{"id":4196,"date":"2018-08-09T17:24:13","date_gmt":"2018-08-09T20:24:13","guid":{"rendered":"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/?p=4196"},"modified":"2021-02-11T15:58:39","modified_gmt":"2021-02-11T18:58:39","slug":"a-terceira-sexualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/a-terceira-sexualidade","title":{"rendered":"A terceira (sexual)idade"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"4196\" class=\"elementor elementor-4196\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-a8d48eb elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"a8d48eb\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-f03bf21\" data-id=\"f03bf21\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-49c0ac2 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"49c0ac2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"668\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/Diario_Sexualidade_Site-da-Arco-1024x668.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-4197\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/Diario_Sexualidade_Site-da-Arco-1024x668.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/Diario_Sexualidade_Site-da-Arco-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/Diario_Sexualidade_Site-da-Arco-768x501.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/Diario_Sexualidade_Site-da-Arco.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-674f5c98 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"674f5c98\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-627f6929\" data-id=\"627f6929\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cb5f885 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"cb5f885\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"font-weight: 400\">A sexualidade floresce com a adolesc\u00eancia e anda lado a lado com a vida adulta, mas h\u00e1 quem diga que encontra seu limite quando alcan\u00e7a o envelhecimento. Intimidade, car\u00edcias, beijos, afeto, contato pele a pele&#8230; Essas s\u00e3o express\u00f5es da sexualidade que n\u00e3o est\u00e3o, necessariamente, ligadas \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o, e nesse contexto surgem algumas perguntas: at\u00e9 que ponto a sexualidade \u00e9 aceita socialmente sem o objetivo procriativo? A felicidade pelo prazer sexual pode ser almejada pelas pessoas idosas?<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Com um olhar subjetivo acerca do aumento da expectativa de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira e das mudan\u00e7as nas configura\u00e7\u00f5es familiares modernas, a pesquisadora Tatiane Rocha Razeira se insere no contexto de uma casa para idosos a fim de entender como idosos e idosas institucionalizadas vivenciam o cotidiano e suas sexualidades. Um olhar intimista \u00e9 direcionado \u00e0s individualidades existentes no \u00e2mbito de uma das institui\u00e7\u00f5es (asilo, abrigo, centro de conviv\u00eancia para idosos) existentes em Santa Maria, as quais, segundo ela, s\u00e3o estigmatizadas socialmente e vistas como forma de exclus\u00e3o e isolamento de idosos \u00e0 espera da morte.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Duas vezes por semana, de mar\u00e7o de 2015 a abril de 2016, a p\u00f3s-graduanda em Gerontologia pela UFSM realizava atividades que envolviam os idosos por cerca de 45 minutos e aproveitava o tempo no local para conversar com os moradores da casa, com a equipe de enfermagem e com as cuidadoras. O resultado s\u00e3o 164 p\u00e1ginas de di\u00e1rios de campo, que d\u00e3o vida e s\u00e3o inseridos, em parte, na disserta\u00e7\u00e3o Cenas do cotidiano e da sexualidade de pessoas idosas institucionalizadas, apresentada em 2016.