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Relacionamentos Abusivos



Segundo dados divulgados pelo Instituto Avon e Data Popular em 2013, a forma mais comum de violência sofrida pelas mulheres no mundo é a violência física, imposta por um parceiro íntimo, como espancamento, relações sexuais forçadas ou outras condutas abusivas. A mesma pesquisa aponta que, no Brasil, uma em cada quatro mulheres afirma que já se sentiu controlada pelo parceiro. 15% disseram que o companheiro costuma controlar os lugares que elas frequentam; 12% disseram que eles procuram mensagens no seu celular ou e-mail; 10% vigiam e perseguem; 7% as impedem de sair; e 2% das entrevistadas disseram que os parceiros já haviam rasgado ou escondido seus documentos.

 

O documentário “Meu Relacionamento Abusivo”, lançado em Junho em Santa Maria, é um exemplo de discussão sobre as violências contra mulheres vinda de parceiros. O curta foi produzido na disciplina de Projeto de Extensão em Comunicação Comunitária do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Franciscano (Unifra). Os acadêmcios Caroline Pigatto Motta e Hélison Leeher, produtores do filme, dizem que a ideia surgiu enquanto assistiam um vídeo da youtuber Jout Jout (“Não tira o batom vermelho”), que fala sobre os sinais que podem indicar a uma mulher que ela está em um relacionamento abusivo. Após uma reflexão, eles concluiram que em Santa Maria não havia espaço de debate sobre esse assunto.

 

No audiovisual há a participação de cinco meninas, que contam sobre seus relacionamentos abusivos e como o movimento feminista as ajudou a superar os traumas vividos. Os exemplos são variados: pessoas que sofrem com o racismo do próprio companheiro, abusos em relacionamentos heterossexuais e homoafetivos. Além dos depoimentos, foi preciso um embasamento teórico dos princípios do feminismo, que foram discutidos no vídeo em uma parceria com o Coletivo Feminista Interseccional de Santa Maria (UNAS).

 

Conversamos com algumas das meninas que protagonizaram o documentário, e elas nos contaram um pouco de sua história:

 

 

 

 

Existem dois coletivos feministas em Santa Maria que podem ajudar as meninas em situação de relacionamento abusivo:

 

 

 

_delimiter_Reportagem: Mayara Souto
Infográficos: Nicolle Sartor


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