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			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
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	<title>Revista Arco</title>
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						<item>
				<title>Do mato ao gelato</title>
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				<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 13:05:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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						<description><![CDATA[Espécies frutíferas da Mata Atlântica foram transformadas em gelatos pelo laboratório da UFSM em parceria com a Della Mucca Gelateria As frutas brasileiras apresentam inúmeros nutrientes e uma diversidade de sabores. Os estudos na área de fruticultura apontam mais de 300 espécies nativas espalhadas pelos biomas do país &#8211; algumas bastante conhecidas como o abacaxi, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2>Espécies frutíferas da Mata Atlântica foram transformadas em gelatos pelo laboratório da UFSM em parceria com a Della Mucca Gelateria</h2>		
										<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/revista_arco_della_mucca_neap_gelato_site-1-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />											
		<p>As frutas brasileiras apresentam inúmeros nutrientes e uma diversidade de sabores. Os estudos na área de fruticultura apontam mais de 300 espécies nativas espalhadas pelos biomas do país - algumas bastante conhecidas como o abacaxi, a goiaba e o maracujá; outras um pouco menos famosas, como a guabiroba, o caju, o araçá e a pitanga. Embora bastante consumidas ao natural, muitas são transformadas em sucos, balas, geleias e outros produtos degustados pelos brasileiros.</p><p>Duas frutas da Mata Atlântica do Rio Grande do Sul passaram, recentemente, por essa transformação. Colhidas pelo Núcleo de Estudos em Áreas Protegidas (NEAP) da Universidade Federal de Santa Maria, a Uvaia (<i>Eugenia pyriformis)</i> e a Jabuticaba (<i>Plinia peruviana</i>), ambas da família das <i>Myrtaceas</i>, ganharam um destino gelado e especialmente saboroso: foram transformadas em <b>gelato de uvaia</b> e <b>sorvete grecco com calda de jabuticaba</b> pelas mãos dos profissionais da Della Mucca Gelateria de Santa Maria.</p><p>A ideia faz parte do projeto “Cadeia de valor do bioma Mata Atlântica:  o sabor das frutíferas nativas do sul do Brasil” e tem por base a conservação dos fragmentos da Mata Atlântica, os quais, em sua maioria, estão localizados em propriedades rurais particulares. O objetivo é desenvolver produtos artesanais sustentáveis derivados das frutíferas nativas da região central do Rio Grande do Sul, visando ao desenvolvimento sustentável, a conservação das florestas da região e a identidade territorial da Quarta Colônia. </p><p>“Percebemos que os proprietários só irão manter os fragmentos se entenderem que eles podem gerar renda e, para convencê-los que isso é possível, utilizamos como estratégia iniciar o processo de demanda de mercado consumidor. Nisso, insere-se a Della Mucca, como difusora dos sabores das frutas e, quem sabe, posteriormente adquirente das frutas nativas das propriedades rurais da Quarta Colônia”, explica Suzane Marcuzzo, professora doutora em Ciências Florestais e coordenadora do NEAP.</p><p><b>Elevada frutificação e nutrientes</b></p><p>As frutas da Mata Atlântica utilizadas na produção dos gelatos foram coletadas por membros do NEAP em propriedades rurais da Quarta Colônia e por extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), parceira do projeto. De acordo com Marcuzzo, tanto a uvaia quanto a jabuticaba possuem elevada frutificação  - formação e produção de frutos - e se desprendem da planta mãe quando estão maduras, facilitando a sua colheita. Dentre as vantagens que essas frutas apresentam, são citadas principalmente a alta concentração de vitamina C. </p>		
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/revista_arco_della_mucca_neap_gelato_box_frutas_02.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="revista_arco_della_mucca_neap_gelato_box_frutas_02" data-elementor-lightbox-description="Imagem quadrada e colorida. Fundo em um tom de marrom, com algumas ilustrações de frutas nas extremidades (esquerda, superior; e direita, inferior). 
Texto referente aos nutrientes encontrados na Uvaia e na Jabuticaba. ">
							<img width="800" height="752" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/revista_arco_della_mucca_neap_gelato_box_frutas_02.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
		<p><b>Testes em outras receitas&nbsp;</b></p>
<p>Marcuzzo explica que os gelatos não são os únicos produtos elaborados pelo grupo. Ao longo de 2020, foram produzidas juntamente com a professora Mari Silvia de Oliveira, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, em torno de 10 receitas com outras frutíferas nativas (cereja do mato, butiá, gabiroba, pitanga e jerivá) que resultaram em balas, barras de cereal, geleias, sucos, bolos e bolachas.&nbsp;</p>
<p>A parceria com a Della Mucca surgiu através do proprietário da sorveteria em querer testar receitas e verificar o interesse do seu público consumidor - que relatou curiosidade pelo gelato de uvaia e não sabia, até então, da existência da fruta. Já o sorvete com calda de jabuticaba foi bastante consumido e elogiado.&nbsp;</p><p>“O projeto é muito amplo, uma vez que trata de cadeia de valor sustentável*. Este ano pretendemos expandir e levar os elaborados para experimentação em feiras como a Polifeira da UFSM e cooperativas como a Coopercedro”, comenta Marcuzzo.</p><p>Conheça também a <a href="https://drive.google.com/file/d/1SurQDjSQXeD29t9tspwTJ0X7zD_UTzIx/view?fbclid=IwAR1obMzmQ-1P8z2nrTcfpvH_Gj6Pi4HCeFwN8wN1TjSz1v_t1j6hLOrZvKQ" target="_blank" rel="noopener">Cartilha</a> de receitas “Frutíferas nativas: conhecendo e valorizando seus usos” produzida pelo NEAP.</p>		
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/revista_arco_della_mucca_neap_gelato_box_sustentabilidade.png" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="revista_arco_della_mucca_neap_gelato_box_sustentabilidade" data-elementor-lightbox-description="Imagem retangular horizontal, com o fundo em marrom. No canto esquerdo, uma ilustração em transparência de uma fruta arredondada.
Texto: &quot;A sustentabilidade dentro da cadeia de valor acontece quando determinada empresa foca seus objetivos nos impactos sociais e ambientais das matérias-primas que produzem. [...]&quot; ">
							<img width="800" height="400" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/04/revista_arco_della_mucca_neap_gelato_box_sustentabilidade.png" alt="" loading="lazy" />								</a>
		<p><strong><i>Expediente</i></strong></p><p><i><strong>Repórter:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Ilustradora:</strong> Amanda Pinho, acadêmica de Produção Editorial e bolsista</i></p><p><i><strong>Mídia Social:</strong> Nathalia Pitol, acadêmica de Relações Públicas e bolsista</i></p><p><i><strong>Edição de Produção:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><strong><i>Edição Geral: </i></strong><i>Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Onde a onça bebe água?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/onde-a-onca-bebe-agua</link>
				<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 17:57:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[NEAP]]></category>
		<category><![CDATA[Onça]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual do Turvo]]></category>

