{"id":6054,"date":"2019-10-17T09:50:40","date_gmt":"2019-10-17T12:50:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/?p=6054"},"modified":"2019-10-22T13:29:29","modified_gmt":"2019-10-22T16:29:29","slug":"cuidados-paliativos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/cuidados-paliativos","title":{"rendered":"Dignidade e autonomia para o paciente"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"6054\" class=\"elementor elementor-6054\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-67ea2b99 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"67ea2b99\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7b528f09\" data-id=\"7b528f09\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-58b33c1f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"58b33c1f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidadospaliativos.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6056 size-large\" title=\"Cuidados paliativos\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidadospaliativos-1024x669.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"669\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidadospaliativos-1024x669.png 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidadospaliativos-300x196.png 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidadospaliativos-768x502.png 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidadospaliativos.png 1199w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<!-- wp:tadv\/classic-paragraph -->\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Derivado do latim <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">pallium<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, o termo paliar significa proteger. Os cuidados paliativos s\u00e3o definidos como uma forma de assist\u00eancia aos pacientes e fam\u00edlias que enfrentam doen\u00e7as graves, potencialmente amea\u00e7adoras \u00e0 continuidade da vida. \u00c9 uma maneira de proteg\u00ea-los, de amenizar a dor e o sofrimento, tanto f\u00edsicos, psicol\u00f3gicos, sociais ou espirituais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Receber o diagn\u00f3stico de uma doen\u00e7a grave \u00e9 sempre angustiante. Mas o fato de n\u00e3o possuir cura n\u00e3o significa que o cuidado deva terminar ou que n\u00e3o exista algo a ser feito<\/span><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Ao contr\u00e1rio, significa que uma equipe multidisciplinar poder\u00e1 atender o enfermo e seus familiares e prestar aux\u00edlio em diferentes aspectos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><br \/><br \/><\/p>\n<h2>Equipe Matricial de Palia\u00e7\u00e3o do HUSM\u00a0<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os cuidados paliativos devem ser oferecidos em todos os hospitais que atendem pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). Al\u00e9m disso, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) determina a implanta\u00e7\u00e3o do atendimento tamb\u00e9m nas Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBS\u2019s), para que o paciente seja auxiliado desde o diagn\u00f3stico.\u00a0 Entretanto, em muitos casos a realidade n\u00e3o \u00e9 bem assim.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O Hospital Universit\u00e1rio \u00e9 um dos poucos da regi\u00e3o que tem equipe multidisciplinar para prestar esse servi\u00e7o. A Equipe Matricial de Palia\u00e7\u00e3o do HUSM (EMPHUSM) foi criada em 2017 e, atualmente, conta com uma m\u00e9dica paliativista, uma oncologista, dois psiquiatras, uma geriatra, duas enfermeiras, duas assistentes sociais, dois psic\u00f3logos, uma terapeuta ocupacional e um fisioterapeuta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A m\u00e9dica paliativista Raquel Thomaz explica que, al\u00e9m do controle de sintomas, uso de medica\u00e7\u00e3o, realiza\u00e7\u00e3o de exames e demais procedimentos feitos com quem est\u00e1 em estado grave, os cuidados paliativos promovem o bem-estar do enfermo a partir de outros meios.