{"id":8531,"date":"2021-07-12T09:41:28","date_gmt":"2021-07-12T12:41:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/?p=8531"},"modified":"2021-08-06T23:14:34","modified_gmt":"2021-08-07T02:14:34","slug":"4-tipos-batata-doce-voce-encontra-polifeira-ufsm","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/4-tipos-batata-doce-voce-encontra-polifeira-ufsm","title":{"rendered":"4 tipos de batata-doce que voc\u00ea encontra na Polifeira da UFSM"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"668\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/Capa-1024x668.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8532\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/Capa-1024x668.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/Capa-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/Capa-768x501.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/Capa.jpg 1458w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A batata-doce \u00e9 um alimento de grande valor nutricional e \u00e9 op\u00e7\u00e3o para pessoas que procuram um estilo de consumo alimentar mais saud\u00e1vel. Na Polifeira do Agricultor da Universidade Federal de Santa Maria, as variedades de batata-doce mais procuradas s\u00e3o as do tipo biofortificada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sabrina Dick, estudante de Agronomia e bolsista do projeto, explica sobre a biofortifica\u00e7\u00e3o: \u201cEla surgiu como meio de oferecer nutri\u00e7\u00e3o \u00e0s popula\u00e7\u00f5es mais pobres, que sofrem da fome oculta &#8211; est\u00e3o saciados, por\u00e9m, n\u00e3o nutridos\u201d. A estudante conta que esse mercado est\u00e1 em expans\u00e3o e que, al\u00e9m da batata-doce, existem outros alimentos bioforticados, a exemplo da mandioca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Gustavo Pinto da Silva, professor no Col\u00e9gio Polit\u00e9cnico e coordenador da Polifeira da UFSM, foi feita uma compra coletiva de quatro esp\u00e9cies de batata-doce biofortificada. A a\u00e7\u00e3o, que beneficiou os produtores rurais que integram o projeto, contou com mil mudas adquiridas pelo conjunto dos seis feirantes. \u201cO objetivo da a\u00e7\u00e3o foi aumentar a disponibilidade e diversidade de variedades de batata-doce na Polifeira do Agricultor. O resultado s\u00e3o as batatas-doces que hoje s\u00e3o comercializadas feira a feira\u201d, ressalta Gustavo.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos produtores rurais que realizou a compra foi Geraldo Andr\u00e9 Raddatz, 59 anos, que trabalha com a terra desde crian\u00e7a. Ele conta que, quando come\u00e7ou no ramo&nbsp; da agricultura, o foco era a produ\u00e7\u00e3o de fumo. \u201cHoje, a gente <em>t\u00e1<\/em> lidando com hortifruti e o objetivo do s\u00edtio \u00e9 focar em produtos que, al\u00e9m do produto normal, ofere\u00e7am um outro benef\u00edcio, de nutrientes ou medicinais\u201d.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/geraldo-1-1024x668.jpg\" alt=\"Fotografia colorida na horizontal. Ao centro, um homem vestido m\u00e1scara preta e um avental verde estampado  na altura do peito com a frase &quot;Polifeira do Agricultor, do campo para o campus&quot;. Ele segura em duas m\u00e3os dois tipos de batata-doce.  \" class=\"wp-image-8534\" width=\"768\" height=\"501\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/geraldo-1-1024x668.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/geraldo-1-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/geraldo-1-768x501.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/geraldo-1.jpg 1458w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Geraldo conversou com a Revista Arco entre um atendimento e outro. Para os clientes, oferecia os produtos da \u00e9poca, org\u00e2nicos, e falava dos benef\u00edcios de cada um. Ao oferecer a batata-doce, ele dava um destaque especial para a do tipo biofortificada, e explicava as diferen\u00e7as e as vantagens de adquiri-la. O projeto da Polifeira que possibilitou a compra de mudas trouxe, para os feirantes, quatro variedades: BRS Am\u00e9lia, BRS Cuia, BRS Rubissol e BRS Beauregard. Geraldo comenta que cultiva as quatro, mas a que mais vende \u00e9 a variedade Beauregard. \u201cEu plantei seiscentas mudas e j\u00e1 vendi tudo\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O projeto de biofortifica\u00e7\u00e3o de alimentos