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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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						<item>
				<title>HQ Fernanda Flôres</title>
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				<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 17:40:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[Expediente: Reportagem: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ilustração: Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista; Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária; Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Edição geral: Luciane Treulieb, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/HQ_FFlores_01-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy">
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<strong><em>Expediente:</em></strong>

<em><strong>Reportagem:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Ilustração:</strong> Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em>

<em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em>

<em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb, jornalista;</em>

<em><strong>Editor convidado:</strong> Augusto Paim, jornalista.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Animais domésticos podem contrair Covid-19?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/animais-domesticos-contraem-covid-19</link>
				<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 19:38:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[animais domésticos]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19 em pets]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
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		<category><![CDATA[pets]]></category>

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						<description><![CDATA[Com estudos em andamento, a infecção de pets com novo coronavírus ainda é um enigma para a ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde o último ano, quando decretado o estado de pandemia de Covid-19, a população mundial se encontra cada vez mais ávida por descobrir informações sobre essa nova doença que afeta diretamente a convivência social. Diversas áreas da ciência estudam os seus impactos na saúde e na sociedade e, mesmo a prioridade ser estudos que permeiam a saúde humana, a Medicina Veterinária também segue na pesquisa sobre as consequências do novo vírus para os animais domésticos.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/06/capa_materiais_animais_covid-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>No início da pandemia, existia o consenso entre os estudiosos da área de que era possível a contaminação do novo coronavírus em animais, porém acreditava-se que ela não seria desenvolvida a partir do contato com o mesmo vírus que acomete a Covid-19 nos humanos. Isso porque a Sars-CoV-2 (nome oficial definido para a Covid-19 que causou a pandemia, que significa “síndrome respiratória aguda grave – coronavírus 2″) faz parte de uma vasta família de vírus, a <i>Coronaviridae</i>. Esta se divide em duas subfamílias, sendo a <i>Orthocoronavirinae</i> a que engloba os gêneros de vírus <i>Betacoronavirus</i>, o causador da pandemia,  e o <i>Alphacoronavirus</i> - que afeta animais domésticos, como cães e gatos.</p><p>Enquanto o <i>Betacoronavirus</i> causa febre, tosse seca, dores, desconfortos e os demais sintomas relacionados à Covid-19, o <i>Alphacoronavirus</i> causa diarréia em cães e gatos, especialmente em filhotes, mas se cura naturalmente. Os pontos de atenção referentes a ele seriam, no caso dos cães, o vírus vir acompanhado por uma parvovirose; e, nos gatos, a existência de alguma mutação, o que poderia causar uma peritonite infecciosa felina.</p>		
												<img width="1024" height="477" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/06/capa_instagram_animais_covid-05-1024x477.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Naquela época, não havia respostas sobre o contágio dos animais com o <i>Betacoronavirus </i>(“nosso” Covid-19). Contudo, o assunto voltou à tona após a divulgação dos primeiros casos de animais positivados no Rio Grande do Sul em março deste ano. A auxiliar administrativa Rossana Siega se familiarizou com o acontecimento divulgado. Após pessoas do seu convívio diário terem testado positivo para o novo coronavírus, suas gatas começaram a apresentar os mesmos sintomas da doença. “Todos meus quatro gatos ficaram gripados e precisaram tomar remédios, eles tinham coriza, sintoma febril e muito espirro”, conta.</p><p>Com os avanços dos estudos na área, a Arco apurou:<strong> afinal, foi comprovado que animais são contaminados pelo “nosso” coronavírus (<i>Betacoronavirus</i>)? </strong></p><p><strong>A resposta é: talvez.</strong> Essa incerteza se deve ao fato de a Covid-19 ser considerada uma doença “recente”, e de os estudos, os quais levam tempo para obterem respostas conclusivas, estarem ocorrendo simultaneamente ao avanço da pandemia. <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/estudo-avalia-infeccao-por-sars-cov-2-em-animais-de-estimacao#:~:text=Foram%20nove%20cachorros%20(31%25),primeiros%20sintomas%20de%20seus%20tutores." target="_blank" rel="noopener">Segundo uma notícia da Fiocruz</a>, a partir de estudos publicados pela revista científica internacional <i>Plos One, </i>já foram encontrados resquícios do vírus em animais a partir de pesquisas por teste RT-PCR (o que utiliza o <i>swab</i> nasal), bem como alguns animais apresentaram testes clínicos compatíveis com a doença. Ainda assim, não se pode confirmar que estes sejam vítimas da doença causada pelo novo coronavírus, porque o fato de eles possuírem o vírus não significa que desenvolvam a doença. Outro caso possível é do vírus encontrado no organismo estar fragmentado, o que significa que apenas parte do vírus é encontrada,  não tendo a capacidade de desenvolver a doença.</p><p>Saulo Tadeu Lemos Pinto Filho é professor do Departamento da Clínica de Pequenos Animais na UFSM e responsável pelo canal de atendimento de dúvidas Disk Pet Covid-19. Ele explica que são necessárias mais pesquisas para realmente afirmar que os animais que possuem sintomas compatíveis com a infecção por Covid-19 são afetados pelo <i>Betacoronavirus </i>como nós humanos - visto que doenças respiratórias, que causam sintomas semelhantes ao vírus, são muito comuns em cães.</p>		
