099.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Embira-branca </b>

Da sua entrecasca podem ser extraídas fibras, muito resistente e duráveis, que são usadas para fazer cordas. Nesse processo, deixa-se a fibra secar para depois trançá-la e transformá-la em corda. Por ser tóxica, o manuseio prolongado dessa fibra gera feridas nas mãos.

<img class="aligncenter size-large wp-image-3948" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.251.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<b>Melaleuca ou Tronco mole</b>

Árvore nativa da Austrália, desperta curiosidade devido à casca do seu tronco, pois desprende-se em várias lâminas e tem textura de papelão. Parente do Eucalipto, tem floração ornamental. Os óleos extraídos têm várias propriedades utilizadas na medicina e perfumaria.

<img class="aligncenter size-large wp-image-3947" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.035.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Paineira </b>

<span style="font-weight: 400;">Árvore nativa do Rio Grande do Sul, é curiosa devido à textura de seu tronco, que é coberto por acúleos - algo parecido com espinhos.  Sua madeira é muito macia, então não pode ser utilizada como lenha. </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3998" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.236.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Pau-Ferro </b>

<span style="font-weight: 400;">Como o próprio nome sugere, a árvore </span><b> </b><span style="font-weight: 400;">possui madeira densa, durável e resistente. Violões e violinos, construção civil e construção de vigas podem se beneficiar dessa planta. Sua casca pode ser utilizada para fins medicinais como o combate infecções, redução de micróbios e purificação de toxinas no organismo. </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3946" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.141.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" /><b></b>

Reportagem: Bibiana Pinheiro
Fotografia: Rafael Happke]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Em contato com a natureza</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/em-contato-com-a-natureza</link>
				<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 18:05:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[visitas]]></category>

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						<description><![CDATA[Jardim Botânico da UFSM é espaço de aprendizado e compartilhamento de saber]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Desde 1981, Santa Maria conta com um espaço de preservação das espécies florestais nativas do Rio Grande do Sul: o Jardim Botânico.  Vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas da UFSM, trata-se de </span><span style="font-weight: 400;">um local de produção de mudas, conservação ambiental  e,</span><span style="font-weight: 400;"> principalmente</span><span style="font-weight: 400;">, recepção do público que vem conhecer a diversidade vegetal que existe ali. </span>

O biólogo Renato Zachia é o coordenador do Programa de Extensão em Educação Ambiental do Jardim Botânico da UFSM  e também o responsável pelas visitações ao lugar. Junto a uma equipe de bolsistas, eles apresentam a educação ambiental de formas diversas e visam tornar o espaço lúdico e divertido, adaptando a linguagem aos diferentes grupos que visitam o local.

Renato esclarece que, apesar de estar entre as atividades desenvolvidas no Jardim Botânico, o foco principal não é a produção e venda de mudas de plantas (ações que são desenvolvidas em outra área da UFSM, no Horto Florestal): "Aqui é muito mais importante o aprendizado durante a produção das mudas do que o aumento da coleção de espécies”.  Nesse sentido, aprendizado é uma palavra que pode caracterizar bem o Jardim, uma vez que o conhecimento produzido no ensino e na pesquisa são repassados pelos guias durante as visitações das escolas, em aulas ao ar livre e na participação de eventos.

<a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3945" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #ff0000;"><strong>+ Conheça espécies curiosas que você encontra no Jardim Botânico da UFSM</strong></span></a>

<b>As visitas</b>

<span style="font-weight: 400;">A maior parte das visitas ao Jardim Botânico da UFSM são de escolas da rede pública e privada da região. Em 2017, o lugar recebeu cerca de 7.500 visitantes. Grande parte deste público vem de instituições que marcam presença anualmente no local. A exemplo disso, Deise  Londero, professora do ensino fundamental do Colégio Fransciscano Sant’Anna comenta: “Há mais de oito anos realizamos visitas anuais e percebemos quanto o atendimento foi evoluindo”.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3964" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.277.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">A cada grupo de 30 pessoas, um monitor é designado a guiá-los. Em um terreno de treze hectares, o guia pode escolher diversas trilhas que se conectam. A intenção em cada visita é falar sobre ecologia e biodiversidade, bem como conscientizar para a educação ambiental - abordando pontos como a coleta seletiva de lixo, o preparo de compostos orgânicos e também as áreas de preservação permanente. O professor Renato destaca ainda que “o objetivo é ultrapassar a educação ambiental e falar sobre como vemos nossa origem, que têm muito a ver com o contato com a natureza”. Na  perspectiva dele, há um poder transformador, que se desloca do pensamento de 'obrigação' quanto à redução dos danos ambientais para o prazer da conservação e a naturalização do cultivo.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4005" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.252.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<span style="font-weight: 400;">Cada espécie da flora tem uma história de origem e um uso específico em cada cultura. Desta maneira, a escolha da espécie e quais as características que serão ressaltadas aos visitantes é uma forma de dialogar com o imaginário cultural. Como o Jardim Botânico recebe públicos de</span><span style="font-weight: 400;"> diferentes idades, podem ser explorados diversos aspectos. A professora Deise Londero</span><span style="font-weight: 400;"> levou 70 alunos da faixa etária de 7 anos - recorde de público em uma só visita. Ela relata que a turma teve a oportunidade de conhecer desde plantas carnívoras a plantas medicinais, além de muitas histórias curiosas:  “Trazer as crianças para cá é uma forma de estimulá-las a serem cada vez mais curiosas e encantadas com as belezas naturais”.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3961" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.263.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<span style="font-weight: 400;">O Jardim Botânico é um espaço aberto da Universidade, que pode ser desfrutado pela população, gratuitamente, como centro de lazer . O agendamento de visitas pode ser feito pelo </span><a href="http://w3.ufsm.br/jbsm/"><span style="font-weight: 400;">site</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou por telefone </span><span style="font-weight: 400;">(55) 3220-8973</span><span style="font-weight: 400;">.</span>

