{"id":1398,"date":"2017-05-10T10:29:37","date_gmt":"2017-05-10T13:29:37","guid":{"rendered":"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/?p=1398"},"modified":"2021-02-11T16:36:26","modified_gmt":"2021-02-11T19:36:26","slug":"entre-a-preservacao-historica-e-o-desenvolvimento-urbano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/entre-a-preservacao-historica-e-o-desenvolvimento-urbano","title":{"rendered":"Entre a preserva\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e o desenvolvimento urbano"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1398\" class=\"elementor elementor-1398\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-704ab63 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"704ab63\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-36cb5f3\" data-id=\"36cb5f3\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-922861a elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"922861a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"688\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2017\/08\/7-Edicao_DOSSIE3_Preservacao-1024x688.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-1827\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2017\/08\/7-Edicao_DOSSIE3_Preservacao-1024x688.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2017\/08\/7-Edicao_DOSSIE3_Preservacao-300x201.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2017\/08\/7-Edicao_DOSSIE3_Preservacao-768x516.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2017\/08\/7-Edicao_DOSSIE3_Preservacao-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2017\/08\/7-Edicao_DOSSIE3_Preservacao.jpg 1400w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-e886de4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"e886de4\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-2eadc0a2\" data-id=\"2eadc0a2\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-444db7d8 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"444db7d8\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>Segundo o meteorologista alem\u00e3o Alfred Wegener, h\u00e1 cerca de 200 milh\u00f5es de anos, durante a Era Paleozoica, os continentes estavam unidos em uma \u00fanica massa terrestre chamada Pangeia. A fragmenta\u00e7\u00e3o desse supercontinente deu origem aos cinco continentes do mundo atual. Todos os ind\u00edcios de vida na Terra daquela \u00e9poca, hoje, s\u00e3o vest\u00edgios ou f\u00f3sseis. A cidade de Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, \u00e9 reconhecida pela riqueza do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico \u2013 est\u00e1 situada sobre 32 s\u00edtios paleontol\u00f3gicos, que remontam \u00e0 vida na Terra durante a Era Paleozoica. Sete deles, no entanto, j\u00e1 foram destru\u00eddos pelo avan\u00e7o da ocupa\u00e7\u00e3o urbana.<\/p><p>Encontrar os resqu\u00edcios hist\u00f3ricos da vida na Terra exige um processo lento e gradual de pesquisa. No entanto, o crescimento das ocupa\u00e7\u00f5es nas cidades trouxe o desafio da preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio, que entra em conflito com a necessidade de novas estruturas f\u00edsicas, como a constru\u00e7\u00e3o de ruas, faixas e viadutos.<\/p>\n<p>O professor do Departamento de Geoci\u00eancias da UFSM, \u00c1tila Stock da Rosa, aponta que obras ilegais, perfura\u00e7\u00f5es para coloca\u00e7\u00e3o de fibras \u00f3ticas e tubula\u00e7\u00f5es de \u00e1gua e esgoto s\u00e3o as principais atividades que ferem o patrim\u00f4nio paleontol\u00f3gico. Embora necessitem de licen\u00e7a ambiental para iniciar, as constru\u00e7\u00f5es p\u00fablicas preocupam os pesquisadores. Para \u00c1tila, o acompanhamento de profissionais especializados junto \u00e0 obra, como paleont\u00f3logos, t\u00e9cnicos e alunos da \u00e1rea, ajuda a diminuir o impacto ao patrim\u00f4nio, mas n\u00e3o o extingue.<\/p>\n<p>As duas principais obras em execu\u00e7\u00e3o de expans\u00e3o urbana de Santa Maria, a Travessia Urbana e a duplica\u00e7\u00e3o da RS-509, conhecida como Faixa Velha, s\u00e3o exemplos da dificuldade em aliar desenvolvimento e preserva\u00e7\u00e3o. Iniciada em novembro de 2013, a duplica\u00e7\u00e3o de 4,3 quil\u00f4metros da Faixa Velha foi interrompida um m\u00eas depois do in\u00edcio das obras, por n\u00e3o possuir laudo t\u00e9cnico de um paleont\u00f3logo que evidenciasse as consequ\u00eancias da obra para os tr\u00eas s\u00edtios localizados ao longo da rodovia.