{"id":5287,"date":"2019-02-14T12:20:43","date_gmt":"2019-02-14T14:20:43","guid":{"rendered":"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/?p=5287"},"modified":"2021-06-17T18:13:08","modified_gmt":"2021-06-17T21:13:08","slug":"9-curiosidades-sobre-morcegos-que-voce-nao-sabia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/9-curiosidades-sobre-morcegos-que-voce-nao-sabia","title":{"rendered":"9 curiosidades sobre morcegos que voc\u00ea n\u00e3o sabia"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">Os morcegos s\u00e3o seres envoltos em cren\u00e7as m\u00edsticas e, \u00e0s vezes, podem causar medo nas pessoas. Mas ser\u00e1 que, cientificamente, h\u00e1 evid\u00eancias sobre os males que os morcegos podem causar? Conhecidos popularmente na literatura, no cinema e na fic\u00e7\u00e3o como animais que se alimentam de sangue, eles normalmente s\u00e3o associados a bruxas, vampiros e ao super-her\u00f3i Batman, o homem-morcego. No entanto, bem longe de serem os vil\u00f5es da hist\u00f3ria, os morcegos, na verdade, s\u00e3o animais capazes de se ajustar ao cen\u00e1rio urbano sem representar amea\u00e7a alguma ao ser humano. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Um projeto de pesquisa chamado <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Morcegos Urbanos de Santa Maria<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> foi criado na UFSM para o Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso da acad\u00eamica de Biologia Fabiana Perrando Coradini, com orienta\u00e7\u00e3o do<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Professor Everton Rodolfo Behr e coorienta\u00e7\u00e3o da doutoranda Cristina Cerezer<\/span><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">A inquieta\u00e7\u00e3o inicial, que culminou no projeto de pesquisa, foi a necessidade que Fabiana sentia de sair a campo como futura bi\u00f3loga. \u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Quero estar no meio do mato, mexendo com bichos. \u00c9 isso que me faz feliz\u201d, afirma a estudante de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os morcegos, tamb\u00e9m chamados pelo nome cient\u00edfico quir\u00f3pteros (por conta da classifica\u00e7\u00e3o na Ordem Chiroptera) s\u00e3o criaturas capazes de dizimar uma s\u00e9rie de insetos que atacam lavouras e, assim, manter uma planta\u00e7\u00e3o bem cuidada sem o uso de pesticidas. Dessa forma, os morcegos polinizadores e os predadores de insetos auxiliam o mercado que movimenta bilh\u00f5es de d\u00f3lares por ano: o da agricultura. Eles s\u00e3o adapt\u00e1veis e equilibram o ambiente. \u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Apesar de a gente falar morcego de forma gen\u00e9rica, n\u00e3o existe um s\u00f3 tipo de morcego\u201d, comenta Fabiana sobre a diversidade dos animais, que somam 180 esp\u00e9cies no Brasil e possuem diferentes h\u00e1bitos alimentares e comportamentais. Confira, a seguir, uma lista com nove curiosidades sobre esses animais.<\/span><\/p>\n<p><b><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft \" src=\"https:\/\/media.giphy.com\/media\/1Vm4V3C7CMqQ\/giphy.gif\" width=\"397\" height=\"223\" \/><\/b><\/p>\n<p><b>1 &#8211; Os morcegos n\u00e3o se alimentam apenas de sangue<\/b><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">Das 180 esp\u00e9cies de morcegos que existem no Brasil, apenas tr\u00eas delas se alimentam de sangue: uma delas se alimenta de sangue de mam\u00edferos e aves; outra, somente de aves; e a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Desmodus rotundus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> tolera o consumo de sangue huma<\/span><span style=\"font-weight: 400\">no, mas na verdade se alimenta de mam\u00edferos e aves. O ambiente deve estar muito degradado e com as presas naturais reduzidas para que esse morcego tome a atitude de se alimentar de um ser humano.<\/span><\/p>\n<p><b><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5289 alignright\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/giphy.gif\" alt=\"\" width=\"375\" height=\"211\" \/><\/b><\/p>\n<p><b>2 &#8211; Existem morcegos \u201cnaturebas\u201d<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Alguns morcegos s\u00e3o classificados como nectar\u00edvoros quanto \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, porque possuem como card\u00e1pio preferido o n\u00e9ctar das flores e o p\u00f3len. Grande parte dos morcegos brasileiros preferem insetos, j\u00e1 a maioria ao redor do mundo \u00e9 frug\u00edvoro, ou seja, se alimentam de frutos.