Reportagem: Bibiana Pinheiro
Fotografia: Rafael Happke]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>É seguro cultivar plantas carnívoras em casa?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/e-seguro-cultivar-plantas-carnivoras-em-casa</link>
				<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 18:04:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas carnívoras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3933</guid>
						<description><![CDATA[Quais cuidados devemos tomar com tais espécies?]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3939" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/Mitômetro_fases_gif.gif" alt="" width="480" height="272" /></span>

<span style="font-weight: 400;">Quando falamos de plantas carnívoras, podemos nos recordar do longa-metragem <a href="https://www.imdb.com/title/tt0055894/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Terror Veio do Espaço</em></a>, um filme britânico de 1962 que tem no enredo indestrutíveis plantas carnívoras rastejantes que se proliferam rapidamente e ameaçam a humanidade. Apesar desse imaginário - principalmente difundido entre o público infantil -estão as plantas carnívoras reais: de pequeno porte, que se alimentam de insetos, ácaros e micro-organismos.</span><span style="font-weight: 400;"> Apesar do nome soar agressivo, muitas dessas plantas podem ser cultivadas em casa, pois não exigem muitos cuidados.</span>

As plantas carnívoras são originárias de solos pobres de nutrientes e para sobreviver desenvolveram mecanismos passivos para captura do seu alimento. Ou seja, são plantas autotróficas - fazem fotossíntese, e que possuem adaptação para a captura de presas, por meio de suas folhas/armadilhas. <b>Não são venenosas ou tóxicas. Podem ficar perto de crianças, adultos ou animais domésticos, portanto, fica comprovado que é seguro cultivar plantas carnívoras em casa.</b>

<span style="color: #ff0000;"><a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3956" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>+ Confira mais informações sobre as espécies de plantas do Jardim Botânico e as atividades ali desenvolvidas.</strong></a></span>

<span style="font-weight: 400;">Para responder às questões sobre cultivo das</span><span style="font-weight: 400;"> espé</span><span style="font-weight: 400;">cies, Renato Aquino Záchia, doutor em botânica indica que o plantio de plantas carnívoras deve ser feito em solo ácido e, portanto, podem ser utilizados substratos com essa característica. Ademais, devem apenas estar em lugares úmidos e receber água regularmente e em abundância. São suscetíveis a insetos sugadores (como pulgões), lagartas, besouros e fungos, assim como outras plantas, e para cultivá-las - de maneira saudável - é necessário haver constante monitoria.</span>

<span style="font-weight: 400;">Conheça três espécies de plantas carnívoras que o Jardim Botânico da UFSM possui e seus respectivos mecanismos de armadilhas:</span>

<b>Dionaea ou Dioneia </b>

<span style="font-weight: 400;">A mais famosa entre as plantas carnívoras. Tem uma folha que se abre e fecha quando nota a presença de algum inseto ou organismo, devido à sensibilidade de seus pelos.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3936" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.213.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<b>Drosera</b>

<span style="font-weight: 400;">A planta tem suas folhas em forma de tentáculos que possuem secreções pegajosas que  aprisionam os insetos e organismos. As presas são então digeridas na própria superfície da folha.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3937" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.198.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<b>Nepenthes - "plantas jarros"</b>

<span style="font-weight: 400;">A planta tem folhas que se dobram em formato de um jarro com tampa. As presas são então atraídas pelo odor exalado por glândulas de néctar presentes nos “jarros”.</span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3938" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.189.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<img class="aligncenter size-full wp-image-4027" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/Mitômetro_1_comprovado.png" alt="" width="690" height="450" />

Reportagem: Bibiana Pinheiro
Fotografia: Rafael Happke]]></content:encoded>
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