{"id":420,"date":"2017-02-02T11:17:00","date_gmt":"2017-02-02T13:17:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/2017\/02\/02\/post420\/"},"modified":"2017-02-02T11:17:00","modified_gmt":"2017-02-02T13:17:00","slug":"post420","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/post420","title":{"rendered":"Desmatamento da Mata Atl\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" style=\"float: right; margin: 10px;\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2021\/05\/Floresta_decidual_de_santa_maria_rs.jpg\" alt=\"Clube Trekking Santa Maria, dispon\u00edvel em Wikipedia - Creative Commons - Atribui\u00e7\u00e3o 2.0 Gen\u00e9rica.\" width=\"285\" height=\"380\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde o descobrimento do Brasil, a Mata Atl\u00e2ntica teve 87,5% de sua \u00e1rea original desmatada, tendo hoje somente 12,5% de \u00e1rea remanescente, considerando as \u00e1reas de floresta nativa acima de tr\u00eas\u00a0hectares, segundo dados da ONG <\/span><em><span style=\"font-weight: 400;\">SOS Mata Atl\u00e2ntica<\/span><\/em><span style=\"font-weight: 400;\">. Mesmo com a lei que regulamenta a utiliza\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa do Bioma Mata Atl\u00e2ntica, o atlas dos remanescentes florestais elaborado pela ONG em parceria com o Inpe aponta que o desmatamento na Mata Atl\u00e2ntica no per\u00edodo de 2014-2015 aumentou em 1%, no Brasil, com rela\u00e7\u00e3o ao bi\u00eanio anterior.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar do desmatamento, pesquisas apontam um equil\u00edbrio de \u00e1reas desmatadas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> O \u00faltimo relat\u00f3rio de monitoramento do desmatamento da Mata Atl\u00e2ntica em \u00e1reas de plantio de tabaco no Rio Grande do Sul foi divulgado no final de 2016. O estudo, coordenado pelo professor Rudiney Soares Pereira, do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), demonstra que o equil\u00edbrio na din\u00e2mica da cobertura florestal se mant\u00e9m, j\u00e1 que os percentuais de desmatamento e expans\u00e3o florestal s\u00e3o menores do que 1% . <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cPercebe-se abandono de \u00e1reas no Bloco 2 que remetem para o maior \u00edndice de expans\u00e3o das florestas nativas em compara\u00e7\u00e3o ao Bloco 1. O Bloco 1 evidencia 41,88% de cobertura com floresta nativa e 1,49% de floresta plantada, ao passo que no Bloco 2 esses \u00edndices s\u00e3o de 37,49% e 0,58%, respectivamente. Quanto \u00e0\u00a0din\u00e2mica da cobertura florestal nos dois blocos entre os anos de 2013 a 2016, os resultados indicam desmatamento de 0,75% e expans\u00e3o florestal de 0,59% no Bloco 1, enquanto no Bloco 2 estes \u00edndices s\u00e3o de 0,18% e 0,32%, respectivamente\u201d, conclui Pereira.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dessa forma, segundo os pesquisadores, \u00e9 poss\u00edvel inferir que as \u00e1reas anteriormente usadas para a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e pecu\u00e1ria est\u00e3o sendo abandonadas para que a vegeta\u00e7\u00e3o nativa se regenere, enquanto novas \u00e1reas s\u00e3o desmatadas. O mapeamento foi realizado usando dados coletados pelos sat\u00e9lites RapidEye. Para ver quais cidades pertencem a cada bloco,\u00a0clique no \u00edcone localizado no canto superior \u00e0 esquerda do mapa abaixo. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/d\/embed?mid=1rKzvUb7GyS9AdusK42PKY_Vh77w&amp;hl=pt-BR\" width=\"480\" height=\"480\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O projeto de monitoramento existe desde 2011, quando um acordo para a preserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica foi assinado pelo Sindicato Interestadual da Ind\u00fastria do Tabaco (SindiTabaco), a Afubra (Associa\u00e7\u00e3o dos Fumicultores do Brasil), o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis) e o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. Naquele ano, algumas \u00e1reas come\u00e7aram a ser monitoradas por meio da parceria entre a UFSM e o SindiTabaco.<\/span><\/p>\n<p>Rep\u00f3rter: Luan Romero<br \/>\nFoto: Clube Trekking Santa Maria, dispon\u00edvel em Wikipedia &#8211; Creative Commons &#8211; Atribui\u00e7\u00e3o 2.0 Gen\u00e9rica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto que monitora o desmatamento da Mata aponta equil\u00edbrio de \u00e1reas desmatadas<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":946,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1523],"tags":[],"class_list":["post-420","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/420","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=420"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/420\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/946"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=420"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=420"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=420"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}