<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>Revista Arco - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/midias/arco/busca?q=&#038;sites%5B0%5D=601&#038;tags=plantas-medicinais&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/midias/arco</link>
			<description>Jornalismo Científico e Cultural</description>
			<lastBuildDate>Wed, 10 Jun 2026 14:48:54 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>Revista Arco</title>
	<link>https://www.ufsm.br/midias/arco</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Chá para a autoestima</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/cha-para-a-autoestima</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jul 2019 14:34:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[Case]]></category>
		<category><![CDATA[chá]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[mandala]]></category>
		<category><![CDATA[mandala paisagística]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[plantas aromáticas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[projeto mandala]]></category>
		<category><![CDATA[sistema respiratório]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=5954</guid>
						<description><![CDATA[Mandalas paisagísticas e plantas medicinais são estudadas na UFSM e levadas a escolas de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Você já deve ter tomado um chá de camomila para ficar mais tranquilo ou até mesmo um chá de boldo para resolver um desconforto estomacal. Essas ervas, conhecidas como plantas medicinais, são estudadas por projetos do Colégio Politécnico e do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais da UFSM. Confira:</span></p>
<p> </p>
<p><b>PROJETO MANDALA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Composta por diferentes formas geométricas e muito utilizada para fins de meditação, a mandala representa a relação entre o homem e o cosmo, simbolizando harmonia e integração. Devido ao significado, </span><i><span style="font-weight: 400">Mandala</span></i><span style="font-weight: 400"> foi o nome escolhido para batizar o projeto do Curso Técnico em Paisagismo do Colégio Politécnico, que leva conhecimentos acerca do uso de plantas medicinais e temperos a escolas de Santa Maria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa foi das egressas Jussara Pedroso, Michele Rech e Aline Segatto Dellamea, desenvolvida como Trabalho de Conclusão de Curso em 2014. Desde então, o projeto possibilita que alunos e professores trabalhem em conjunto na criação e manutenção da mandala paisagística - formada por desenhos geométricos com centro em comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/mandala_capa.png"><img class="aligncenter wp-image-5955 size-full" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/mandala_capa.png" alt="" width="1440" height="940" /></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de enfeitar a escola, a mandala oportuniza o estudo de outras áreas do conhecimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2016, o projeto realizou oficina na E.E.E.F. Marieta D’Ambrósio em Santa Maria. O desenho foi construído com pneus e tintas que foram coletados na comunidade e as tarefas para montá-lo foram divididas entre turmas. As atividades para criação do item paisagístico tornaram-se material de estudo em algumas disciplinas como: leituras informativas e produção textual (Português), desenhos (Artes); cálculos para demarcar a área a ser usada (Matemática); pesquisa sobre os chás e temperos, formas de plantar e tipos de substrato (Ciências). Para a professora da Escola Marieta, Patrícia Wienandts Flores, o projeto foi acolhido com carinho, interesse e responsabilidade. “A mandala ainda é usada, especialmente para merenda, pois usam os temperos cultivados. Também são muito usados os chás medicinais”, comenta a professora Patricia que participou da implementação do projeto em 2016.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As mandalas já foram produzidas em escolas municipais e estaduais da cidade, como Reinaldo Fernando Cóser - que tem formação em língua de sinais e português - e Antônio Francisco Lisboa - de educação especial. Além dessas, a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (Aapecan) e o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) receberam o projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No Case, também ocorreram oficinas sobre o uso de plantas medicinais para alimentação e outros fins. “</span><span style="font-weight: 400">Eles podem aproveitar o conhecimento como fonte de renda, ao saírem de lá. Quando os meninos vão para casa no fim de semana querem levar mudas para a família”, compartilha Jussara, bolsista do projeto. </span><span style="font-weight: 400">Após a ação, o projeto firmou parceria com a Promotoria da Criança e do Adolescente para dar continuidade ao trabalho com os adolescentes do Centro.</span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/mandalas_processo.jpg"><img class="aligncenter wp-image-5956" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/mandalas_processo.jpg" alt="" width="300" height="525" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais recentemente, projeto desenvolveu um relógio biológico que mostra os melhores horários para consumo de plantas medicinais, além de relacionar as partes do corpo com os benefícios de cada chá. Além disso, elaborou novas oficinas, que ensinam a fazer shampoo, azeite, vinagre e travesseiro medicinal a partir de chás. O projeto possui produção e viveiro de plantas no setor de floricultura do Politécnico e local de vendas na Floresce, em frente ao Colégio. </span></p>
<p> </p>
<p><b>DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA DA UFSM</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2018, uma mandala foi criada na disciplina </span><i><span style="font-weight: 400">Produção de Plantas Condimentares, Medicinais e Aromáticas</span></i><span style="font-weight: 400">, do curso de Agronomia da UFSM. O objetivo dos professores responsáveis Fernanda Backes, Rogério Bellé e Jerônimo Andriolo, do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais, era propagar e reproduzir as espécies das plantas e aprender sobre seu uso. O jardim em formato de mandala é utilizado pelos professores, alunos e servidores em geral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não são aplicados produtos químicos nas plantas que compõem a mandala. Desta forma, para manter o ecossistema saudável, são utilizadas plantas com propriedades que podem repelir a “doença” das outras: os manjericões, por exemplo, auxiliam na retenção de sujeira; já a menta ajuda a forrar o terreno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Box-indicações.png"><img class="aligncenter wp-image-5957" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/07/Box-indicações.png" alt="" width="700" height="409" /></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No centro da mandala é trabalhada a autoestima por meio das plantas medicinais. “Se nós não tivermos a nossa autoestima e nosso bem estar sempre num alto astral não adianta tomar o chá, pois ele não vai te melhorar”, comenta a professora Fernanda, que explica: “A organização começa pela mente, depois pelo coração. Depois, envolve os demais sistemas”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora atesta, ainda, que a prática é uma forma de desestressar. E o professor complementa: “o aroma que fica em nossas mãos e circula em nossos pulmões. Ele age como calmante purificador”. </span></p>
<p><em><strong>Reportagem:</strong> Mirella Joels e Camila Oliveira, acadêmicas de Jornalismo</em></p>
<p><em><strong>Ilustração:</strong> Lidiane Castagna, acadêmica de Desenho Industrial</em></p>
<p><em><strong>Edição de produção:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</em></p>
<p><em><strong>Editor chefe:</strong> Maurício Dias, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Um olhar humanizado sobre a medicina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/um-olhar-humanizado-sobre-a-medicina</link>
				<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 18:14:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[jesus zevallos]]></category>
		<category><![CDATA[medicina humanista]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[plantas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5316</guid>
						<description><![CDATA[O médico peruano Jesus Zevallos conta sobre os 55 anos de trajetória na área da saúde]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <strong>ATENÇÃO: Esta matéria foi atualizada no dia 20 de fevereiro, às 15h43min devido a equívoco cometido no ano da formatura de Jesus Zevallos.</strong>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Mesmo depois de 55 anos de formado, o ex-aluno da UFSM e médico Jesus Velarde Zevallos, leva consigo valores e aprendizagens que desenvolveu ainda no início de sua graduação, concluída em 1963. Após a formatura, Zevallos, que é natural do Peru, fez residência e especialização no Instituto Nacional do Câncer, no Rio de Janeiro.</span>