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Na disserta\u00e7\u00e3o, as fantasias que envolvem o universo da sexualidade s\u00e3o real\u00e7adas atrav\u00e9s do Kama Sutra, obra liter\u00e1ria escrita na \u00cdndia h\u00e1 aproximadamente 2 mil anos por Mallanaga Vatsyayana. Tatiane nomeou as pessoas descritas no trabalho a partir da proximidade com as intera\u00e7\u00f5es afetivas e amorosas expressas nos personagens da literatura. Como resultado, a pesquisa mostrou que o grande desafio da tem\u00e1tica \u00e9 fazer com que as pessoas idosas consigam manifestar suas sexualidades sem se sentirem culpadas; e que a institucionaliza\u00e7\u00e3o, atualmente, mostra-se como uma alternativa poss\u00edvel, e at\u00e9 mesmo necess\u00e1ria, \u00e0s configura\u00e7\u00f5es familiares contempor\u00e2neas. Essas transforma\u00e7\u00f5es no corpo e na vida de pessoas em processo de envelhecimento est\u00e3o dispon\u00edveis nos relatos selecionados a seguir.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>DESCRI\u00c7\u00c3O DO ESPA\u00c7O<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Na sala de televis\u00e3o ficam muitas pessoas, principalmente as que possuem pouca mobilidade, as quais repousam sonolentamente em cadeiras retr\u00e1teis, os olhos ficam semiabertos, assim como os l\u00e1bios, por onde timidamente escorre a saliva que repousa na boca espa\u00e7osa e ociosa. Algumas delas gemem, outras balbuciam algumas palavras incompreens\u00edveis; umas assistem \u00e0 televis\u00e3o, enquanto outras observam seu entorno, como <\/span><span style=\"font-weight: 400\">se estivessem procurando algu\u00e9m ou alguma coisa. Talvez em busca de si mesmas, de quem foram, ou em quem se transformaram, enfim, de sua ipseidade.<\/span><\/p><p><b>CASAL NA CASA<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Quando cheguei \u00e0 casa, o casal Satakarni e Malayevati estava na sala, come\u00e7aram a namorar ali na casa; convidei-os para a roda de conversa, mas agradeceram e foram subindo as escadas para o quarto. Ela segurou meu bra\u00e7o e, em tom moderado de voz, disse que n\u00e3o era nada comigo, mas \u00e9 que o marido dela \u00e9 muito ciumento <\/span>e n\u00e3o gosta que ela fique se mostrando; disse que obedecia para n\u00e3o dar briga. Antes do namoro, realizavam as atividades f\u00edsicas; ela gostava e participava ativamente, ele tamb\u00e9m participava. Satakarni \u00e9 casado, presenciei a visita da esposa dele na casa no dia que ele apresentou a namorada para a esposa. A esposa apoiou a rela\u00e7\u00e3o, disse que ficava feliz por ele ter uma companhia, j\u00e1 que entre eles agora s\u00f3 existia amizade.<\/p><p><b>A FAM\u00cdLIA E O ASILO<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Conversei com Vita e sua esposa, que tinha ido visit\u00e1-lo. Ela \u00e9 uma senhora muito elegante, cabelos castanhos curtos escovados, maquiagem leve e perfume suave; \u00e9 professora do estado aposentada. Ela estava sentada junto de Vita no sof\u00e1 de dois lugares, seu bra\u00e7o direito repousava nos ombros dele, de vez em quando ela fazia um cafun\u00e9 no cabelo. Ela disse que tinha vindo namorar, que sente muita saudade dele, que sofreu e sofre muito com a decis\u00e3o de deixar ele ali na casa; com os olhos marejados, confessou que n\u00e3o foi f\u00e1cil decidir; conversou com familiares e filhos, e no in\u00edcio sentia vergonha de dizer que ele estava no asilo. O sofrimento \u00e9 imenso, mesmo sabendo que n\u00e3o tinha mais condi\u00e7\u00f5es de cuidar e suprir todas as necessidades dele. [&#8230;] \u2018mas a for\u00e7a a gente tira de Deus, sem ele n\u00e3o ia conseguir enfrentar tudo isso\u2019.<\/span><\/p><p><b>AUTOIMAGEM<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">[&#8230;] estava l\u00e1, sentada na cama, olhando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 janela, Maharashtra deslizava a escova de pl\u00e1stico desgastada pelos curtos e poucos cabelos castanhos iluminados por ralos fios brancos. Em tom de desabafo, diz que n\u00e3o se olha mais no espelho, s\u00f3 no do banheiro que \u00e9 pequeno e d\u00e1 pra ver s\u00f3 o rosto, e faz tempo que n\u00e3o v\u00ea seu corpo inteiro refletido no espelho. \u2018Pra que olhar? Eu me sinto como um p\u00eassego murcho, por fora! Mas por dentro eu me sinto viva e penso at\u00e9 naquilo, eu t\u00f4 viva! \u00c9 isso que importa, n\u00e3o \u00e9?