<\/span><\/p>\n<p><b><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-5290\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/giphy-1.gif\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"287\" \/><\/b><\/p>\n<p><b>3 &#8211; Entre a natureza e o meio urbano<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esses bichinhos s\u00e3o bem adapt\u00e1veis e enquanto uns n\u00e3o dispensam a rusticidade de uma caverna, outros encontram espa\u00e7o no conforto do centro urbano. Muitos morcegos ainda se abrigam em furnas (manifesta\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica natural que libera vapor d\u2019\u00e1gua), \u00e1rvores e cascas de \u00e1rvores (soltas ou acopladas). No geral, os morcegos precisam de um ambiente natural e n\u00e3o impactado pelo homem para poderem encontrar comida mais facilmente e viverem em harmonia com a natureza. Fabiana comenta que essa concep\u00e7\u00e3o est\u00e1 mudando: \u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Alguns estudos apontam que determinadas esp\u00e9cies se d\u00e3o melhor no ambiente urbano do que no ambiente natural, mas isso ainda requer muito estudo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00c9 poss\u00edvel encontrar morcegos em todo o globo terrestre, exceto nos p\u00f3los. A principal regi\u00e3o que abriga os morcegos \u00e9 a neotropical, que envolve a Am\u00e9rica do Sul e uma por\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica Central. Ainda, \u00e9 entre os tr\u00f3picos que vivem as mais diferentes esp\u00e9cies de morcegos. O local \u00e9 prop\u00edcio para a vida dos animais, pois oferece uma abund\u00e2ncia de insetos e frutos, e o clima contribui para a sobreviv\u00eancia e reprodu\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5291 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/Infogr\u00e1fico.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"1859\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/Infogr\u00e1fico.jpg 800w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/Infogr\u00e1fico-129x300.jpg 129w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/Infogr\u00e1fico-768x1785.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/Infogr\u00e1fico-441x1024.jpg 441w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O morcego <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Myotis ruber<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400\">,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> tamb\u00e9m conhecido como Morcego-borboleta-avermelhado, <\/span><span style=\"font-weight: 400\">se alimenta de insetos<\/span><span style=\"font-weight: 400\">, esteve amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o e possu\u00eda alto grau de vulnerabilidade no Rio Grande do Sul. Atualmente, ele j\u00e1 saiu da Lista Vermelha de extin\u00e7\u00e3o, que aponta a esp\u00e9cie que corre maior risco.<\/span><\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-5310\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/giphy-3-1.gif\" alt=\"\" width=\"457\" height=\"257\" \/>4 &#8211; Q<\/b><b>uem amea\u00e7a o morcego<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Como todas as criaturas vivas, o morcego faz parte de uma cadeia alimentar que harmoniza o ambiente. Os predadores dos morcegos s\u00e3o corujas, gavi\u00f5es, morcegos carn\u00edvoros e a ave anu-branco. Os gavi\u00f5es capturam os morcegos durante o forrageio (momento em que o animal sai para procurar alimentos pr\u00f3ximos da terra) ou nos abrigos em que ambas esp\u00e9cies dividem. O anu-branco entra nos abrigos dos morcegos e costuma predar principalmente os filhotes do grupo.