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				<title>Você sabia? É verdade que...?</title>
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				<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 19:19:37 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[A cada edição, a seção Curiosidades responde àquelas questões que você sempre quis saber se eram mitos ou verdades e conta histórias singulares sobre a UFSM]]></description>
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<h4><img class="alignright size-medium wp-image-1772" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/08/6ª-edição-3-curiosidades-planetário-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></h4>
<strong>VOCÊ SABE A ORIGEM DOS EQUIPAMENTOS DO PLANETÁRIO DA UFSM?</strong>
O Planetário da UFSM, inaugurado em 1971, só existe e foi equipado devido à astúcia do então reitor da Universidade, Mariano da Rocha Filho. Ele descobriu que os países do Leste Europeu tinham uma dívida muito grande com o Brasil e viu aí uma oportunidade de equipar a Universidade que havia sido inaugurada anos antes, em 1960. Mariano da Rocha relatou a história*: “O Brasil tinha uma fortuna a receber dos países do Leste Europeu. Era café que nós fornecíamos, e eles não tinham o que nos dar. Então, eles ofereceram o seguinte: levem equipamentos. E eu fui ao Tarso [Tarso Dutra, ministro da Educação na época, que foi indicado ao cargo por Mariano] e disse: ‘Vocês nomeiam uma comissão para ver se é verdade?’. A comissão foi à Europa e verificou que a informação estava certa”. Os entendimentos prévios entre Brasil e a República Democrática Alemã (RDA) que culminaram nessa dívida são anteriores a 1964 e, com o movimento militar, as informações se perderam. Com a confirmação da dívida, foi feito um acordo entre o MEC e a RDA que possibilitou a importação de dez planetários para o Brasil, dos quais seis são do modelo Spacemaster (o da UFSM era desse modelo), dois ZKP-1 e dois ZKP-2, todos da companhia alemã Carl Zeiss. “Eu não equipei só a Universidade de Santa Maria, eu equipei o Brasil inteiro”, comemorou Mariano.

<em>*Informações obtidas no documentário “Uma Vida Pela Educação”, produzido pela RBS TV</em>
<h4>POR QUE O TEATRO CAIXA PRETA SE CHAMA ASSIM?</h4>
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Caixa Preta é, na verdade, um tipo de teatro que existe em vários lugares do mundo. Sua estrutura é de uma “caixa” formada por panos pretos, que absorvem a luz e ajudam a retirar a atenção de tudo aquilo que não importa. Na UFSM, a “caixa” em si é formada por cortinas laterais e uma cortina grande no fundo, chamada de rotunda, todas elas pretas. “Tudo isso faz com que os atores e os objetos possam aparecer e desaparecer, e tudo aquilo que é excedente de luz seja absorvido pelo preto”, diz o professor do curso de Artes Cênicas Elcio Rossini.

O Teatro Caixa Preta - Espaço Rozane Cardoso da UFSM foi também o primeiro Espaço Multiuso do Rio Grande do Sul, caracterizado por sua estrutura não fixa. Suas arquibancadas são totalmente móveis – o que possibilita que qualquer espaço do teatro funcione como palco, o que também é uma característica dos “black box”. Esse tipo de teatro se popularizou entre os anos 60 e 70 como estruturas que possibilitam a experimentação, e de baixo custo, pois praticamente qualquer cômodo pode ser adaptado em um caixa preta.

<strong>POR QUE AS PAREDES "VERTEM" ÁGUA EM DETERMINADOS MOMENTOS DO ANO?</strong>

<img class="alignright size-medium wp-image-1777" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/08/6ª-edição-3-curiosidades-parede-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" />
Durante o inverno, é comum que as paredes e o chão das nossas casas fiquem úmidas ou até mesmo encharcadas em casos mais extremos. Isso acontece porque as baixas temperaturas da estação e a menor incidência dos raios solares, combinado com uma quantidade maior de dias chuvosos, facilitam que o vapor d’água no presente no ar passe do estado gasoso para o líquido.

A Umidade Relativa do Ar é a relação entre a quantidade de água existente no ar e a quantidade máxima que poderia haver naquela temperatura. Sempre que a Umidade Relativa do Ar alcança o limite de saturação, todo o vapor d’água em excesso no ar se condensa, ou seja, passa do estado de gás para o líquido.

O Técnico em Assuntos Educacionais do Colégio Politécnico e licenciado em Física Juliano Molinos de Andrade sugere algumas medidas que podem ser tomadas para evitar esse fenômeno: banhos mais curtos, panelas tampadas na hora de cozinhar e cômodos mais bem arejados para facilitar a circulação do ar vindo de fora, que é mais frio e seco durante o inverno, com menos vapor d’água em sua composição.

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<div class="texto_rodape"><em><strong>Colaboradores:</strong> Professor Elcio Rossini e os técnico-administrativos em educação da UFSM Juliano Molinos de Andrade e Felipe Steffenel</em></div>]]></content:encoded>
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