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Se o paciente deseja comer outros alimentos, para al\u00e9m da dieta hospitalar, ou receber a visita do seu animal de estima\u00e7\u00e3o, por exemplo, a equipe realiza esses pedidos. M\u00fasica e apoio espiritual tamb\u00e9m s\u00e3o desejos frequentes dos internados. Raquel destaca que, por tr\u00e1s de tais cuidados, h\u00e1 comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que demonstra resultados positivos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cEsse acompanhamento \u00e9 important\u00edssimo pra gente que t\u00e1 nessa fase. Uma fase n\u00e3o muito boa, mas que faz parte da vida e da morte\u201d, afirma<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">Gilton Ronei Martins, que tem 57 anos e h\u00e1 dois recebe cuidados paliativos. Ele conta que o suporte dado pela equipe, tanto para ele quanto para sua fam\u00edlia, tem sido fundamental para lidar com a doen\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m da melhora na qualidade de vida, o paciente comenta a import\u00e2ncia de um tratamento mais humanizado. Antes, Gilton fazia apenas as consultas necess\u00e1rias e a quimioterapia. \u201cNos dias em que n\u00e3o tenho consulta, sinto falta. Eu tenho prazer em vir, porque eles s\u00e3o meus amigos. \u00c9 um momento em que posso conversar e expor meus medos. Eu tinha muito medo de morrer e, nos cuidados paliativos, com o acompanhamento psicol\u00f3gico, perdi isso\u201d, relata.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Tamb\u00e9m h\u00e1 casos de pacientes que preferem passar seus \u00faltimos dias em casa. Nessas situa\u00e7\u00f5es, a equipe atua junto aos profissionais do servi\u00e7o de atendimento domiciliar do HUSM.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cA gente vai na casa do paciente, atende, tenta controlar os sintomas e v\u00ea o que a fam\u00edlia precisa. O que queremos \u00e9 isto: preservar a autonomia e a qualidade de vida ao m\u00e1ximo. Por isso, que \u00e9 necess\u00e1rio ter tanta gente na equipe\u201d, observa Raquel. Mesmo ap\u00f3s o falecimento, a EMPHUSM segue com a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o para as fam\u00edlias e as auxilia na supera\u00e7\u00e3o do luto.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2>Rotina da equipe multidisciplinar<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figure id=\"attachment_6055\" aria-describedby=\"caption-attachment-6055\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidados.paliativos2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-6055 size-large\" title=\"Animal de estima\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-content\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidados.paliativos2-1024x669.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"669\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidados.paliativos2-1024x669.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidados.paliativos2-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidados.paliativos2-768x502.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2019\/10\/cuidados.paliativos2.jpg 1199w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6055\" class=\"wp-caption-text\">Pacientes podem receber seus animais de estima\u00e7\u00e3o nos cuidados paliativos<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com a enfermeira Noeli Birk, desde o in\u00edcio at\u00e9 os dias atuais, a equipe de cuidados paliativos j\u00e1 atendeu mais de 400 pacientes. Os casos mais comuns s\u00e3o as doen\u00e7as oncol\u00f3gicas. Depois est\u00e3o os idosos com dem\u00eancia ou sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), pessoas com problemas do cora\u00e7\u00e3o, doen\u00e7a pulmonar obstrutiva cr\u00f4nica avan\u00e7ada, doen\u00e7as do f\u00edgado avan\u00e7adas e problemas cir\u00fargicos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No HUSM n\u00e3o h\u00e1 uma unidade pr\u00f3pria para os cuidados paliativos. Os pacientes s\u00e3o internados nas alas correspondentes aos seus quadros e seus m\u00e9dicos devem solicitar a assist\u00eancia. A partir do momento em que os servi\u00e7os come\u00e7am, o acompanhamento do enfermo \u00e9 di\u00e1rio, de segunda a sexta-feira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cA gente come\u00e7a, geralmente, quando o paciente j\u00e1 est\u00e1 na fase final da vida, infelizmente. O ideal seria come\u00e7armos j\u00e1 no diagn\u00f3stico de uma doen\u00e7a grave. Quanto mais precocemente acompanharmos o paciente e a fam\u00edlia, mais poderemos fazer por eles\u201d, explica a enfermeira.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em muitos casos, n\u00e3o apenas o doente, mas tamb\u00e9m a equipe hospitalar n\u00e3o tem muito conhecimento sobre esses cuidados e acaba sem solicit\u00e1-los, ou o faz muito tarde. Para que a atua\u00e7\u00e3o possa ser mais efetiva, a EMPHUSM realiza capacita\u00e7\u00f5es para as diversas \u00e1reas, a fim de sensibilizar os funcion\u00e1rios.