<img class=" wp-image-5320 alignright" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/02/img328a-178x300.jpg" alt="" width="174" height="293" />

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">No exercício da profissão, defendeu a medicina preventiva como fundamental para o bem estar e a qualidade de vida das pessoas. Além disso, Zevallos reforça a importância do desenvolvimento de uma relação próxima entre o médico e a comunidade, em uma prática humanizada. Ele também tece críticas à medicina como forma de negócio e ao consequente desenvolvimento de uma sociedade hipocondríaca. </span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400">A Revista Arco conversou com o médico durante sua visita a Santa Maria. Confira:</span>

&nbsp;

<b>ARC</b><b>O: Co</b><b>mo começou sua trajetória dentro da Medicina?</b>

<b>Zevallos: </b><span style="font-weight: 400">Me formei em 1963 com meus incríveis colegas de quem gosto muito. Devo ressaltar o Magnífico professor Mariano da Rocha Filho, uma pessoa e um trabalhador admirável, com muita planificação estratégica. Quando eu cheguei a Santa Maria, fomos recebidos por ele e foi uma honra para nós. Ele disse que seríamos grandes cirurgiões. Tudo o que ele falava passava uma imagem de segurança e de paixão. </span>

&nbsp;
<blockquote><span style="font-weight: 400">"A vida toda é paixão, se não se coloca paixão nas coisas, não se faz nada".</span></blockquote>
&nbsp;

<span style="font-weight: 400">Depois de graduado, fiz a residência no Instituto Nacional de Câncer do Rio de Janeiro. Voltando ao Peru, fiz a parte assistencial e a parte docente. Na assistencial, trabalhei com cargos como diretor do hospital e presidente de um corpo médico. Na parte docente, tenho um instituto de investigação. Damos um curso de técnica cirúrgica e fazemos trabalho de investigação.</span>

&nbsp;

[caption id="attachment_5318" align="alignleft" width="2976"]<img class="wp-image-5318 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/02/MG_2480.jpg" alt="" width="2976" height="1984" /> Jesus Zevallos ao lado do quadro do fundador da UFSM, José Mariano da Rocha Filho[/caption]

<b>ARCO: Por que você escolheu a UFSM para estudar Medicina? Existe algo específico que lhe atraiu?</b>

<b>Zevallos: </b>Nós, quando chegamos ao Brasil, depois da seleção que tivemos na embaixada de Lima, tivemos que passar pelo Ministério da Educação. No Ministério, fizeram a distribuição. Vim para Santa Maria e me encantei com a cidade. Tive muito amor fraternal aqui dentro. Isso ajudou a formar meus valores éticos e morais de forma excelente. A vida vai nos dando oportunidades e não podemos perdê-las.