<\/span><\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5293 alignright\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/giphy-3.gif\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"373\" \/>5 &#8211; O felino tamb\u00e9m ataca<\/b><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O ambiente urbano ocasionou o surgimento de um novo predador para os morcegos: o gato. Durante a pesquisa realizada por Fabiana, foi relatado por um dos moradores entrevistados uma \u201cchacina\u201d realizada por um gato que ca\u00e7ou alguns morcegos. Al\u00e9m dos gatos, os cachorros tamb\u00e9m capturam morcegos que est\u00e3o pr\u00f3ximos ao ch\u00e3o ou dentro de casa. A pesquisadora alerta que a intera\u00e7\u00e3o entre esses animaizinhos pode acabar provocando alguma doen\u00e7a caracter\u00edstica dos morcegos nos pets: \u201cde qualquer forma, \u00e9 muito importante manter os animais de estima\u00e7\u00e3o vacinados\u201d.<\/span><\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-5309\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/giphy-2-1.gif\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"233\" \/>6 &#8211; Poucos morcegos contraem a raiva<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Embora o v\u00edrus da raiva seja a principal doen\u00e7a relacionada aos morcegos pelos zootecnistas, veterin\u00e1rios e senso comum, as pesquisas em diversidade (que visam conhecer a estrutura e a composi\u00e7\u00e3o de morcegos de um certo local) \u00a0mostram que menos de 30% dos bichinhos apresentava o v\u00edrus. Fabiana considera essa taxa muito baixa, levando em conta que a doen\u00e7a pode estar presente em qualquer mam\u00edfero silvestre, at\u00e9 mesmo em morcegos que n\u00e3o se alimentam de sangue. Ela conta como essa doen\u00e7a, na cren\u00e7a popular, passou a ser sin\u00f4nimo de morcego: \u201cO estigma da raiva caiu sobre os quir\u00f3pteros devido ao h\u00e1bito hemat\u00f3fago (alimentar-se de sangue) de uma esp\u00e9cie de morcego, o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Desmodus rotundus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u201d. A pecu\u00e1ria invadiu o habitat natural dessa esp\u00e9cie e, por conta disso, a vaca, o cavalo, a ovelha e at\u00e9 o javali substitu\u00edram as presas naturais e se tornaram as novas v\u00edtimas do morcego. A partir desse momento, os morcegos s\u00e3o percebidos como um problema para os seres humanos.<\/span><\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/media.giphy.com\/media\/14kD398P1uoSPe\/giphy.gif\" width=\"338\" height=\"190\" \/><\/b><\/p>\n<p><b>7 &#8211; N\u00e3o h\u00e1 motivo para temer<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A \u00faltima contamina\u00e7\u00e3o de raiva por morcego na regi\u00e3o central do estado foi em 2007. \u00c9 poss\u00edvel controlar a dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus mantendo a vacina\u00e7\u00e3o das cria\u00e7\u00f5es rurais em dia. Cuidar de \u00e1reas que necessitam de preserva\u00e7\u00e3o permanente \u00e9 importante para os morcegos viverem no seu habitat sem precisar buscar novas presas, como animais dom\u00e9sticos.<\/span><\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignleft\" src=\"https:\/\/media.giphy.com\/media\/9p4mPouqZzs2s\/giphy.gif\" width=\"366\" height=\"197\" \/>8 &#8211; Morceguinhos tamb\u00e9m plantam <\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os morcegos frug\u00edvoros possuem um papel importante no reflorestamento de \u00e1reas desmatadas. Quando eles voam para se alimentar, eles acabam eliminando sementes vi\u00e1veis de plantio pelas fezes. \u00a0Pesquisadores da Unesp e da Embrapa desenvolveram aromas de frutas para atrair morcegos que possam espalhar sementes em regi\u00f5es devastadas. As \u00e1reas escolhidas para o replantio foram o sul da Mata Atl\u00e2ntica e a parte central da Floresta Amaz\u00f4nica. Esse reflorestamento realizado por morcegos \u00e9 mais completo do que se fosse utilizado o m\u00e9todo tradicional.<\/span><\/p>\n<p><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5294 alignright\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/giphy-1-1.gif\" alt=\"\" width=\"284\" height=\"249\" \/>9 &#8211; Ningu\u00e9m escapa do radar<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Talvez voc\u00ea j\u00e1 tenha ouvido a m\u00fasica <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Riu68sYRzMg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Sem Radar<\/span><\/i> <\/a><span style=\"font-weight: 400\">da banda carioca de rock alternativo LS Jack, que fez sucesso nos anos 2000. A letra faz refer\u00eancia ao radar do morcego, tamb\u00e9m conhecido como ecolocaliza\u00e7\u00e3o, que serve para detectar a dist\u00e2ncia e a posi\u00e7\u00e3o dos objetos ou corpos ao redor. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Frequentemente, pessoas relatam que os morcegos d\u00e3o \u201cvoos rasantes\u201d. Segundo Fabiana, existem dois motivos principais para isso. O primeiro \u00e9 que os morcegos frug\u00edvoros voam por cima e por baixo das plantas das quais eles pretendem se alimentar, o v\u00f4o baixo pode parecer uma amea\u00e7a caso algu\u00e9m esteja por perto. O segundo motivo \u00e9 que os animais voam em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 pessoa para localiz\u00e1-la pelo radar e perceber se o indiv\u00edduo representa uma amea\u00e7a. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os morcegos percebem amea\u00e7a, se estressam e tamb\u00e9m sofrem quando atacados. Geralmente possuem o impulso de fugir dos seres humanos por reconhecerem o perigo nessas intera\u00e7\u00f5es. Para Fabiana, que esteve em abrigos diurnos, \u00e9 poss\u00edvel perceber que eles se escondem quando aparece um \u201cintruso\u201d no seu ambiente natural. \u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Nos abrigos da esp\u00e9cie <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Tadarida brasiliensis<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400\">,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> ouvi uma vocaliza\u00e7\u00e3o t\u00edpica que se repetia em todos os locais, como se fosse um aviso de perigo para os demais indiv\u00edduos da col\u00f4nia\u201d, comenta a pesquisadora. Os morcegos que vivem em Santa Maria n\u00e3o atacam os seres humanos, mas podem tentar morder se forem capturados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A pesquisa ter\u00e1 continuidade para al\u00e9m da monografia. Se algum morcego entrou na sua resid\u00eancia ou no seu local de trabalho e voc\u00ea desconfia de um poss\u00edvel abrigo de morcegos, voc\u00ea pode entrar em contato com os pesquisadores pela p\u00e1gina no<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> Facebook <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/morcegosurbanossm\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Morcegos Urbanos de Santa Maria &#8211; Projeto de Pesquisa<\/span><\/i><\/a> <span style=\"font-weight: 400\">e ajudar a realizar o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Mapeamento de Morcegos &#8211; BATMAP<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, seguindo os seguintes passos:<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5296\" aria-describedby=\"caption-attachment-5296\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5296 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/comunicacao\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/47388874_596027814150806_9017535772143648768_n.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/47388874_596027814150806_9017535772143648768_n.jpg 640w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/02\/47388874_596027814150806_9017535772143648768_n-200x300.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5296\" class=\"wp-caption-text\">Foto reprodu\u00e7\u00e3o: p\u00e1gina do facebook Morcegos Urbanos de Santa Maria &#8211; Projeto de Pesquisa<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Reportagem:<\/strong> Mirella Joels<\/p>\n<p><strong>Ilustra\u00e7\u00e3o:<\/strong> Noam Wurzel<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudante de Biologia da UFSM pesquisa rela\u00e7\u00f5es entre morcegos, seres humanos e ambientes urbanos<\/p>\n","protected":false},"author":32,"featured_media":5295,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1523],"tags":[1396,1398,560,1400,1402,4383],"class_list":["post-5287","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia","tag-biologia","tag-cidade","tag-ciencia","tag-microquiropteros","tag-morcegos","tag-top-5"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5287","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/32"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5287"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5287\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5295"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5287"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5287"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5287"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}