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				<title>Cachaça</title>
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				<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 19:06:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[10ª edição]]></category>
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						<description><![CDATA[por Darcy Wiethan*]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img class="size-medium wp-image-6004 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/08/cachaça_final-300x127.png" alt="" width="300" height="127" />

Ouça este texto:

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<span style="color: #ffffff">.</span>

Outro dia, eu estava conversando com alguns alunos, e meio que de brincadeira disse que, se existisse internet quando era jovem, hoje eu estaria rico. Como é fácil ter ideias e se informar ali, né?! Mesmo sem as tecnologias, a minha curiosidade fez com que eu aprendesse várias atividades, desde criança. Fui um moleque introspectivo, que não costumava estudar muito, mas aprendia com facilidade. Tinha o hábito de mexer e desmontar alguns itens domésticos, como a máquina de costura da mãe. Assim, aprendi a manusear equipamentos, afiar ferramentas, soldar, fazer instalação elétrica e algumas coisas de mecânica – enfim, uma série de coisas.

Quando me tornei gente, não sabia exatamente que profissão iria abraçar. Fiz um teste vocacional, e o resultado deu “pluriaptidão”, mas com um viés para as ciências médicas. Bom, fiz vestibular para Medicina, quase passei. Faltaram alguns pontos. Tempos antes, comecei a aprender técnicas de marcenaria com meu irmão mais velho. Isso se tornou “uma cachaça”, e comecei a trabalhar na fabricação de móveis. Mesmo assim, fiz vestibular para Ciências Econômicas, por ser um dos únicos cursos noturnos disponíveis na UFSM. Passei com certa facilidade, mas não gostava da área. Meu negócio era a madeira. Mesmo assim, me formei Bacharel em Ciências Econômicas em 1985.

Continuei trabalhando de forma autônoma, lidando com as muitas dificuldades que os planos econômicos da época nos impuseram. Até que, em 1994, abriu um concurso público na UFSM para marceneiro. Para quem já tinha esposa e uma filha de sete anos, pensei que seria uma opção mais segura, dado que, embora o salário fosse pequeno, havia a estabilidade de um emprego público.

<img class="alignright wp-image-5571" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Capa_Recordações-300x196.png" alt="" width="474" height="309" />Entrei para a UFSM na marcenaria da Proinfra, onde trabalhei até 2007, quando fui convidado por telefone pelo então coordenador do Desenho Industrial, o professor Luiz Antonio Netto, para assumir, no curso, o laboratório que estava sendo criado. Como eu já estava trabalhando há bastante tempo no mesmo lugar, pensei: “Tá na hora de mudar”, mesmo sem conhecer o laboratório.

Quando cheguei, as máquinas ainda estavam todas dentro de caixas, desmontadas. Percebi que tinha muito trabalho para fazer. Minha inquietude se uniu à curiosidade e a todas as coisas que eu havia aprendido. Mesmo sem ser minha responsabilidade, comecei a encaixar os motores, as ligações elétricas e, assim, dia após dia, fui colocando em funcionamento parte do que temos hoje. E aqui estou desde então.

Começo bem cedinho, às sete horas. O tempo todo tem alunos e professores no laboratório. Tenho uma boa relação com todos, e isso ajuda a tocar os desafios que sempre aparecem, em maior ou menor dificuldade. Posso dizer que já fizemos protótipo de geladeira, interior de ônibus, eletrodomésticos, cadeiras, equipamentos e dispositivos para pessoas especiais, sapatos, muitos projetos.

Fico muito contente quando um ex-aluno se encontra num período de sucesso. Isso faz com que esse “quase” idoso tenha mais ânimo e vontade de continuar auxiliando essa meninada a crescer profissionalmente e a se tornar seres humanos melhores.

Daqui a algum tempo irei me aposentar, levando a certeza de que cumpri um papel social importante, auxiliando na formação de novos profissionais. Também trago comigo a realização pessoal de fazer o que gosto, sempre com dedicação e carinho. Penso que só por meio da educação e do conhecimento mudaremos a nossa triste realidade social.