												<img width="658" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/06/e-possivel-658x1024.png" alt="" loading="lazy" />														
		<p>“Coronavírus não é a primeira coisa que pensamos quando vemos esses sinais, mesmo se o animal fizer o teste e tiver o vírus, ainda não se pode dizer com certeza que é por conta da Covid-19, que ele tem a doença”, aponta o docente.</p><p>Em abril de 2021, novos dados foram descobertos: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-04/fiocruz-identifica-cao-e-gato-com-anticorpos-contra-novo-coronavirus" target="_blank" rel="noopener">em uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em conjunto com a Universidade Texas A&amp;M</a>, foram identificados anticorpos neutralizantes do novo coronavírus em um gato e um cachorro de rua do Rio de Janeiro. Significa uma comprovação: eles têm contato com o vírus e desenvolvem os anticorpos. Mas, da mesma forma que explicado anteriormente, não diz respeito à questão de contrair a infecção.</p><p><b>Transmissão e abandono</b></p><p>Sobre a questão da transmissão, o que se sabe até então é que os animais podem ser contaminados por humanos da mesma forma que nós transmitimos o vírus para objetos. Humanos contaminados podem, por exemplo, espirrar próximo de seus animais e ocasionar a fixação do vírus na superfície corporal destes. Em consequência, outros humanos que encostam na superfície contaminada do animal e seguem com as mãos para vias oronasais, podem contrair o vírus também. </p><p>Mas os animais podem transmitir para humanos a infecção, como nós humanos nos transmitimos entre si? Não há indícios. De fato, ainda não se tem certeza, visto que os estudos estão em andamento, mas não há nenhuma comprovação ou casos que demonstraram tal afirmação. Este é um assunto delicado, visto as consequências que podem causar. “A divulgação de confirmações de animais com Covid-19 gera muita revolta da comunidade científica, porque não se tem certeza. E quando se difunde isso na mídia, muitas pessoas vão acreditar e isso gera polêmica, desespero, causando consequências, como o <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/adocao-animais/" target="_blank" rel="noopener">abandono</a>”, ressalta Saulo.</p><p>Ou seja, até então, é apenas comprovado que os animais podem transmitir o novo coronavírus pela superfície do corpo. É necessário muito cuidado em relação à veracidade das informações ao se lidar com novas informações sobre a transmissão do vírus por animais, pois o medo que a suposta maior exposição da família ao vírus gera na população pode ter como consequência que mais pessoas cometam o crime do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais: o abandono e maus tratos de animais. O pesquisador da UFSM ressalta: “O animal pode ser veículo como qualquer outra coisa, como algum objeto que compro, por exemplo.”</p><p><b>Como manter a segurança do animal na pandemia</b></p><p>Rossana Siega relata que, quando suspeitou que seus animais estavam com Covid-19,  leu sobre o tema e entrou em contato com uma médica veterinária antes de tomar qualquer medida. A profissional a orientou sobre as medicações que deveriam ser dadas aos gatos. Pensando que muitas pessoas não têm a consciência do que fazer nessas situações que envolvem o possível contato do animal com o novo coronavírus (<i>Betacoronavirus</i>), pedimos para o professor Saulo Tadeu Lemos Pinto Filho indicar alguns cuidados que se pode ter para garantir a segurança de cães e gatos:</p><ul><li>Caso o animal só faça as necessidades fora de casa, leve-o para um lugar isolado e, ao chegar em casa, higienize as suas patinhas e o pelo com um pano úmido, com água e sabão (sem necessidade de encharcar). Dar banho todo dia após voltar da rua não é indicado, pois pode causar outra série de problemas de pele;</li></ul><p> </p><ul><li>Se alguém da família estiver com suspeita ou tenha positivado o novo coronavírus, é importante que se isole também do animal de estimação, seguindo as mesmas medidas de segurança social, para garantir que ele estará seguro contra uma possível infecção ou contágio na superfície de pelos;</li></ul><p> </p><ul><li>Para o caso de desconfiança que o animal esteja com o<i> Betacoronavirus</i>, é necessário levá-lo ao veterinário (ou pedir para alguém, caso esteja em isolamento). Ele dará os encaminhamentos necessários, além de investigar se outras doenças possam estar afetando e causando os sintomas no animal.</li></ul><p>A novidade para a segurança animal é que na Rússia já está em desenvolvimento uma vacina para pets, a Carnivak-Cov, elaborada pelo Centro Federal de Saúde Animal. Segundo o site <a href="https://www.istoedinheiro.com.br/vacina-da-covid-para-animais-e-produzida-na-russia/" target="_blank" rel="noopener">Isto É Dinheiro</a>, o imunizante foi registrado em março, depois de testes que comprovaram a eficácia na produção de anticorpos em animais. O primeiro lote será ofertado apenas dentro das regiões da Rússia, porém, vários países já demonstraram interesse.</p><p><b>Veredito final:</b> <strong>É possível! </strong></p><p>É possível que animais domésticos possam contrair Covid-19 na mesma versão que assola os humanos. Porém, são necessárias mais pesquisas para realmente afirmar com alguma certeza.</p><p><b><i>Expediente</i></b></p><p><b><i>Repórter:</i></b><i> Paula Appolinario, acadêmica de Jornalismo e voluntária</i></p><p><b><i>Ilustradora: </i></b><i>Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista</i></p><p><b><i>Mídia Social:</i></b><i> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes e Martina Pozzebon, estagiárias de Jornalismo</i></p><p><b><i>Edição de Produção:</i></b><i> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><b><i>Edição Geral: </i></b><i>Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cinco mulheres inspiradoras para a ciência na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/cinco-mulheres-inspiradoras-para-a-ciencia-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 17:50:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[cientistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[top 5]]></category>