come\u00e7ou nos Estados Unidos e foi trazido ao Brasil pela Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecu\u00e1rias, a Embrapa. Al\u00e9m da batata-doce, a empresa j\u00e1 desenvolveu a biofortifica\u00e7\u00e3o de mandioca, milho e feij\u00e3o. As mudas s\u00e3o certificadas pela entidade, e existem viveiros que s\u00e3o autorizados a produzir e a fazer a sua comercializa\u00e7\u00e3o. No Rio Grande do Sul, h\u00e1 dois deles: um localizado em Pelotas, e o outro, em Santa Cruz do Sul. Em Santa Maria, \u00e9 poss\u00edvel encontrar as batatas-doces do tipo biofortificada na Polifeira do Agricultor da UFSM, que acontece todas as ter\u00e7as, das 7h \u00e0s 12h30, na Avenida Roraima, pr\u00f3ximo \u00e0 R\u00f3tula da UFSM. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Revista Arco preparou uma lista pra voc\u00ea conhecer mais sobre os quatro tipos de batatas-doces que voc\u00ea encontra l\u00e1:<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/beauregard-1024x668.jpg\" alt=\"Fotografia colorida na horizontal. Nela, um registro aproximado da batata-doce sinalizada pela legenda como &quot;Beauregard&quot;. O tom dela \u00e9 alaranjado por dentro e por fora. \" class=\"wp-image-8535\" width=\"768\" height=\"501\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/beauregard-1024x668.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/beauregard-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/beauregard-768x501.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/beauregard.jpg 1458w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>1. BRS BEAUREGARD<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sua principal caracter\u00edstica \u00e9 a cor alaranjada quando partida. A colora\u00e7\u00e3o diferente, que chama a aten\u00e7\u00e3o de quem v\u00ea, \u00e9 resultado da elevada quantidade de betacaroteno*, que se transforma em vitamina A no organismo. Ela apresenta dez vezes mais carotenoides* do que outros tipos de batata-doce. O rendimento varia entre 23 a 29 toneladas por hectare, o que equivale ao peso de um caminh\u00e3o truque. Quanto ao plantio, pode ser realizado quase em qualquer \u00e9poca do ano. A exce\u00e7\u00e3o s\u00e3o os locais e per\u00edodos em que a temperatura m\u00ednima \u00e9 inferior a 15\u00ba C (ou seja, ela n\u00e3o pode ser plantada no inverno ga\u00facho).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/amelia_2Ccuiaerubissol-1024x668.jpg\" alt=\"Fotografia colorida na horizontal. Ao centro, duas bandejas vermelhas com quatro diferentes tipos de batata-doce dentro. Entre elas, est\u00e3o sinalizadas tr\u00eas atrav\u00e9s de legendas: o tipo &quot;Am\u00e9lia&quot;, com a cor rosada, de comprimento m\u00e9dio e grossa; a &quot;Cuia&quot;, de cor branca, comprimento grande e grossa; e a &quot;Rubissol&quot;, de cor em um tom de roxo, de comprimento grande e fina.\" class=\"wp-image-8536\" width=\"768\" height=\"501\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/amelia_2Ccuiaerubissol-1024x668.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/amelia_2Ccuiaerubissol-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/amelia_2Ccuiaerubissol-768x501.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/601\/2021\/07\/amelia_2Ccuiaerubissol.jpg 1458w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">   <\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>2. BRS RUBISSOL<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse tipo de batata-doce biofortificada se destaca pela apar\u00eancia bonita e pelo tamanho uniforme do \u2018fruto\u2019. A Rubissol foi selecionada a partir de plantas encontradas na cidade de Pelotas, com ensaios de campo e de laborat\u00f3rio feitos na Embrapa a partir de 1994.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>3. BRS AM\u00c9LIA<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O destaque desse tipo de batata-doce est\u00e1 na fonte de carotenoides*, o que significa que \u00e9 um alimento pr\u00f3-vitamina A, muitas vezes em falta nas crian\u00e7as. \u00c9 muito aceita pelo consumidor devido ao sabor e \u00e0 cor, com interior alaranjado. Quando cozida ou assada, sua textura \u00e9 melada, ou seja, mais macia, com sensa\u00e7\u00e3o de \u2018derreter\u2019 na boca.