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				<title>Sangue bom pra cachorro</title>
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				<pubDate>Tue, 26 Mar 2019 18:40:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[doação de sangue]]></category>
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						<description><![CDATA[Já imaginou o seu cão doando sangue? Esse procedimento é mais comum do que você imagina ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 500;">Com frequência vemos campanhas procurando doadores de sangue para pessoas com algum problema de saúde. Mas você sabia que seu cão também pode doar e receber sangue de outros cachorros? Assim como nas transfusões feitas entre seres humanos, a doação de sangue de um cachorro para outro tem como objetivo auxiliar no tratamento de doenças, como hemorragias e anemias, além de ajudar em processos cirúrgicos.</span>

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<span style="font-weight: 500;">Entre os cães, como ocorre com as pessoas, existe uma classificação para diferenciar o sangue. Nos humanos, o grupo ABO registra os tipos A, B, AB e O.  Já para os cachorros, o chamado sistema DEA (Dog Erythrocyte Antigen) aponta os tipos DEA 1.1, DEA 1.2, DEA 1.3, DEA 3, DEA 4, DEA 5 e DEA 7, sendo os dois primeiros os mais comuns na população canina.</span>

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<span style="font-weight: 500;">Apesar dos componentes do sangue - células, hormônios, nutrientes e outros - serem os mesmos em humanos e cachorros, a doação de uma espécie para a outra não é possível. Saulo Pinto Filho, professor adjunto de clínica médica de pequenos animais do curso de Medicina Veterinária da UFSM, explica: “Existem</span><span style="font-weight: 500;"> diferenças genéticas, como o número de cromossomos - sequências de DNA - particulares de cada espécie. Por isso, não se pode transfundir sangue de um cão para um humano”.</span>

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<strong>Como funciona a doação?</strong>

<span style="font-weight: 500;">Se você já doou sangue ou viu uma coleta ser realizada em um humano, sabe que o líquido é retirado de uma veia do braço. Entretanto, com os cães o processo é um pouco diferente. Na maioria dos casos, os veterinários extraem o sangue da veia jugular do animal, na região do pescoço. Depois, o colocam no receptor através da veia cefálica, na pata do cachorro. Para realizar o processo é necessária a remoção dos pelos do animal na região em que a transfusão é feita.</span>

<img class="aligncenter wp-image-5474 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/infográfico_doguinho-01-819x1024.png" alt="" width="819" height="1024" />

<span style="font-weight: 500;">Para o cachorro Apólo, que doa sangue desde 2015 no Hospital Veterinário Universitário (HVU) da UFSM, o procedimento é tão simples que ele até dorme durante a coleta. Sua tutora, Larissa Schlottfeldt, conta que o animal doou pela primeira vez quando a mãe estava doente: “a Hebe era a cachorra do meu irmão. Durante anos ela sofreu com uma patologia desenvolvida na gestação. Quando o Apólo tinha um ano, ela precisou de doação de sangue”. Desde então, o rottweiller frequenta o hospital a cada três meses - intervalo de tempo mínimo entre cada doação - para ajudar outros cães.</span>

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[caption id="attachment_5483" align="aligncenter" width="960"]<img class="wp-image-5483 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/03/IMG-20181223-WA0000.jpg" alt="" width="960" height="720" /> Cão Apólo antes de doar sangue[/caption]

<span style="font-weight: 500;">Apesar de existirem cães como o Apólo, que doam regularmente, a coleta de sangue entre cachorros ainda é pequena. No HVU estão registrados 62 doadores, enquanto o ideal seria ter em torno de 200. Saulo Filho conta que, na maioria dos casos, o sangue é transfundido no receptor logo após a coleta, sem ficar armazenado. Isso ocorre devido à escassez de doadores, já que muitas pessoas não imaginam que seus pets podem doar.</span>

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<span style="font-weight: 500;">Quer fazer o bem e levar seu cão para doar sangue? O laboratório do HVU fica aberto para coleta de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h. O procedimento é simples e retira 400 mililitros de sangue. Os gatos também podem doar, basta ter no mínimo quatro quilos, estar em boas condições de saúde, ter feito os exames necessários e estar cadastrado na lista de doadores do HVU. </span>

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<b>Reportagem: </b><span style="font-weight: 500;">Paulo César Ferraz, acadêmico de Jornalismo</span>

<b>Edição: </b><span style="font-weight: 400;">Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Ilustração: </b><span style="font-weight: 500;">Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial</span>

<b>Fotografia:</b><span style="font-weight: 500;"> Larissa Schlottfeldt/arquivo pessoal</span>]]></content:encoded>
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