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						<description><![CDATA[O total de mulheres bolsistas produtividade PQ 1 subiu de 19 para 26]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A UFSM ocupa a décima posição entre as instituições com maior percentual de produção científica feminina, conforme levantamento feito pela <a href="https://www.leidenranking.com/ranking/2019/list">Universidade de Leiden</a>, na Holanda. No total, são 5671 cientistas mulheres, o equivalente a 50,5% do quadro. </p>
<p>Apesar da paridade numérica na ciência em geral, o mesmo não ocorre na categoria Produtividade em Pesquisa (PQ), considerada a elite científica. Definida a partir de critérios do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a produtividade é atribuída com níveis 1 (1A, 1B, 1Ce 1D) e 2. Conforme levantamento feito em janeiro de 2020, o índice de mulheres com grau 1 de PQ chegou a 26,78%. São 26 mulheres contra 97 homens.</p>
<p>Em 2018, a Arco fez o mesmo levantamento e constatou que o percentual era de 28%. Pode-se observar que houve um decréscimo de pouco mais de 1%. Entretanto, ainda conforme os dados de 2018 do <strong><a href="http://cnpq.br/bolsistas-vigentes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sistema de Buscas de Bolsistas do CNPq,</a></strong> a UFSM tem numericamente mais pesquisadoras neste patamar de excelência - o total de bolsistas PQ nível 1 subiu de 19 para 26. Por outro lado, o total de homens pesquisadores com bolsa de produtividade PQ nível 1 também elevou-se: eram 67 e agora são 97. </p>
<p>O principal destaque é a presença de duas mulheres entre as que obtiveram nível 1 A, o mais alto grau na hierarquia do CNPq: as professoras Cristina Wayne Nogueira, das Ciências Biológicas, e Silvia Gonzales Monteiro, da Medicina Veterinária.</p>
<p>Entre os pesquisadores 1B, estão três professoras: Cinthia Melazzo de Andrade, da Medicina Veterinária, Maria Rosa Chitolina e Sonia Zanini Cechin, ambas das Ciências Biológicas. O total de pesquisadoras nível PQ 1 ainda contempla seis professoras padrão 1C e 15 padrão 1D.</p>
<p>A seguir compartilhamos os perfis das cinco pesquisadoras 1A e 1B. Você pode acessar nossa matéria de 2018 com as <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/13-mulheres-da-ufsm-que-nos-inspiram-a-fazer-ciencia/">19 cientistas PQ 1.</a></p>
<p> </p>
<p><img class="wp-image-3090 size-full alignleft" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/1A-2.jpg" alt="" width="680" height="40" /></p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td align="right" valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3058 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/UFSM.2017.048.022.RA-1.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td align="left" valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>CRISTINA WAYNE NOGUEIRA</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Cristina foi a primeira pesquisadora a atingir o nível 1A de excelência de produtividade em pesquisa pela UFSM. Formada em Farmácia pela instituição, possui doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Suas pesquisas perpassam a área da Bioquímica, com ênfase em Bioquímica Toxicológica. Em 2017, recebeu o Prêmio de Pesquisador Destaque UFSM e <a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=2404" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Prêmio Pesquisador Gaúcho Destaque em Ciências Biológicas</a>.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728219Y9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img class="wp-image-3091 size-full alignleft" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/1B-2.jpg" alt="" width="680" height="40" /></p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3059 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/UFSM.2018.007.002.RA-1.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>CINTHIA MELAZZO DE ANDRADE</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisadora</span><span style="font-weight: 400;"> atua no Hospital Veterinário de Santa Maria</span><span style="font-weight: 400;"> e é também coordenadora do Programa de Residência em Medicina Veterinária. Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Uberlândia, mestrado em Medicina Veterinária pela UFSM e doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela UFRGS. Bolsista produtividade 1B.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4776635P4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="alignnone size-full wp-image-6147" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/01/maria.jpg" alt="" width="280" height="346" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>MARIA ROSA CHITOLINA </b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Formada em Biologia pela UFRGS, onde também realizou seu mestrado, concluiu doutorado pela Universidade Federal do Paraná e pós-doutorado no Albert Einstein College of Medicine, nos Estados Unidos. Atualmente, é professora da UFSM no Centro de Ciências Naturais e Exatas, com ênfase em Enzimologia. Nos últimos anos, realizou visitas de colaboração científica a algumas instituições internacionais, na Europa e na África. Bolsista produtividade 1B.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4784946T3" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3086 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/Sonia.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>SONIA ZANINI CECHIN</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisadora, que atualmente está na direção do Centro </span><span style="font-weight: 400;">de Ciências Naturais e Exatas da UFSM, </span><span style="font-weight: 400;">possui graduação em Ciências Biológicas pela UFSM, </span><span style="font-weight: 400;">mestrado e doutorado em Biociências (Zoologia) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Suas pesquisas têm ênfase em Herpetologia, que é o estudo de répteis e de anfíbios. Recebeu o prêmio Quarta Colônia de Desenvolvimento Regional. Bolsista produtividade 1B.</span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782165H6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="250px"><img class="aligncenter wp-image-3068 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/03/UFSM.2018.005.021.RA-1.jpg" alt="" width="250" height="444" /></td>
<td width="15px"> </td>
<td valign="top">
<h4><span style="color: #3a378c;"><b>SILVIA GONZALEZ MONTEIRO</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Bolsista produtividade 1A, Silvia possui graduação em Medicina Veterinária pela </span><span style="font-weight: 400;">Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, mestrado em Medicina Veterinária e doutorado em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Atualmente, atua nos programas de pós-graduação em Medicina Veterinária Preventiva e Farmacologia da UFSM. Em 2017, Silvia recebeu o Prêmio Pesquisador Gaúcho pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul. Estuda controle biológico, protozoários, ectoparasitos e helmintos. </span></p>
<h6><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4700451Z9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LATTES</a></strong></h6>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><strong>Fotografias</strong>: Rafael Happke e arquivo pessoal/redes sociais das pesquisadoras</em></p>
<p><em><strong>Ilustração da capa:</strong> Pollyana Santoro, acadêmica de Desenho Industrial</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Você sabe o que é o tambo da UFSM?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/voce-sabe-o-que-e-o-tambo-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 15 May 2019 20:20:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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						<description><![CDATA[A cada edição, a seção Curiosidades responde àquelas questões que você sempre quis saber se eram mitos ou verdades e conta histórias singulares sobre a UFSM curiosidades]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img class="aligncenter wp-image-5602 size-full" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/04/Curiosidade_03_CapaARCOo.jpg" alt="" width="1800" height="1175" />