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						<description><![CDATA[Aprovado pela fundação O Boticário, projeto da UFSM deve auxiliar na preservação ambiental do Parque Estadual do Turvo
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Com um título instigante e sugestivo, o projeto científico </span><i><span style="font-weight: 400;">Onde a onça bebe água? Uma história para contar sobre o Parque Estadual do Turvo</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi aprovado pela</span> <a href="http://www.fundacaogrupoboticario.org.br/pt/Pages/default.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Fundação O Boticário de Proteção à Natureza</span></a><span style="font-weight: 400;">. A partir de agora, </span><span style="font-weight: 400;">receberá incentivo para investir em ações de educação ambiental na maior unidade de conservação do Rio Grande do Sul.</span>

<b><img class="aligncenter size-full wp-image-4652" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/Parque-Estadual-do-Turvo_Box.jpg" alt="" width="800" height="500" /></b>

<span style="font-weight: 400;">A iniciativa  é orientada pela professora Suzane Marcuzzo, coordenadora do laboratório do </span><a href="https://www.facebook.com/neapufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Núcleo de Áreas Protegidas</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Neap) </span><span style="font-weight: 400;">da UFSM, vinculado ao Curso de Gestão Ambiental do Colégio Politécnico; e conta com o apoio da Associação Amigos do Interior de Tenente Portela, que busca - entre outras ações - fomentar o turismo da região. A ideia de trabalhar com ações voltadas para a preservação do </span><a href="https://parquedoturvo.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Parque Estadual do Turvo</span></a><span style="font-weight: 400;"> surgiu da professora Suzane, que conheceu a área e elaborou parte do plano de manejo do local quando trabalhou na Secretaria Estadual do Meio Ambiente, antes de ingressar como docente da UFSM.</span>

<span style="font-weight: 400;">Localização do Parque do Turvo</span>

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<b>A onça</b>

<span style="font-weight: 400;">A onça-pintada (<em>Panthera onca</em>) é o maior felino da América do Sul e o terceiro maior do mundo - depois dos tigres e leões. Também conhecida como Jaguar, ocupa o topo da cadeia alimentar em florestas densas, seu habitat natural. São animais solitários e territorialistas, demarcando seu território com urina, excrementos e marcas de garras, sobretudo, nas árvores. Ainda assim, podem passar longos períodos perambulando e nadando à procura de caça e territórios mais amplos.</span>