\u2019<\/span><\/p><p><b>IMPOT\u00caNCIA<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">\u2018[&#8230;] mas ele n\u00e3o funciona mais! Eu pego, puxo, puxo, mas d\u00e1 em nada, da\u00ed a gente fica na vontade\u2019. O relato dela foi reafirmado por uma das funcion\u00e1rias, que confirmou que ela manipula o p\u00eanis dele no banho que chega a cortar, ele reclama e ela vai pedir pomada pra passar. Segundo ela: \u2018minha filha diz que ele t\u00e1 pior que eu, o que eu quero com ele?\u2019 A fam\u00edlia n\u00e3o \u00e9 favor\u00e1vel \u00e0 rela\u00e7\u00e3o, pois ele \u00e9 casado e j\u00e1 tem 84 anos, mas ela n\u00e3o se importa com a opini\u00e3o da fam\u00edlia, disse que continuaria com o namoro.<\/span><\/p><p><b>SEXUALIDADE<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">A pesquisadora pergunta aos idosos Dandakya, Maharashtra, Bali, Dravida e Aparatika o que eles(as) entendiam por sexualidade:<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">[&#8230;] ap\u00f3s pensarem por alguns segundos, Dandakya respondeu para mim: \u2018\u00e9 t\u00e1 junto com algu\u00e9m, em rela\u00e7\u00e3o n\u00e9, dormindo junto, com intimidade\u2019. Para Aparatika, \u2018\u00e9 sexo e amor, entre um homem e uma mulher, da\u00ed v\u00eam os filhos, depois os netos, \u00e9 ter uma fam\u00edlia\u2019. E Dravida completou: \u2018quando a gente fica velha, nem pensa mais nisso, \u00e9 como se a gente deixasse de ser mulher\u2019.<\/span><\/p><p><b>FUNCION\u00c1RIOS E SEXUALIDADE DOS IDOSOS<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">O t\u00e9cnico em enfermagem que trabalha na casa relatou que algumas idosas querem que ele d\u00ea o banho nelas, e que, durante o banho, fazem insinua\u00e7\u00f5es verbais e gestuais, pedem para ele passar o sabonete v\u00e1rias vezes pelo corpo e em partes espec\u00edficas (aproximou a m\u00e3o da regi\u00e3o genital e do peito). Ele disse que leva tudo com bom humor, que hoje acha isso normal, mas no in\u00edcio ficava um pouco constrangido. Perguntei se na forma\u00e7\u00e3o dele em algum momento tinham sido desenvolvidas as tem\u00e1ticas, ele respondeu que foi trabalhado algo relacionado com doen\u00e7as. <\/span><\/p><p><b>LIMITA\u00c7\u00d5ES DO CORPO<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">[&#8230;] Vidushaka estava no quarto, estendendo a cama vagarosamente e com certa dificuldade. Relatou que sentia muita dor na coluna, nos joelhos e nas pernas, cada dia uma dor. Mas, segundo ele, \u2018antes tinha um corpo, jogava bocha, caminhava pra l\u00e1 e pra c\u00e1, saia l\u00e1 de casa e ia na Acampamento a p\u00e9, agora t\u00f4 virado em dor, uma carca\u00e7a\u2019. <\/span><\/p><p><b>MASTURBA\u00c7\u00c3O<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Em conversa com uma das t\u00e9cnicas em enfermagem, perguntei se ela j\u00e1 tinha presenciado algum tipo de express\u00e3o da sexualidade por parte de algum(a) idoso(a). Ela ressaltou que existe um cuidado relativo ao que poderia ser algum tipo de abuso, quando percebem que a pessoa \u00e9 mais saidinha com as outras, ficam de olho. &#8216;\u00c0 noite, na hora de dormir, os quartos ficam com as portas abertas, \u00e9 que muitos tomam medicamentos para dormir, ent\u00e3o fica tudo tranquilo, mas tem muita coisa que a gente finge que n\u00e3o viu e n\u00e3o ouviu e outras a gente acostuma. Na casa, tinha um senhor que se masturbava a qualquer hora ou lugar, ent\u00e3o a gente o levava para o quarto e deixava terminar. Algumas idosas tinham medo dele, outras pediam para tirar ele da sala, mas a gente entende a situa\u00e7\u00e3o dele, t\u00e1 com vontade. Mas, \u00e0 noite, eu pedia para as gurias do turno ficarem de olho nele&#8217;. <\/span><\/p><p><b>BOM PARTIDO<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">&#8216;Ele n\u00e3o \u00e9 como os velhos daqui, ele nem \u00e9 velho, caminha, vai aonde quer, volta pra casa dele e n\u00e3o depende de ningu\u00e9m para comer, ir no banheiro\u2026 ele seria um bom companheiro, porque eu n\u00e3o quero um velho de fralda, que n\u00e3o faz mais nada [fez um gesto com as m\u00e3os em forma de concha para baixo e para cima], nem que seja para esquentar meus p\u00e9s, beijar, fazer carinho e conversar. Tu n\u00e3o acha ele um homem bonito? Bem arrumado e n\u00e3o tem cheiro de urina, eu t\u00f4 certa ou n\u00e3o de querer uma pessoa assim?