&nbsp;

<b>ARCO: Quais são as áreas que mais se destacam dentro da sua prática médica?</b>

<b>Zevallos</b>: Nós trabalhamos muito com o que se diz de prevenção. Hoje estamos lutando para que a prevenção seja declarada um direito humano, porque é o único procedimento da saúde capaz de controlar a pessoa saudável. O médico foi formado para cuidar o paciente são, e não somente o doente. Nós também solicitamos um projeto de lei chamado <i>Prevenção: responsabilidade compartilhada</i>, ou seja, a prevenção deve ser dada por todas as entidades de saúde e com a responsabilidade do paciente. Além disso, trabalhamos com muita ênfase na docência através do que chamamos de “novos paradigmas do ensino médico e da gestão de políticas de saúde”. O médico e o estudante de Medicina têm que estar em íntimo contato com a comunidade, não só com a universidade. Também focamos no uso das plantas medicinais. Elas não são curativas, mas ajudam em diversas coisas, o que conduz a um estilo de vida muito saudável.

&nbsp;

<b>ARCO: Você poderia falar mais sobre o a sua experiência no uso de plantas medicinais como tratamento?</b>

<b>Zevallos: </b>As plantas medicinais são o melhor tratamento que podemos fazer. É preciso haver um uso contínuo, não apenas esporádico. O uso das plantas medicinais tem que se tornar um hábito diário para que funcione. Não é uma medicina alternativa, é um tratamento alternativo. A medicina é uma só. Os médicos estão deixando que outras profissões se encarreguem do uso e do acompanhamento de tratamentos com as plantas medicinais, enquanto nos encarregamos só da medicina com o uso de remédios. No Peru, aprendemos que existem cuidados simples que podem prevenir diversos problemas, como lavar as mãos e a hidratação através da ingestão de líquidos.

&nbsp;
<blockquote>"O uso exagerado de medicamentos faz com que se crie uma sociedade hipocondríaca, então temos que lutar para que a medicina preventiva seja cultivada".</blockquote>
&nbsp;

<b>ARCO: Em textos que você escreveu, cita a </b><b><i>Medicina Humanista</i></b><b>. O que podemos entender a partir dela? </b>

<b>Zevallos: </b>Dentro do que estamos vivendo, ela não existe. A medicina é um negócio, e é uma tristeza dizer isso, mas é assim. Estamos submetidos ao que dizemos ser a evolução da ciência e tecnologia. O médico deve atender diversos pacientes por hora para haver produtividade - e isso deixa de ser humanista. A humanidade está na prevenção, que é o cuidado da pessoa sã.

&nbsp;
<blockquote>"Dentro da medicina humanista, precisamos ver o ser humano com integridade, não fragmentá-lo".</blockquote>
&nbsp;

Nós formamos a Sociedade Peruana do Ato Médico, porque acreditamos muito nisso. O ato se dá a partir da relação médico-paciente e do respeito com o paciente. Além disso, temos que dar respaldo ao núcleo familiar, pois quando alguém fica doente, isso desequilibra a família e, por isso, eles devem se manter sempre informados.

&nbsp;

[caption id="attachment_5319" align="alignleft" width="2976"]<img class="wp-image-5319 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/02/MG_2438.jpg" alt="" width="2976" height="1984" /> Jesus Zevallos entregando presente para o reitor da UFSM, professor Paulo Afonso Burmann[/caption]

Jesus Zevallos esteve na Universidade, em dezembro de 2018, durante a comemoração dos 55 anos de formatura da sua turma de Medicina. Emocionado com a homenagem, ele agradeceu à Universidade, aos seus professores e colegas de turma. Para demonstrar sua gratidão, o médico entregou presentes típicos peruanos ao reitor. Também mostrou seu livro de poemas, que incluem textos sobre o tempo em que morou em Santa Maria.

&nbsp;

<b>Reportagem:</b> Martina Irigoyen, acadêmica de Jornalismo

<b>Edição: </b>Maria Helena da Silva

<b>Fotografia: </b>Rafael Happke

&nbsp;]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        