<span style="font-weight: 400;">Por serem animais com hábitos noturnos, dificilmente são flagrados. Como a área de cobertura florestal é maior no lado argentino, no Parque Estadual do Turvo, há 20 anos não se tinham registros de pegadas do animal que já é classificado como <em>criticamente em perigo</em> na lista de espécies ameaçadas de extinção no Rio Grande do Sul. Contudo, nos últimos meses, a equipe que trabalha no local notou a movimentação da espécie através de armadilhas fotográficas instaladas. Com isso, foi possível identificar cinco onças, por meio da observação dos seu padrões distinto de pintas.</span>

<img class="aligncenter size-full wp-image-4654" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/onça-2.jpg" alt="" width="960" height="639" />

<span style="font-weight: 400;">A beleza cênica, o deslumbramento e o medo que a onça costuma causar nas pessoas motivaram a escolha do animal como foco no desenvolvimento do projeto. A professora afirma que trabalhar com a imagem da espécie reflete na riqueza da biodiversidade do local. “No projeto focamos na própria espécie [onça-pintada] como veículo de mudança de percepção dos visitantes e dos moradores da cidade de Derrubadas. Isso cria um novo sentimento nas pessoas: de reconhecimento, de preservação”, reflete Suzane.</span>

<b>O projeto</b>

<span style="font-weight: 400;">A ideia surgiu a partir de pesquisas de opinião feitas no Parque, que identificaram a necessidade de criar atividades e ferramentas que permitam aos frequentadores conhecer e vivenciar aspectos relacionados à biodiversidade do local. A estudante do curso de Gestão Ambiental Letícia Jaskulski trabalhou na coleta de dados e informações para a elaboração do projeto, com a aplicação de questionários aos visitantes. “Foi um mês inteiro de imersão no Parque e intenso aprendizado. Trabalhamos no sentido de entender quais eram as percepções e motivações das pessoas que chegavam ali. Agora, a ideia é criar outras formas e sugerir outras percepções acerca do local”, relata a estudante.</span>

<span style="font-weight: 400;">Com a duração do projeto prevista para dois anos, as ações consistem em modernizar o espaço de educação ambiental no centro de visitantes do parque e criar materiais de suporte com informações sobre o local - como totens, cartilhas e placas informativas que serão colocadas ao longo das trilhas. Todos os materiais informativos já estão sendo produzidos no NEAP, e além de serem compostos por ilustrações de espécies da fauna e da flora local, possuem uma linguagem fácil e acessível para todos os públicos. </span>

<span style="font-weight: 400;">Concomitantemente a isso, o grupo pretende seguir pesquisando a partir dos resultados que serão encontrados, com o objetivo de elaborar novas estratégias para a preservação da biodiversidade na região. Também serão investidos recursos na capacitação de guias e moradores do entorno para estimular o turismo e, consequentemente, a geração de renda na região. A professora Suzane destaca que a intenção é “criar uma rede” de incentivo à consciência ambiental e identificação com o local, além de promover um desenvolvimento sustentável na região que tem sua economia fortemente atrelada à agricultura e à exploração de recursos: “Em conjunto com a natureza, somos todos elos de uma corrente, que pode se fortalecer. Se um romper, todo o resto será atingido.”</span>

[caption id="attachment_4653" align="alignnone" width="960"]<img class="wp-image-4653 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/cachoeira.jpg" alt="" width="960" height="640" /> Salto do Yucumã, principal atrativo do Parque Estadual do Turvo - local onde “a onça bebe água”[/caption]

<b>Fundação O Boticário de Preservação da Natureza</b>

<span style="font-weight: 400;">Criada em 1990, a Fundação apoia ações de conservação da natureza e financia projetos no Brasil. O edital em questão tinha como foco a conservação dos biomas e o resultado foi publicado no mês de fevereiro deste ano, premiando no total 21 propostas. </span>

<span style="font-weight: 400;">A assinatura do contrato com o projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Onde a onça bebe água? Uma história para contar sobre o Parque Estadual do Turvo</span></i><span style="font-weight: 400;"> ocorreu no mês de agosto. O grupo deve receber em parcelas o valor total de R$ 98 mil para investir nas ações propostas, a partir do ano que vem. </span>

<b>Reportagem:</b><span style="font-weight: 400;"> Tainara Liesenfeld, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Edição</b><span style="font-weight: 400;">: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</span><span style="font-weight: 400;">
</span><b>Infografia: </b><span style="font-weight: 400;">Pollyana Santoro, acadêmica de Desenho Industrial</span>

<b>Mapa</b><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> Portal eletrônico do Parque Estadual do Turvo</span><span style="font-weight: 400;">
</span><b>Fotografia</b><span style="font-weight: 400;">: Bjørn-Einar Nilsen</span>]]></content:encoded>
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