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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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				<title>Terceiro episódio do Arco No Fone discute gamificação</title>
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				<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 13:36:04 +0000</pubDate>
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							<content:encoded><![CDATA[  <p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/03/podcast.jpg" alt="" width="800" height="800" /></p>
<p>Neste episódio, o Arco No Fone discute o uso de estratégias de gamificação nos ambientes escolar e universitário. Os convidados são os professores Roseclea Duarte Medina, do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria, e Giani Petri, do Colégio Politécnico também da UFSM. Roseclea tem doutorado em Informática na Educação pela UFRGS, e pesquisa ambientes virtuais 3D, educação a distância e outros temas. Giani tem doutorado em Ciência da Computação pela UFSC, e atua em jogos educacionais e outros assuntos.</p>
<p>As estudantes responsáveis pela produção e pelas entrevistas são Esther Klein e Tina Cambuy, do curso de Jornalismo da UFSM. A edição de áudio é de Rodrigo Santiago, sonoplasta do Núcleo de Rádios. A identidade visual é de Marcele Reis, acadêmica de Publicidade e Propaganda. As peças gráficas são de Amanda Pinho, universitária do curso de Produção Editorial. A divulgação nas mídias sociais é de Nathalia Pitol, estudante de Relações Públicas. A supervisão é do jornalista Maurício Dias.</p>
<p>Dê o play para ouvir o terceiro episódio e acesse o <a href="https://open.spotify.com/show/52aA6CBN7JaTFmR5ecILqU">Spotify</a> para acompanhar toda a primeira temporada do Arco No Fone. </p>
<p> </p>

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				<title>Protagonismo na formação de engenheiros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/metodologia-mit</link>
				<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 15:43:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[MIT]]></category>

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						<description><![CDATA[Cursos do CT utilizam metodologia de ensino inspirada em proposta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>CT utiliza metodologia de ensino inspirada em proposta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)</p>
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							<img width="536" height="350" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/11/CDIOminiatura.gif" alt="" />								</a>
		<p>Os cursos de Engenharia Aeroespacial e Engenharia Química da Universidade Federal de Santa Maria apostam, desde o segundo semestre de 2017, em um processo de formação em que os estudantes são protagonistas e os professores são colaboradores. Com uma metodologia que incentiva a articulação de conhecimentos práticos para o desenvolvimento de projetos, os universitários já criaram um túnel de vento e um drone.</p>
<p>A metodologia de ensino adotada pelas duas engenharias chama-se CPIO (Concepção, Projeto, Implementação e Operação) e tem como objetivo realizar atividades relacionadas à profissão desde o primeiro ano de curso. O CPIO promove o avanço progressivo dos estudos a partir de quatro disciplinas extraclasse obrigatórias, com 60 horas. Em cada matéria, os universitários desenvolvem um projeto em grupo e são avaliados a partir de diferentes aspectos, como Concepção e Introdução ao projeto. </p>
<p>A proposta surgiu a partir de uma sugestão do coordenador de relações universitárias da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), Paulo Lourenção, de uma metodologia sintonizada com as demandas atuais do perfil de engenheiros. Trata-se do CDIO (Conceive, Design, Implement and Operate), proposta criada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (Massachusetts Institute of Technology). </p>
<p>“O método deu certo no MIT. A partir daí, outras universidades americanas foram implementando e formando uma rede internacional de colaboração que se espalhou, promovendo congressos sobre o assunto e mantendo uma <a href="http://www.cdio.org/">página na web</a> acerca do método”, comenta o professor André Luís da Silva, coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial.</p>
<p>A UFSM adotou a metodologia do MIT de forma adaptada, pois só atendeu completamente a dois dos doze padrões - Introdução à Engenharia e Experiências de Projeto e Implementação. Conforme o professor André Luís, os outros dez “standards” estão em discussão para que sejam inseridos no novo Projeto Pedagógico do Curso.</p>
<p>Nas aulas extraclasse, os universitários propõem projetos e os desenvolvem, obrigatoriamente, em grupo, sob a supervisão do coordenador da disciplina ou de outro professor. As matérias oportunizam a liberdade do estudante tomar o protagonismo em sua formação. Trata-se de uma abordagem de ensino-aprendizagem centrada no discente, na qual o docente é um colaborador.</p>
<p>O professor Flavio Meyer, responsável pela adoção do CDIO na Engenharia Química, explica que esse tipo de atividade motiva os estudantes e contribui para o empenho nas disciplinas. “O curso é muito abrangente e requer conhecimentos em diversas áreas, e, em função disso, acaba se tornando difícil. Nosso objetivo é motivar o aluno para que ele não desista”, argumenta.</p>