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a interrup\u00e7\u00e3o da obra, em outubro de 2013, o bi\u00f3logo Darival Ferreira foi o profissional contratado para o acompanhamento. O trabalho consistia em monitorar as escava\u00e7\u00f5es e verificar a presen\u00e7a de f\u00f3sseis nas paredes das valas abertas. Durante o tempo que esteve presente, o bi\u00f3logo encontrou um fragmento f\u00f3ssil, que foi encaminhado \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Zoobot\u00e2nica, em Porto Alegre, devido ao acordo preestabelecido pelo Daer. O especialista conta que, no in\u00edcio do trabalho, havia um clima turbulento quanto \u00e0 decis\u00e3o da necessidade da presen\u00e7a dele na obra, principalmente por parte das empresas e empreiteiras. A dificuldade maior foi a falta de comunica\u00e7\u00e3o ao profissional quanto ao cronograma das escava\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No caso da Travessia Urbana, que possui 14,5 quil\u00f4metros, o problema apontado por \u00c1tila Stock foi o erro no cronograma de contrata\u00e7\u00e3o das empresas. A respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o foi contratada ap\u00f3s a empresa executora da obra, ou seja, quando os trabalhos da primeira come\u00e7aram, a segunda j\u00e1 havia realizado escava\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, acrescenta \u00c1tila, a dificuldade de libera\u00e7\u00e3o do dinheiro p\u00fablico para obras no pa\u00eds cria a sensa\u00e7\u00e3o de que, quando liberado, tudo precisa ser feito \u00e0s pressas para que n\u00e3o se perca o investimento. A responsabilidade de fiscaliza\u00e7\u00e3o passa dos \u00f3rg\u00e3os nacionais, que n\u00e3o conseguem dar conta da demanda, para os estaduais e municipais, \u201cO munic\u00edpio, para poder ter a obra, d\u00e1 a licen\u00e7a mesmo sem ter estudo pr\u00e9vio. O que ele est\u00e1 fazendo \u00e9 um crime, mas, muitas vezes, prefere fazer isso para n\u00e3o perder o investimento da cidade\u201d, aponta \u00c1tila.<\/p>\n<p>Para o pesquisador, o ideal seria que as obras desviassem dos patrim\u00f4nios hist\u00f3ricos nacionais e que existissem leis espec\u00edficas e fiscaliza\u00e7\u00e3o efetiva. Para isso, seria preciso trabalhar a educa\u00e7\u00e3o patrimonial e expandir os conhecimentos produzidos na Universidade: \u201cN\u00e3o adianta ter pesquisa dentro da universidade, estudar os f\u00f3sseis, se n\u00e3o dermos um retorno desse conhecimento \u00e0 comunidade.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p><b>Propriedade privada<\/b><\/p>\n<p>Os s\u00edtios paleontol\u00f3gicos s\u00e3o amea\u00e7ados, tamb\u00e9m, pela expans\u00e3o das \u00e1reas de moradia nas grandes cidades. Os espa\u00e7os, que antes eram descampados, s\u00e3o gradativamente ocupados por obras sem acompanhamento e que colocam em risco a preserva\u00e7\u00e3o. No entanto, segundo o coordenador do Centro de Apoio \u00e0 Pesquisa Paleontol\u00f3gica (Cappa), S\u00e9rgio Dias da Silva, apesar de os f\u00f3sseis estarem em propriedade privada, eles n\u00e3o pertencem ao morador. \u201cTodo o recurso que est\u00e1 imediatamente abaixo, no primeiro cent\u00edmetro da superf\u00edcie, pertence ao governo\u201d, explicou o pesquisador.<\/p>\n<p>Ao identificar vest\u00edgios em \u00e1rea privada, o Centro procura fazer uma aproxima\u00e7\u00e3o direta com o propriet\u00e1rio. Algumas vezes o dono da terra permite que o estudo no solo seja feito e, se necess\u00e1rio, sejam iniciadas as escava\u00e7\u00f5es. Quando o acesso \u00e9 dificultado, o caminho \u00e9 pela via judicial. Os procedimentos de identifica\u00e7\u00e3o de um afloramento, escava\u00e7\u00e3o e retirada do material seguem os mesmos padr\u00f5es de \u00e1reas p\u00fablicas. Ap\u00f3s identificados e retirados, os f\u00f3sseis t\u00eam seu valor hist\u00f3rico reconhecido e s\u00e3o tombados para se tornarem patrim\u00f4nio da humanidade. No caso dos f\u00f3sseis encontrados pelo Cappa, a UFSM \u00e9 a guardi\u00e3 do material, mas n\u00e3o \u00e9 a propriet\u00e1ria.<\/p>\n<p>A vandaliza\u00e7\u00e3o e a venda de f\u00f3sseis \u00e9 proibida por lei, com pena de multa ou deten\u00e7\u00e3o. Segundo S\u00e9rgio, \u00e9 importante fazer com que o propriet\u00e1rio da terra se sinta dono do patrim\u00f4nio e queira preserv\u00e1-lo. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante trabalhar a ideia de que os f\u00f3sseis s\u00e3o atrativos culturais e tur\u00edsticos, e podem ser trabalhados como uma alavanca econ\u00f4mica para a regi\u00e3o onde forem encontrados.<\/p>\n<p>O tombamento n\u00e3o \u00e9 uma desapropria\u00e7\u00e3o, o propriet\u00e1rio continua sendo o dono da terra; por\u00e9m, no s\u00edtio, ele n\u00e3o pode mais tocar.