<em><strong>Texto de</strong> <strong>Darcy Wiethan</strong>,  marceneiro do Laboratório de Modelos Tridimensionais (Labtri) do Departamento de Desenho Industrial da UFSM</em>

<em><strong>Ilustração:</strong> Noam Wurzel</em>
<em><strong>Lettering:</strong> Deirdre Holanda</em>
<em><strong>Locução:</strong> Marcelo de Franceschi</em>]]></content:encoded>
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				<title>CapesPrInt altera distribuição de recursos para pesquisa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/capesprint-ufsm-oportuniza-elo-entre-pesquisadores-brasileiros-e-estrangeiros</link>
				<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 18:24:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[Programa faz parte do projeto de internacionalização da Universidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/06/Capesprint_capa.jpg" alt="" width="1440" height="940" /></p>
<p>Com a proposta de viabilizar as relações da UFSM com outros países, foi aprovado, em outubro de 2018, o Projeto Institucional de Internacionalização, CapesPrInt/UFSM. Elaborado pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), com o aceite da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o projeto, que tem duração de quatro anos, propõe intensificar ações dos Programas de Pós-Graduação nele cadastrados. Além disso, coloca a Universidade entre as 36 primeiras instituições financiadas pelo Capes-PrInt.  </p>
<p>Para entendê-lo é preciso considerar o processo em três etapas. Na primeira, encontra-se o Capes-PrInt, de competência exclusiva da Capes. Este é o programa responsável por reger o da segunda etapa: o CapesPrInt/UFSM. Na terceira, estão as propostas dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa, que constituem o projeto institucional. Da relação entre Capes-PrInt, CapesPrInt/UFSM e PPGs acontece o fomento de internacionalização da ciência produzida pelos pesquisadores da UFSM.</p>
<p>Segundo Paulo Schneider, pró-reitor da PRPGP e gestor do CapesPrint/UFSM, o projeto começou a ser estruturado em outubro de 2017. “Ouvimos no Fórum de Pró-Reitores que a Capes e o Ministério da Educação lançariam um programa de internacionalização e começamos a nos preocupar com isso”, lembra. </p>
<p>Dos 59 PPGs da UFSM, apenas 26 estão contemplados pelo CapesPrInt/UFSM. Eles estão organizados em 11 subprojetos multidisciplinares, coordenados por 11 professores. Os subprojetos se encaixam nos quatro temas estratégicos do projeto institucional: Materiais do Amanhã e Tecnologias Limpas; Saúde Única; Sociedade Informacional: memórias e tecnologias; e Sustentabilidade e Atitudes Inteligentes. Além do gestor e dos coordenadores dos subprojetos, o CapesPrInt/UFSM conta com um grupo formado por professores dos PPGs.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Injeção financeira </h2>
<p>A quantia de R$ 24 milhões pode até ser considerada significativa, mas, para produzir ciência, “não se trata de um valor difícil de ser gasto”, entende o técnico-administrativo em educação Marcelo Antunes, responsável pelas funções orçamentárias do CapesPrInt/UFSM. Ele explica que a verba inicial solicitada pela UFSM era de R$ 35 milhões, mas a Capes pediu reajuste do valor, que caiu para R$ 24.335.357,21. Desse total, cerca da metade já foi repassado para a Universidade, referente aos anos de 2019 e 2020. A segunda parte, a ser utilizada entre 2021 e 2022, será liberada depois de uma avaliação a ser realizada pela Capes. </p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Descentralização e contradição</h2>
<p>Membro do grupo gestor do CapesPrInt/UFSM, Amanda Scherer, do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM, acompanha o processo desde o início e recorda que foram lançadas duas chamadas internas. Segundo a professora, o edital interno previa que as submissões deveriam partir dos grupos de pesquisas ou dos programas, mas que alguns encaminhamentos partiram das coordenações dos PPGs. “A comissão da qual eu fazia parte elegeu os melhores e mais viáveis [sub]projetos”, esclarece. </p>
<p>Para a apresentação do projeto institucional junto à Capes era preciso um grupo gestor constituído. Mas, segundo Scherer, esse tópico não estava bem definido no edital. A falta de precisão inicial, mencionada pela professora, culminou exatamente naquilo que ela e mais alguns envolvidos previam: a Capes ia acabar somando todos os editais existentes na UFSM e deixar apenas no Capes-PrInt, o que aconteceu entre novembro e dezembro do ano passado. A pesquisadora acreditava que haveria uma diferente injeção de recursos, o que não ocorreu. </p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Capes-PrInt e Proap </h2>
<p>Diante do último corte de bolsas dos PPGs, comunicado através do Ofício Circular nº 1/2019-GAB/PR/CAPES, o CapesPrInt/UFSM parece garantir estabilidade para os PPGs integrados a ele. O seu investimento não pode ser confundido com o Programa de Apoio à Pós-Graduação (Proap), apesar de ambos serem geridos pela Capes. Além de ser um recurso à parte, o primeiro corresponde apenas aos programas cadastrados. Já o segundo é destinado a todos os programas da UFSM e o seu repasse financeiro se encontra junto da receita da Universidade. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Reportagem:</strong> Antônio Inácio de Paula, acadêmico de Jornalismo</em></p>
<p><em><strong>Ilustração:</strong> Lidiane Castagna, acadêmica de Desenho Industrial </em></p>
<p><em><strong>Edição final:</strong> Maurício Dias, jornalista</em></p>
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