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. BRS CUIA<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este tipo de batata-doce tamb\u00e9m foi desenvolvida a partir de plantas encontradas na regi\u00e3o de Pelotas. Seu destaque est\u00e1 na cor creme &#8211; tanto da casca quanto do interior, e na textura mais seca. As batatas t\u00eam uniformidade, e o formato \u00e9 redondo e mais alongado, ou seja, as batatas s\u00e3o mais compridas, podendo ter de 15cm a 20cm, e&nbsp; lembram o formato de uma mandioca. O per\u00edodo de cultivo pode variar entre quatro a quatro meses e meio.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como consumir?<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A batata-doce pode ser consumida de diversas formas. As mais tradicionais s\u00e3o a cozida, a assada ao forno e a caramelizada no forno. Mas existem diversas <a href=\"https:\/\/www.guiadasemana.com.br\/receitas\/galeria\/receitas-com-batata-doce\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.guiadasemana.com.br\/receitas\/galeria\/receitas-com-batata-doce\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">receitas<\/a> que utilizam o alimento como ingrediente principal, como p\u00e3o, bolo, sopa cremosa, panqueca, nhoque, <em>brownie<\/em>, pur\u00ea e chips de batata-doce (este \u00faltimo, inclusive, tamb\u00e9m \u00e9 vendido na Polifeira).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:13px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Gloss\u00e1rio:<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Carotenoides: <\/strong>subst\u00e2ncias que t\u00eam a\u00e7\u00e3o antioxidante, atuam na fotoprote\u00e7\u00e3o &#8211; as subst\u00e2ncias criam uma camada natural na pele, para que ela esteja mais protegida da exposi\u00e7\u00e3o ao sol &#8211; e ajudam na potencializa\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico. S\u00e3o pigmentos naturais presentes em folhas, ra\u00edzes e alimentos marcados pelas cores vermelho, laranja e amarelo. Encontrados em alimentos como cenoura, ab\u00f3bora, tomate, batata-doce, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Betacaroteno: <\/strong>\u00e9 um tipo de carotenoide com propriedades antioxidantes, evita danos ao DNA e reduz o risco de alguns tipos de c\u00e2ncer, como o de pele. Tamb\u00e9m possui propriedade fotoprotetora. \u00c9 uma subst\u00e2ncia que confere a cor vermelha a frutas e vegetais. Uma parte dele se transforma em retinol no organismo, vitamina muito importante para seu bom funcionamento. Al\u00e9m da cenoura e da ab\u00f3bora, \u00e9 poss\u00edvel encontrar betacaroteno no mel\u00e3o cantalupo, no buriti e em legumes como a couve e o nabo verde.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Expediente<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Reportagem:<\/strong> Samara Wobeto, acad\u00eamica de Jornalismo e bolsista<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Ilustra\u00e7\u00f5es:<\/strong> Renata Costa, acad\u00eamica de Produ\u00e7\u00e3o Editorial e bolsista<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>M\u00eddia Social:<\/strong>&nbsp;Elo\u00edze Moraes e Martina Pozzebon, estagi\u00e1rias de Jornalismo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Edi\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Esther Klein, acad\u00eamica de Jornalismo e bolsista<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Edi\u00e7\u00e3o Geral:<\/strong>&nbsp;Luciane Treulieb e Maur\u00edcio Dias, jornalistas<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A do tipo biofortificado \u00e9 destaque por oferecer dez vezes mais vitamina A<\/p>\n","protected":false},"author":3635,"featured_media":8532,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1850],"tags":[4183,4488,524,572,1900],"class_list":["post-8531","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-listas","tag-agricultura-familiar","tag-alimentacao-2","tag-lista","tag-listas","tag-polifeira-2"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8531","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3635"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8531"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8531\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8532"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8531"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8531"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8531"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}