<\/p>\n<blockquote>\n<\/blockquote>\n<p><b>Saiba mais:<\/b><\/p>\n<p><em style=\"color: black;font-size: 1rem\">Como acontece a descoberta e a delimita\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o paleontol\u00f3gica?<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O Centro de Apoio \u00e0 Preserva\u00e7\u00e3o Paleontol\u00f3gica (Cappa) trabalha com tr\u00eas principais maneiras de mapeamento dos s\u00edtios paleontol\u00f3gicos (veja infogr\u00e1fico ao lado). Uma dessas formas de mapear, o Google Earth, possibilita identificar manchas alaranjadas na paisagem \u2014 o que pode ser ind\u00edcio da presen\u00e7a de vest\u00edgios \u2014, marcar o ponto, colocar as coordenadas em um GPS e ir at\u00e9 o local. \u201cO trabalho, muitas vezes, precisa andar junto com a sorte\u201d, destaca o professor S\u00e9rgio Dias.<\/span><\/p>\n<p>Quando encontrado, \u00e9 necess\u00e1rio que o f\u00f3ssil seja retirado do local original o mais r\u00e1pido poss\u00edvel, pois h\u00e1 grande chance de que seja perdido no ambiente. Por serem objetos fr\u00e1geis, o manuseio dos f\u00f3sseis \u00e9 reservado a profissionais como paleont\u00f3logos, t\u00e9cnicos e alunos da \u00e1rea, que s\u00e3o habilitados para o processo de extra\u00e7\u00e3o. No Brasil, a coleta de material f\u00f3ssil deve ser autorizada e fiscalizada pelo Departamento Nacional de Produ\u00e7\u00e3o Mineral (DNPI). Apenas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa brasileiras e de ensino superior n\u00e3o precisam da autoriza\u00e7\u00e3o; no entanto, \u00e9 necess\u00e1rio submeter relat\u00f3rio anual de suas atividades.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><b>Como descobrir um s\u00edtio:<\/b><\/p>\n<p><em>Do mapeamento \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o de um f\u00f3ssil<\/em><\/p>\n<p><\/p>\n<p><b>1\u00ba passo: Mapeamento<\/b><\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel mapear s\u00edtios paleontol\u00f3gicos utilizando mapas geol\u00f3gicos, estudando a superf\u00edcie atrav\u00e9s de escava\u00e7\u00f5es em locais \u2014 ainda que n\u00e3o haja afloramentos \u2014, e atrav\u00e9s do GPS, utilizando o Google Earth.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><b>2\u00ba passo: Escava\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Ap\u00f3s localizar o f\u00f3ssil, \u00e9 preciso delimitar o tamanho do material e isol\u00e1-lo.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><b>3\u00ba passo: Engessar<\/b><\/p>\n<p>Quando a rocha circundante \u00e9 isolada e retirada da terra, ela deve ser engessada e, dependendo de seu tamanho, levada de caminh\u00e3o at\u00e9 o laborat\u00f3rio respons\u00e1vel.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><b>4\u00ba passo: Prepara\u00e7\u00e3o no laborat\u00f3rio<\/b><\/p>\n<p>No laborat\u00f3rio, \u00e9 aplicada uma resina para fortalecimento do osso. Ent\u00e3o, h\u00e1 um trabalho mec\u00e2nico para retirar sedimentos, com ferramentas como martelos e talhadeiras. Tamb\u00e9m h\u00e1 processos qu\u00edmicos com \u00e1cidos para manter o f\u00f3ssil por d\u00e9cadas. Dependendo do tamanho do material, a prepara\u00e7\u00e3o pode demorar anos.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a prepara\u00e7\u00e3o, o f\u00f3ssil fica sob a guarda do governo. No caso dos materiais encontrados pelo Cappa, a UFSM \u00e9 a guardi\u00e3 legal.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><i><b>Rep\u00f3rter<\/b>: Andressa Foggiato<\/i><\/p>\n<p><i><b>Ilustra\u00e7\u00e3o e Diagrama\u00e7\u00e3o<\/b>: Evandro Bertol<\/i><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sete s\u00edtios paleontol\u00f3gicos de Santa Maria j\u00e1 foram destru\u00eddos pela ocupa\u00e7\u00e3o\u00a0urbana<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":1827,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1537,1623],"tags":[500,362],"class_list":["post-1398","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dossie-paleontologia","category-dpaleo","tag-departamento-de-geociencias","tag-paleontologia"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1398","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1398"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1398\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1827"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1398"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1398"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1398"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}