Ouça esta reportagem:

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A palavra tambo tem origem na língua quíchua – o principal idioma indígena do Peru e da Bolívia – e é usada para designar recintos onde vacas são ordenhadas. O Tambo da UFSM compreende um prédio – mesmo que muitas pessoas pensem que se trata dos 40 hectares de pastagens da Universidade. O local, inaugurado em 1981, abriga o Laboratório de Qualidade do Leite (Lableite), onde é feita a ordenha das vacas, além de ser utilizado pelos cursos de Zootecnia, Agronomia e Medicina Veterinária como área de estudo. O Tambo ainda abriga outros dois laboratórios, nos quais são realizadas análises da ração e pesquisas sobre a pastagem, com o objetivo de influenciar no desenvolvimento dos animais. O Lableite produz cerca de oito mil litros por mês, que são vendidos para uma cooperativa. O dinheiro arrecadado com a venda sustenta a manutenção do laboratório, que praticamente não recebe verbas estatais.

<strong>Reportagem:</strong> Rossano Villagrán Dias, acadêmico de Jornalismo
<strong>Ilustração e diagramação:</strong> Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial
<strong>Locução:</strong> Marcelo De Franceschi]]></content:encoded>
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				<title>Prevenção é a única forma de controle da raiva em animais</title>
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				<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 21:13:55 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[O médico veterinário Eduardo Furtado tira dúvidas sobre a transmissão da doença ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">A raiva é uma doença infecciosa provocada por um vírus que ataca o sistema neurológico dos animais, </span><span style="font-weight: 400;">normalmente sendo transmitida através da mordida. O vírus pode atuar de duas formas diferentes no organismo dos animais: a furiosa e a paralítica. A forma furiosa é mais frequente em cães e gatos, que apresentam alterações de comportamento como inquietação, agressividade, fotofobia (aversão à luz) e salivação. Na forma paralítica, que ocorre na maioria dos casos em herbívoros, o animal apresenta dificuldade de deglutição, salivação, ataxia (perda do controle muscular) e paralisia. </span>

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<span style="font-weight: 400;">Todos os anos, o curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realiza uma </span><a href="https://www.facebook.com/events/833015080207222/?active_tab=about"><span style="font-weight: 400;">campanha de vacinação contra a raiva</span></a><span style="font-weight: 400;">, onde acadêmicos se estabelecem em diversos pontos de Santa Maria para vacinar cães e gatos. Para sanar algumas dúvidas comuns sobre a doença, conversamos com o professor do Laboratório de Virologia da UFSM, Eduardo Furtado Flores, confira: </span>

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<b>Arco: Qualquer mordida de cachorro transmite raiva?</b>

<span style="font-weight: 400;">Eduardo Furtado Flores: Não, a raiva é transmitida apenas por animais que estejam doentes. Felizmente, a raiva canina tem se tornado cada vez mais rara no Brasil, graças à vacinação. No ano passado, foram relatados pouquíssimos casos de raiva em cães no país, e no Rio Grande do Sul não ocorrem casos de raiva em cães há muitos anos.</span>

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<b>Arco: Somente cães e gatos que são transmissores do vírus?</b>

<span style="font-weight: 400;">EFF: Morcegos hematófagos que tenham o vírus ou outros animais (canídeos silvestres, por exemplo) também podem transmitir. Ou seja, a doença pode também ser transmitidas por esses outros animais, desde que eles estejam doentes.</span>

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<b>Arco: O que uma pessoa deve fazer caso seja mordida? Quais são os sintomas apresentados em humanos?</b>

<span style="font-weight: 400;">EFF: Lavar bem a ferida com água e sabão e procurar atendimento médico imediatamente. Entre os diversos sintomas apresentados, há febre, tontura, espasmos musculares, inquietação, irritabilidade, náuseas e </span><span style="font-weight: 400;">sensibilidade à luz.</span>

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<b>Arco: O que é preciso ser feito com o animal doente? É obrigatório sacrificar?</b>

<span style="font-weight: 400;">EFF: Sim. Além disso, a notificação </span><span style="font-weight: 400;">das autoridades da Secretaria de Saúde do município </span><span style="font-weight: 400;">em casos de raiva é obrigatória. Como quem faz o diagnóstico são médicos veterinários, geralmente são eles que avisam. Isso não impede que qualquer pessoa comunique as autoridades da saúde casos suspeitos, de cães agressivos, mordeduras, etc. Cabe a autoridade de saúde investigar se é raiva mesmo.</span>

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<b>Arco: A vacinação é a única forma de prevenção?</b>

<span style="font-weight: 400;">EFF: Há também o combate a morcegos hematófagos em cavernas e também o controle de população de cães de rua, mas a vacinação é a forma principal de prevenção.</span>

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<b>Arco: Como surgiu a ideia de fazer uma campanha de vacinação todos os anos? </b>

<span style="font-weight: 400;">EFF: Essa campanha existe há mais de 40 anos, desde que as autoridades sanitárias pararam de fazer a vacinação oficial. Uma boa parcela dos animais da cidade são imunizados. O ideal seria que um número maior fosse vacinado, mas não tem sido possível. A campanha de vacinação também alerta as pessoas sobre posse responsável, uma atitude positiva em relação a guarda e cuidados que se deve ter com animais de estimação.</span>

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Repórter: Gabriela Pagel

Fotografia: Pexels]]></content:encoded>
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