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Josias da Costa Ribeiro s\u00f3 teve conhecimento do tratamento no momento em que sua m\u00e3e, com c\u00e2ncer, necessitou. Quando perguntado, afirma que a maior qualidade da equipe \u00e9 a forma humana e pr\u00f3xima com que tratam os enfermos. \u201cAcho que esse \u00e9 o grande diferencial: a conversa, a acolhida. \u00c0s vezes parece ruim isso que a gente fala, mas \u00e9 uma prepara\u00e7\u00e3o. Uma prepara\u00e7\u00e3o para uma morte mais amena, que n\u00e3o seja t\u00e3o sofrida e dolorosa\u201d, analisa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2>Dificuldade e preconceito<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dados da OMS mostram que 20 milh\u00f5es de pessoas no mundo necessitam de cuidados paliativos todo ano. Contudo, apenas uma em cada 10 pessoas recebe o atendimento adequado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A m\u00e9dica Raquel conta que, na esfera acad\u00eamica, o tema ainda \u00e9 pouco abordado. Ela mesma s\u00f3 obteve conhecimento sobre os cuidados paliativos depois de formada, quando fazia especializa\u00e7\u00e3o em geriatria. Para a especialista, o desafio \u00e9 come\u00e7ar na gradua\u00e7\u00e3o a trabalhar o assunto, coisa que hoje poucas universidades e cursos fazem.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Outra dificuldade relatada \u00e9 que os cuidados paliativos t\u00eam sido apenas associados a quem est\u00e1 prestes a morrer. \u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400\">O que a gente gostaria \u00e9 tirar esse r\u00f3tulo que ficou. \u00c9 falar de vida. \u00c9 promover qualidade de vida. \u00c9 falar da morte sem tabu. \u00c9 a morte como sendo pertencente. A gente faz o que faz para viver bem e morrer bem. N\u00e3o queremos que ningu\u00e9m morra com dor, sofrendo ou sozinho\u201d, salienta a m\u00e9dica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Apesar do preconceito e das dificuldades existentes, a enfermeira Noeli mostra tamb\u00e9m outra perspectiva. Para ela, o trabalho a modificou muito, principalmente na compreens\u00e3o da sua finitude e na import\u00e2ncia da valoriza\u00e7\u00e3o da vida.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cOs cuidados paliativos nos ensinam isto: dizer o quanto amamos cada pessoa; saber o quanto a gente \u00e9 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">pequenininho<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">; saber que hoje eu sou a enfermeira, mas amanh\u00e3 posso ser a paciente\u201d, avalia.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><b><i>Rep\u00f3rter<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">: Melissa Konzen, acad\u00eamica de Jornalismo\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p><b><i>Colaborou:<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400\"> Mirella Joels, acad\u00eamica de Jornalismo<\/span><\/i><\/p>\n<p><b><i>Ilustradora<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">: Beatriz Dalcin, acad\u00eamica de Publicidade e Propaganda<\/span><\/i><\/p>\n<p><b><i>M\u00eddias Sociais<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">: Nataly Dandara, acad\u00eamica de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas, e Carla Costa, rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas<\/span><\/i><\/p>\n<p><b><i>Editor<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">: Maur\u00edcio Dias, jornalista<\/span><\/i><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<!-- \/wp:tadv\/classic-paragraph -->\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipe do HUSM oferece cuidados paliativos a fim de promover o bem-estar e ajudar na compreens\u00e3o da morte<\/p>\n","protected":false},"author":32,"featured_media":6056,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1895],"tags":[4013,122,146],"class_list":["post-6054","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude","tag-cuidados-paliativos-pt","tag-husm","tag-saude"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6054","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/32"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6054"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6054\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6056"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6054"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6054"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6054"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}