&#8217;<\/span><\/p><p><b>FILHOS, DE QUE ADIANTA?<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">\u2018Sempre fui chineiro, n\u00e3o tinha uma mulher, mas v\u00e1rias, fui noivo, mas ela n\u00e3o aguentou, por isso n\u00e3o casei, mas agora queria ter uma companheira, pra esquentar os pezinhos de noite [risos]. Eu acho linda uma morena que vem aqui, \u00e9 filha de uma das idosas acamadas, pra ela eu dava casa, comida e roupa lavada [risos], at\u00e9 me aquietava, podia ter filhos e eles me cuidarem\u2019. Rapidamente Maharashtra exclamou: Eles n\u00e3o cuidam da gente, olha, eu t\u00f4 aqui e tenho tr\u00eas filhos, o que adianta?\u2019 <\/span><\/p><p><b>DOR DA MORTE <\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Est\u00e1vamos sentados na varanda, quando ela, a irm\u00e3 dele, desceu do quarto, abra\u00e7ou e agradeceu a enfermeira, despediu-se das pessoas idosas que estavam na sala. Maharashtra perguntou como ele estava, ela respondeu sem gra\u00e7a que ele estava bem e tratou de sair da sala. Foi caminhando pela rampa, carregando no bra\u00e7o esquerdo uma sacola de papel com alguns pertences, segundo a enfermeira era o radinho de pilha, o rel\u00f3gio, o \u00f3culos e a B\u00edblia; as roupas e os cal\u00e7ados deixou para doa\u00e7\u00e3o. Na outra m\u00e3o, segurava o ventilador e, no cora\u00e7\u00e3o, acredito que o que carregava era tristeza e a certeza de que uma vida toda coube em uma sacola.<\/span><\/p><p><em><strong>Reportagem:<\/strong>\u00a0Claudine Friedrich<\/em><\/p><p><em><strong>Diagrama\u00e7\u00e3o e Ilustra\u00e7\u00e3o:<\/strong> Giana Bonilla e Juliana Krupahtz<\/em><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-f56c375 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"f56c375\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-b74db0b\" data-id=\"b74db0b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ad0cbe8 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"ad0cbe8\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"668\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/06_CAPA_SITE-1024x668.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-4198\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/06_CAPA_SITE-1024x668.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/06_CAPA_SITE-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/06_CAPA_SITE-768x501.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2018\/08\/06_CAPA_SITE.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Express\u00f5es do cotidiano e da sexualidade de pessoas idosas institucionalizadas s\u00e3o relatadas em di\u00e1rios de campo<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":4197,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1615],"tags":[1028,1106,1108],"class_list":["post-4196","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-diario-de-campo-9a-edicao","tag-9a-edicao","tag-idosos","tag-sexualidade"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4196","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4196"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4196\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4197"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4196"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4196"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4196"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}