<p>Compartilha de visão semelhante o professor Marcelo Zanetti, do curso de Engenharia de Telecomunicações e colaborador da Engenharia Aeroespacial. Ele aponta que os currículos da área são enormes, com matérias focadas e pouco relacionadas. “É comum que o aluno se interesse mais por certas disciplinas, enquanto que outras são encaradas como meros obstáculos que desmotivam os alunos. Isso resulta em evasão, principalmente no primeiro ano. Assim, é louvável o pioneirismo do curso de Engenharia Aeroespacial na adoção do CDIO”, comenta.</p>		
											<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/11/cdio_box_2.png" data-elementor-open-lightbox="default">
							<img width="768" height="543" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/11/cdio_box_2-768x543.png" alt="" />								</a>
		<h2>Diferenças entre CDIO e métodos tradicionais</h2>
<p>Mais que um método, o CDIO pode ser compreendido como uma estrutura a partir da qual se organizam projetos pedagógicos de curso. São integradas diversas ações de ensino e aprendizagem que contribuem para formação de engenheiros e para a capacitação de docentes e técnicos das instituições.</p>
<p>Conforme o coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial, nos métodos tradicionais, o currículo é fragmentado em disciplinas e ciclos de formação: básico, profissionalizante e específico. Para integração dos conhecimentos, existe o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Para aprendizado extra classe, as Atividades Complementares de Graduação (ACG’s) são oferecidas. Para complementação profissional, o aluno faz o estágio obrigatório ao final do curso. </p>
<p>Já o CDIO, por outro lado, busca desenvolver uma formação integrada, por meio da articulação das disciplinas desde o início da faculdade e de experiências de concepção, projeto, implementação e operação de produtos, processos e serviços de engenharia desde o começo da formação. “Assim, o aluno tem a oportunidade de desenvolver, de forma gradual, suas habilidades profissionais, intelectuais, humanísticas e sociais, desde o início”, pontua o professor.</p>
<p>O estudante Kenedy Matiasso, do 6º semestre de Engenharia Aeroespacial, relata que, nos projetos CDIO, os acadêmicos são os principais responsáveis pelas estratégias, métodos, hipóteses e resultados. “Ao meu ver, a metodologia se mostra uma ferramenta extremamente interessante para fixarmos os conteúdos e aprendermos a resolver problemas reais de uma forma divertida e motivadora.”</p>
<p> </p>
<h2>Resultados obtidos com a nova metodologia</h2>
<p>Desde a introdução no Centro de Tecnologia, o CPIO contribuiu com a projeção de equipamentos didáticos para o próprio curso, como um drone, motor de reação, software de análise de elementos finitos e túnel de vento. Somente para o projeto de túnel de vento foram criados os seguintes experimentos: balança aerodinâmica, gerador de fumaça, modelos de teste e medição de pressão. Também são realizados treinamentos em softwares, como o de mecânica dos fluidos e o de modelagem e projeto de sistemas dinâmicos.</p>
<p>“Desse modo, a motivação é ainda maior, pois é um contato diferente que temos com a engenharia e, com certeza, contribui muito para a qualidade do ensino. Acredito que desde a chegada desse método, passamos a olhar com outros olhos para a engenharia como um todo”, comenta o estudante Matheus Silva, do 4º semestre de Engenharia Aeroespacial.</p>
<p>O universitário Kenedy Matiasso, também da Engenharia Aeroespacial, reforça a flexibilidade do método ao permitir que os estudantes invistam em habilidades direcionadas aos seus interesses específicos de formação. Neste sentido, ele e outros colegas projetaram um drone, em fase de prototipagem que em breve poderá se tornar produto comercial.</p>
<p>No primeiro semestre de 2019, alunos do CT venceram a competição internacional do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos. Naquela oportunidade, apresentaram um satélite educativo de pequeno porte, chamado de "CanSat".</p>
<p>Já em setembro deste ano a UFSM recebeu a segunda edição do  <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/eventos/ii-cab/">Congresso Aeroespacial Brasileiro</a>, que teve a participação do presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Augusto Teixeira de Moura, e do ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. </p>
<p>Para o CT, a principal vantagem é a troca de conhecimento entre as instituições, visto que o CDIO possui uma rede de troca de experiências e aprendizagem contínua. Além do mais, é um "selo de qualidade" que demonstra os mais avançados padrões de ensino e aprendizagem internacionais na formação universitária. “Até o momento, o curso de Engenharia Aeroespacial ainda não ingressou na rede internacional. Entretanto, caso a UFSM venha a ser formalmente cadastrada, os alunos do CT terão este "selo internacional", que os distinguirá quando forem buscar oportunidades no exterior”, destaca o professor André Luis da Silva.</p>
<p> </p>
<p><b><i>Repórter</i></b><i>: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo</i></p>
<p><b><i>Ilustração e animação</i></b><i>: Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial</i></p>
<p><b><i>Mídias Sociais:</i></b> <i>Nataly Dandara e Nathalia Pitol, acadêmicas de Relações Públicas</i></p>
<p><b><i>Editora de Produção:</i></b><i> Melissa Konzen, acadêmica de Jornalismo</i></p>
<p><b><i>Editor Chefe:</i></b><i> Maurício Dias, jornalista</i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
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